Rendimento básico incondicional

Numa certa altura tive um colega de trabalho comuna com mistura de preguiçoso que cada vez que recebia os impostos para pagar dizia não perceber por que razão tinha que pagar já que o pai estado tinha muito dinheiro [:)]

Isso já é ser um pouco para o... apesar de já ter sido cá defendido isso, nao me viste a defender acabarem com impostos.
 
Nas contas que fiz acima o valor seria muito mais baixo que isso, para além de que é óbvio que esse valor seria impraticável pelas prórias razoes que deste.

desse modo tenho de concordar que muitas familias deixariam de trabalhar porque se retirarem despesas de inerentes ao acto de ir trabalhar, muitos nao tem isso ao final do mes.

So nao percebo é porque é que vao sempre pelo caminho mais complicado.
O mais justo é cada um ficar com o que ganha.
Qualquer outar forma é sempre ROUBAR a uns para dar a outros.
 
O que é que eu aqui escrevo, é que o unico que se deu ao trabalho de tentar argumentar foi o pmct.
Não nada para argumentar turbo, isso é uma utopia.
Nao se pode basear uma renda do nada o que pretendes não é razoável com a actual sociedade.
Isso é quase como comunismo
 
Última edição:
Não nada para argumentar turbo, isso é uma utopia.
Nao se pode basear uma renda do nada o que pretendes não é razoável com a actual sociedade.
Isso é quase como comunismo

É a tua opiniao e claro que a tenho de respeitar, se me vierem a mostrar por A+B que estou errado, claro que mudarei a minha opiniao tal como já mudei ao longo dos anos em vários outros assuntos.

O dinheiro que hoje temos a circular é criado do nada, em tempos trocamos a troca de bens e servicos por a troca por moeda, dessa forma era suposto que as transaccoes fossem mais justas e para além disso nao estarias a merce de quem tinha aquilo que tu querias mas tu nao tinhas aquilo que eles queriam.

Era simples, todos queriam dinheiro, dinheiro esse que depois poderia ser trocado por outras coisas.

Nessa altura o dinheiro (moedas) era feito de metais preciosos, tais como bronze, prata ou ouro e cada uma tinha o valor do seu metal em peso, entrentanto crise após crise, decidimos que afinal nao era boa ideia e que a moeda nao deveria de deter o valor do material que era feito em peso mas sim ter um valor fixo valor esse que seria sempre igual, 1Euro valerá sempre 1Euro, mesmo que os materiais que o constituem sejam de valor muito inferior.

Qual é o problema disso?
O dinheiro nao tem valor e é na realidade criado do nada, em Portugal temos o Euro e a sua impressao e cunha é regulamentada pelo banco central europeu, mas a qualquer altura poderá ser imprimido mais dinheiro, que nao tem qualquer valor fisico mas sim valor teórico.

Por isso, na realidade, mesmo que estejas a imprimir dinheiro todos os dias para poder enviar a toda a gente, na realidade estás a fazer o mesmo que já antes foi feito, criar dinheiro (moeda nota, sem valor) do nada.

Hoje, passado tantos anos já nao precisamos de tanta coisa, criamos dinheiro virtual, achas mesmo que dinheiro que tens em poupancas na tua conta bancária existe?

Se de um dia para o outro toda a gente for ao banco e levantar todo o dinheiro que "lá tem", que achas que vai acontecer?


De qualquer maneira, o que defendo, nao é a impressao de dinheiro ou criacao de divida publica para que depois seja dada uma renda a toda a gente, o que defendo é que todo o dinheiro que é relativo a porcaria dos subsidios que hoje temos e que colocam as pessoas deles dependentes, muitas vezes para o resto da vida, sejam distribuidos pela populacao de forma igual, nem que estejamos a falar de 10Euros a cada um, na minha opiniao, é muito mais justo que um sistema onde uns recebem para estar em casa e os outros ficam a chuchar no dedo e tem de trabalhar de sol a sol para obter o mesmo valor e ainda tem de pagar impostos para que os primeiros fiquem em casa.

