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Pontos, meu amigo... pontos...
Eu por acaso consigo abstrair-me dos pontos que dão aos vinhos, o problema é que isso influência o preço, e de que maneira.
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Pontos, meu amigo... pontos...
“2018 é dos melhores, se não o melhor, ano Vintage a que assisti”, afirma o enólogo. “Do cenário muito particular vivido na vindima de 2018, resultaram vinhos que aliam uma elegância extraordinária a uma estrutura fora do comum, proporcionando uma ótima complexidade e harmonia, e com um grande potencial de envelhecimento”, conclui.
Mas a de 2011 obteve mais pontuação, certo que estamos a falar de diferenças de cerca de 4 euros entre elas, coisa pouca, mas julgava que a de 2011 fosse algo mais cara que a de 2007, o que não acontece.
Ora bem, 4 garrafinhas de Vintage Porto, 1 Sandeman Vintage 2011 e 3 Quinta do Noval Vintage 2018:
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Em relação aos vinhos do Porto de 2018:
Quando todo o setor de Vinho do Porto defendia esta mesma tendência para 2017, Luís Sottomayor estava já otimista quanto ao enorme potencial de 2018 e desde cedo confiante relativamente a esta declaração.
Sabes como é, eles declararam Vintage... sendo igualmente verdade que outros se calhar não declararam porque já o tinham feito em 2016 e 2017, o que é coisa rara num mundo algo conservador...
Julguei que falvas de 2017...
Olha que o 2007 deu grandes Vintage's... ainda que não ao nível do 2011, segundo a imprensa especializada...
Como 2007 também foi um ano bom, eu penso que a pequena diferença de preço se deve à maior "antiguidade" do de 2007, apesar de 4 anos não quererem dizer quase nada.
Mas tanto o de 2007 como o de 2011 já são muito difíceis de encontrar.
Portos de 2018 tenho:
Noval
Dows
Vesúvio
Ferreira
E queria uma de Sandeman
E apesar de não ser público, diria que o 2007 deve ter menos garrafas que o de 2011.
Já foi, já foi... os francius lambuzam-se com Porto... mas como disse o FHFF, importam portos de gamas mais baixas, digamos assim, que os Ingleses (muito virados para o Vintage, como disse)
Só para complementar a estatística do Porto, por mercados (JAN-SET 2020), em quantidade. Em valor, as percentagens não são muito diferentes:
https://www.ivdp.pt/consumidor/vendas-de-vinho-do-porto
- França: 27,5%
- Portugal: 12,6%
- Holanda e Bélgica: 12,2%
- UK: 10,2 %
Quem daqui é que já provou o Incógnito?
Vale a pena?
É que o preço dele não é nada simpático... (facilmente compro 2 grandes vinhos pelo preço dele)
Quem daqui é que já provou o Incógnito?
Vale a pena?
É que o preço dele não é nada simpático... (facilmente compro 2 grandes vinhos pelo preço dele)
"Herdei" uma vez uma garrafa que já estava mais que passada. Abri e estava em cor de tijolo.
Confesso que não sei apreciar vinhos assim, mas alguns aromas estavam lá e prometiam.
Desde esse dia que fiquei com a ideia de um dia comprar. Toda a história do vinho é muito interessante, dos tempos da proibição de plantar syrah em Portugal.
Lembro-me da piada do contra rótulo. As iniciais a evidenciar a casta sem nunca a referir.
Procurei na net e está aqui bem explicado para quem quiser ler
https://www.tuliowig.com/sacando-a-rolha/july-02nd-2018
Edit:
Creio que devas apostar nisso @Diamond, já que o teu gosto por vinho passa pela diferenciação. No fundo é um vinho único.
Já bebi há muito tempo... e a ideia com que fiquei é que não sendo mau, não estava a altura do preço... mas eu também não sou fã de 100% shiraz...