Partidos Portugueses

Partidos Portugueses

  • Bloco de Esquerda

    Votos: 8 11,0%
  • CDS - Partido Popular

    Votos: 7 9,6%
  • MPT - Partido da Terra

    Votos: 2 2,7%
  • Nova Democracia

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Comunista Português

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Democrático do Atlântico

    Votos: 1 1,4%
  • Partido Ecologista "Os Verdes"

    Votos: 3 4,1%
  • Partido Humanista

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Liberal Democrata

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Nacional Renovador

    Votos: 2 2,7%
  • Partido Operário da Unidade Socialista

    Votos: 1 1,4%
  • Partido pelos Animais e pela Natureza

    Votos: 4 5,5%
  • Partido Popular Monárquico

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Social Democrata

    Votos: 6 8,2%
  • Partido Socialista

    Votos: 5 6,8%
  • Partido Trabalhista Português

    Votos: 0 0,0%
  • Portugal pro Vida

    Votos: 21 28,8%
  • Não tenho interesse por qualquer partido

    Votos: 14 19,2%

  • Total de eleitores
    73
Mas isso de no programa dos partidos não vir tudo o que eles pensam pode-se aplicar a todos. Um partido pode ter no programa medidas para combater o desemprego mas pensarem o contrário, pensarem que se deve despedir. Compreendo a opinião que muita gente tem do PNR, mas acho que eles ultimamente libertaram-se de alguns "podres" que manchavam a imagem do partido. Vários partidos semelhantes ao PNR fazem parte ou tiveram votos suficientes para terem voz nos parlamentos europeus, e para isso acho que expulsaram e demarcaram-se dos militantes violentos. Acho que esses partidos nacionalistas abandonaram o perfil musculado e violento e optaram por um perfil civilizado.

Mas isso é outra coisa que tem de mudar. Enquanto as pessoas votarem e disserem "eu sei que ele vai roubar, mas os outros também" não resolvemos nada. Quando as pessoas começarem a dizer "eu voto neste porque concordo com o seu planeamento na saúde e educação, embora não concorde com a política da defesa nacional", talvez alguma coisa se resolva.

E a partir daí, será a justiça a actuar. Se um governo não cumpre o seu programa, então tem de ser imediatamente corrido. Por mentira e engano ao povo para usufruo do poder político.
 
Um programa de um partido é a base que o mesmo tem. A partir daí podes tirar conclusões de que filosofias e propostas poderão aparecer do mesmo. Repara, que eu comecei por criticar o partido. Eu não simpatizo com nenhum, mas leio os seus projectos. E o PNR tem muito extremismo nas suas propostas, sobretudo na defesa e território. Propostas que eu não concordo. Mas também têm boas ideias.

O problema é que a questão não é cepticismo. Cepticismo é o que eu tenho em relação ao PS e PSD. Porque independentemente da pessoa, a experiência leva-me a não acreditar que sejam correctos e honrosos. Isso é cepticismo. O que tu fazes é apenas ignorância e prazer de lá andar. Não fazes a mais pequena ideia das ideias e projectos de vários partidos e não queres saber. Preferes não saber porque um dia viste alguém na televisão e não gostaste... Dou-te o exemplo do Sócrates que deve ter sido o primeiro ministro com melhor organização em termos de imagem do nosso país, e no entanto foi o que foi...

Cada um sabe de si. E se quiseres continuar a criticar sobre o que não sabes, critica. Não podes é esperar que num fórum, alguém não te diga que não é como dizes. Até porque quando alguém não sabe absolutamente nada, basta alguém saber muito pouco para já saber mais...

Após ouvir as declarações daquele que é o dirigente do PNR , que são uma autêntica vergonha, achas que vale a pena ler o programa ? É que até podiam ter um programa perfeito, que uma pessoa a pensar e falar daquela maneira deita logo tudo a cair por terra. Nenhum partido faz o que promete minimamente, e isso acontece em todos ! Ou achas que por terem boas ideias alguma coisa há-de mudar ?

Vocês pensem o que quiserem. O PNR a mim não me encanta nem que o programa fosse maravilhoso. É como os partidos grandes, cantam muito bem mas depois já sabemos o que é.
 
Após ouvir as declarações daquele que é o dirigente do PNR , que são uma autêntica vergonha, achas que vale a pena ler o programa ? É que até podiam ter um programa perfeito, que uma pessoa a pensar e falar daquela maneira deita logo tudo a cair por terra. ?

Vocês pensem o que quiserem. O PNR a mim não me encanta nem que o programa fosse maravilhoso. É como os partidos grandes, cantam muito bem mas depois já sabemos o que é.

