Rendimento básico incondicional

Essas pessoas jogaram, jogam e jogarão sempre numa questão de esforço. Em tempos de crise existem instrumentos para ajudar essas pessoas.

Quem ganha o ordenado mínimo, dependendo da localização geográfica, e da realidade pessoal, consegue ou não sustentar-se. Além disso, quem ganha o ordenado mínimo tem diversas isenções nos acessos a serviços do estado.

Se eu acho que um “bonus pater familiae “ que ganhe o ordenado mínimo, merece ganhar mais? Sem dúvida...
Se esse aumento deve ser suportado por fundos estatais? Sem dúvida que não... isso é um assunto entre ele e o patrão. Se o estado for despejar aí dinheiro, a única coisa que vai conseguir é fazer com que o empregado deixe de lutar por um melhor ordenado, já que o estado dá mais X. De que vale a pena esforçar-se por receber mais, se o vencimento final dele se vai manter, em virtude da diminuição da comparticipação do estado.

No raciocínio do RBI as pessoa são todas boazinhas, e cuidadosas com o dinheiro que recebem apenas por existirem, resultante do trabalho dos outros. A realidade é muito mais cruel que isso... A realidade envolve bullying entre colegas porque alguém anda a tirar uma licenciatura, gente que esconde informação técnica, gente que falta em dias de pico de trabalho, etc. O mundo real do trabalho é F0d1dO!!!

Existem nos países que as aplicam, vamos ver o exemplo de Portugal nesta pandemia...

Achas que pagar 33% do salário das pessoas afectadas enviando-as em muitos casos para o desemprego é algo?

Achsa que decidir que nao se ajuda trabalhadores de empresas que tenham qualquer tipo de divida fiscal é ajudar?

Nao sei qual é a tua defenicao de ajudar, o que sei é que há muita gente que está a receber do estado e que nao deixa de receber porque se tentar melhorar a sua situacao é penalizada, e isso acontece em todo lado, aqui também acontece como já tive a oportunidade de explicar antes.

Há muita gente que está a receber do estado mas nao tem hipotese, nao se pode dar ao luxo de aceitar um trabalho que pague abaixo de um determinado valor porque se nao fica pior do que aquilo que já estava, e tiveste um caso recentemente do ipvsav ou lá como se escreve o nick dele, recebia do fundo de desemprego e andava a trabalhar ao negro porque se nao iam cortar-lhe o fundo de desemprego e ficava pior do que aquilo que estava antes.

Ora diz lá, se ele tivesse um valor fixo que nao fosse perder por ir trabalhar, será que ele nao iria trabalhar e pagar impostos?


Em 2017 a Seg social gastou 29368949,2 mil euros em apoios sociais, já tivemos anos em que os gastos foram bem acima dos 35000000 mil euros... para apoiar apenas algumas familias. (https://www.pordata.pt/Portugal/Despesa+da+Segurança+Social+total+e+por+tipo-100) , qual é a diferenca para o país se ao invés de darmos esse dinheiro só dividirmos por todos?

Se dissermos que toda a gente entre os 18 e os 65 (antes da reforma) recebe esse valor, entao estamos a dizer que em 2017, 7636464 de pessoas iriam qualificar para esse valor. (https://www.pordata.pt/Portugal/População+residente++média+anual+total+e+por+grupo+etário-10)

se usarmos o mesmo valor, sem tirar nem por, pelas minhas contas dá 3845Euros/pessoa por ano, 320euros/mes incondicionalmente.

Se olhares para as despesa de vários anos diferentes e dividires a populacao nessas idades vais ver que provavelmente o estado ainda pouparia dinheiro.
 
A questao começa logo de principio.
Porque raio um jovem que ganhar o ordenado minimo com baixa formação vai a correr constituir familia ????? e comprar casa, e etc etc etc
porque começam tudo pelo telhado?

Secalhar em vez de discutir o RBI e por os putos com aulas de cidadania e sei la mais o que, deviam era por como obrigatorio um discplina de "Dinheiro, Mercados, Finanças Publicas e pessoais , mercados financeiros endividamento e juros compostos"
Isso secalhar tiha mais efeito que qualquer palermice estilo Robin dos bosques de tirar a uns para dar aos outros

Está mais que provado que quanto mais tarde um jovem iniciar a sua vida familiar, pior.

