Processo Casa Pia

Não. Sobre os crimes acusados e provados tá no acórdão/comunicado de imprensa.

E provado ou mal provado, as penas deveriam ter sido mais pesadas. Não é com penas de 5 , 6, 7 ou mesmo 18 anos que se pune crimes de pedofilia. Minha opinião.

Mas as penas deveriam ter sido mais pesadas para todos?
 
Muitas contradições, caso se venham a confirmar, veremos.

Ou o C.C. é um grande actor, ou está a dizer a verdade, veremos.

Ou é inocente ou maluquinho (no sentido psicopata do mais perigoso e inteligente que existe) como disse no início.

Como é que uma pena pode ser independente da inocência ou não dos condenados? (Nenhum é arguido).

Havendo erros judiciais/investigação. Podem ter sido condenados injustamente.

(Ainda quero ver o que vai sair daqui).
 
eu estava agora aqui a pensar com os meus botões uma coisa que se passou comigo aqui há uns anos.

De manha quando vou para entrar no carro, constato que a porta do lado do pendura estava destrancada, eu andava sempre sozinha de carro, logo como tal aquela porta não foi aberta ( tinha fecho central um de cada vez, era um Golf II ). Quando me sento os meus pés não chegavam aos pedais, e o espelho havia sido mexido, e o ponteiro do gasóleo não estava igual. Vim a saber que era habitual naquela zona os meninos agarrarem nos carros, irem dar umas voltinhas e voltarem a colocar os carros no mesmo sitio ( alias tiveram azar pois no mesmo dia levaram um fiat uno e ficaram sem gasolina a 500 m dali ). Nessa altura eu estava sozinha com as minhas cadelas ( eram as minhas testemunhas lol ), o meu marido já se encontrava aqui no alto minho, tinha chegado tarde do trabalho, pelo que não vi nenhum vizinho na rua. Não fiz telefonemas nem recebi. Agora pergunto eu, na eventualidade de o carro ter mesmo saido dali e ter sido usado num assalto a umas bombas por exº, uma pessoa encapuçada e poderia até ser da minha estatura ( tenho uma estatura normal ) como provava eu a minha inocência?????
 
eu estava agora aqui a pensar com os meus botões uma coisa que se passou comigo aqui há uns anos.

De manha quando vou para entrar no carro, constato que a porta do lado do pendura estava destrancada, eu andava sempre sozinha de carro, logo como tal aquela porta não foi aberta ( tinha fecho central um de cada vez, era um Golf II ). Quando me sento os meus pés não chegavam aos pedais, e o espelho havia sido mexido, e o ponteiro do gasóleo não estava igual. Vim a saber que era habitual naquela zona os meninos agarrarem nos carros, irem dar umas voltinhas e voltarem a colocar os carros no mesmo sitio ( alias tiveram azar pois no mesmo dia levaram um fiat uno e ficaram sem gasolina a 500 m dali ). Nessa altura eu estava sozinha com as minhas cadelas ( eram as minhas testemunhas lol ), o meu marido já se encontrava aqui no alto minho, tinha chegado tarde do trabalho, pelo que não vi nenhum vizinho na rua. Não fiz telefonemas nem recebi. Agora pergunto eu, na eventualidade de o carro ter mesmo saido dali e ter sido usado num assalto a umas bombas por exº, uma pessoa encapuçada e poderia até ser da minha estatura ( tenho uma estatura normal ) como provava eu a minha inocência?????
Ninguém é obrigado a provar a inocência. O sistema funciona ao contrário, é preciso provar a culpa. Até prova em contrário a pessoa é considerada inocente.
 
Paulo Pedroso não foi julgado neste processo "casa pia".
Era interessante que a moderação respeitasse o que por aqui se vai dizendo.. que nada tem haver com 1º nome do topico.. (digo eu).

Tks
 
Certo, mas era o meu carro. Mais ninguém o conduzia, bastava eu dizer...não fui eu!!!!

Poderias ter alguns problemas como é óbvio, mas por norma para identificar o carro, também conseguem identificar mais alguma coisa da fisionomia dos assaltantes.
Mas o ideal nessas situações é participar às autoridades. [;)]
 
Poderias ter alguns problemas como é óbvio, mas por norma para identificar o carro, também conseguem identificar mais alguma coisa da fisionomia dos assaltantes.
Mas o ideal nessas situações é participar às autoridades. [;)]

Foi o que fiz logo de manha, no entanto o agente que me atendeu respondeu-me « Nada nos garante que possa ter cometido um crime, e que esteja a fazer esta participação para se livrar »
 
Certo, mas era o meu carro. Mais ninguém o conduzia, bastava eu dizer...não fui eu!!!!
É regra geral, em caso de dúvida não se condena, o sistema defende o princípio de que é preferível deixar fugir um culpado a condenar um inocente.

Foi o que fiz logo de manha, no entanto o agente que me atendeu respondeu-me « Nada nos garante que possa ter cometido um crime, e que esteja a fazer esta participação para se livrar »
Como é obvio o agente não é um tribunal. ;)
 
Podem chamar-me inocente, ou "tapadinho", ou ingénuo, mas... o meu 6.º sentido continua a transmitir-me que o Carlos Cruz está inocente. Posso estar redondamente enganado, mas é essa a minha convicção... para já! [;)]
 
Mas as penas deveriam ter sido mais pesadas para todos?

Já disse que sim. Independentemente da inocência ou não de qualquer um dos arguidos.

Quer dizer, primeiro duvidas que os arguidos estejam mesmo envolvidos nos crimes de que são acusados, agora já achas que as penas até deviam ser mais pesadas? Então, concordas que os crimes foram devidamente provados e que os arguidos são, de facto culpados, é isso?
 
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