Exactamente a mesma opinião que tenho quando ouço falar os dirigentes do Bloco de Esquerda [:D][:D][:D]
Quando começam a falar deitam tudo por terra... :sh)[:D]
 
Exactamente a mesma opinião que tenho quando ouço falar os dirigentes do Bloco de Esquerda [:D][:D][:D]
Quando começam a falar deitam tudo por terra... :sh)[:D]

Vinha dizer o mesmo. Eu já não apreciava o bloco, então depois de ver as declarações do último congresso fiquei com uma pior imagem deles.
 
Após ouvir as declarações daquele que é o dirigente do PNR , que são uma autêntica vergonha, achas que vale a pena ler o programa ? É que até podiam ter um programa perfeito, que uma pessoa a pensar e falar daquela maneira deita logo tudo a cair por terra. Nenhum partido faz o que promete minimamente, e isso acontece em todos ! Ou achas que por terem boas ideias alguma coisa há-de mudar ?

Vocês pensem o que quiserem. O PNR a mim não me encanta nem que o programa fosse maravilhoso. É como os partidos grandes, cantam muito bem mas depois já sabemos o que é.

Critica as declarações do dirigente e não o programa que não conheces nem queres conhecer. Simples.
 
Tu escreves muito de cada vez...[:D] Lá vai mais uma divisão!

Nós caminhamos para um poder cada vez maior nas redes sociais/youtube, etc. E logo por aí, cai por terra os apoios. Almoços, festas e cartazes que paguem do próprio bolso ou dos militantes! Há dias um puto fez um vídeo do SCP e lá teve a tv em casa e tudo... Há que saber fazer as coisas. A maior manifestação pós 1974 foi organizada pelo Facebook. Que arranjem voluntários para ir porta a porta como fazem nos EUA.

Como disse, as tvs privadas devem dar aquilo que lhes apetece. Se a TVI decidir só falar do PSD ou do PS, problema deles. Agora, como disse, a televisão pública deveria organizar debates a 2. Não era necessário todos se enfrentarem, sendo apenas o tempo para cada um deles apresentar o seu projecto para o país. Se fossem 10 debates, eram 10 debates.

Relativamente à organização dos debates, sim, acho que essa forma também seria porreira. Mas duvido que aqui fosse algo construtivo, mas de qualquer forma era experimentar.

Quanto à ERC, óbvio que os direitos devem ser iguais. Aliás isso vem escrito na Constituição da República. Agora não acho justo obrigar uma TVI a fazer 10 debates como fez a tv pública. Mas por exemplo, incentivar esse tipo de debates que falas, seria interessante.

Por fim, quanto às verbas, já sabemos com o que contamos... Infelizmente. E não acho que os votos em branco e nulo devessem contar para a atribuição de lugares na AR. Nesse caso seriam 9 lugares desocupados. Quanto a mim esses votos já têm 2 objectivos: mostrar a descrença do povo e reduzir/aumentar vantagens.

Quanto às tv's existe um acordo firmando que obriga a SIC e TVI a prestarem um mínimo de serviço público, caso contrário não verias por exemplo aqueles 5 minutos de tempo de antena dos partidos na hora anterior ao telejornal, em época de eleições.
Relativamente à ERC está claro que os direitos e deveres não são iguais para todos, alias é uma constante na sociedade portuguesa.

Mas 9 lugares vazios podem funcionar como arma psicológica, ao contribuinte ter ali cadeiras ou não é igual, já estão pagas por isso não há gastos, para os políticos pode ser um sinal que a próxima cadeira vazia seja a deles...


É uma excelente questão. E sim, é na FP. Mas a verdade é que poderíamos contratar os melhores sem qualquer problema. Isto porque continuamos a dizer que temos excesso de professores e enfermeiros quando se prova (estudos europeus) que não é verdade. Bastava exigirem exclusividade de funções que um sem número de vagas abriria. Assim como uma avaliação concreta e com penalizações severas.
Empreendorismo na saúde e educação não é fácil. Já por exemplo em áreas como gereatria, acho fundamental.

Em muitos poucos tens essa experiência, que concordo totalmente.

Sem dúvida que o ensino superior está repleto de cunhas. Mas não creio que seja essa o motivo para a empregabilidade.
No que respeita ao Politécnico, é verdade. Copiam o que se faz nas universidades, mas nem sempre com piores resultados... Posso-te dizer que alguns dos melhores professores estão no Politécnico. Com Doutoramentos no estrangeiro, experiência de trabalho cá e lá fora, dinâmicos, etc. Agora não podemos ter é Universidade de Lisboa e Politécnico de Lisboa. Só em Infra-estruturas é um regabofe...