Por alguma razao hoje temos pessoal com quase 40 ainda a viver em casa dos pais... e por alguma razao também cada vez os portugueses (e nao só se casam mais tarde).

em 2000 media 27,8 para os homens e 26,1 para as mulheres, em 2019 33,9 para os homens, 32,4 para as mulheres...


Parece que nao, mas quando tens mais de 30, já estás a meio da tua vida contributiva. https://www.pordata.pt/Portugal/Idade+m%c3%a9dia+ao+primeiro+casamento++por+sexo-421

a idade média para o nascimento do primeiro filho também tem vindo a aumentar significativamente, https://www.pordata.pt/Portugal/Idade+média+da+mãe+ao+nascimento+do+primeiro+filho-805

Nao é certamente por boas condicoes financeiras e por estarem a comecar a casa pelo telhado.
 
Existem nos países que as aplicam, vamos ver o exemplo de Portugal nesta pandemia...

Achas que pagar 33% do salário das pessoas afectadas enviando-as em muitos casos para o desemprego é algo?

Achsa que decidir que nao se ajuda trabalhadores de empresas que tenham qualquer tipo de divida fiscal é ajudar?

Nao sei qual é a tua defenicao de ajudar, o que sei é que há muita gente que está a receber do estado e que nao deixa de receber porque se tentar melhorar a sua situacao é penalizada, e isso acontece em todo lado, aqui também acontece como já tive a oportunidade de explicar antes.

Há muita gente que está a receber do estado mas nao tem hipotese, nao se pode dar ao luxo de aceitar um trabalho que pague abaixo de um determinado valor porque se nao fica pior do que aquilo que já estava, e tiveste um caso recentemente do ipvsav ou lá como se escreve o nick dele, recebia do fundo de desemprego e andava a trabalhar ao negro porque se nao iam cortar-lhe o fundo de desemprego e ficava pior do que aquilo que estava antes.

Ora diz lá, se ele tivesse um valor fixo que nao fosse perder por ir trabalhar, será que ele nao iria trabalhar e pagar impostos?


Em 2017 a Seg social gastou 29368949,2 mil euros em apoios sociais, já tivemos anos em que os gastos foram bem acima dos 35000000 mil euros... para apoiar apenas algumas familias. (https://www.pordata.pt/Portugal/Despesa+da+Segurança+Social+total+e+por+tipo-100) , qual é a diferenca para o país se ao invés de darmos esse dinheiro só dividirmos por todos?

Se dissermos que toda a gente entre os 18 e os 65 (antes da reforma) recebe esse valor, entao estamos a dizer que em 2017, 7636464 de pessoas iriam qualificar para esse valor. (https://www.pordata.pt/Portugal/População+residente++média+anual+total+e+por+grupo+etário-10)

se usarmos o mesmo valor, sem tirar nem por, pelas minhas contas dá 3845Euros/pessoa por ano, 320euros/mes incondicionalmente.

Se olhares para as despesa de vários anos diferentes e dividires a populacao nessas idades vais ver que provavelmente o estado ainda pouparia dinheiro.

A pessoa não é “penalizada”, isso é um erro crasso. Os apoios são, por princípio, de cariz temporário... ou seja, quando o agregado atinge um determinado valor per-capita, ou existe alteração determinadas condições do agregado, deixa de usufruir.

Quer dizer, para os parasitas efectivamente é.

Quanto às contas, não as vou fazer. O princípio por detrás do RBI já é mau o suficiente. E querer despejar 350€ em cima de cada português, até arrepia... é como o título do RAP, “Gozar com quem trabalha”.

Eu a querer que o estado saia de cima, e tu a queres quereres que eles vão mais fundo...
 
Li num dos muitos livros que leio, é um estudo feito nos USA que abrange os anos de 1944 a 2015 e concluiu dus coisas , a esmagadora maioria dos milionarios nos estados unidos nao corresponde ao estereotipo do extravagante, e entre 80 a 92% sao milionarios de primeira geração, sendo que mais de 80% começou em niveis considerados de pobreza

Conheco muita gente com muito dinheiro, nao conheco muitos que tenham comecado do nada, e isso inclui pessoas que vivem em Portugal, Espanha, Franca, Suica, Alemanha, UK, EUA.

