Os pod(e)res da Cientologia

O Santo António, o São João, as festas em Viana e todas as outras pelo resto do país... até têm as igrejas abertas e o padre participa! Têm procissões e tal... são pagãs ou religiosas? Qual a fonte?
Pois...

Pagãs, a fonte é a biblia.
Lá porque uns tipos fazem e acontecem, não significa que seja religioso e represente o que está na biblia, logo não é cristão sequer.

Por isso os ateus chateiam-me por criticarem o que não sabem.
 
Olha, se quiseres acalma-te, se não quiseres...estrebucha para aí...[8b]

Eu vejo que a ti te incomodam essas coisas todas que te queixas, e por isso respondeste ao meu post onde eu dizia que não entendia os que, sendo ateus, queriam que os outros também o fossem...
Sentido nisto? Nenhum!

Chateiam-te os envelopes no correio, os geovás a tocar à campaínha, as aulas de educação moral (que nem sei se já existem) e até os sinos para casamentos e os cristãos até te chateiam quando morrem coitados...[:D]

Estás a tentar aumentar os pontos?
Estás no bom caminho...
Não argumentas com lógica, só provocas! Isso chateia!
A Religião... é o tema em discussão, e é isso que discuto! Tento é apresentar factos e argumentos que permitam alicerçar o que digo!
Não venho aqui dizer que os outros têm palas... que andam a dormir... ou que estrebuchem...é diferença! São posturas...
Fica com a tua linguagem e com a tua postura! Eu vou continuar a discutir com quer quer discutir... em termos! Uma coisa é insistir em algo, outra é optar por escrever coisas como as que escreves!

[;)]
 
Pagãs, a fonte é a biblia.
Lá porque uns tipos fazem e acontecem, não significa que seja religioso e represente o que está na biblia, logo não é cristão sequer.

Por isso os ateus chateiam-me por criticarem o que não sabem.

A bíblia é um conjunto de livros escritos por homens! Sem o mínimo de credibilidade, até por ser uma compilação desses livros, onde uns foram escolhidos e outros deixados de fora, consoante a tendências e correntes filosóficas e religiosas!
Por isso os pseudo religiosos chateia-me por criticarem o que não... conhecem!
Se a Igreja, oficialmente, participa... são religiosas. Agora podes pensar o que quiseres...
 
A bíblia é um conjunto de livros escritos por homens! Sem o mínimo de credibilidade, até por ser uma compilação desses livros, onde uns foram escolhidos e outros deixados de fora, consoante a tendências e correntes filosóficas e religiosas!
Por isso os pseudo religiosos chateia-me por criticarem o que não... conhecem!
Se a Igreja, oficialmente, participa... são religiosas. Agora podes pensar o que quiseres...

Assim como tu pensas o que quiseres.
A biblia tendo credibilidade ou não, nem sequer é o que está em causa, mas tu respondes alhos com bugalhos.

O que está em causa é que os cristãos te chateiam e fazem tudo em nome de deus, da biblia do que for.
Ora mas o que fazem não é o que lá diz, por isso o que te chateia não é a biblia nem o cristianismo nela contido, mas sim as pessoas.

E por isso, dá para saber que criticas um livro que nem sequer conheces, nem sabes separar coisas.

PS:Os pseudo religiosos é ignorância tua, porque nem sequer sou religioso, não gosto é de gente facciosa.
 
Última edição:
Estás a tentar aumentar os pontos?
Estás no bom caminho...
Não argumentas com lógica, só provocas! Isso chateia!
A Religião... é o tema em discussão, e é isso que discuto! Tento é apresentar factos e argumentos que permitam alicerçar o que digo!
Não venho aqui dizer que os outros têm palas... que andam a dormir... ou que estrebuchem...é diferença! São posturas...
Fica com a tua linguagem e com a tua postura! Eu vou continuar a discutir com quer quer discutir... em termos! Uma coisa é insistir em algo, outra é optar por escrever coisas como as que escreves!