Como já disse, é preferível, na minha opinião, ajudar 100 alunos de Bragança a ir para o Porto, que manter uma universidade aberta só para eles... Nos EUA há muito a cultura do ir estudar para fora. Assim como os campus.

Temos áreas com excessos e as que referes são exemplos disso, se não tivessem excesso haveria emprego. O que se passa é que habitualmente o Estado contratava, agora não o faz, mas a torneira dos cursos também não se ajustou continuam a formar centenas por ano, portanto os alunos no final vão bater com o nariz na porta. Onde viste o último grande estudo a nível nacional com as carências do sector público e privado por área profissional? Não existe... e mesmo que existisse as faculdades seriam as primeiras a recusarem ajustar a sua oferta ou mesmo o plano de estudos.

Empreendedorismo não é assim tão dificil depende dos cursos, pegando no exemplo da saúde: medicina, medicina dentária e ciências farmacêuticas, são os 3 universitários e como tal facilmente vês essa gente dona de uma empresa. Já no que toca a enfermagem podem prestar serviços a recebidos e também há alguns serviços de enfermagem privada, fisioterapia idem aspas, o problema é quando se vai para os TDT que estão claramente desfasados da realidade e são demasiado específicos, nesses é quase impossível ser-se empreendedor precisamente pelas limitações do curso e da lei.

Correcto o Estado era paizinho e era sempre a contratar, agora acabou a mama e ainda bem, é tempo de haver iniciativa privada, pois só essa é que contribui com impostos para segurar os serviços públicos, contudo a formação não está virada para isso, continuam a insistir em criar funcionários e não gente com capacidade de criar.

Esqueces-te ainda é que se concentrares todos em cidades litorais, vais criar subemprego, dificultar o acesso aos serviços públicos, aumentar a poluição, criminalidade, desemprego etc. Temos gente no interior do país, não devemos obriga-los a moverem-se para zonas urbanas, mas sim formar pessoas para o meio em que vivem e dar-lhes a capacidade de fazer algo melhor. Ao pegares nas pessoas e as forçares a moverem-se, não garantes a subsistência das regiões, podes constatar nas excelentes ofertas que há para médicos no interior, mas que se recusam a ir porque não há diversões e é uma pasmaceira segundo eles sob a desculpa da "família".

No que respeita ao politécnico tanto faz que tenham doutoramento ou não, interessa sim ter profs com a capacidade de formar profissionais e que estejam ligados ao mercado de trabalho, teóricos é algo que deve ficar na rédea das universidades.

Por fim, não podemos falar em 100% de portugueses com o ensino superior. Mas um trolha ou carpinteiro também deve ter uma educação forte. Até porque alguns são mesmo empresários em nome individual.

Daí defender um ensino virado para o mercado de trabalho e não para tretas, é que o 12º actualmente, nem para o ensino superior prepara os alunos.
 
Quanto às tv's existe um acordo firmando que obriga a SIC e TVI a prestarem um mínimo de serviço público, caso contrário não verias por exemplo aqueles 5 minutos de tempo de antena dos partidos na hora anterior ao telejornal, em época de eleições.
Relativamente à ERC está claro que os direitos e deveres não são iguais para todos, alias é uma constante na sociedade portuguesa.

Mas 9 lugares vazios podem funcionar como arma psicológica, ao contribuinte ter ali cadeiras ou não é igual, já estão pagas por isso não há gastos, para os políticos pode ser um sinal que a próxima cadeira vazia seja a deles...





Temos áreas com excessos e as que referes são exemplos disso, se não tivessem excesso haveria emprego. O que se passa é que habitualmente o Estado contratava, agora não o faz, mas a torneira dos cursos também não se ajustou continuam a formar centenas por ano, portanto os alunos no final vão bater com o nariz na porta. Onde viste o último grande estudo a nível nacional com as carências do sector público e privado por área profissional? Não existe... e mesmo que existisse as faculdades seriam as primeiras a recusarem ajustar a sua oferta ou mesmo o plano de estudos.

Empreendedorismo não é assim tão dificil depende dos cursos, pegando no exemplo da saúde: medicina, medicina dentária e ciências farmacêuticas, são os 3 universitários e como tal facilmente vês essa gente dona de uma empresa. Já no que toca a enfermagem podem prestar serviços a recebidos e também há alguns serviços de enfermagem privada, fisioterapia idem aspas, o problema é quando se vai para os TDT que estão claramente desfasados da realidade e são demasiado específicos, nesses é quase impossível ser-se empreendedor precisamente pelas limitações do curso e da lei.