Sendo efectivamente nos EUA existem (dos que eu conheco) mais que efectivamente vinham de familias pobres, mas mesmo esses, sao poucos e convenhamos que viveram nos tempos de ouro dos EUA.
 
A pessoa não é “penalizada”, isso é um erro crasso. Os apoios são, por princípio, de cariz temporário... ou seja, quando o agregado atinge um determinado valor per-capita, ou existe alteração determinadas condições do agregado, deixa de usufruir.

Quer dizer, para os parasitas efectivamente é.

Quanto às contas, não as vou fazer. O princípio por detrás do RBI já é mau o suficiente. E querer despejar 350€ em cima de cada português, até arrepia... é como o título do RAP, “Gozar com quem trabalha”.

Eu a querer que o estado saia de cima, e tu a queres quereres que eles vão mais fundo...

Preferes entao que o estado enfie esse dinheiro todo apenas nas maos de alguns e que os que trabalham, paguem por isso... fantástico, mas isso na minha opiniao é efectivamente gozar com quem trabalha.
 
o RBI tem varios problemas

para ser sustentavel teria de ter um valor demasiado baixo para que uma familia conseguisse sobreviver

abolindo outros subsidios aumentaria a clivagem social, não a diminuiria, por exemplo a subsituição de bolsas de estudo pelo RBI tornaria impossível a que estudantes pobres estudassem

tenderia a aumentar a economia paralela, afinal seria necessário que os impostos aumentassem bastante, o que aumentaria a vantagem de estar na economia paralela... o que obrigaria os impostos a aumentar ainda mais do que o previsto inicialmente

e esse aumento de impostos implicaria uma perda de competitividade da economia, logo menor criação de riqueza

a mim parece-me que a ideia é como uma bola, não tem ponta por onde se lhe pegue

um RBI presupoe claro o fim de outros apoios e um apoio unico e universal.

Se os custos nao aumentassem, na realidade e pelas contas que fiz ainda ha pouco o estado pouparia dinheiro logo o aumento de impostos nao seria de todo necessário.

A economia paralela tem tendencia a aumentar quando pessoas (e dito por ti e com o qual tenho de concordar ser uma realidade), pessoas a receber do estado fazem biscates nao pagando impostos, muitas vezes nao por opcao propria mas sim porque assim tem de ser.

As pessoas a receber um RBI, fosse qual fosse o valor, já sabem que tem aquele valor, poderao dar-se ao luxo de nao aceitar propostas de trabalho abaixo de um valor e assim negociar melhores salários o que por consequencia faria aumentar o valor global pago em impostos.
 
Preferes entao que o estado enfie esse dinheiro todo apenas nas maos de alguns e que os que trabalham, paguem por isso... fantástico, mas isso na minha opiniao é efectivamente gozar com quem trabalha.

O que eu prefiro é que o estado enfie pouco dinheiro em poucas pessoas, e os pressione a serem produtivos. Necessitando assim de me espoliar menos que actualmente.

O que tu preferes é que o estado dê muito dinheiro a muita gente.

Uma das opções dá bosta na certa, e não me parece difícil saber qual.
 
Preferes entao que o estado enfie esse dinheiro todo apenas nas maos de alguns e que os que trabalham, paguem por isso... fantástico, mas isso na minha opiniao é efectivamente gozar com quem trabalha.
O turboyoda vive há tanto tempo de fora de Portugal que perdeu a completa noção das finanças do estado português.
Primeiro o estado português não tem dinheiro, o Estado retira através da taxação de quem trabalha para se financiar.
Acontece que há 46 anos que o que retira dos cidadãos e empresas nunca é o suficiente tem sempre prejuízo que vai ser pago com os impostos futuros. ( Isto excepto 2019, factor principal taxas de juro dívida da República extremamente baixas de ido ao BCE e carga fiscal mais alta de sempre)

Resumindo, o Estado Português há 46 anos que não tem sequer capacidade de cobrir os custos que tem apenas atira dívida para o futuro , quando mais adicionar um custo de 350 por cidadão quando o salário mediano dos que sustentam o estado é de 830 euros por mês.