[;)]

Eu APENAS comentei que não entendia os ateus que tentam demonstrar que a sua crença (ou não crença, como queiras e melhor te convier) era melhor ou fazia mais lógica ou o que quer que fosse!
Tu respondeste de imediato de certa forma ofendido.

Porque raios é que temos que ir agora comparar o ateísmo com a religião tipo prós e contras? Faz algum sentido isso? Há algo a aprender? Depois vem argumentar que há guerras pela religião...claro, se todos forem compreensivos como te vens a demonstrar nestes últimos posts!

Ninguém de bom senso vai aparecer aqui a dizer a minha crença (ou ausência dela) é melhor que a tua por A + B + C! Que sentido faz isso?
Cada um com o que funciona melhor para si. Se o faz uma pessoa melhor e ajuda a melhorar o que o rodeia...óptimo! Até pode ser cinetologista de pé rapado que "in my book" está tudo em ordem e longe de mim criticar quem quer que seja pela sua escolha...

Agora, para finalizar, peço-te (mais para teu bem que para meu, já que como deves imaginar, tenho tantas - UI - infracções que lhes perdi o medo) que pares de acenar com infracções na minha direcção. Não tens nem a autoridade nem a moral para teceres esse tipo de julgamento, portanto remete-te ao teu papel.
Se assim o achares, tens o botão do report logo abaixo do meu nome, carregas lá e resolves o teu problema. Mas aconselho-te amigavelmente a leitura das regras antes de o fazeres.
Já é uma estupidez teres levado a conversa para estes termos num tópico que nem sequer tem nada relacionado com ateísmo, muito pelo contrário.
 
Discordas do quê, afinal? Não deixei nada à interpretação. O ateísmo é uma crença, como é óbvio e impossível de contrariar.

Se não reconheces a prova de que Deus existe, és agnóstico, não és ateu...

Existem diferenças, como suponho que entendem.

PS - E não, o argumento da fé não é intrínseco à religião, mas a todas as crenças. Incluindo, naturalmente, o ateísmo.

Ateísmo, num sentido amplo, é a rejeição ou ausência da crença na existência de divindades e outros seres sobrenaturais. O ateísmo é contrastado com o teísmo, que em sua forma mais geral é a crença de que existe pelo menos uma divindade. Num sentido mais restrito, o ateísmo é precisamente a posição de que não existem divindades.[SUP]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo


[/SUP]Agnosticismo é a visão de que o valor de verdade de certas reivindicações, especialmente afirmações sobre a existência ou não existência de qualquer divindade, mas também de outras reivindicações religiosas e metafísicas, é desconhecido ou incognoscível. O agnosticismo pode ser definido de várias maneiras, e às vezes é usado para indicar dúvida ou uma abordagem cética a perguntas. Em alguns sentidos, o agnosticismo é uma posição sobre a diferença entre crença e conhecimento, ao invés de sobre qualquer alegação específica ou crença. No sentido popular, um agnóstico é alguém que não acredita nem descrê (não nega a possibilidade) na existência de um Deus, ao passo que um ateu não acredita na existência de um ou mais deuses (mas também não necessariamente nega, como é o caso do ateísmo cético). Em sentido estrito, no entanto, o agnosticismo é a visão de que a razão humana é incapaz de proporcionar fundamentos racionais suficientes para justificar o conhecimento da existência ou não de Deus. Dentro do agnosticismo existem ateus agnósticos (aqueles que não acreditam que uma divindade ou mais divindades existam, mas que não negam/descartam a possibilidade de suas existências) e os teístas agnósticos (aqueles que acreditam que um Deus existe, mas não afirmam saber isso).



Agnosticismo


Sempre me referi a divindades e a entidades divinas... agora, entendam como quiserem!
Já reparei que aqui, muitos têm uma capacidade "estranha" de interpretação!
E... já agora... nunca, acho e espero, que nunca demonstrei aqui aversão e pouco respeito por quem professa uma Fé. Espero mesmo...

