Queres impostos? TOMA!

Apesar de concordar com o Nuno156 e o NunoMF, fico sem perceber algumas dualidades de critérios que existem.

Se o PS fazia PPP's, era tudo contra que roubalheira, até faziam gráficos a comparar as PPP's feitas pelo PS e pelo PSD, o PSD não as corta, já se diz que até são precisas e tal.

Se os comunistas querem aumentar impostos, são comunistas e tal, se o PSD aumenta impostos e as empresas fogem de cá, é porque não há dinheiro e tem de ser.

E podia continuar aqui com mais exemplos, fico sem perceber a dualidade de critérios.

O que o Nuno156 e o NunoMF dizem, é para governos PS,PSD,CDS, etc...não é para quando um governo PSD (que nem é de direita sequer), toma as mesmas medidas criticadas antes, as passarem a desculpar de repente.

Neste momento não tens um governo PPD/PSD + CDS-PP.
Neste momento tens (escolhe):
- um governo de salvação nacional
- um governo FMI
- uns pobres bombeiros a tentar apagar o fogo
- uns gajos feitos baratas tontas a tentar tapar buracos
- uma equipa de ministros IDIOTAS (porque ninguém com juízo quereria governar um país FALIDO)
 
Isso é a questão do peso do estado na economia.

Isso devemos ao PS ao PSD.

Fosga-se... Sócrates duplicou em 6 anos o peso acumulado nos 30 anteriores.
Não me venhas culpar o passado do PSD. Tanto mais que parte dos problemas actuais são
herança do Guterres, como as SCUT.

A realidade é: quanto mais à esquerda pior.
Pior que o PS só mesmo PCP e BE.
 
Na verdade conseguiu.

Através de um esquema de integração de 2 directivas comunitárias sobre aquisição de bens e serviços e outra de empreitadas, o Ajuste Directo viu o limite ser aumentado de 5.000€ para 75.000€.

Penso que o diploma é de 2009.

Neste momento não me recordo nem de quando, nem de quanto, mas era capaz de jurar que
os números que eles queriam, e tentaram, eram na ordem das centenas de milhar (perto do
milhão) de euros.
 
Neste momento não me recordo nem de quando, nem de quanto, mas era capaz de jurar que
os números que eles queriam, e tentaram, eram na ordem das centenas de milhar (perto do
milhão) de euros.

Ah ok, tenho ideia disso também.

Mas isso eram valores absurdos.

Mesmo 75€ acho um limite muito alto. Nos 5k estava muito bem.
 
Neste momento não tens um governo PPD/PSD + CDS-PP.
Neste momento tens (escolhe):
- um governo de salvação nacional
- um governo FMI
- uns pobres bombeiros a tentar apagar o fogo
- uns gajos feitos baratas tontas a tentar tapar buracos
- uma equipa de ministros IDIOTAS (porque ninguém com juízo quereria governar um país FALIDO)

Seguindo o curso natural da europa, (exemplo da grécia e itália), vamos ter aqui o constâncio a presidir um governo de salvação[:D]
 
Ah ok, tenho ideia disso também.

Mas isso eram valores absurdos.

Mesmo 75€ acho um limite muito alto. Nos 5k estava muito bem.

Pronto, acho que encontrei.
Não eram os limites que obrigam a concurso, mas sim os limites da totalidade de
dos ajustes.

Oposição trava Governo no aumento de despesas por ajuste directo | Económico

Ou seja, o valor mais baixo era o tal de quase 1 milhão (900 mil).

Agora basta fazer as contas para ver quanto gastaram em 3 meses de ajustes directos,
de modo a que no final de Março de 2011 necessitassem de aumentar esses limites.


Foi mesmo roubar à descarada... errrr... perdão, queria dizer, auxiliar os amigos mais
necessitados à descarada.
 
Mais ou menos.
Como é que me roubas a carteira se eu não tiver carteira?

O princípio é o mesmo.
Como é que corrompes um político que não tem poder?

Se retirares o objecto da corrupção, mesmo que tenhas um corruptor e
um corruptível, não haverá corrupção.

A corrupção existe porque o corruptível tem algo que interessa ao
corruptor. Retiras isso, e retiras a corrupção.

