TAP Portugal

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Os 350 tinham como objetivo rotas para o Oriente. Segundo os novos donos, são rotas muito exploradas por Ethiad's, Emirates e quejandos, e não merece o investimento.
 
A TAP não tinha encomendado A350 ?

A que se terá devido a opção pelos A330 NEO ?

Tinham previsto abrir rotas para o oriente, mas a maior parte das companhias europeias estão a ter grandes dificuldades nessas rotas pois as companhias de lá devido aos seus hub´s e ajudas financeiras, conseguem preços muito mais competitivos.

Pelo mesmo preço compram mais aviões e mais poupados nas rotas normais.
 
Confirmaram me hoje viagem Luanda-Lisboa a chegar às 17h de dia 24 de Dezembro. Até já estou com medo, se os famosos atrasos se verificam bem que como o bacalhau no avião..
 
Isto da tap não ser privatizada e tambem os outros transportes só é bom para os comunistas e os sindicatos, porque se nada for privado, muita gente deixa de pagar cotas, mas acima de tudo enquanto for publico, basta 1 greve e para praticamente o pais(claro que falo mais a nivel dos outros transportes do que tap)

boa analise ;)
a comunada brava quer é ter mão nessas empresas para poder impor as suas ideias à força.
 
Por acaso não sei como isso é possível, porque supostamente a UE proibe que os estados financiem as companhias aérias.

Pois, pois...

Onde é que eu já vi isto: o privado a ficar com o lucro (se correr bem) e o estado a ficar com o prejuízo (se correr mal)?!!

Eu (se calhar, porque não sou crente/religioso) já não me iludo facilmente...
Além de que, basta ter estado atento às privatizações em Portugal (e não só, basta ver o que se passou nas águas de Berlin), pois estas tem deixado um bonito "rasto" de problemas para nós pagarmos (directa ou indirectamente)!...
:sh)[:vm)]
Só por isso, antes de acontecerem, já parto logo do principio que vai ser pior para nós!...
Esta notícia só vem confirmar essas desconfianças!...

Como disse antes (várias vezes!!): para bem do país, espero que isto corra bem, senão, já sabemos quem vai pagar a factura!!!



Que tristeza, os sindicatos têm de perceber que o seu dever é defenderem os trabalhadores e não se imiscuírem em questões da gestão das empresas.


Quando os sindicatos começam a ter demasiado poder, só destroem valor.

Não concordo que seja assim (ou que tenha que ser assim); mas, também não concordo coma posição dos (destes) sindicatos, por isso..
 
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Por acaso não sei como isso é possível, porque supostamente a UE proibe que os estados financiem as companhias aérias.

O que está em causa não é financiamento, é somente a divida. Neste caso a divida a bancos, que é divida do Estado porque a TAP é pública.
para os mais esquecidos ainda é pública embora agora só a 39%.
O que aconteceu é que os activos da empresa não garantem a divida nem nada lá perto (por isso ninguém a quis comprar), e as garantias das empresas que a compraram não seriam suficientes e os bancos para permitir a venda exigiram que o Estado ficasse fiador da divida existente até à data, parece-me normal por parte dos bancos. O Estado ou ficava com a empresa e com a divida ou tornava-se fiador.
Se imagina o Estado não desse garantia, e não houvesse dinheiro, a TAP fechava e o Estado tinha que pagar os empréstimos.
Obviamente há risco para o Estado... é o risco da TAP falir! Mas esse existe agora como existia antes, com a diferença que agora o Estado é fiador e não detentor da divida na sua totalidade como antes.
 
Pois, é isso que não sei. Então o estado está proibido de colocar mais dinheiro na TAP, mas se falir tem que pagar os credores?
Mas então sendo assim, continua a ser melhor privatizar, porque é a única esperança do estado não perder tudo.
Se continuasse como estava, e não podendo entrar com mais dinheiro, o mais provável era falir, e o estado tinha que entrar com os tais 700 milhões de divida. Assim, há uma réstia de esperança que a TAP consiga sobreviver, e o estado não tenha que pagar a divida.
 
Era natural que o estado continuasse como fiador. Afinal foi no tempo dele que as dívidas foram criadas. Uma dívida do estado tem sempre garantia de pagamento. Mesmo numa insolvência. Ao contrário de uma dívida privada. Portanto parece-me normal.
 
Pois, é isso que não sei. Então o estado está proibido de colocar mais dinheiro na TAP, mas se falir tem que pagar os credores?
Mas então sendo assim, continua a ser melhor privatizar, porque é a única esperança do estado não perder tudo.
Se continuasse como estava, e não podendo entrar com mais dinheiro, o mais provável era falir, e o estado tinha que entrar com os tais 700 milhões de divida. Assim, há uma réstia de esperança que a TAP consiga sobreviver, e o estado não tenha que pagar a divida.