Já agora:

Fé (do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
A fé acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo. A expressão se relaciona semanticamente com os verbos crer, acreditar, confiar e apostar, embora estes três últimos não necessariamente exprimam o sentimento de fé, posto que podem embutir dúvida parcial como reconhecimento de um possível engano. A relação da fé com os outros verbos, consiste em nutrir um sentimento de afeição, ou até mesmo amor, por uma hipótese a qual se acredita, ou confia, ou aposta ser verdade. Portanto se uma pessoa acredita, confia ou aposta em algo, não significa necessariamente que ela tenha fé. Diante dessas considerações, embora não se observe oposição entre crença e racionalidade, como muitos parecem pensar, deve-se atentar para o fato de que tal oposição é real no caso da fé, principalmente no que diz respeito às suas implicações no processo de aquisição de conhecimento, que pode ser resumidas à oposição direta à dúvida e ao importante papel que essa última desempenha na aprendizagem.
É possível nutrir um sentimento de fé em relação a um pessoa, um objeto inanimado, uma ideologia, um pensamento filosófico, um sistema qualquer, um conjunto de regras, um paradigma popular social e historicamente instituido, uma base de propostas ou dogmas de uma determinada religião. Tal sentimento não se sustenta em evidências, provas ou entendimento racional (ainda que este último critério seja amplamente discutido dentro da epistemologia e possa se refletir em sofismos ou falácias que o justifiquem de modo ilusório) e, portanto, alegações baseadas em fé não são reconhecidas pela comunidade científica como parâmetro legítimo de reconhecimento ou avaliação da verdade de um postulado. É geralmente associada a experiências pessoais e herança cultural podendo ser compartilhada com outros através de relatos, principalmente (mas não exclusivamente) no contexto religioso, e usada frequentemente como justificativa para a própria crença em que se tem fé, o que caracteriza raciocínio circular.
A fé se manifesta de várias maneiras e pode estar vinculada a questões emocionais (tais como reconforto em momentos de aflição desprovidos de sinais de futura melhora, relacionando-se com esperança) e a motivos considerados moralmente nobres ou estritamente pessoais e egoístas. Pode estar direcionada a alguma razão específica (que a justifique) ou mesmo existir sem razão definida. E, como mencionado anteriormente, também não carece absolutamente de qualquer tipo de argumento racional.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fé

Lá está... é algo mais ligado à Religião do que a algo que se pode provar! E na Religião, quem afirma deve provar! Logo... é uma boa desculpa...
 
Última edição:
Eu APENAS comentei que não entendia os ateus que tentam demonstrar que a sua crença (ou não crença, como queiras e melhor te convier) era melhor ou fazia mais lógica ou o que quer que fosse!
Tu respondeste de imediato de certa forma ofendido.

Porque raios é que temos que ir agora comparar o ateísmo com a religião tipo prós e contras? Faz algum sentido isso? Há algo a aprender? Depois vem argumentar que há guerras pela religião...claro, se todos forem compreensivos como te vens a demonstrar nestes últimos posts!

Ninguém de bom senso vai aparecer aqui a dizer a minha crença (ou ausência dela) é melhor que a tua por A + B + C! Que sentido faz isso?
Cada um com o que funciona melhor para si. Se o faz uma pessoa melhor e ajuda a melhorar o que o rodeia...óptimo! Até pode ser cinetologista de pé rapado que "in my book" está tudo em ordem e longe de mim criticar quem quer que seja pela sua escolha...