É óbvio que haverá sempre algum ponto de corrupção, mas ao removeres
todas as empresas do Estado (e PPP e fundações e...) estás a reduzir
drasticamente os pontos de corrupção.

Com um bónus: deixas de ter empresas que dão prejuízo (e que fora do
Estado, nas mesmas condições dão lucro, mas como são do Estado,
os políticos colocam lá os idiotas dos amigos que tratam de roubar o mais
que puderem antes que venha outro).

Fizeste-me lembrar uma história aqui há uns tempos de um caso de alegada corrupção que não deu em nada porque o corrompido não tinha poder para fazer aquilo que o corrupto queria. [:D]
 
Pronto, acho que encontrei.
Não eram os limites que obrigam a concurso, mas sim os limites da totalidade de
dos ajustes.

Oposição trava Governo no aumento de despesas por ajuste directo | Económico

Ou seja, o valor mais baixo era o tal de quase 1 milhão (900 mil).

Agora basta fazer as contas para ver quanto gastaram em 3 meses de ajustes directos,
de modo a que no final de Março de 2011 necessitassem de aumentar esses limites.


Foi mesmo roubar à descarada... errrr... perdão, queria dizer, auxiliar os amigos mais
necessitados à descarada.


que não ampliam os limites dos orçamentos de cada entidade.
 
que não ampliam os limites dos orçamentos de cada entidade.

Como?!
[:)] [:)] [:)]

Tens noção do que acabaste de dizer?
Duvido. É que se tiveres, então nem sei o que te diga, a não ser, talvez que
terias sucesso em demagogia eleitoral, mas comigo não funciona.

Se genuinamente não compreendeste, então as minhas desculpas, e até me
ofereço para explicar o ridículo que é esse ponto de vista.
 
Como?!
[:)] [:)] [:)]

Tens noção do que acabaste de dizer?
Duvido. É que se tiveres, então nem sei o que te diga, a não ser, talvez que
terias sucesso em demagogia eleitoral, mas comigo não funciona.

Se genuinamente não compreendeste, então as minhas desculpas, e até me
ofereço para explicar o ridículo que é esse ponto de vista.


respira e pensa bem, que vais ver que tu é que não sabes o que disseste.
 
respira e pensa bem, que vais ver que tu é que não sabes o que disseste.

[:)] [:)] [:)]

E é assim que o PS engana os patos...

Então vamos por partes.

O que tu estás a dizer é:
1. Uma entidade tem um orçamento de 10.000
2. A tutela pode autorizar até 5.000 em ajustes directos
3. Se a tutela tiver a possibilidade de autorizar 15.000, isso não muda o orçamento

Agora eu coloco-te a questão assim:
1. Tens uma governanta
2. Do teu orçamento atribuis à governanta um orçamento de 10.000
3. Dizes que ela pode fazer compras no hiper por ajuste directo
4. Se for para reparações em casa, dizes que ela tem de pedir vários orçamentos
5. A tua mulher diz: mas para valores até 15.000 não é necessário pedir orçamento

[:)] [:)] [:)]

Por favor...
Que me interessa se passa o orçamento ou não (que passam sempre, por isso é que
a dívida está como está, e o défice idem).

O objectivo do limite de ajustes directos não tem NADA a ver com orçamentos.
NADA!

O limite dos ajustes directos é para IMPEDIR (reduzir, enquanto o Estado tiver as
empresas que tem) que haja CORRUPÇÃO e FAVORECIMENTO de amigos.

Percebeste agora?
Ou ainda achas que as manobras à PS resultam comigo?
 
[:)] [:)] [:)]

E é assim que o PS engana os patos...

Então vamos por partes.

O que tu estás a dizer é:
1. Uma entidade tem um orçamento de 10.000
2. A tutela pode autorizar até 5.000 em ajustes directos
3. Se a tutela tiver a possibilidade de autorizar 15.000, isso não muda o orçamento

Agora eu coloco-te a questão assim:
1. Tens uma governanta
2. Do teu orçamento atribuis à governanta um orçamento de 10.000
3. Dizes que ela pode fazer compras no hiper por ajuste directo
4. Se for para reparações em casa, dizes que ela tem de pedir vários orçamentos
5. A tua mulher diz: mas para valores até 15.000 não é necessário pedir orçamento

[:)] [:)] [:)]

Por favor...
Que me interessa se passa o orçamento ou não (que passam sempre, por isso é que
a dívida está como está, e o défice idem).