O que vai acontecer é o oposto, o Estado vai ter de reduzir substancialmente o seu orçamento no futuro caso não tenhamos crescimento acima de 2/3 % ao ano durante décadas.

Já se começa a sentir nas reformas, quem se reforma hoje já não tem o nível de rendimento que quem se reformava há 10/20 anos atrás (para a mesma carreira contributiva) e a tendência vai - se agravar ainda mais no futuro.

Muito tolinhos são aqueles que achavam que os desvarios do passado não se pagam.
Pagam e muito caro, chegamos a pagar 8 mil milhões só em juros do serviço da dívida todos os anos , pouco menos do que o orçamento da saúde ou educação.
 
O que eu prefiro é que o estado enfie pouco dinheiro em poucas pessoas, e os pressione a serem produtivos. Necessitando assim de me espoliar menos que actualmente.

O que tu preferes é que o estado dê muito dinheiro a muita gente.

Uma das opções dá bosta na certa, e não me parece difícil saber qual.

Estás a ver como nem tao pouco percebes aquilo que eu digo e defendo, simplesmente ouves falar em o estado dar a toda a gente e como tens a ideia que tu és muito trabalhador mas os restantes sao todos uns caloes que nao querem fazer nada, achas logo que eu estou a defender que haja gente a viver sem trabalhar as custas do estado, e tu pobre coitado a trabalhar para manter essa gente toda.

Eu nao defendo que o estado de muito dinheiro a toda a gente, eu defendo que o estado reparta por todos o valor correspondente ao que é pago hoje em apoios sociais e termine com tudo o que é a palhacada do RSI e afins.

Como o valor inevitavelmente teria de ser inferior ao RSI e incondicional, todos teriam de ir trabalhar, nem que fosse apenas um dos membros da familia.
 
O turboyoda vive há tanto tempo de fora de Portugal que perdeu a completa noção das finanças do estado português.
Primeiro o estado português não tem dinheiro, o Estado retira através da taxação de quem trabalha para se financiar.
Acontece que há 46 anos que o que retira dos cidadãos e empresas nunca é o suficiente tem sempre prejuízo que vai ser pago com os impostos futuros. ( Isto excepto 2019, factor principal taxas de juro dívida da República extremamente baixas de ido ao BCE e carga fiscal mais alta de sempre)

Resumindo, o Estado Português há 46 anos que não tem sequer capacidade de cobrir os custos que tem apenas atira dívida para o futuro , quando mais adicionar um custo de 350 por cidadão quando o salário mediano dos que sustentam o estado é de 830 euros por mês.

O que vai acontecer é o oposto, o Estado vai ter de reduzir substancialmente o seu orçamento no futuro caso não tenhamos crescimento acima de 2/3 % ao ano durante décadas.

Já se começa a sentir nas reformas, quem se reforma hoje já não tem o nível de rendimento que quem se reformava há 10/20 anos atrás (para a mesma carreira contributiva) e a tendência vai - se agravar ainda mais no futuro.

Muito tolinhos são aqueles que achavam que os desvarios do passado não se pagam.
Pagam e muito caro, chegamos a pagar 8 mil milhões só em juros do serviço da dívida todos os anos , pouco menos do que o orçamento da saúde ou educação.

Sim já vivo há muitos anos fora de Portugal, nao que tenha perdido a nocao de que Portugal é um país financeiramente inferior a muitos dos restantes Europeus, especialmente nos quais onde já tive a oportunidade de viver e trabalhar.

Se podem investir milhoes em bancos, também tem de haver dinheiro para investir nos cidadaos e no seu bem estar.
 
Sim já vivo há muitos anos fora de Portugal, nao que tenha perdido a nocao de que Portugal é um país financeiramente inferior a muitos dos restantes Europeus, especialmente nos quais onde já tive a oportunidade de viver e trabalhar.

Se podem investir milhoes em bancos, também tem de haver dinheiro para investir nos cidadaos e no seu bem estar.