Correcto o Estado era paizinho e era sempre a contratar, agora acabou a mama e ainda bem, é tempo de haver iniciativa privada, pois só essa é que contribui com impostos para segurar os serviços públicos, contudo a formação não está virada para isso, continuam a insistir em criar funcionários e não gente com capacidade de criar.

Esqueces-te ainda é que se concentrares todos em cidades litorais, vais criar subemprego, dificultar o acesso aos serviços públicos, aumentar a poluição, criminalidade, desemprego etc. Temos gente no interior do país, não devemos obriga-los a moverem-se para zonas urbanas, mas sim formar pessoas para o meio em que vivem e dar-lhes a capacidade de fazer algo melhor. Ao pegares nas pessoas e as forçares a moverem-se, não garantes a subsistência das regiões, podes constatar nas excelentes ofertas que há para médicos no interior, mas que se recusam a ir porque não há diversões e é uma pasmaceira segundo eles sob a desculpa da "família".

No que respeita ao politécnico tanto faz que tenham doutoramento ou não, interessa sim ter profs com a capacidade de formar profissionais e que estejam ligados ao mercado de trabalho, teóricos é algo que deve ficar na rédea das universidades.




Daí defender um ensino virado para o mercado de trabalho e não para tretas, é que o 12º actualmente, nem para o ensino superior prepara os alunos.

Sim. E isso deve manter. Mas era preferível não ter essa "cláusula" dos tempos de antena e colocar uma de um debate tipo o que foi falado aqui, com todos os candidatos, pelo menos 1 vez, com uma duração estipulada.

As cadeiras vazias poderiam ser um alarme para alguns, mas preferia ter um parlamento com 100 deputados, cheio, mas com interesse, respeito e honra.


Eu não digo que não haja excesso. Mas não há o que se quer passar. Há muita coisa que pode ser feita nas áreas de saúde e educação, mesmo no privado. O problema é que o governo quer matar tudo o que mexe.
Por mim, as faculdades públicas deveriam fazer um estudo, como dizes, e mediante o mesmo, ter uma redução ou aumento de vagas, relacionado com o mesmo e o que foi feito no ano anterior. Por exemplo enfermagem e educação diminuir vagas. Nas privadas, deixar que formem nos cursos que quiserem. Mas como já disse, era fazer avaliações rigorosas, reduzir a contratação para o sector público e cada faculdade privada teria de ter dados anuais sobre a empregabilidade de todos os cursos e o sucesso dos alunos até 5 anos passados.

Repara que é o próprio estado a cortar o empreendorismo nessas áreas. Por 2 razões: a 1ª porque já presta esse serviço e não quer concorrência; o 2º porque quer ganhar na concorrência.
Sim, uma cadeira sobre gestão não faria mal a ninguém, mas quão difícil é abrir um lar, uma creche, etc?

Eu não digo ser tudo no litoral. Não se já o disse neste tópico, mas por exemplo acho que se deveria apostar no interior sobretudo em áreas com grande probabilidade de praticabilidade. Agricultura, penicultura, pecuária, etc. Poderia ser mais deslocado.
A questão do desenvolvimento do interior poderia ser feita de várias maneiras. Por exemplo ajudar esses mesmos alunos. Ou até no turismo rural. Ceder terrenos para exploração durante uns 5 anos sem encargos. E aos poucos a procura irá obrigar a oferta a aparecer.


Sem dúvida. Todo o ensino tem de ser reformulado. É absolutamente ridículo exigirem trignometria, e ao mesmo tempo, um aluno não saber aplicar conhecimentos base em economia ou gestão.
 
Merecia um tópico mas vai para os partidos porque é para todos os partidos com assento parlamentar.

Preços do bar da assembleia da Republica :


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Depois digam seja qual for a vossa orientação politica se isto não dá volta ao estômago.
 
Última edição:
Após ouvir as declarações daquele que é o dirigente do PNR , que são uma autêntica vergonha, achas que vale a pena ler o programa ? É que até podiam ter um programa perfeito, que uma pessoa a pensar e falar daquela maneira deita logo tudo a cair por terra. Nenhum partido faz o que promete minimamente, e isso acontece em todos ! Ou achas que por terem boas ideias alguma coisa há-de mudar ?

Vocês pensem o que quiserem. O PNR a mim não me encanta nem que o programa fosse maravilhoso. É como os partidos grandes, cantam muito bem mas depois já sabemos o que é.


Já ouviste bem as propostas do líder do BE e do PCP?

[EDIT] Vou arriscar uma pergunta: já leste o programa de algum dos partidos referidos acima?
 
