Que vinho bebem?

Tocas aí num assunto que me irrita solenemente, que é o hábito de escrever em inglês num produto que se quer que carregue a marca de Portugal... e logo num mercado em que temos de apostar na diferenciação... se nos diluirmos em tudo o resto, não temos chances...

É o nome do cão da família.

Isso foi-me recomendado num restaurante há mais de ano. Provei e gostei.
 
É o nome do cão da família.

Isso foi-me recomendado num restaurante há mais de ano. Provei e gostei.

Também comprei por recomendação do Sr da garrafeira. Curiosamente foi ficando para trás por alguma desconfiança.

É muito bom dentro desta Gama de preços. Este era de 2018, estava redondinho e não creio que se possa guardar por aí além. Ganhar pelo menos, não ganha.
 
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.

Já agora, como é que costumam beber o Porto?

Relativamente à temperatura bebo os Vintage a partir dos 16º (janela entre os 16 e 18º), um Tawny bebo um pouco mais fresco, ali nos 15º (dizem entre os 14 e 16º).
Nos Vintage antigos não os decanto, nos Vintage novos decanto várias horas.
Nos Tawny 20 anos não os decanto, nos Colheita não faço ideia do procedimento, alguém que esclareça, também gostava de saber.
 
Haja vontade!

Apesar das qualidades dos diferentes anos ( como o 2011 e 2017) a mim pessoalmente faz-me sentido ter garrafas de datas que me digam alguma coisa.

Aqui há uns anos ofereceram-me uma do meu ano de nascimento.

Claro que uma garrafa de Porto da década de 70 acaba sempre por ser um bibelot...
 
Se os LBV serão piores qual a lógica de perder mais tempo com eles em barricas?


A lógica não sei, mas é um mercado regulado por lei, e a ideia deve ser distinguir os tipos de vinhos... e, relativamente ao mesmo ano, escoar os melhores primeiro, os que dão mostras de estarem a evoluir melhor, e reservar para LBV o restante...
 
É o nome do cão da família.

Isso foi-me recomendado num restaurante há mais de ano. Provei e gostei.


Sim, sabia disso... o enólogo, Luís Leucádio é o responsável pelo magnifico projeto beirão da Quinta do Cardo... que tem um rosé espectacular, feito com uma casta rara, Caladoc... tem uma aroma riquíssimo e muito marcado a rosas... um rosé diferente...
 
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.

Já agora, como é que costumam beber o Porto?


Servindo-o num copo que depois, com jeitinho, levo a boca, assim ingerindo o liquido... [:D][:D]

Agora a sério: penso que te estás a referir a temperaturas de serviço, certo? Se sim, os Vintage a 16º e os Tawnie bem refrescados, entre os 10 e os 12º
 
E os vintage não saem prontos a beber? Penso que li isso.

Pergunto por analogia com o tinto normal onde as melhores reservas merecem mais tempo de estágio, por exemplo.

Os mais recentes dizem que já não é tão necessário. Mas tenho ideia que os antigos era necessário algum tempo de garrafa até estarem prontos a beber.
 
Relativamente à temperatura bebo os Vintage a partir dos 16º (janela entre os 16 e 18º), um Tawny bebo um pouco mais fresco, ali nos 15º (dizem entre os 14 e 16º).
Nos Vintage antigos não os decanto, nos Vintage novos decanto várias horas.
Nos Tawny 20 anos não os decanto, nos Colheita não faço ideia do procedimento, alguém que esclareça, também gostava de saber.



O Vintage é o mais sensível á oxigenação... e ganham em ser decantados, especialmente os mais velhos, ainda que na expectativa de se dar conta da garrafa toda... um Vintage velho depois de decantar e oxigenar deve mesmo ser bebido.. vai perder qualidades se guardado.

Os tawnies não devem ser decantados e aguentam mais tempo na garrafa, porque já evoluíram tudo o que tinham para evoluir por contacto com o oxigénio no próprio casco...
 
Vocês brincam brincam que se bebe com a boca mas depois o desgraçado que mete uma foto de um Barca Velha de 85 (!!!) leva nas orelhas por causa dos copos...

Isto tudo tem a sua ciência. Ou pelo menos tentar maximizar a experiência.

A temperatura de serviço do Porto era a minha dúvida principal. Mas estas achegas do LuisCastro sobre os Porto têm sido de valor. Mesmo estas questões do decantar ou não fazem bastante sentido depois de lidas.
 
Sim, sabia disso... o enólogo, Luís Leucádio é o responsável pelo magnifico projeto beirão da Quinta do Cardo... que tem um rosé espectacular, feito com uma casta rara, Caladoc... tem uma aroma riquíssimo e muito marcado a rosas... um rosé diferente...

Quinta do Cardo é outra coisa com pouco PR mas de relação qualidade/preço impecável.
 
Haja vontade!

Apesar das qualidades dos diferentes anos ( como o 2011 e 2017) a mim pessoalmente faz-me sentido ter garrafas de datas que me digam alguma coisa.

Aqui há uns anos ofereceram-me uma do meu ano de nascimento.

Claro que uma garrafa de Porto da década de 70 acaba sempre por ser um bibelot...

Longe disso, um Porto está mais apto a aguentar a luta com o tempo que qualquer outro vinho... conserva-a bem conservada e arrisca abrir... vais ter uma boa surpresa!
 
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