Tópico das Casas

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Eu quando visitei o apartamento, sendo apaixonado por mar e aviões, decidimos na hora

Zona de OEIRAS ?
 
Melhores bancos são Santander e Bankinter, com ofertas semelhantes entre os 1.15 e 1.5% de spread.
A taxa de juro mais comum hoje em dia será a Euribor a 12m, que está negativa.
Se não sabes o que fazer o melhor é ires a um balcão dum banco que eles lá informam-te de todos os detalhes.
Boa sorte![;)]
O bpi também se pode juntar ao trio de melhores propostas nos últimos tempos.
 
Eu quando visitei o apartamento, sendo apaixonado por mar e aviões, decidimos na hora
Como te compreendo. Eu consigo ver toda a aproximação, desde a Caparica até à pista 03 da Portela (a cerca de 5 km de distância). Nos dias de vento é um espetáculo ver as manobras de aproximação com auxilio de uns binóculos.

Manias de quem tem a mania dos aviões. [;)]
 
Como te compreendo. Eu consigo ver toda a aproximação, desde a Caparica até à pista 03 da Portela (a cerca de 5 km de distância). Nos dias de vento é um espetáculo ver as manobras de aproximação com auxilio de uns binóculos.

Manias de quem tem a mania dos aviões. [;)][/QUOTE

binóculos para ver aviões?... desculpas[:D]
 
Um conselho:
Estou comprador de um T2 de 1980, na Estrada de Benfica junto à Av.Gomes Pereira por 130.000€. Acham que é valor que se cheire?
 
Um conselho:
Estou comprador de um T2 de 1980, na Estrada de Benfica junto à Av.Gomes Pereira por 130.000€. Acham que é valor que se cheire?

Tenho uns conhecidos que moram aí! A dois passos da Junta de Freguesia!

No caso deles é um T3 remodelado (não sei a idade, nem conheci a casa antes da remodelação) e está bem situado porque tem perto escolas, cafés, transportes, hospital... e gostam muito de morar aí, apesar de haver várias queixas sobre carros assaltados durante a noite...

Quanto ao valor, não te posso ajudar, mas não me parece nada desajustado, se estiver em bom estado de conservação, mas há vários profissionais do ramo que vão aparecer e até te dizem tudo o que precisas de saber!
 
Em Março deste ano comprei um imóvel do Banco BPI com financiamento quase a 100%.
Acham que é possível passar o meu crédito para outro Banco com uma taxa de juro mais baixa?
 
Última edição:
Depende do spread, mas se o financiamento for superior a 80% é muito complicado.

Achas? Eu fiz na CGD. Também quase 100% (97%) de financiamento. Spread de 1,737. Tinha proposta igual no BPI. Sou cliente desses 2 bancos e a escolha foi quase aleatória.

Neste caso não seria propriamente para baixar de prestação (11% do rendimento líquido mensal), mas basicamente porque Fidelidade é uma seguradora muito ineficiente e até mal educada no contacto com cliente. Só por isso e apenas só, considero eventualmente mudar de banco. Spread até pode ser igual.

Não foi uma boa experiência burocrática a dupla CGD/Fidelidade...
 
Já agora, deixo aqui o simulador de Excel com base na minha fórmula:

https://dl.dropboxusercontent.com/u/34980839/ValorImovel_v2.xlsx


Os gajos das finanças andaram a cuscar o meu simulador:



Esta parte da noticia mete-me asco:

[FONT=Roboto_slab]As Câmaras Municipais podem, contudo, solicitar reavaliações com vista a um aumento do imposto municipal sobre imóveis, uma vez que o diploma prevê que Câmaras e juntas de freguesia passem a poder impugnar as avaliações do valor patrimonial tributário, o que, até aqui era apenas conferido ao sujeito passivo.[/FONT]

Governo nojento sempre a meter o bedelho na vida das pessoas [:vm)]
 
Última edição:
Mais uma invenção da Esquerda:


Casa soalheira e com vista pode agravar IMI em 20%


Casas com vista e boa exposição solar já valem mais no mercado imobiliário. Mudança no coeficiente que avalia a qualidade e o conforto decorrente da localização vai torná-las mais rentáveis ao fisco.

O imposto municipal sobre imóveis (IMI) pode subir ou descer dependendo da vista ou da exposição solar da habitação. A notícia é avançada esta segunda-feira pelo “Jornal de Negócios”.
Até aqui, estas características podiam valer no máximo 5% no cálculo do imposto, mas agora podem chegar ao máximo de mais 20% ou, por outro lado, desagravar o IMI até 10%.
Isto, porque o coeficiente de “localização e operacionalidade relativa”, que pondera características como a qualidade e o conforto que advém da localização dos imóveis, vai mudar.
O “Jornal de Negócios” avança um exemplo para se perceber melhor: num prédio de cinco andares, em que todas as habitações tenham a mesma área e elementos de conforto, mas em que uma parte esteja virada a Norte e outra a Sul e o primeiro andar não tenha vista enquanto os mais altos têm terraço e vistas desafogadas, o IMI pode ser agravado para estes proprietários e para aqueles cujas casas estejam viradas a Sul.
Os que tiverem as fracções viradas a Norte e com pouca vista, deverão ter o IMI reduzido até 10%.
A alteração consta de um diploma que engloba também alterações ao nível do IRS, do IVA e do imposto do Selo e já promulgado pelo Presidente da República. Deverá ser publicado em breve em Diário da República.
As novas regras para avaliação dos imóveis em temos de IMI aplicam-se apenas aos imóveis que sejam alvo de reavaliação, uma vez que as Finanças não incorporam automaticamente as alterações nos valores patrimoniais já inscritos nas matrizes prediais.
As Câmaras Municipais podem, contudo, solicitar reavaliações com vista a um aumento do imposto municipal sobre imóveis, uma vez que o diploma prevê que Câmaras e juntas de freguesia passem a poder impugnar as avaliações do valor patrimonial tributário, o que, até aqui era apenas conferido ao sujeito passivo.
Recorde-se que a receita do IMI vai directamente para as autarquias.
Na opinião do fiscalista Pedro Marinho Falcão, esta mudança reflecte a diferenciação que o mercado faz na hora de vender e o reajustamento não deve depender do contribuinte.
“Não podemos dizer que os imóveis são agravados, o que podemos dizer com absoluta certeza é que a norma que prevê o cálculo o IMI acompanha a realidade do mercado. O reajustamento deste valor não deve estar dependente da iniciativa do contribuinte, deve ser automático, ainda que para esse efeito seja necessário que a comissão de avaliação faça uma verificação física do imóvel que deve ser avaliado. Isto é, o reajustamento, seja para mais seja para menos, deve ser automático, para que o valor do prédio esteja reflectido no seu valor fiscal”, defende em declarações à Renascença.
 
Painel fotovoltaico para dar energia no exterior (jardim e zona de refeição).
Qual a vossa opinião sobre isso? E preços? É preciso algo muito potente?

O objetivo seria ter aquela luz de presença normal no jardim e umas luzes um pouco mais fortes na zona de refeição/lounge durante umas 5 horas por noite.
 
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