O objectivo do limite de ajustes directos não tem NADA a ver com orçamentos.
NADA!

O limite dos ajustes directos é para IMPEDIR (reduzir, enquanto o Estado tiver as
empresas que tem) que haja CORRUPÇÃO e FAVORECIMENTO de amigos.

Percebeste agora?
Ou ainda achas que as manobras à PS resultam comigo?


Isso é o que tu tas a dizer. Não foi o que eu disse, nem o que aconteceu na realidade.

Tens orçamento de 100.
Podes adjudicar diretamente 10.
Passas a poder adjudicar 20.
continuas a ter uma orçamento anual da entidade, que resulta da LOE.


Percebeste agora?
Ou ainda achas que as manobras à PS resultam comigo?

Continuas com a mesma finura.


Então eu nao tinha ido para a lista de ignorados por causa do acordo?!
Vê lá se é desta que me ignoras de vez.
 
Não vejo o porquê de tanta indignação com a saída da Jerónimo Martins.

Serviu para provar 2 coisas:

1 - que fugir ao fisco a todo o custo é uma regra basilar da nossa sociedade

2 - provou a incompetência e intelijumência deste Governo que basicamente continua a roubar dinheiro aos mesmos de sempre....

E note-se que eu nem censuro a saída da Jerónimo Martins! Pelo contrário.....serviu para mostra que este Governo é tão ou mais incompetente ainda que o outro.

A meu ver, bem fez a Jerónimo Martins.
Sair e dizer ao Governo "Ide-vos f*** que o nosso guito não é para o vosso bico".

Ah e para que conste, vou continuar a fazer as minhas compras no Pingo Doce.
Não sou hipócrita.
 
Última edição:
(...)
O limite dos ajustes directos é para IMPEDIR (reduzir, enquanto o Estado tiver as
empresas que tem) que haja CORRUPÇÃO e FAVORECIMENTO de amigos.
(...)

Para ser mais correcto:

A regra é fazer concurso público para tudo.

A EXCEPÇÃO dos ajustes directos surgiu para evitar fazer concursos públicos para quando
acabasse o papel da fotocopiadora, por exemplo.

Portanto, um (des)governo ÁVIDO para fazer ajustes directos demonstra:
- ser desorganizado (uma boa gestão consegue ter tudo a funcionar sem ajustes directos, a
não ser para fazer face a uma emergência, tipo rebentar um cano no WC).
- usar políticas de favorecimento e facilitadoras de corrupção (e o nível a que Sócrates levou
os ajustes directos só mesmo com MUITA corrupção).

Repito o que disse no outro tópico.

O falecido Sousa Franco (PS) disse do 2º governo de Guterres:
- «Este é o pior governo desde o tempo de D. Maria II.»
Eu digo, dos governos de Sócrates:
- «Estes foram os piores governos desde o tempo de D. Afonso Henriques.»
E não vou mais atrás, porque é sempre possível bater ainda mais baixo. Reservo para um
próximo governo PS.
 
Não vejo o porquê de tanta indignação com a saída da Jerónimo Martins.

Serviu para provar 2 coisas:

1 - que fugir ao fisco a todo o custo é uma regra basilar da nossa sociedade

2 - provou a incompetência e intelijumência deste Governo que basicamente continua a roubar dinheiro aos mesmos de sempre....

E note-se que eu nem censuro a saída da Jerónimo Martins! Pelo contrário.....serviu para mostra que este Governo é tão ou mais incompetente ainda que o outro.

A meu ver, bem fez a Jerónimo Martins.
Sair e dizer ao Governo "Ide-vos f*** que o nosso guito não é para o vosso bico".

És contra que o governo roube sempre aos mesmos de sempre e ao mesmo tempo és a favor do que a JM fez?! A tua sede de falar mal do governo faz-te dizer cada coisa...
 
