Concordo com isso de dar a cada português 50.000€, vá, 1.000.000€ para termos a certeza que ficamos todos bem. E ficava o problema da crise resolvido. A bem dizer 50.000€ para quem já tem milhões é chover no molhado, mas não podiamos discriminar, se era para dar a todos era mesmo para todos; já a quem tem pouco faria muita diferença.
Emitiamos as notas e pronto, é papel é barato. O português ficava com dinheiro para gastar, ia comprar carros e casas e viajar e isso relançava a economia. As empresas começavam a produzir, o estado por sua vez lucrava com impostos sobre as transacções e o deficit baixava de forma saudável. Era bom para todos.
Assim como eles estão a fazer é que não está bem, porque no fundo o Estado é o único que se está a dar bem, mas está-nos a sugar.