Ó Cavin, vê lá se me entendes : A questão do ensino superior pago a 100 % e dos livros de borla para os putos, era um protótipo, porque eu tal como muita gente, temos ideias boas mas como tu dizes e muito bem, só se deve " ler " a base, pois o resto tem que ficar para quem sabe. Era bom que fosse só aumentar as propinas e já havia dinheiro para os livros da escola. É claro que se fosse pago a 100 % só os ricos é que tinham acesso à univ e sim claro que foi dito de forma exagerada, mas o que eu defendo é que há muitas e muitas famílias que mal conseguem pagar livros aos putos, de tal forma que já há camaras municipais que oferecem os livros da primária, que não são nada baratos, aos alunos.


Tu é que ainda não entendeste [:D]

Já te explicaram atrás que as verbas do Ensino Superior não vêm da mesma parcela do orçamento, logo, não é pelo facto do ES ser comparticipado que não há verbas para livros. Não há porque não se quer que haja, ponto.

Tu podes dizer para se cortar em muita coisa e transferir recursos para aí mas dizer que quem estuda no Ensino Superior deve pagar a totalidade ou quase do curso, no ENSINO PÚBLICO, é difícil demais de conceber.

E não é por mim, que já estou licenciado, estou a pensar em muitos como eu que se viram aflitos para pagar as propinas com o valor que hoje têm e que ficavam sem a possibilidade de estudar, ou nos meus filhos, caso queiram para lá ir um dia...
 
Tu é que ainda não entendeste [:D]

Já te explicaram atrás que as verbas do Ensino Superior não vêm da mesma parcela do orçamento, logo, não é pelo facto do ES ser comparticipado que não há verbas para livros. Não há porque não se quer que haja, ponto.

Tu podes dizer para se cortar em muita coisa e transferir recursos para aí mas dizer que quem estuda no Ensino Superior deve pagar a totalidade ou quase do curso, no ENSINO PÚBLICO, é difícil demais de conceber.

E não é por mim, que já estou licenciado, estou a pensar em muitos como eu que se viram aflitos para pagar as propinas com o valor que hoje têm e que ficavam sem a possibilidade de estudar, ou nos meus filhos, caso queiram para lá ir um dia...

Há quer ler o que se passa verdadeiramente por exemplo no UK, onde tanto se fala nas propinas de 3000£ ou 6000£ anuais. É que por vezes pensa-se que é escolher e pagar...
 
Um novo partido em fase de recolha de assinaturas, ao que parece são ex-integrantes do Chega...


Pareceu-me um partido mais social que o Chega e nesse aspecto gostei. Mas no geral não achei o discurso nem o orador nada de jeito, a conversa da corrupção pareceu-me conversa conversa de xaxa em estilo Bolsonaro, que não gosto.

Mas a ideia pode ser interessante , com outro orador e um discurso que deixe de ser de vendedor de telecomunicações e passe a ser de um politico a sério para fazer chegar as sua voz ás massas e promover o nacionalismo de uma forma social pode ser que de futuro tenham o meu voto.
 
Pareceu-me um partido mais social que o Chega e nesse aspecto gostei. Mas no geral não achei o discurso nem o orador nada de jeito, a conversa da corrupção pareceu-me conversa conversa de xaxa em estilo Bolsonaro, que não gosto.

Mas a ideia pode ser interessante , com outro orador e um discurso que deixe de ser de vendedor de telecomunicações e passe a ser de um politico a sério para fazer chegar as sua voz ás massas e promover o nacionalismo de uma forma social pode ser que de futuro tenham o meu voto.
Fiquei precisamente com a mesma impressão quando assisti mas penso estar relacionado com a necessidade de querer captar a atenção na primeira apresentação. Nos videos feitos posteriormente revela-se uma pessoa mais calma e menos artificial a comentar.

Gostei também da parte mais social e do nacional-conservadorismo evidenciado.

Não tem o liberalismo excessivo do Chega nem o nacionalismo extremo do PNR/ergue-te.

Resta saber se estará aqui uma direita assumida mas equilibrada. Pode ser que conquistem um lugar relevante no panorama politico português, só o tempo dirá...
 
Sou do MPT, sou pela Terra Portuguesa, gosto de touradas e da tradição portuguesa. Não me revejo em Chegas nem em novos-Chegas. Nem em Liberais nem em novos Liberais.

Se alguém quiser mudar isto, que se junte a nós no MPT.

Hoje somos poucos e amanhã seremos menos! Mas temos a nossa razão e a nossa maneira de estar na vida! MPT uma vez... MPT para sempre!
 
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