Se depois num segundo passo acabarmos com reformas milionárias, acabarmos com subvencoes vitalicias, acabarmos com o dar (sim dar) dinheiro aos bancos e passarmos a ter o governo a comprar e gerir os mesmos garantindo assim lucro e mais tarde os vender novamente, talvez de para que todos possam ter uma vida mais ou menos confortável sem terem de se preocupar que amanha vá ficar sem ter a tal moeda para trocar por comida.
 
É a tua opiniao e claro que a tenho de respeitar, se me vierem a mostrar por A+B que estou errado, claro que mudarei a minha opiniao tal como já mudei ao longo dos anos em vários outros assuntos.

O dinheiro que hoje temos a circular é criado do nada, em tempos trocamos a troca de bens e servicos por a troca por moeda, dessa forma era suposto que as transaccoes fossem mais justas e para além disso nao estarias a merce de quem tinha aquilo que tu querias mas tu nao tinhas aquilo que eles queriam.

Era simples, todos queriam dinheiro, dinheiro esse que depois poderia ser trocado por outras coisas.

Nessa altura o dinheiro (moedas) era feito de metais preciosos, tais como bronze, prata ou ouro e cada uma tinha o valor do seu metal em peso, entrentanto crise após crise, decidimos que afinal nao era boa ideia e que a moeda nao deveria de deter o valor do material que era feito em peso mas sim ter um valor fixo valor esse que seria sempre igual, 1Euro valerá sempre 1Euro, mesmo que os materiais que o constituem sejam de valor muito inferior.

Qual é o problema disso?
O dinheiro nao tem valor e é na realidade criado do nada, em Portugal temos o Euro e a sua impressao e cunha é regulamentada pelo banco central europeu, mas a qualquer altura poderá ser imprimido mais dinheiro, que nao tem qualquer valor fisico mas sim valor teórico.

Por isso, na realidade, mesmo que estejas a imprimir dinheiro todos os dias para poder enviar a toda a gente, na realidade estás a fazer o mesmo que já antes foi feito, criar dinheiro (moeda nota, sem valor) do nada.

Hoje, passado tantos anos já nao precisamos de tanta coisa, criamos dinheiro virtual, achas mesmo que dinheiro que tens em poupancas na tua conta bancária existe?

Se de um dia para o outro toda a gente for ao banco e levantar todo o dinheiro que "lá tem", que achas que vai acontecer?


De qualquer maneira, o que defendo, nao é a impressao de dinheiro ou criacao de divida publica para que depois seja dada uma renda a toda a gente, o que defendo é que todo o dinheiro que é relativo a porcaria dos subsidios que hoje temos e que colocam as pessoas deles dependentes, muitas vezes para o resto da vida, sejam distribuidos pela populacao de forma igual, nem que estejamos a falar de 10Euros a cada um, na minha opiniao, é muito mais justo que um sistema onde uns recebem para estar em casa e os outros ficam a chuchar no dedo e tem de trabalhar de sol a sol para obter o mesmo valor e ainda tem de pagar impostos para que os primeiros fiquem em casa.

Se depois num segundo passo acabarmos com reformas milionárias, acabarmos com subvencoes vitalicias, acabarmos com o dar (sim dar) dinheiro aos bancos e passarmos a ter o governo a comprar e gerir os mesmos garantindo assim lucro e mais tarde os vender novamente, talvez de para que todos possam ter uma vida mais ou menos confortável sem terem de se preocupar que amanha vá ficar sem ter a tal moeda para trocar por comida.

Nao é uma questão de certo ou errado a nossa sociedade e economia actual não é funcional assim não significa que em um futuro próximo não o seja.

A economia está assente em matérias valiosas industria, geração de riqueza produção e patentes o que dá valor ao dinheiro como moeda de troca não é bem fazer dinheiro do nada a economia por si é de natureza própria não controlável sem todos os mercados estarem em acordo o o que é impossível e baseada na competição e competitividade.
 
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Nao é uma questão de certo ou errado a nossa sociedade e economia actual não é funcional assim não significa que em um futuro próximo não o seja.

