Obtuso
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Se os LBV serão piores qual a lógica de perder mais tempo com eles em barricas?O Vintage será, quase sempre, melhor... é a categoria suprema dos Porto Ruby.
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Se os LBV serão piores qual a lógica de perder mais tempo com eles em barricas?O Vintage será, quase sempre, melhor... é a categoria suprema dos Porto Ruby.
Tocas aí num assunto que me irrita solenemente, que é o hábito de escrever em inglês num produto que se quer que carregue a marca de Portugal... e logo num mercado em que temos de apostar na diferenciação... se nos diluirmos em tudo o resto, não temos chances...
Penso que seja para saírem mais redondos, para estarem prontos para serem bebidos de imediato.Se os LBV serão piores qual a lógica de perder mais tempo com eles em barricas?
É o nome do cão da família.
Isso foi-me recomendado num restaurante há mais de ano. Provei e gostei.
E os vintage não saem prontos a beber? Penso que li isso.Penso que seja para saírem mais redondos, para estarem prontos para serem bebidos de imediato.
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.
Já agora, como é que costumam beber o Porto?
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.
Já agora, como é que costumam beber o Porto?
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.
Já agora, como é que costumam beber o Porto?
O Titan principalmente o Vale dos Mil tem tido um sucesso enorme.
Estou para experimentar há uns tempos.
Se os LBV serão piores qual a lógica de perder mais tempo com eles em barricas?
É o nome do cão da família.
Isso foi-me recomendado num restaurante há mais de ano. Provei e gostei.
Esse tinha voado... lá onde comprei o Titan.
Já agora, como é que costumam beber o Porto?
E os vintage não saem prontos a beber? Penso que li isso.
Pergunto por analogia com o tinto normal onde as melhores reservas merecem mais tempo de estágio, por exemplo.
Relativamente à temperatura bebo os Vintage a partir dos 16º (janela entre os 16 e 18º), um Tawny bebo um pouco mais fresco, ali nos 15º (dizem entre os 14 e 16º).
Nos Vintage antigos não os decanto, nos Vintage novos decanto várias horas.
Nos Tawny 20 anos não os decanto, nos Colheita não faço ideia do procedimento, alguém que esclareça, também gostava de saber.
Sim, sabia disso... o enólogo, Luís Leucádio é o responsável pelo magnifico projeto beirão da Quinta do Cardo... que tem um rosé espectacular, feito com uma casta rara, Caladoc... tem uma aroma riquíssimo e muito marcado a rosas... um rosé diferente...
Haja vontade!
Apesar das qualidades dos diferentes anos ( como o 2011 e 2017) a mim pessoalmente faz-me sentido ter garrafas de datas que me digam alguma coisa.
Aqui há uns anos ofereceram-me uma do meu ano de nascimento.
Claro que uma garrafa de Porto da década de 70 acaba sempre por ser um bibelot...