Boas, peço desculpa por te estar a corrigir, mas o facto que mencionaste depende exclusivamente do proprietário do carro. Se eu tiver um Ibiza 1.9 tdi de 105cv e o meter com 150cv se é que isso é possivél (cavalos reais e não daqueles que eles anunciam nos bancos muitas vezes só para parecer bem), ai sim corro grandes riscos de me acontecer uma das coisas que mencionaste no teu post. No entanto, se eu recorrer a uma reprogramação ligeira que depende e varia de carro para carro, o carro fica com a fiabilidade inalterada, porque simplesmente muitas vezes o carro vem restringido de fábrica, quer pelas apertadas normas de poluição, quer pela estratégia da marca de subida de potencia nos blocos, quer pela agradibilidade de condução, é complexa a reprogramação porque tudo depende do motor em causa, mas regra geral o mais importante foi o que disse em primeiro, é saber até onde se pode ir e qual o tipo de condução e manutenção do carro praticada pelo proprietário.
Falaram no ínicio de uma repro num carro atmosférico não valer a pena, bem isto só mesmo quem não perceber de automóveis ou não souber interpretar a questão da maneira correcta.
-Em primeiro lugar, imaginemos um 1.4 16v a gasolina de origem, totalmente de origem, será que vale a pena gastar 400€ em média numa reprogramação???Eu diria que não em 90% das ocasiões.
-Em segundo lugar vou-vos dizer qual a situação na qual o 1.4 16v precisa de uma reprogramação, imaginemos uma pessoa que comprou uma boa admissão para o carro, uma boa linha de escape a começar pelos colectores, e pensa que isso já é suficiente, pois, engana-se, nestes casos a reprogramação ajustanto os tempos de ignição, o mapa de injecção e até como é óbvio o corte de injecção para condizer com o novo "Hardware" do carro é a cereja no topo do bolo, isto se o projecto acabar por aqui, no entanto uma boa linha de escape, uma boa admissão e uma boa reprogramação na maioria dos carros atmosféricos é o material mais que suficiente para que ele fique com outro andamento.
-No entanto, deixo aqui uma ressalva para certos motores que vêm muito restringidos de fábrica a nivél de electrónica, deixo aqui um exemplo, de um carro que conheço, o clio 1.6 16v, neste carro se há coisa que eu aconselho a fazer caso haja o dinheiro para tal, mesmo que esteja de origem, é fazer uma reprogramação, conseguem-se extrair uns resultados engraçados com uma simples reprogramação, e como este caso existem outros, mas atenção, mesmo assim não é o mesmo que reprogramar um carro sobrealimentado.
Cumprs