Que vinho bebem?

A lógica não sei, mas é um mercado regulado por lei, e a ideia deve ser distinguir os tipos de vinhos... e, relativamente ao mesmo ano, escoar os melhores primeiro, os que dão mostras de estarem a evoluir melhor, e reservar para LBV o restante...

Fiquei baralhado... [:D]

Funciona ao contrário dos tintos "comuns", onde se vendem primeiro os mais "fracos" e as melhores reservas depois? :confused:
 
Não era nesse sentido... imagina que te oferecem uma garrafa do teu ano de nascimento. Acabas por nunca a abrir... [:D]

Vinho do Porto, "fortificado", acho que é mesmo tranquilo abrir.

Já bebi tinto "corrente" antigo e ainda bastante bom, apesar de seguramente já terem passado há muito o seu ponto alto.

Também era dos que ia "acumulando", mas desde 2020 que comecei a querer nem saber. É para abrir e pronto. Força nisso! [:D]
 
Não era nesse sentido... imagina que te oferecem uma garrafa do teu ano de nascimento. Acabas por nunca a abrir... [:D]

Ahhh, ok...também sou um pouco cricas com essas coisas...sendo garrafa única custa-me abrir...
Escolhe uma data relevante: o teu aniversario... o de um filho... ou, então, ainda melhor, compra outra... [;)]
 
Sim, sabia disso... o enólogo, Luís Leucádio é o responsável pelo magnifico projeto beirão da Quinta do Cardo... que tem um rosé espectacular, feito com uma casta rara, Caladoc... tem uma aroma riquíssimo e muito marcado a rosas... um rosé diferente...

Deixaste-me intrigado com esse Rosé...não deve faltar muito para eu começar nas compras de vinho online. [:D]
 
Fiquei baralhado... [:D]

Funciona ao contrário dos tintos "comuns", onde se vendem primeiro os mais "fracos" e as melhores reservas depois? :confused:

Não creio que se possa fazer esse paralelismo... nos tintos tranquilos os reservas são vendidos mais tarde que os colheita/correntes porque , por definição, passam mais tempo na madeira... no Vintage é posto no mercado ao cabo de 2 anos porque é uma questão legal... o LBV só pode sair ao fim de 4, se não me engano... de resto, no Vintage, a evolução vai fazer-se na garrafa, sendo essa uma característica própria desse tipo de vinho.
 
Haja vontade!

Apesar das qualidades dos diferentes anos ( como o 2011 e 2017) a mim pessoalmente faz-me sentido ter garrafas de datas que me digam alguma coisa.

Aqui há uns anos ofereceram-me uma do meu ano de nascimento.

Claro que uma garrafa de Porto da década de 70 acaba sempre por ser um bibelot...

Só que a "brincadeira" de ter datas que me digam alguma coisa geralmente sai muito caro... [:D]
 
Voltar
Superior