A melhor forma de investir nos cuidados e deixar os bancos falir naturalmente e deixar o dinheiro no bolso dos cidadãos

MAs aquilo que preconizas pode resumir-se numa frase

“De cada um aquilo que for capaz a cada um aquilo que precisa” , estas de acordo? Que é isso que defendes?
 
Sim já vivo há muitos anos fora de Portugal, nao que tenha perdido a nocao de que Portugal é um país financeiramente inferior a muitos dos restantes Europeus, especialmente nos quais onde já tive a oportunidade de viver e trabalhar.

Se podem investir milhoes em bancos, também tem de haver dinheiro para investir nos cidadaos e no seu bem estar.
Mas aí é que está, o Estado Português não pode investir nos bancos e não o está a fazer.
O estado português pede dinheiro emprestado que vai ser pago no futuro pelos trabalhadores de forma a minimizar risco sistémico para o sector bancário e economia (dizem eles)

De qualquer das formas o estado português não consegue suportar os custos a que se vincula em todos os orçamentos de estado desde 74.
O que o estado faz é pedir emprestado e um dia os próximos contribuintes vão pagar.

Se hoje já não consegue pagar o que gasta imagina passar a gastar mais 10 ou 20%
 
A melhor forma de investir nos cuidados e deixar os bancos falir naturalmente e deixar o dinheiro no bolso dos cidadãos

MAs aquilo que preconizas pode resumir-se numa frase

“De cada um aquilo que for capaz a cada um aquilo que precisa” , estas de acordo? Que é isso que defendes?

Deixar os bancos falir nao é uma boa opcao para o país pois nao daria uma boa imagem nos mercados internacionais, já que quando os bancos falirem acaba o investimento internacional e isso numa economia como a portuguesa é devastador, isto para além dos custos envolvidos para o estado repor o valor correspondente a depositos e afins.

Já se me disseres que o melhor será fazer com que em caso de falencia de um banco se nacionalize o mesmo e se responsabilize quem o terá levado a falencia, estou 100% de acordo contigo.

Nao nao é isso que defendo, o que defendo é uma distribuicao da riqueza igual por todos e nao apenas para alguns.

Acredito que uma populacao com mais dinheiro no bolso investe mais, consome mais e por consequencia faz crescer mais a economia.
 
Deixar os bancos falir nao é uma boa opcao para o país pois nao daria uma boa imagem nos mercados internacionais, já que quando os bancos falirem acaba o investimento internacional e isso numa economia como a portuguesa é devastador, isto para além dos custos envolvidos para o estado repor o valor correspondente a depositos e afins.

Já se me disseres que o melhor será fazer com que em caso de falencia de um banco se nacionalize o mesmo e se responsabilize quem o terá levado a falencia, estou 100% de acordo contigo.

Nao nao é isso que defendo, o que defendo é uma distribuicao da riqueza igual por todos e nao apenas para alguns.

Acredito que uma populacao com mais dinheiro no bolso investe mais, consome mais e por consequencia faz crescer mais a economia.

E qual o objectivo de arriscar e investir mais se no final é para distribuir a riqueza? [:D]
 
Mas aí é que está, o Estado Português não pode investir nos bancos e não o está a fazer.
O estado português pede dinheiro emprestado que vai ser pago no futuro pelos trabalhadores de forma a minimizar risco sistémico para o sector bancário e economia (dizem eles)

De qualquer das formas o estado português não consegue suportar os custos a que se vincula em todos os orçamentos de estado desde 74.
O que o estado faz é pedir emprestado e um dia os próximos contribuintes vão pagar.

Se hoje já não consegue pagar o que gasta imagina passar a gastar mais 10 ou 20%

Claro que o dinheiro injectado nos bancos é para evitar o colapso do sistema bancário no país e por consequencia evitar que a enconomia do país entre num colapso ainda maior do que aquele em que já se encontra, fica certamente mais barato injectar aqueles milhoes no banco do que assegurar todos os depósitos através do fundo de garantia dos depositos, e o que está mal nem é isso, o que está mal é nao responsabilizarem quem levou o banco a falencia e a culpa morrer sempre sozinha.

Bancos nos quais sao investidas essas quantias deveriam de ser nacionalizados e rentabilizados de imediato por forma a conseguir obter os valores investidos da forma mais rápida possível.