A economia está assente em matérias valiosas industria, geração de riqueza produção e patentes o que dá valor ao dinheiro como moeda de troca não é bem fazer dinheiro do nada a economia por si é de natureza própria não controlável sem todos os mercados estarem em acordo o o que é impossível e baseada na competição e competitividade.

Imaginemos que tu, enquanto individuo produzes uma laranja.

O que é que determina o valor da laranja? O facto de haverem mais ou menos laranjas e claro o que o mercado estiver disposto a dar pela tua laranja.

Se a tua laranja for unica e houver procura por laranjas, podes cobrar muito dinheiro pela tua laranja, no entanto se houver muitas laranjas iguais a tua ou se nao houver ninguém interessado na tua laranja entao a tua laranja vale zero.

Estamos a falar de tu produzires alguma coisa no país, o mesmo objecto da producao a ser avaliado de duas formas diferentes e a valer um numero de dinheiro suficiente dependendo de outras coisas.

Vamos por, a laranja é unica ou há muita gente a procura de laranjas, se tu venderes a tua laranja internamente no país (o teu grupo economico) entao nao estás a acrescentar absolutamente nada a tua economia, nao estás a contribuir em absolutamente nada para o crescimento economico do teu grupo (país), mas se tu venderes essa mesma laranja a alguém que esteja fora do teu grupo economico (país), entao estás a aumentar o capital (quantidade de dinheiro) que o teu grupo economico tem.

Por isso mesmo é que o racio de exportacao/importacao é tao importante, porque estás a retirar ou a adicionar capital ao teu grupo economico.

Em ambas as situacoes estamos a falar de uma laranja, numa situacao adicionas dinheiro em outra nao adicionas absolutamente nada, apenas fazes o dinheiro mudar de maos.


E mesmo no caso de estares a vender a outro país, o valor da tua laranja vai sempre depender do valor que é atribuido ao dinheiro que tu recebeste do outro país e do tempo que o vais manter na tua mao antes de tentares trocar no mercado por outro tipo de dinheiro.


Logo na prática, sim estamos a fazer dinheiro apartir do nada, apenas o trocamos e transaccionamos por forma a conseguirmos de forma mais fácil quantificar uma unidade e facilitar a transaccao dos bens que queremos passar para outros, seja interna ou externamente.


Nao respondeste a minha questao, o que achas que iria acontecer se todos fossem aos bancos levantar o que supostamente lá tem?

Mas mais uma vez, eu nao defendo que se imprima dinheiro para depois dar um valor a toda a gente, defendo que os gastos que hoje já lá estao, sejam divididos igualmente por todos e nao apenas para alguns.
 
Imaginemos que tu, enquanto individuo produzes uma laranja.

O que é que determina o valor da laranja? O facto de haverem mais ou menos laranjas e claro o que o mercado estiver disposto a dar pela tua laranja.

Se a tua laranja for unica e houver procura por laranjas, podes cobrar muito dinheiro pela tua laranja, no entanto se houver muitas laranjas iguais a tua ou se nao houver ninguém interessado na tua laranja entao a tua laranja vale zero.

Estamos a falar de tu produzires alguma coisa no país, o mesmo objecto da producao a ser avaliado de duas formas diferentes e a valer um numero de dinheiro suficiente dependendo de outras coisas.

Vamos por, a laranja é unica ou há muita gente a procura de laranjas, se tu venderes a tua laranja internamente no país (o teu grupo economico) entao nao estás a acrescentar absolutamente nada a tua economia, nao estás a contribuir em absolutamente nada para o crescimento economico do teu grupo (país), mas se tu venderes essa mesma laranja a alguém que esteja fora do teu grupo economico (país), entao estás a aumentar o capital (quantidade de dinheiro) que o teu grupo economico tem.

Por isso mesmo é que o racio de exportacao/importacao é tao importante, porque estás a retirar ou a adicionar capital ao teu grupo economico.

Em ambas as situacoes estamos a falar de uma laranja, numa situacao adicionas dinheiro em outra nao adicionas absolutamente nada, apenas fazes o dinheiro mudar de maos.


E mesmo no caso de estares a vender a outro país, o valor da tua laranja vai sempre depender do valor que é atribuido ao dinheiro que tu recebeste do outro país e do tempo que o vais manter na tua mao antes de tentares trocar no mercado por outro tipo de dinheiro.