Agora, para finalizar, peço-te (mais para teu bem que para meu, já que como deves imaginar, tenho tantas - UI - infracções que lhes perdi o medo) que pares de acenar com infracções na minha direcção. Não tens nem a autoridade nem a moral para teceres esse tipo de julgamento, portanto remete-te ao teu papel.
Se assim o achares, tens o botão do report logo abaixo do meu nome, carregas lá e resolves o teu problema. Mas aconselho-te amigavelmente a leitura das regras antes de o fazeres.
Já é uma estupidez teres levado a conversa para estes termos num tópico que nem sequer tem nada relacionado com ateísmo, muito pelo contrário.


Onde é que eu respondi ofendido?
É uma verdade factual e histórica...
Onde é que eu disse isso?

Meu bem? Eu tenho noção do que digo e chamo aos outros, ao contrário de ti! E se já lhes perdeste o medo... pior para nós, os restantes que discutem algo contigo!
Estupidez? Ok... Já reparei na tua predisposição para usar esses termos... mas não te preocupes. Eu acho que tem algo de comum, no contexto! São coisas que, se bem opostas, se encontram interligadas!
 
Pois eu me confesso. Ultimamente, incomodam-me muito, mas muito mais os ateus com o seu discurso agressivo (que não é mais do que uma evangelização que tanto gostam de criticar) do que pessoas religiosas. Estas últimas mostram-se, pelo menos naquilo que me implica, mais tolerantes a quem não partilha das suas crenças.

O engraçado neste fenómeno é que o ateísmo é apenas mais uma crença. Algo que necessita de fé. A fé de que não existe Deus, mas uma fé de qualquer forma. Uma fé que vai além da falta de prova, como aliás sucede com quem tem fé de que Deus existe.

Têm todo o direito a existirem, como é óbvio, é pena serem tão intolerantes para com quem não comunga da sua fé. Muito à semelhança do que era a Igreja em tempos que já lá vão...

Confesso q com o tempo fui ficando assim. Antes era um ateu arrogante e intolerante, hoje em dia sou um ateu educado e q respeita a religião (neste caso as várias). Eu sou ateu não por escolha, mas por falta de fé numa entidade superior. Mas por isso não tenho de andar a atacar os podres de todas as religiões como se fosse um iluminado e a tratar quem tem fé como se fosse um "parvinho" ou um "tapado". As religiões têm tantos podres como o Homem em si. Resta-nos a nós fazer as nossas escolhas.
 
Assim como tu pensas o que quiseres.
A biblia tendo credibilidade ou não, nem sequer é o que está em causa, mas tu respondes alhos com bugalhos.

O que está em causa é que os cristãos te chateiam e fazem tudo em nome de deus, da biblia do que for.
Ora mas o que fazem não é o que lá diz, por isso o que te chateia não é a biblia nem o cristianismo nela contido, mas sim as pessoas.

E por isso, dá para saber que criticas um livro que nem sequer conheces, nem sabes separar coisas.

PS:Os pseudo religiosos é ignorância tua, porque nem sequer sou religioso, não gosto é de gente facciosa.

Conheço a bíblia... mas não tenho que te dizer quanto e desde quando!
És tão faccioso ou mais... do que eu!
Ou agora ter convicções e opiniões é ser faccioso? Sim? Então somo-lo todos os que aqui andamos!
Tu és mais... pelo avatar... olha... tem um símbolo religioso... pelo menos, adoptado!

[;)]
 
Conheço a bíblia... mas não tenho que te dizer quanto e desde quando!
És tão faccioso ou mais... do que eu!
Ou agora ter convicções e opiniões é ser faccioso? Sim? Então somo-lo todos os que aqui andamos!
Tu és mais... pelo avatar... olha... tem um símbolo religioso... pelo menos, adoptado!

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É uma bandeira de um país.

Não tenho culpa que queiras ver coisas que não existem, por acaso agora pareces-te com os que tu dizes que acreditam em coisas que não existem, coindidências.

Claro que conheces, por isso é que os santos e o natal e etc são tudo festas cristãs.
 
