PJ: deplorável.

Alguém daqui teve acesso ao processo ou tem noção da complexidade do mesmo?
Não. Ninguém leu o processo.


Então, como é que conseguem colocar em causa a decisão judicial de condenação por, repito, homicídio qualificado (não é propriamente roubar rebuçados no supermercado)?

Só vejo uma hipótese: temos videntes no fórum.[:)]


Não sabias?[:D]
 
Alguém daqui teve acesso ao processo ou tem noção da complexidade do mesmo?
Não. Ninguém leu o processo.


Então, como é que conseguem colocar em causa a decisão judicial de condenação por, repito, homicídio qualificado (não é propriamente roubar rebuçados no supermercado)?

Só vejo uma hipótese: temos videntes no fórum.[:)]

E no nosso país, para alguem ir parar à prisa... uiui...

Tiveram foi azar, pq não têm a disponibilidade financeira dos enrabadores de meninos da Casa Pia, que já vamos nisto há canos, e ainda falta ouvir 300 testemunhas.
 
se estás tão convicto do arraial de porrada de que falas tens que ir dizer à senhora quem é que lhe bateu. é que ela não sabe.

Estás numa sala..entram 3 ou 4 tipos, desatam-te a bater..consegues identificar um, dois no maximo como tendo-te agredido. E mesmo o que te agrediram, só reconheces como certo o primeiro se o vires de frente...
 
Estás numa sala..entram 3 ou 4 tipos, desatam-te a bater..consegues identificar um, dois no maximo como tendo-te agredido. E mesmo o que te agrediram, só reconheces como certo o primeiro se o vires de frente...

vais-me dizer que não teriam sido os inspectores que ela já conhecia à imenso tempo e chamaram 3 capangas da brigada especial em obter confissões? e mesmo assim conseguiria identificar na mesma dado que o arraial de porrada e as turturas teriam sido assim tão grandes.
 
vais-me dizer que não teriam sido os inspectores que ela já conhecia à imenso tempo e chamaram 3 capangas da brigada especial em obter confissões? e mesmo assim conseguiria identificar na mesma dado que o arraial de porrada e as turturas teriam sido assim tão grandes.

o outro tb apareceu com a cabeça cortada...... no quartel da GNR .... [:D]


so digo que se me fizessem algo do género, alguém comia por tabela......


além do mais, se vão fazer isso .... nada como tapar a cara.... é mto mais simples.... :sh)
 
Estou convencido que não, e este triste episódio da PJ que mandou um arraial de porrada na mulher, aumenta as minhas dúvidas.

Mas caro membro Carlos. L.[;)] se sabe realmente Quem e citando as suas próprias palavras deu " Um Arraial de porrada na Mulher..." a própria e o próprio MP agradecem a sua efectiva e real participação cívica na investigação pois ninguém incluido a própria mulher reconhece os (pseudo) agressores.

Se não sabe parece-me a mim que é apenas mais uma opinão (vale o que vale dependo da leitura e importância dada), é sempre bem vinda afinal estamos num estado de Direito onde a livre expressão de idéias está assegurada.
 
Parece que essa sra agora tem uma nova defesa: Afinal a filha foi vendida por um familiar!!!
Isto depois de já ter andado a passear a PJ de buraco em buraco...

E não acredito que lhe tenham feito aqueles hematomas todos, se quisessem extrair informações sobre coacção podiam ter feito as coisas de forma a não deixar aquele tipo de marcas.

Nem mais.
 
Parece que essa sra agora tem uma nova defesa: Afinal a filha foi vendida por um familiar!!!
Isto depois de já ter andado a passear a PJ de buraco em buraco...

E não acredito que lhe tenham feito aqueles hematomas todos, se quisessem extrair informações sobre coacção podiam ter feito as coisas de forma a não deixar aquele tipo de marcas.
bastava pô-la a ver 3 episódios do fátima, com o claudio ramos a apresentar..
isso sim era tortura..

ld
 
Então, quais os que foram feitos?

Podes até ter algum sentido de razão nalguns posts que colocaste neste tópico...mas serás muito ingénuo se pensares que um PJ quando agride alguém deixa marcas daquele género !!