Logo na prática, sim estamos a fazer dinheiro apartir do nada, apenas o trocamos e transaccionamos por forma a conseguirmos de forma mais fácil quantificar uma unidade e facilitar a transaccao dos bens que queremos passar para outros, seja interna ou externamente.


Nao respondeste a minha questao, o que achas que iria acontecer se todos fossem aos bancos levantar o que supostamente lá tem?

Mas mais uma vez, eu nao defendo que se imprima dinheiro para depois dar um valor a toda a gente, defendo que os gastos que hoje já lá estao, sejam divididos igualmente por todos e nao apenas para alguns.
Nao há nada para responder turbo.

As coisas são como são e dar dinheiro às pessoas não resolve nada mas sim seu esforço ainda não chegaste lá?

Essa tua ideia já perdeu nao deu de lição?
a ideia do comunismo ainda era melhor de cabeça o problema é a prática
 
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Nao há nada para responder turbo.

As coisas são como são e dar dinheiro às pessoas não resolve nada mas sim seu esforço ainda não chegaste lá?

Essa tua ideia já perdeu nao deu de lição?
a ideia do comunismo ainda era melhor de cabeça o problema é a prática

A resposta que procurava era só mesmo para perceber se tinhas a nocao de que o dinheiro que tens na realidade nao existe, é fictissio e assim continuará a ser e foi uma resposta ao "fazer dinheiro do nada", pois a realidade é que se nao fazes com que entre dinheiro no país através de algo que tenhas produzido ou tenhas comprado a alguém que tenha produzido entao nao estás a colocar o país mais rico, estás sim a transferir dinheiro de mao em mao.

O dar dinheiro nao ajuda, é verdade, mas também nao ajuda os sitemas de beneficios que temos hoje em dia e que te prendem a esse mesmo sistema, onde as pessoas sao obrigadas a escolher entre ir trabalhar e produzir ou entao ficar em casa sem fazer nenhum enquanto esperam que o dinheiro lhes caia nas maos, dinheiro esse que é o fruto do suor de terceiros.

Hoje temos uma situacao em que existem "poucas pessoas" a receber do estado, mas se a crise que aí vem se agravar da forma que se está a prever que vai, vais ter muito provavelmente muito mais gente a receber do estado do que a trabalhar, e essas pessoas vao claro, ter de escolher entre ter direito a esses subsidios ou ir trabalhar e por isso o paradigma, irá ter de mudar, caso contrário se hoje andas a trabalhar cerca de 6 meses do ano para pagar impostos, entao passarás a trabalhar 8 ou talvez 9 meses para pagar tudo isso.

Sou voluntário no UK num organismo que dá apoio as pessoas, desde apoio legal a apoio e aconselhamento financeiro, muitas vezes dá para perceber que as pessoas até queriam ir trabalhar, se isso resulta-se num beneficio financeiro para eles, mas como na realidade e na maioria dos casos resulta numa reducao do dinheiro que tem disponivel do final do mes, vao deixando ficar-se... e assim continuará enquanto tivermos este sistema corrupto e podre que prejudica quem queira fazer alguma coisa e beneficia quem quer ficar em casa de papo para o ar.

Acredito que um RBI bem aplicado e estroturado poderia trazer melhorias no que diz respeito a vida de muita gente e acima de tudo fazer com que o país tivesse mais gente a trabalhar e por consequencia obter mais receita através dos impostos, mas claro que posso estar errado, e nao ser esse o caminho certo.

Uma coisa tenho a certeza, o que temos hoje, nao parece ser o caminho certo.
 
A resposta que procurava era só mesmo para perceber se tinhas a nocao de que o dinheiro que tens na realidade nao existe, é fictissio e assim continuará a ser e foi uma resposta ao "fazer dinheiro do nada", pois a realidade é que se nao fazes com que entre dinheiro no país através de algo que tenhas produzido ou tenhas comprado a alguém que tenha produzido entao nao estás a colocar o país mais rico, estás sim a transferir dinheiro de mao em mao.