A bem da discussão, já aqui muitos andam a chamar de iluminados a quem se expressa livremente... ou a dizer, que quem critica a Religião anda a chamar de "tapados" ou "parvinhos" que, novamente, livremente professa a sua Fé...
É bom saber do que a "Religião" se trata, pois é disso, também ,que se discuti aqui no tópico:

Religião (do latim religare, significando religação com o divino) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seu próprios valores morais. Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.

A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de fé ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração ou adoração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas para seus praticantes. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, ou outros aspectos religiosos da cultura humana.
O desenvolvimento da religião assumiu diferentes formas em diferentes culturas. Algumas religiões colocam a tônica na crença, enquanto outras enfatizam a prática. Algumas religiões focam na experiência religiosa subjetiva do indivíduo, enquanto outras consideram as atividades da comunidade religiosa como mais importantes. Algumas religiões afirmam serem universais, acreditando que suas leis e cosmologia são válidas ou obrigatórias para todas as pessoas, enquanto outras se destinam a serem praticada apenas por um grupo bem definido ou localizado. Em muitos lugares, a religião tem sido associada com instituições públicas, como educação, hospitais, família, governo e hierarquias políticas.
Alguns acadêmicos que estudam o assunto têm dividido as religiões em três categorias amplas: religiões mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais; religiões indígenas, que se refere a grupos religiosos menores, oriundos de uma cultura ou nação específica; e o novo movimento religioso, que refere-se a crenças recentemente desenvolvidas. Uma teoria acadêmica moderna sobre a religião, o construtivismo social, diz que a religião é um conceito moderno que sugere que toda a prática espiritual e adoração segue um modelo semelhante ao das religiões abraâmicas, como um sistema de orientação que ajuda a interpretar a realidade e definir os seres humanos e, assim, a religião, como um conceito, tem sido aplicado de forma inadequada para culturas não-ocidentais que não são baseadas em tais sistemas ou em que estes sistemas são uma construção substancialmente mais simples.



...


[h=2]Características[/h] Embora cada religião apresente elementos próprios, é também possível estabelecer uma série de elementos comuns às várias religiões e que podem permitir uma melhor compreensão do fenómeno religioso.
As religiões possuem grandes narrativas, que explicam o começo do mundo ou que legitimam a sua existência. O exemplo mais conhecido é talvez a narrativa do Génesis na tradição judaica e cristã. Quanto à legitimação da existência e da validade de um sistema religioso, este costuma apelar a uma revelação ou à obtenção de uma sabedoria por parte de um fundador, como sucede no budismo, onde o Buda alcançou a iluminação enquanto meditava debaixo de uma figueira ou no Islão, em que Muhammad recebeu a revelação do Corão de Deus.
As religiões tendem igualmente a sacralizar determinados locais. Os motivos para essa sacralização são variados, podendo estar relacionados com determinado evento na história da religião (por exemplo, a importância do Muro das Lamentações no judaísmo) ou porque a esses locais são associados acontecimentos miraculosos (santuários católicos de Fátima ou de Lourdes) ou porque são marcos de eventos religiosos relacionados à mitologia da própria religião (monumentos megalíticos, como Stonehenge, no caso das religiões pagãs). Na antiga religião grega, os templos não eram locais para a prática religiosa, mas sim locais onde se acreditava que habitava a divindade, sendo por isso sagrados.
As religiões estabelecem que certos períodos temporais são especiais e dedicados a uma interacção com o divino. Esses períodos podem ser anuais, mensais, semanais ou podem mesmo se desenrolar ao longo de um dia. Algumas religiões consideram que certos dias da semana são sagrados (Shabat no judaísmo ou o Domingo no cristianismo), outras marcam esses dias sagrados de acordo com fenômenos da natureza, como as fases da lua, na religião Wicca, em que todo primeiro dia de lua cheia esbat é considerado sagrado. As religiões propõem festas ou períodos de jejum e meditação que se desenvolvem ao longo do ano.


Religião


[;)]
 
[...]