Desde ha mais de 20 anos que trabalho para os bancos, desenvolvo software para os mesmos, e nao imaginas a quantidade de dinheiro que é esbanjada (e nao estou só a falar de Portugal), e se já nao trabalho com bancos portugueses há muito tempo também, nao acredito que tenham mudado muito e que o modus operandi seja muito diferente hoje do que era antes.

E a parte que mais te pode surpreender é que os bancos nao tem dinheiro para te pagar, se houver um dia em que um banco colapse e o FGD nao consiga garantir os depositos a tempo, milhares e milhares de pessoas irao correr aos bancos a levantar o seu dinheiro e a meter o mesmo debaixo do colchao, os que lá chegarem primeiro, irao ter sorte os que chegarem umas horas (repara horas) mais tarde, nunca mais irao ver um centimo que seja.

Todas as economias tem dividas e agora com a pandemia ainda pior, só o UK meteu na economia £30 bilioes e continua a meter ainda mais, pela primeira vez desde os anos 70 a divida externa ultrapassou o PIB e estamos a falar da 5 maior economia do mundo, imagina se Portugal tentava fazer algo do genero.
 
Deixar os bancos falir nao é uma boa opcao para o país pois nao daria uma boa imagem nos mercados internacionais, já que quando os bancos falirem acaba o investimento internacional e isso numa economia como a portuguesa é devastador, isto para além dos custos envolvidos para o estado repor o valor correspondente a depositos e afins.

Já se me disseres que o melhor será fazer com que em caso de falencia de um banco se nacionalize o mesmo e se responsabilize quem o terá levado a falencia, estou 100% de acordo contigo.

Nao nao é isso que defendo, o que defendo é uma distribuicao da riqueza igual por todos e nao apenas para alguns.

Acredito que uma populacao com mais dinheiro no bolso investe mais, consome mais e por consequencia faz crescer mais a economia.
Já ouço os ecologistas lá do fundo .....[:D]
 
Deixar os bancos falir nao é uma boa opcao para o país pois nao daria uma boa imagem nos mercados internacionais, já que quando os bancos falirem acaba o investimento internacional e isso numa economia como a portuguesa é devastador, isto para além dos custos envolvidos para o estado repor o valor correspondente a depositos e afins.

Já se me disseres que o melhor será fazer com que em caso de falencia de um banco se nacionalize o mesmo e se responsabilize quem o terá levado a falencia, estou 100% de acordo contigo.

Nao nao é isso que defendo, o que defendo é uma distribuicao da riqueza igual por todos e nao apenas para alguns.

Acredito que uma populacao com mais dinheiro no bolso investe mais, consome mais e por consequencia faz crescer mais a economia.

Se defendes uma distribuição de riqueza igual por todos defendes a frase que coloquei entres aspas
Ou não? Senao nao explica-me
 
Bancos nos quais sao investidas essas quantias deveriam de ser nacionalizados e rentabilizados de imediato por forma a conseguir obter os valores investidos da forma mais rápida possível.

Todas as economias tem dividas e agora com a pandemia ainda pior, só o UK meteu na economia £30 bilioes e continua a meter ainda mais, pela primeira vez desde os anos 70 a divida externa ultrapassou o PIB e estamos a falar da 5 maior economia do mundo, imagina se Portugal tentava fazer algo do genero.

Foi o que aconteceu com o Lloyd's, e a ideia que tenho é que nem correu mal, já em Portugal o histórico das nacionalizações é péssimo talvez por isso não tenha sido opção.
A dívida externa do UK é só 100% do PIB? A de Portugal é de 240%.

O estado português colocou-se numa posição crítica com os devaneios dos últimos 20 anos, ainda tivemos algum juízo até entrar no Euro depois foi o descalabro.
Hoje não há margem para nada, qualquer espirro temos de nos socorrer de ajuda externa.
É inevitável que o estado vai ter de reduzir a sua despesa, a única forma de evitar é com crescimento robusto contínuo. Acontece que há 20 anos que Portugal cresce uma média inferior a 1%.

Em relação a comparação de dinheiro injectado nos bancos vs rendimento garantido. Uma coisa é um suposto gasto único outra é uma despesa recorrente.
 
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