Violencia em Paris (outra vez)

Bom, veremos esta noite. Ao melhor derrubam o museu do Louvre.
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Emfin. Sarko, volta pronto antes de que montem uma guilhotina outra vez estes parisinos infiéis.
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Mas ainda assim há quem não entenda.

Tens o habitual discurso de esquerda que tem esta faceta extraordinária de criar os problemas e depois sacudir a culpa para os outros. É o discurso de que somos sempre nós os culpados, eles são apenas vítimas. Foi precisamente dessa forma que a França chegou a este ponto, e nem com a realidade escancarada o discurso muda. Os franceses mostraram nas urnas como estão fartos desta gente e destes discursos.
 
Tens o habitual discurso de esquerda que tem esta faceta extraordinária de criar os problemas e depois sacudir a culpa para os outros. É o discurso de que somos sempre nós os culpados, eles são apenas vítimas. Foi precisamente dessa forma que a França chegou a este ponto, e nem com a realidade escancarada o discurso muda. Os franceses mostraram nas urnas como estão fartos desta gente e destes discursos.

Cada vez que há disturbios destes em França, aumenta a votação na Frente Nacional nas proximas eleições.
 
Tens o habitual discurso de esquerda que tem esta faceta extraordinária de criar os problemas e depois sacudir a culpa para os outros. É o discurso de que somos sempre nós os culpados, eles são apenas vítimas. Foi precisamente dessa forma que a França chegou a este ponto, e nem com a realidade escancarada o discurso muda. Os franceses mostraram nas urnas como estão fartos desta gente e destes discursos.
Mas qual "discurso de esquerda"?

O problema não foi criado pela esquerda ou direita, mas por uma visão limitada e más politicas sociais.

Essa maneira de classificar tudo o que não se entende como bruxaria é um pouco chutar para canto ou minimalista.

Não consegues ver para alem disso?
 
Cada vez que há disturbios destes em França, aumenta a votação na Frente Nacional nas proximas eleições.

Mas o tempo costuma fazer esquecer estas coisas para muitas pessoas. Só se reproducem-se mais adelante (a dois-três meses das eleções, por exemplo) pode têr efetos muito importantes nos votos.
 
O problema não foi criado pela esquerda ou direita, mas por uma visão limitada e más politicas sociais.
Essa maneira de classificar tudo o que não se entende como bruxaria é um pouco chutar para canto ou minimalista.

[8b]
Tu não vês as barbaridades que dizes ? Justificas a violência por políticas sociais erradas. Segundo essa lógica boa parte do mundo estaria a ferro e fogo pois a maior parte do mundo não tem as condições sociais da França. É esse permanente desculpar de actos inqualificáveis que fizeram com que se chegasse aqui.

Não consegues ver para alem disso?

O problema de visão não é meu ...
 
Não há politica social por muito errada que seja (e que até não é o caso da realidade frencesa) que justifique a barbarie prepertada por hordas de selvagens que se lhes metessem uma sachola na mão para trabalharem fariam um manguito. Não me falem em desemprego ou em guetos, aquilo é gente sem o mínimo de educação, valores e respeito pelo próximo, e que tem sido sustentada precisamente pelos repugnantes ideais esquerdistas que tudo perdoam e tudo toleram. É o chamado cú para o ar, enrabem-nos que a gente gosta.
 
Estes ´´jovens`` que estão a actuar nos suburbios de Paris não se querem integrar na sociedade francesa. Não estão interessados em ser franceses. O que querem é que a França perca a sua identidade nacional e se torne progressivamente numa nova Argelia, numa nova Tunisia etc.
Eles não querem adoptar a maneira francesa de viver. Querem, isso sim, que a França adopte a maneira norte africana de viver.
 
[8b]
Tu não vês as barbaridades que dizes ? Justificas a violência por políticas sociais erradas. Segundo essa lógica boa parte do mundo estaria a ferro e fogo pois a maior parte do mundo não tem as condições sociais da França. É esse permanente desculpar de actos inqualificáveis que fizeram com que se chegasse aqui.
Eu não justifico nada, só apontei as causas, este tipo de comportamento não tem justificação, nem se resolve (apenas) a encher prisões.



O problema de visão não é meu ...
Nem eu disse que era, mas creio que te deves distanciar e observar a cena toda.

Reduzir o que se passa em França a apenas uma peleja entre a esquerda e direita é muito simplista, há determinados sectores da sociedade que mudam de campo conforme as modas ou conforme lhes é mais útil, isso vai muito para além de ideologias politicas.
 
Estou verdadeiramente admirado, só ao 58º post é que se culpou os empresários !

Isto anda a melhorar um pouco !

Desculpem lá, caiam na real como dizem os nossos amigos Brasileiros !
 
Já que te queres dar ao trabalho, tenta saber quantos subsidio-dependentes estão no meio desses que estão a armar esta confusão.

Tenta também saber como a França recebeu os imigrantes oriundos do Magreb.
 
Nem eu disse que era, mas creio que te deves distanciar e observar a cena toda.