Sempre me referi a divindades e a entidades divinas... agora, entendam como quiserem!
Já reparei que aqui, muitos têm uma capacidade "estranha" de interpretação!
E... já agora... nunca, acho e espero, que nunca demonstrei aqui aversão e pouco respeito por quem professa uma Fé. Espero mesmo...

[...]

Lá está... é algo mais ligado à Religião do que a algo que se pode provar! E na Religião, quem afirma deve provar! Logo... é uma boa desculpa...

Obrigado pela explicação dos conceitos que te trouxe...

Vais permitir que te diga algo: deves ser jovem e és certamente precipitado. Mais importante, para a tua vida e das pessoas que te rodeiam, não será exatamente onde a tua fé se situará (ou se a tens sequer). Importante, acredito eu, é viver de acordo com certos valores, é viver com humanismo. Ser tolerante e aceitar a diferença. Exigir que os outros o sejam, também, porque viver em sociedade é exatamente isso.

Vais aprender (ou até já o aprendeste) que esses valores são partilhados por muita gente, religiosa ou não. E isso é mais importante que qualquer outra crença.
 
É uma bandeira de um país.

Não tenho culpa que queiras ver coisas que não existem, por acaso agora pareces-te com os que tu dizes que acreditam em coisas que não existem, coindidências.

Claro que conheces, por isso é que os santos e o natal e etc são tudo festas cristãs.

Israel... "ouve", até gosto do país e do que ele representa!
Festas... quando a Igreja participa! Eu identifico-as como religiosas, pois são apresentadas, nas juntas, nas igrejas, nas escolas... como religiosas! Mas, com a participação da Igreja.
Não sou eu a querer implicar! Ok?
A bandeira até é azul e branca... eu gosto mais!

[;)]
 
Claro, ou se conhece o motivo ou então foi Deus!

O problema desta lógica é que com a evolução humana as coisas que Deus fez vão sendo cada vez menos.

Presumo que isso seja uma alusão ao bosão de Higgs...Na verdade, quanto mais se sabe, cada vez são mais as coisas feitas por Deus, para utilizar o teu pensamento. Não é fantástico Deus ter criado o bosão!!??
 
Israel... "ouve", até gosto do país e do que ele representa!
Festas... quando a Igreja participa! Eu identifico-as como religiosas, pois são apresentadas, nas juntas, nas igrejas, nas escolas... como religiosas! Mas, com a participação da Igreja.
Não sou eu a querer implicar! Ok?
A bandeira até é azul e branca... eu gosto mais!

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Cristianismo e paganismo

"Na verdade, a Igreja Católica nunca conseguiu extinguir, de fato, as crenças classificadas pagãs."

A igreja anda lá, eu posso ter expressado mal, mas o que eu estou a dizer é que o que tu vês não é cristianismo, é uma mistura de festas pagãs com um bocadinho de cristianismo pelo meio, e tudo com outros fins, sejam financeiros, seja quando foi no tempo das evangelizações etc, a fé serve como desculpa para se praticarem certos actos, que vão contra o próprio cristianismo, e a fé, cristianismo, etc nunca é o fim/objectivo.

Dizer que a religião é causadora da guerra é um erro, existem interesses para haver uma guerra, usa-se é a fé como desculpa esfarrapada, sendo que para o resto é igual, faz-se festas porque se quer comes e bebes e movimentar uns €, nada tem a ver com fé nem cristianismo.

Daí dizer que o que te incomoda são as pessoas, não o cristianismo nem a sua fé.
 
Pois eu me confesso. Ultimamente, incomodam-me muito, mas muito mais os ateus com o seu discurso agressivo (que não é mais do que uma evangelização que tanto gostam de criticar) do que pessoas religiosas. Estas últimas mostram-se, pelo menos naquilo que me implica, mais tolerantes a quem não partilha das suas crenças.