O dar dinheiro nao ajuda, é verdade, mas também nao ajuda os sitemas de beneficios que temos hoje em dia e que te prendem a esse mesmo sistema, onde as pessoas sao obrigadas a escolher entre ir trabalhar e produzir ou entao ficar em casa sem fazer nenhum enquanto esperam que o dinheiro lhes caia nas maos, dinheiro esse que é o fruto do suor de terceiros.

Hoje temos uma situacao em que existem "poucas pessoas" a receber do estado, mas se a crise que aí vem se agravar da forma que se está a prever que vai, vais ter muito provavelmente muito mais gente a receber do estado do que a trabalhar, e essas pessoas vao claro, ter de escolher entre ter direito a esses subsidios ou ir trabalhar e por isso o paradigma, irá ter de mudar, caso contrário se hoje andas a trabalhar cerca de 6 meses do ano para pagar impostos, entao passarás a trabalhar 8 ou talvez 9 meses para pagar tudo isso.

Sou voluntário no UK num organismo que dá apoio as pessoas, desde apoio legal a apoio e aconselhamento financeiro, muitas vezes dá para perceber que as pessoas até queriam ir trabalhar, se isso resulta-se num beneficio financeiro para eles, mas como na realidade e na maioria dos casos resulta numa reducao do dinheiro que tem disponivel do final do mes, vao deixando ficar-se... e assim continuará enquanto tivermos este sistema corrupto e podre que prejudica quem queira fazer alguma coisa e beneficia quem quer ficar em casa de papo para o ar.

Acredito que um RBI bem aplicado e estroturado poderia trazer melhorias no que diz respeito a vida de muita gente e acima de tudo fazer com que o país tivesse mais gente a trabalhar e por consequencia obter mais receita através dos impostos, mas claro que posso estar errado, e nao ser esse o caminho certo.

Uma coisa tenho a certeza, o que temos hoje, nao parece ser o caminho certo.
Turbo já passamos por crises piores e não foram ultrapassadas se distribuindo dinheiro.
 
Turbo já passamos por crises piores e não foram ultrapassadas se distribuindo dinheiro.
Quando um país está em crise, a melhor forma de a ultrapassar é fomentar a compra cobrando menos impostos e distribuindo incentivos para tal, caso contrário vais estagnar a enconomia, ninguém compra, ninguém vende e pagas muito mais em subsidios do que "perderias" nos impostos e incentivos. Quanto a já terem passado por crises piores, nao tenho uma bola de cristal mas ou muito me engano mas nem eu na minha vida passei por uma crise como a que aí virá...
 
Quando um país está em crise, a melhor forma de a ultrapassar é fomentar a compra cobrando menos impostos e distribuindo incentivos para tal, caso contrário vais estagnar a enconomia, ninguém compra, ninguém vende e pagas muito mais em subsidios do que "perderias" nos impostos e incentivos. Quanto a já terem passado por crises piores, nao tenho uma bola de cristal mas ou muito me engano mas nem eu na minha vida passei por uma crise como a que aí virá...
Que tal passar por 1 guerra mundial seguida de uma 2 guerra mundial a mistura com uma gripe espanhola mais a grande depressão?

Isto não é nada comparado nem chega perto

Dar dinheiro na minha opinião nao é incentivo, criar condições sim é incentivo.
 
Que tal passar por 1 guerra mundial seguida de uma 2 guerra mundial a mistura com uma gripe espanhola mais a grande depressão?

Isto não é nada comparado nem chega perto

Dar dinheiro na minha opinião nao é incentivo, criar condições sim é incentivo.

1 Guerra mundial - 28/07/1914 – 11/11/1918
2 Guerra mundial - 01/09/1939 – 02/09/1945
Gripe Espanhola - Janeiro 1918 - Dezembro 1920

Mas tens de colocar as coisas em prespectiva da forma como as pessoas viviam na altura e especialmente de onde iam buscar os seus rendimentos.