Nthor, eu sou filho de emigrantes. Não foi da França mas de outro país lá ao pé. Os meus pais regressaram era eu ainda puto porque temiam que eu crescesse e não mais quisesse regressar. Eu vivia mais ou menos bem,tinha uma casa modesta mas acolhedora, mas lembro-me muito bem de visitar aos fins de semana outros porugueses que viviam em autênticas barracas, em estaleiros de obras com lama por todo o lado. Era tudo gente trabalhadora que vivia em condições que hoje se calhar muitos lhes chamariam escravatura. Mas toda essa gente trabalhava apesar de tudo feliz, trabalhava incansavelmente, porque sairam de um país miserável e encontraram um sitio que os acolheu e que lhes permitiu sustentar a família. A grande maioria dessas pessoas hoje recebe reformas generosas desses países que os acolheram e tem uma divida de gratidão para esses países. Tal como eu também tenho.

Essa escumalha que incendeia as ruas de França vivem em condiões luxuosas comparativamente ao que viviam milhões de portuguesas por essa Europa fora há umas décadas. Esse discurso das políticas erradas já mete nojo. A sério que mete, e sem ofensas.
 
Nthor, eu sou filho de emigrantes. Não foi da França mas de outro país lá ao pé. Os meus pais regressaram era eu ainda puto porque temiam que eu crescesse e não mais quisesse regressar. Eu vivia mais ou menos bem,tinha uma casa modesta mas acolhedora, mas lembro-me muito bem de visitar aos fins de semana outros porugueses que viviam em autênticas barracas, em estaleiros de obras com lama por todo o lado. Era tudo gente trabalhadora que vivia em condições que hoje se calhar muitos lhes chamariam escravatura. Mas toda essa gente trabalhava apesar de tudo feliz, trabalhava incansavelmente, porque sairam de um país miserável e encontraram um sitio que os acolheu e que lhes permitiu sustentar a família. A grande maioria dessas pessoas hoje recebe reformas generosas desses países que os acolheram e tem uma divida de gratidão para esses países. Tal como eu também tenho.

Essa escumalha que incendeia as ruas de França vivem em condiões luxuosas comparativamente ao que viviam milhões de portuguesas por essa Europa fora há umas décadas. Esse discurso das políticas erradas já mete nojo. A sério que mete, e sem ofensas.

apr:) apr:) apr:) apr:) ........
 
Nthor, eu sou filho de emigrantes. Não foi da França mas de outro país lá ao pé. Os meus pais regressaram era eu ainda puto porque temiam que eu crescesse e não mais quisesse regressar. Eu vivia mais ou menos bem,tinha uma casa modesta mas acolhedora, mas lembro-me muito bem de visitar aos fins de semana outros porugueses que viviam em autênticas barracas, em estaleiros de obras com lama por todo o lado. Era tudo gente trabalhadora que vivia em condições que hoje se calhar muitos lhes chamariam escravatura. Mas toda essa gente trabalhava apesar de tudo feliz, trabalhava incansavelmente, porque sairam de um país miserável e encontraram um sitio que os acolheu e que lhes permitiu sustentar a família. A grande maioria dessas pessoas hoje recebe reformas generosas desses países que os acolheram e tem uma divida de gratidão para esses países. Tal como eu também tenho.

Essa escumalha que incendeia as ruas de França vivem em condiões luxuosas comparativamente ao que viviam milhões de portuguesas por essa Europa fora há umas décadas. Esse discurso das políticas erradas já mete nojo. A sério que mete, e sem ofensas.

Está tudo dito e também não é a primeira vez que leio ou ouço relatos parecidos com o teu, infelizmente só não vê a realidade mesmo quem não quer. Ou quem mete dogmas á frente de tudo o resto.
 
Cada vez que há disturbios destes em França, aumenta a votação na Frente Nacional nas proximas eleições.

O PNR agradece não é? [:D] Faz lembrar o arrastão quando uma deputada baixinha veio dizer que os "jovens" estavam apenas a "dançar", é isso e dizer não ao aborto e criar antes creches estatais... [:D]

Em relação a culpar os outros, eu posso ter todas as condições fornecidas pelo estado, podem-me dar uma casa sem pagar renda, água ou luz, podem-me dar oportunidades de emprego. Se eu não agarrar nessas oportunidades a culpa vai ser de quem?

A mim custa-me andar a trabalhar sem qualquer apoio do estado e lutar para ter condições para construir um futuro sólido e depois ver no fim do mês malta a levantar cheques da Seg. Social só porque são uma minoria e têm X filhos e até podiam nem fazer nada durante todo o mês, mas ainda fazem assaltos.

Agora venham-me dizer que a culpa é da sociedade ou dos empresários ou dos funcionários públicos ou do tio Manel que tem uma mercearia! A culpa é única e exclusivamente deles, só é pena que ninguém chame os bois pelos nomes e trate do problema de uma forma mais radical em vez de andarmos sempre nesta do politicamente correcto e dos "coitadinhos".
 
Cada vez que há disturbios destes em França, aumenta a votação na Frente Nacional nas proximas eleições.
Não é verdade. A votação na Frente Nacional foi historicamente baixa nas ultimas eleições presidenciais e legislativas, que ocorreram na sequencia dos grandes motins suburbanos de 2005. Esperava-se que esses motins pudessem fazer aumentar a votação na FN, mas isso não aconteceu. Aliás aconteceu exactamente o contrario, a FN baixou muito de votação.
 
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