O engraçado neste fenómeno é que o ateísmo é apenas mais uma crença. Algo que necessita de fé. A fé de que não existe Deus, mas uma fé de qualquer forma. Uma fé que vai além da falta de prova, como aliás sucede com quem tem fé de que Deus existe.

Têm todo o direito a existirem, como é óbvio, é pena serem tão intolerantes para com quem não comunga da sua fé. Muito à semelhança do que era a Igreja em tempos que já lá vão...

I second this !!
 
Obrigado pela explicação dos conceitos que te trouxe...

Vais permitir que te diga algo: deves ser jovem e és certamente precipitado. Mais importante, para a tua vida e das pessoas que te rodeiam, não será exatamente onde a tua fé se situará (ou se a tens sequer). Importante, acredito eu, é viver de acordo com certos valores, é viver com humanismo. Ser tolerante e aceitar a diferença. Exigir que os outros o sejam, também, porque viver em sociedade é exatamente isso.

Vais aprender (ou até já o aprendeste) que esses valores são partilhados por muita gente, religiosa ou não. E isso é mais importante que qualquer outra crença.

Sou jovem... desde 1968!
Não venhas com paternalismos, ok... jovem?
O conhecer o assunto em questão é algo que me diz respeito a mim... ok? O que vos diz respeito, é a minha capacidade, ou falta, de argumentação e o alicerçar dela! E o respeito pelos restantes!
Ainda não vos chamei nomes... mas, no entanto, aqueles que me acusam de o fazer... fazem-no!
E isso, também chateia!

[;)]

A titulo de desabafo...
Os meus pais professavam uma religião, que não a Católica, durante a Ditadura!
Quem o fez? Sabem como era?
Era algo de arriscado! Não existia liberdade religiosa! A Católica era a oficial! Ora... o Ateísmo nunca o foi! Lá está... uma comparação e uma diferença!
Mas isso não é a questão... essa é, eu sei do que falo, não mais nem menos que os restantes, por princípio. Eu conheço a bíblia, ao contrário do que alguns adivinham que não!
Tenham calma... vão reler o que escrevi. Insultei alguém? Chamei nomes aos que aqui me contrariam? Não me lembro de o fazer!
Expresso a minha opinião! Sou faccioso? Então, caro Mordor... também o és... e os restantes!
Torna-se frustrante discutir algo sério... é-se logo apelidado de faccioso, de isto e aquilo...
E depois, vêm como tu... com paternalismos baseados em actos de adivinhação acerca de ser jovem, etc.
Já reparei que existem aqui "colmeias"...

[;)]

Diz-me, por favor, onde é que eu demonstro não aceitar a diferença! A sério... mostra... ou criticar é não aceitar? Não me parece!
 
Também não está provado que não exista...

Tal como os unicórnios, o Yeti e o monstro do Lock Ness...

Dado que a ciência, no seu estado actual, não consegue demonstrar a origem do Universo, por exclusão de partes o mesmo só pode ter sido criado por uma entidade divina!

E essa entidade divina foi criada por quem? Por outra entidade ainda mais divina?



Entre um milhão de gajos comuns que acreditam num Deus porque os avós também acreditavam e vão à missa de quando em vez rezar uns avés e uns milhares de gajos riquissimos e ultra influentes a fazer uma data de cenas maradas em nome do maléfico Xenu, prefiro os primeiros. A comparar, compare-se com a opus dei...

Eu não prefiro nem deixo de preferir... apenas quis fazer ver que nem tudo que é diferente é obra do Demo, e que na verdade, nem são tão diferentes assim...

Esta parte "milhares de gajos riquissimos e ultra influentes" encaixa-se nas 2... porque isto de pregar a solidariedade e a partilha, e ter uma das maiores fortunas (fora o valor encoberto), mantos de ouro e coisas que tais não me entra na cabeça...

Sou cristão? Sim, sou, mas acredito à minha maneira, e não porque está num livro, ou porque apareceu numa torrada, ou porque não se consegue provar como é que se formou o universo...
 
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