Durante a gripe espanhola, a agricultura era ainda uma das maiores fontes de sobrevivencia das familias, isso nao acabou, os terrenos continuaram lá e as pessoas mesmo que estivessem isoladas poderam continuar a cultivar os seus terrenos e a criar os seus animais logo nao os afectou muito, para alem disso, nao eramos um mundo assim muito global, em 1918/1920 raras eram as pessoas que viajavam entre zonas do seu próprio país e mais raras ainda eram as que viajavam para outros países, pelo que o contágio nao era tao rapido como é hoje em que eu em 3 horas de aviao estou em Portugal e em 24 horas já atravessei uma serie de países.

As guerras, essas criaram uma crise nao pela falta de dinheiro, criaram uma crise por estar tudo destruido e com isso criaram novos postos de trabalho porque era necessário reconstruir e essa reconstrucao demorou anos,dando trabalho a muita gente durante anos.

A crise que temos hoje, é ligeiramente diferente.

Do ponto de vista pandemico estamos em muito mais risco do que os nossos antepassados, porque estamos longe mas muito facilmente estamos perto um dos outros.
Nao houve nada destruido, logo nao é necessário re-construir, apenas as empresas deixaram de poder laborar e quando nao há income, vao a falencia, fecham e despedem pessoas, quanto mais pessoas no desemprego, mais pessoas a procura de trabalho e aí tens a tua crise económica.

Ao inicio, as pessoas ainda comecam a comer as poupancas que tinham mas chega a uma certa altura em que essas poupancas acabam e depois?


Criar condicoes é incentivo, como é que crias condicoes para que as empresas possam voltar a laborar e a fazer dinheiro? vais mandar toda a gente trabalhar e quando aparecer um infectado no meio dos trabalhadores, retiras esses e deixas os outros a trabalhar?

Imagina o Manuel que trabalhou durante anos numa empresa, ficou desempregado, sem dinheiro nenhum foi para o fundo de desemprego, se o Manuel ja tinha dificuldades enquanto trabalhava agora no fundo de desemprego pior ainda.

O Manuel espera por uma ideminizacao da empresa por o ter despedido, mas nao sabe quando a irá ter, porque a empresa onde trabalhava tentou manter os funcionários até nao poder mais e agora, também nao tem dinheiro.


O Manuel até queria comecar um negócio proprio, tem umas ideias que até poderiam resultar, mas só com o fundo de desemprego e se calhar a mulher em risco de ficar na mesma situacao seria arriscar nao ter dinheiro no final do mes...

Como poderá o governo criar condicoes para que o Manuel possa arriscar?

No mundo em que vivemos com este sistema económico, quem tem condicoes para fazer algo é quem tem dinheiro, o Manuel coitado, tem uma familia para alimentar e arriscar significa que poderá um dia ter de ver a sua familia a passar fome...
Outra pessoa que tenha capital, pode sempre arriscar, pode sempre investir e tentar porque na pior das hipoteses ainda se consegue aguentar algum tempo antes de ir para uma situacao extrema.

E é assim que os ricos, cada vez ficam mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

Tenho um bom exemplo, o UK tem apostado em meter o dinheiro no bolso das pessoas para ultrapassar a crise... baixou impostos, pagou salários, deu grants as empresas, abriu linhas de crédito sem juros... estao errados?
Como o UK outros países estao a fazer coisas similares, alguns até em maior proporcao outros em menor, estao todos errados?
 
1 Guerra mundial - 28/07/1914 – 11/11/1918
2 Guerra mundial - 01/09/1939 – 02/09/1945
Gripe Espanhola - Janeiro 1918 - Dezembro 1920

Mas tens de colocar as coisas em prespectiva da forma como as pessoas viviam na altura e especialmente de onde iam buscar os seus rendimentos.


Durante a gripe espanhola, a agricultura era ainda uma das maiores fontes de sobrevivencia das familias, isso nao acabou, os terrenos continuaram lá e as pessoas mesmo que estivessem isoladas poderam continuar a cultivar os seus terrenos e a criar os seus animais logo nao os afectou muito, para alem disso, nao eramos um mundo assim muito global, em 1918/1920 raras eram as pessoas que viajavam entre zonas do seu próprio país e mais raras ainda eram as que viajavam para outros países, pelo que o contágio nao era tao rapido como é hoje em que eu em 3 horas de aviao estou em Portugal e em 24 horas já atravessei uma serie de países.