Se eu estou a ver bem as coisas
Agora
Lucro líquido da Polónia = Lucro antes de imposto polaco - imposto pago na Polónia
Lucro líquido em Portugal = Lucro antes de imposto português - imposto pago em Portugal
Lucro líquido polaco consolida com lucro líquido português = Lucro consolidado liquido = Lucro consolidado antes de imposto - imposto consolidado
Impostos para o estado português = Imposto pago em Portugal + Imposto consolidado em Portugal
Impostos na Polónia = Imposto pago na Polónia
(Nunca fiz uma consolidação, e por isso não conheço bem o processo, mas parece-me que o imposto consolidado pode ser negativo, ou seja abater ao imposto Português)

Depois:
Lucro líquido da Polónia = Lucro antes de imposto polaco - imposto pago na Polónia
Lucro líquido em Portugal = Lucro antes de imposto português - imposto pago em Portugal
Lucro líquido polaco consolida com lucro líquido português (na Holanda) = Lucro consolidado liquido Holandês = Lucro consolidado antes de imposto Holandês - imposto consolidado pago na Holanda
Impostos para o estado português = Imposto pago em Portugal (daqui "fugiu" o imposto consolidado)
Impostos na Polónia = Imposto pago na Polónia
Impostos na Holanda = Imposto consolidado Líquido
As taxas podem ser mais atractivas mas a meu ver as hipóteses de ter imposto consolidado negativo praticamente desaparecem.
(Volto a ressalvar só tenho conhecimento teórico e da idade da pedra da Consolidação de Contas)
 
És contra que o governo roube sempre aos mesmos de sempre e ao mesmo tempo és a favor do que a JM fez?! A tua sede de falar mal do governo faz-te dizer cada coisa...

Então agora a tua veia liberal já censura a saída da JM? Pensei que o mercado livre era uma premissa dos neo-liberais....A tua sede de falar bem do governo faz-te dizer cada coisa...

Roubar aos mesmos de sempre no sentido de a ganância por impostos estar a começar a ser contra-producente com o que o Governo pretende.
Os mesmos de sempre não conseguem fugir....e não estou a ver o Governo preocupado com a saída da JM e de outras.....nem comentaram!
 
Última edição:
Isso é o que tu tas a dizer. Não foi o que eu disse, nem o que aconteceu na realidade.

Tens orçamento de 100.
Podes adjudicar diretamente 10.
Passas a poder adjudicar 20.
continuas a ter uma orçamento anual da entidade, que resulta da LOE.




Continuas com a mesma finura.


Então eu nao tinha ido para a lista de ignorados por causa do acordo?!
Vê lá se é desta que me ignoras de vez.

[:)] [:)] [:)]
Qual é a diferença?
Tens cada uma...

Ou seja, segundo o teu exemplo (números):
- Podes gastar 100
- Desses podias roubar 10
- Passas a poder roubar 20

[:)] [:)]

Não é a mesma coisa?

Meu caro, podes enganar os ceguinhos, a mim não.
O limite do ajuste directo é o limite até onde podes ROUBAR.
Aumentas o limite, aumentas o produto do ROUBO.

É tão simples quanto isto.

Quanto ao pedido para voltar a estar na lista de ignorados, compreendo,
dá jeito que eu não veja, e assim não desmascare toda essa demagogia PS.

Quanto à finura... deves estar a referir-te àquele deputado meio bebido que
disse o que não devia...
 
Então agora a tua veia liberal já censura a saída da JM? Pensei que o mercado livre era uma premissa dos neo-liberais....A tua sede de falar bem do governo faz-te dizer cada coisa...

Desde que o negócio feito em Portugal pague impostos em Portugal, por mim o que factura fora pode pagar impostos onde quiser.
 
Não vejo o porquê de tanta indignação com a saída da Jerónimo Martins.

Serviu para provar 2 coisas:

1 - que fugir ao fisco a todo o custo é uma regra basilar da nossa sociedade

2 - provou a incompetência e intelijumência deste Governo que basicamente continua a roubar dinheiro aos mesmos de sempre....

E note-se que eu nem censuro a saída da Jerónimo Martins! Pelo contrário.....serviu para mostra que este Governo é tão ou mais incompetente ainda que o outro.

A meu ver, bem fez a Jerónimo Martins.
Sair e dizer ao Governo "Ide-vos f*** que o nosso guito não é para o vosso bico".

Ah e para que conste, vou continuar a fazer as minhas compras no Pingo Doce.
Não sou hipócrita.

Este governo?
Referes-te ao FMI?
 
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