Conheço razoavelmente bem o comportamento de alguns inspectores nos questionários...acredita.

Sim, de vez em quando "dá-se umas festinhas" nos interrogatórios...mas te garanto que não ficam marcas !

Muito menos hematomas brutais como aqueles que surgiram na altura...

Ainda por cima no Algarve (cala-te boca) !

PS: A PJ não é, nem de perto nem de longe, a melhor polícia do mundo...mas está muito mais avançada do que se julga... e para o que se passa cá, chega perfeitamente !
 
Podes até ter algum sentido de razão nalguns posts que colocaste neste tópico...mas serás muito ingénuo se pensares que um PJ quando agride alguém deixa marcas daquele género !!

Conheço razoavelmente bem o comportamento de alguns inspectores nos questionários...acredita.

Sim, de vez em quando "dá-se umas festinhas" nos interrogatórios...mas te garanto que não ficam marcas !

Muito menos hematomas brutais como aqueles que surgiram na altura...

Ainda por cima no Algarve (cala-te boca) !

PS: A PJ não é, nem de perto nem de longe, a melhor polícia do mundo...mas está muito mais avançada do que se julga... e para o que se passa cá, chega perfeitamente !

nós cá temos tudo do que é melhor no mundo. já a selecção de futebol quando vai a qualquer campeonato dizem sempre que é uma das melhores do mundo e séria candidata ao título, mas depois nunca ganha nada![:D]

A PJ deve ser tão boa como a espanhola, como a francesa, etc. não acredito que todos os melhores inspectores do mundo tenham a sorte de nascer em Portugal.
 
nós cá temos tudo do que é melhor no mundo. já a selecção de futebol quando vai a qualquer campeonato dizem sempre que é uma das melhores do mundo e séria candidata ao título, mas depois nunca ganha nada![:D]

A PJ deve ser tão boa como a espanhola, como a francesa, etc. não acredito que todos os melhores inspectores do mundo tenham a sorte de nascer em Portugal.

Concordo com isto, acho que dizer que a PJ é uma das melhores polícias do mundo é daquelas coisas que toda a gente diz porque um dia ouviu dizer mas dados concretos, factos, estatísticas que suportem essas opiniões, onde é que estão?

Não estou a dizer que seja má, do pouco que percebo pois não faço parte do meio acho que até é uma boa polícia, mas não os meto num pedestal.
 
Inspectores da Judiciária são acusados de tortura ( Caso Joana )

Inspectores da Judiciária são acusados de tortura ( Caso Joana )

MP diz que inspectores são responsáveis por agressões




O procurador do Ministério Púbico (MP) de Faro acredita que Leonor Cipriano, condenada pelo homicídio da filha, Joana Guerreiro, foi agredida a soco e pontapé nas instalações da Polícia Judiciária (PJ). Cinco investigadores foram acusados dos crimes de tortura, falsificação de documentos, falso testemunho e omissão de auxílio, apesar de o MP reconhecer que não foram recolhidas provas da participação ou colaboração dos arguidos nas agressões.

Um dos acusados é Gonçalo Amaral. Actual coordenador da PJ de Portimão e um dos líderes da investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, era, em Setembro de 2004, responsável pela investigação do "Caso Joana". Os restantes são elementos da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB), destacados para apoiar os colegas algarvios e que conduziram os interrogatórios à arguida. Os investigadores requereram a abertura de instrução do processo (ver caixa).

Segundo o JN apurou, as alegadas agressões foram denunciadas pelo Estabelecimento Prisional (EP) de Odemira, onde Leonor Cipriano estava detida preventivamente e se encontra agora a cumprir a pena efectiva de 16 anos oito meses pelo homicídio e ocultação do cadáver da filha de 8 anos.

O MP terá ficado ainda convencido de que a mãe de Joana foi agredida repetidamente por diversas pessoas, com socos, pontapés e com um tubo de cartão. Foi ainda atirada ao chão, obrigada a ajoelhar-se em cima de cinzeiros e esteve com a cara tapada por um saco enquanto lhe iam sendo feitas perguntas sobre como tinha morto e escondido o corpo da menina.