As guerras, essas criaram uma crise nao pela falta de dinheiro, criaram uma crise por estar tudo destruido e com isso criaram novos postos de trabalho porque era necessário reconstruir e essa reconstrucao demorou anos,dando trabalho a muita gente durante anos.

A crise que temos hoje, é ligeiramente diferente.

Do ponto de vista pandemico estamos em muito mais risco do que os nossos antepassados, porque estamos longe mas muito facilmente estamos perto um dos outros.
Nao houve nada destruido, logo nao é necessário re-construir, apenas as empresas deixaram de poder laborar e quando nao há income, vao a falencia, fecham e despedem pessoas, quanto mais pessoas no desemprego, mais pessoas a procura de trabalho e aí tens a tua crise económica.

Ao inicio, as pessoas ainda comecam a comer as poupancas que tinham mas chega a uma certa altura em que essas poupancas acabam e depois?


Criar condicoes é incentivo, como é que crias condicoes para que as empresas possam voltar a laborar e a fazer dinheiro? vais mandar toda a gente trabalhar e quando aparecer um infectado no meio dos trabalhadores, retiras esses e deixas os outros a trabalhar?

Imagina o Manuel que trabalhou durante anos numa empresa, ficou desempregado, sem dinheiro nenhum foi para o fundo de desemprego, se o Manuel ja tinha dificuldades enquanto trabalhava agora no fundo de desemprego pior ainda.

O Manuel espera por uma ideminizacao da empresa por o ter despedido, mas nao sabe quando a irá ter, porque a empresa onde trabalhava tentou manter os funcionários até nao poder mais e agora, também nao tem dinheiro.


O Manuel até queria comecar um negócio proprio, tem umas ideias que até poderiam resultar, mas só com o fundo de desemprego e se calhar a mulher em risco de ficar na mesma situacao seria arriscar nao ter dinheiro no final do mes...

Como poderá o governo criar condicoes para que o Manuel possa arriscar?

No mundo em que vivemos com este sistema económico, quem tem condicoes para fazer algo é quem tem dinheiro, o Manuel coitado, tem uma familia para alimentar e arriscar significa que poderá um dia ter de ver a sua familia a passar fome...
Outra pessoa que tenha capital, pode sempre arriscar, pode sempre investir e tentar porque na pior das hipoteses ainda se consegue aguentar algum tempo antes de ir para uma situacao extrema.

E é assim que os ricos, cada vez ficam mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

Tenho um bom exemplo, o UK tem apostado em meter o dinheiro no bolso das pessoas para ultrapassar a crise... baixou impostos, pagou salários, deu grants as empresas, abriu linhas de crédito sem juros... estao errados?
Como o UK outros países estao a fazer coisas similares, alguns até em maior proporcao outros em menor, estao todos errados?
Turbo obviamente que não fazes ideia o que era viver em esses tempos pois vens aqui apenas expressar os pontos positivos de essa época independente de que há sempre pontos positivos tais como hoje nem há comparação possível como vives hoje mas creio que estejas totalmente convencido, desejo boa sorte com a tua teoria, esta discussão é inútil
 
Última edição:
A ideia parece-me ter muitos e graves inconvenientes, para além do custo.
Mas agora vou focar apenas o custo.
Sem aumentar os impostos qual seria o valor mensal do RBI?

Numa pesquisa rápida o nosso pib anual é de 212 mil milhões
E gastámos cerca de 7% desses 212 mil milhões na segurança social, ou seja cerca de 14 mil milhões.
Divididos por 10 milhões de pessoas daria 1,4 mil por ano, ou seja menos de 120 euros por mês. Provavelmente nem 100 porque parte dos 7% são gastos nos funcionários necessários fazer funcionar o sistema.

Isto implicando que subsídios de doença, desemprego, abono de família, maternidade, etc iriam desaparecer, para serem substituídos um RBI cego de 120 por mês...ou menos, provavelmente até menos de 100 euros.