Quando qualquer empresa pública fecha o Estado paga as suas dividas, a TAP não seria diferente se tal acontecesse. Se assim não fosse fechava-se os transportes de Lisboa e Porto e não se pagava a divida.
Nestes empréstimos ao longo dos anos o Estado ficou fiador, deduzo que alguns já sejam empréstimos com alguns anos.
O que tu dizes parece-me o correto (embora até possa admitir que possa haver algo mais), isto é a empresa sem os privados estava falida, ou o Estado (CGD) metia lá mais dinheiro ou fechava ou coisa parecida e assumia os 700milhões de divida com os bancos na totalidade.
No entanto acho que os 120milhões pedidos recentemente deviam já ter sido responsabilidade total da empresa que a comprou, só aqui posso deixar algumas criticas. Mas repito o Estado é fiador.

Obviamente que isto não é deixar o lucro nos privados e os prejuízos no público que alguns políticos já andam a vender. Falar em lucros numa empresa que deve 700milhões de euros, não se consegue financiar e que tem um capital próprio negativo de algumas centenas de milhões só pode ser gozar com o pessoal.
O Estado tem riscos, mas neste momento são menores que os que tinha antes da venda em minha opinião.
 
O que está em causa não é financiamento, é somente a divida. Neste caso a divida a bancos, que é divida do Estado porque a TAP é pública.
para os mais esquecidos ainda é pública embora agora só a 39%.
O que aconteceu é que os activos da empresa não garantem a divida nem nada lá perto (por isso ninguém a quis comprar), e as garantias das empresas que a compraram não seriam suficientes e os bancos para permitir a venda exigiram que o Estado ficasse fiador da divida existente até à data, parece-me normal por parte dos bancos. O Estado ou ficava com a empresa e com a divida ou tornava-se fiador.
Se imagina o Estado não desse garantia, e não houvesse dinheiro, a TAP fechava e o Estado tinha que pagar os empréstimos.
Obviamente há risco para o Estado... é o risco da TAP falir! Mas esse existe agora como existia antes, com a diferença que agora o Estado é fiador e não detentor da divida na sua totalidade como antes.

Não?!:confused:
Ia jurar que havia vários interessados (vê lá que um deles até contesta judicialmente esta venda!), e, um consórcio até acabou por comprar 69%...
E não houve mais interessados porque, devido a umas regras manhosas das EU, outros possíveis compradores estão tipo abutres à espera da desgraça de outros...

Isso dos activos também tem muito que se lhe diga...
Se eu tiver um restaurante que está sempre cheio, mas tem dividas e outro que não tem dividas mas tem poucos clientes, qual vale mais (ou qual terá mais interesse para um possível comprador)?!



Era natural que o estado continuasse como fiador. Afinal foi no tempo dele que as dívidas foram criadas. Uma dívida do estado tem sempre garantia de pagamento. Mesmo numa insolvência. Ao contrário de uma dívida privada. Portanto parece-me normal.

Não acho nada "natural"!
Se querem comprar, que assumam o risco (e as dividas)!!
Assim não custa nada comprar!...



Pois, é isso que não sei. Então o estado está proibido de colocar mais dinheiro na TAP, mas se falir tem que pagar os credores?
Mas então sendo assim, continua a ser melhor privatizar, porque é a única esperança do estado não perder tudo.
Se continuasse como estava, e não podendo entrar com mais dinheiro, o mais provável era falir, e o estado tinha que entrar com os tais 700 milhões de divida. Assim, há uma réstia de esperança que a TAP consiga sobreviver, e o estado não tenha que pagar a divida.

Espero bem que sim!
O Pedrosa parece uma pessoa séria; vamos lá ver!...



Quando qualquer empresa pública fecha o Estado paga as suas dividas, a TAP não seria diferente se tal acontecesse. Se assim não fosse fechava-se os transportes de Lisboa e Porto e não se pagava a divida.
Nestes empréstimos ao longo dos anos o Estado ficou fiador, deduzo que alguns já sejam empréstimos com alguns anos.
O que tu dizes parece-me o correto (embora até possa admitir que possa haver algo mais), isto é a empresa sem os privados estava falida, ou o Estado (CGD) metia lá mais dinheiro ou fechava ou coisa parecida e assumia os 700milhões de divida com os bancos na totalidade.
No entanto acho que os 120milhões pedidos recentemente deviam já ter sido responsabilidade total da empresa que a comprou, só aqui posso deixar algumas criticas. Mas repito o Estado é fiador.

Obviamente que isto não é deixar o lucro nos privados e os prejuízos no público que alguns políticos já andam a vender. Falar em lucros numa empresa que deve 700milhões de euros, não se consegue financiar e que tem um capital próprio negativo de algumas centenas de milhões só pode ser gozar com o pessoal.
O Estado tem riscos, mas neste momento são menores que os que tinha antes da venda em minha opinião.

Pois não... só é deixar o risco no publico!!
Que, se correr mal, se transforma em prejuízo!!
Lucros, é que de certeza que os cofres públicos não ver nenhum (isto se a sede continuar em Portugal, senão aí é que vai ser sempre prejuízo)...

Os riscos são menores do que antes da venda?
Talvez, mas também ficamos sem 69% da mais importante empresa publica de aviação!...
 
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