Estes factos terão ocorrido, segundo o JN apurou, quando estava nas instalações da PJ de Faro, a 14 de Outubro de 2004. No mesmo dia em que terá confessado que matou a filha e esquartejou o corpo. O procurador terá admitido ainda que não foi possível identificar nenhum dos agressores. Leonor disse que eram da PJ, do sexo masculino e que não teriam mais de 35 anos, mas os vários reconhecimentos em que participou não foram esclarecedores.

Por outro lado, a investigação não permitiu concluir que as alegadas agressões foram cometidas por pessoas estranhas à Judiciária. Ainda assim, o MP dado como assente que não podiam ter ocorrido sem o envolvimento dos elementos da PJ. Leonel Marques, chefe da brigada da DCCB destacada para o Algarve, e os inspectores Paulo Marques Bom e Paulo Pereira Cristóvão (autor do livro "A estrela de Joana) são acusados de tortura. O MP diz que exerceram violência sobre Leonor, causando-lhe sofrimento intenso, para que confessasse. O inspector António Cardoso é acusado de falsificação de documento por ter escrito uma "informação de serviço" com factos que o MP considera falsos. Gonçalo Amaral é acusado de omissão de denúncia e prestação de falso testemunho.

"Conversas informais"

Na manhã do dia 14 de Outubro de 2004, inspectores da PJ conduziram Leonor à PJ de Faro para uma "conversa informal", sem a presença do advogado. Não foi formalmente interrogada. No dia seguinte, antes de ser devolvida ao EP, é levada ao Centro de Saúde local onde são detectados vários hematomas na cara e nos olhos, não tendo sido feito qualquer exame a outras partes do corpo.

Um exame médico-legal posterior revelou a existência de lesões no tórax, região lombar, braço direito e joelhos. O MP entende que não ser verdade a versão da PJ - que se tenha atirado ou caído pelas escadas - e está convencido de que as marcas que apresentava no corpo são de agressões. Para explicar esta convicção, recorre a informações clínicas do centro de Saúde de Odemira, a fichas médicas do EP e ainda a uma perícia médico-legal e a um parecer técnico-científico do Instituto Nacional de Medicina Legal.

Inspectores contestam

A acusação do MP foi contestada pelos investigadores visados, que requereram a abertura de instrução do processo. Algumas testemunhas indicadas pelos arguidos, entre elas o director da PJ de Faro, Guilhermino da Encarnação, deverão ser ouvidas durante o próximo mês. A Associação dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) classificou as acusações de "aberração" e anunciou a intenção de processar o magistrado responsável. Na versão dos inspectores, Leonor Cipriano, atirou-se para o fosso das escadas gritando "vou acabar com isto". Tudo terá acontecido depois de ter ido à casa-de-banho, no 2º andar. Minutos antes, teria manifestado a intenção de se suicidar aos investigadores que a questionavam. Os acusados garantem que tudo fizeram para evitá-lo, chegando a envolver-se fisicamente com a arguida, que caiu desamparada pelas escadas.
 
Coitadinha dela [:vm)]

coisa semelhante se dizia à uns séculos atrás, dos condenados à fogueira pela (santa)inquisição (todos eles acabavam por confessar).

Na verdade, não evoluimos muito desde à séculos. Na verdade, não passamos dos mesmos bárbaros de sempre, só que, com carros, computadores e telemoveis.

PS1: fiquei a saber que existe uma nova figura processual, "as conversas informais".
 
Última edição:
pelo que ai esta escrito esses inspectores pouco terão que recear; pouca prova; e já aqui o referi parece-me que esse procurador está à procura de algum protagonismo
 
Tenho por convicção condenar todo e qualquer conduta de brutalidade policial. No entanto, a verdade é que qualquer pessoa só poderá ser condenada se existirem provas conclusivas do crime. E isto é válido para ladrões e para policias também...
 
O problema aqui é que ela foi agredida dentro das instalações da Judiciária.

O que pode trazer problemas para o processo e respectivo julgamento, pois pode dar argumentos ao recurso da defesa.
 
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