Ou seja, se alguém tivesse um percalço na vida estava mesmo tramado.
O que faria imediatamente que as taxas de poupança aumentariam, o consumo cairia, com a consequente quebra económica, ou seja a implementação disto dificilmente se faria sem uma violenta recessão.

E quem tivesse um percalço, um azar, como uma doença, estava sem mais nenhum apoio social.

E filhos de pobres a estudar, seria para esquecer, não existiriam bolsas de estudo
 
A ideia parece-me ter muitos e graves inconvenientes, para além do custo.
Mas agora vou focar apenas o custo.
Sem aumentar os impostos qual seria o valor mensal do RBI?

Numa pesquisa rápida o nosso pib anual é de 212 mil milhões
E gastámos cerca de 7% desses 212 mil milhões na segurança social, ou seja cerca de 14 mil milhões.
Divididos por 10 milhões de pessoas daria 1,4 mil por ano, ou seja menos de 120 euros por mês. Provavelmente nem 100 porque parte dos 7% são gastos nos funcionários necessários fazer funcionar o sistema.

Isto implicando que subsídios de doença, desemprego, abono de família, maternidade, etc iriam desaparecer, para serem substituídos um RBI cego de 120 por mês...ou menos, provavelmente até menos de 100 euros.

Ou seja, se alguém tivesse um percalço na vida estava mesmo tramado.
O que faria imediatamente que as taxas de poupança aumentariam, o consumo cairia, com a consequente quebra económica, ou seja a implementação disto dificilmente se faria sem uma violenta recessão.

E quem tivesse um percalço, um azar, como uma doença, estava sem mais nenhum apoio social.

E filhos de pobres a estudar, seria para esquecer, não existiriam bolsas de estudo

Já se fizeram por aí contas por alto e os valores poderiam ser superiores a isso, os custos que hoje se tem para verificar, atribuir e processar os subsídios que hoje estão em vigor sao muito superiores pois como dizes não são cegos logo exigem maior processamento e custos.

Um valor fixo, retiraria responsabilidades ao governo e criaria não só um sistema mais justo para todos em que ninguém sente que trabalha para pagar subsídios de outros.

Para além disso, sendo incondicional, faria com que as pessoas não ficassem presas a armadilha da pobresa e não tivessem tendência a ficar a viver do que o estado lhes dá.
 
peguei no valor total da despesa do ministerio da segurança social, tirando os valores das pensões de reforma

dividindo esse valor pelas pessoas do país dá aquilo, menos de 120 euros por pessoa por mês

sendo que depois quando alguma pessoa tivesse uma situação realmente problematica ficaria limitado aos 120 euros por mês

desemprego? 120 euros
doença incapacitante? 120 euros
baixa por maternidade? 120 euros
bolsa de estudo? 120 euros - bem, não sei se este valor vem do ministerio da educação
nasceu um filho com deficiencia profunda? 120 euros para a criança e mais 120 para um dos pais que precisa de ficar a cuidar dele
alguém teve um acidente grave? 120 euros

o que vejo é que a ideia não recolhe apoio de quem se preocupa realmente com as pessoas que estão em situação de maior dificuldade, entre os especialistas na segurança social, porque para ser sustentável os valores tem de ser muito baixos

e também tem outros problemas, como poder servir para alimentar maus habitos noutras camadas da população
agora com o RSI ainda se podem obrigar os pais a obrigar os filhos a ir para escola, depois desleixam-se

ah... já sei, retiram-se os filhos aos pais... mas isso obriga depois a ter de criar instituições para essas crianças... ou familias de acolhimento, mas por 120 euros não se vão encontrar muitas familias de acolhimento

afinal nem 120 euros podem ser, porque estas instituições também têm o seu custo

assim como todo o financiamento das IPSS que aqui existem e cujo dinheiro sai do ministerio da segurança social

provavelmente nem 100 euros seriam
 
Última edição:
fui ver e realmente as transferencias para IPSS são da ordem de 1,8 mil milhões, o que faz o valor disponivel para o RBI baixar e o resultado é que sem aumentar o valor dos impostos iria dar um valor para o RBI inferior a 100 euros, provavelmente nem 90 euros daria

seria um desastre humanitario

se subissemos o valor seria um desastre economico
 
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