O que é a praxe?

Agora imagina teres de fazer isso todos os dias, intervalo após intervalo.

Realmente depende muito de universidade para universidade.

Diria que depende muito mais do curso/faculdade e não da universidade. Um curso de letras vai ter uma praxe bem diferente de um curso de agro pecuária...
 
faltava cá o trajado de coimbra, espécime que se destaca dos restantes por ser mais mentecapto e por achar que a tradição académica só é levada realmente a sério em coimbra

LOOOOOOOOOL

Saiu-te ao lado essa, lamento. Não estudei em Coimbra, mas uma coisa é certa... a tradição académica em Coimbra é de facto o oposto da vivida em Lisboa... que praticamente não existe.
 
recomendo um backreading

Li todos os teus posts e não cheguei a conclusão nenhuma.
Eu conheço a vida académica em Coimbra e de facto não tem nada a ver com Lisboa. Gosto muito de Coimbra e da sua tradição mas fazer lá o curso dentro de um tempo razoável parece-me uma tarefa dos diabos [:D]
 
Li todos os teus posts e não cheguei a conclusão nenhuma.


pnão tirei conclusão das tuas palavras

já fui à minha e vendo o que se faz nas outras faculdades até foram bastante porreiros

Eu conheço a vida académica em Coimbra e de facto não tem nada a ver com Lisboa. Gosto muito de Coimbra e da sua tradição mas fazer lá o curso dentro de um tempo razoável parece-me uma tarefa dos diabos [:D]

é tão lindo ver pessoal de 30 anos ainda a tirar o mesmo curso onde entrou com 18 ou 19, uma das coisas mais lindas que eu já vi, sim
 
Não li as opiniões todas mas pelo que li, a maior parte das pessoas acha que praxe é apenas "obrigar" os caloiros a fazer coisas e vestir Capa e Batina. Mas a Praxe não é só isto! Festa das Latas, Queima das Fitas, Cortejo da Queima das Fitas, Serenatas (a da Latada e Monumental) só existem porque existe Praxe. Sim, eu estudo em Coimbra e sou completamente a favor da Praxe. Foi durante as praxes que fiz os meus melhores amigos na faculdade. E depois, como mudei de curso e fui bater ao 3º ano, foi-me muito mais difícil integrar, sem dúvida nenhuma.

Mais, quem se quiser informar acerca dos seus deveres e direitos na Praxe, tem um Código que pode ler. E quem o leu, sabe que, pelo menos em Coimbra, é proibido sujar/pintar caloiros.
E sim, que não quer entrar na Praxe não entra. Mas não entra em nada. Isso é ser Anti-Praxe, pelo que, quem quiser ser, tem que se declarar Anti-Praxe. Mas aí perde direito a tudo. Não pode vestir Capa e Batina porque fazem parte da Praxe, não pode ir no carro no penúltimo ano do seu curso, porque também isto faz parte da Praxe. Entre outras coisas.

Relativamente aos Tribunais de Praxe, estes existem porque, caso não saibam, os Estudantes, não estavam sujeitos à Lei Civil, pelo que, regulavam-se entre si, daí a existência destes tribunais e do tal Código.

Portanto, quem quer faz parte, quem não quer não faz. Quem entra nas faculdades, que se informe, que peça o Código da Praxe e, consoante isso, decida se quer fazer parte ou não.

Quanto às questões do pôr de quatro e outros "castigos", na minha opinião, servem para que os caloiros percebam que há uma hierarquia que deve ser respeitada, como se encontra ao longo da vida. Eu, pessoalmente, só pus alguém de quatro quando me faltavam ao respeito ou faltavam ao respeito a alguém. Para dar um exemplo, pus um caloiro de quatro porque este disse que "gajas são para usar e deitar fora". Na minha opinião, isto é uma falta de respeito perante todas as mulheres. E acreditem ou não esse caloiro faltou-me outras vezes ao respeito e "castiguei-o" outras vezes. Eu sou o Padrinho dele e hoje, passados 5 anos, somos amigos, respeita-mo-nos mutuamente, brincamos com essas situações e ele mudou em certas coisas que diz ter sido graças àquilo que lhe fiz.

Desculpem o testamento mas apenas queria mostrar a minha perspectiva. Certamente uns serão indiferente a ela, outros serão contra e outros a favor. Só peço que a respeitem e não me insultem por ser a favor da Praxe.

Cumprimentos
 
Eu fui praxado e praxei também. Nunca houve abusos ou coisas despropositadas e exageradas.
Já foi há uma data de anos,agora não sei como estão as coisas, mas o mais importante, era o convivio e a camaradagem entre o pessoal.
Bons tempos, isso sim!
 
Mas a origem do traje tem alguma coisa a ver com a praxe?
Eu não comprei porque achei um desperdicio de € por uma coisa que não ia usar, mas essas manias de impôr aos outros se podem ou não usar.

E eu não entrei na praxe, não sou anti-praxe, isso é uma falácia até:
Falsa dicotomia (bifurcação):
Também conhecida como "falácia do branco e preto". Ocorre quando alguém apresenta uma situação com apenas duas alternativas, quando de fato outras alternativas existem ou podem existir.
Ex: "Se você não está a favor de mim então está contra mim."

Não é da praxe é anti-praxe.

Isso está errado.

Sem falar da promiscuidade das AE com a praxe, e depois vê-se o trabalho e a corrupção nas AE's.
 
respondam lá isto sff

"Não gostas não comes" Como se costuma dizer.
Ninguem te vai convencer de nada pois não é esse o objetivo.
Se estás de tal maneira convencido contra a praxe então força, não a pratiques nem nela participes, mas também tens que respeitar quem dela gosta, participa e encoraja.
A praxe vai continuar a existir enquanto dela as pessoas participarem, acharem que vale a pena, e que gostam
Os veteranos de hoje foram os caloiros de ontem. Se hoje participam como veteranos na praxe, praticam porque querem e não porque alguém os obriga.
Na praxe fazem-se amigos para a vida, namoradas/namorados que acabam casados, e os tempos de praxe são genericamente recordados como muito bons tempos.

Fui praxado e praxei.
Diverti-me imenso em cada uma das vertentes.
Fiz amigos para a vida, foi lá que conheci a minha esposa.
Foram muito bons tempos. Sempre fui praxado porque quis, e praxei quem quis se praxado.
Ainda mantenho contacto com o meu padrinho de praxe, e com afilhados de praxe, quer como amigos quer como colegas de profissão.
Há um enorme espírito de solidariedade entre nós. Tudo isto devo á praxe. Sem ela as coisas seriam diferentes, mais frias, mais estéreis, mais impessoais.


Mas numa coisa os veteranos tem de vantagem em relação aos recém chegados caloiros:
Já conhecem a cidade, a universidade os professores e as cadeiras.
Tem mais experiência que os caloiros e como tal são uma mais valia para os poder orientar em alguns pontos mais ou menos úteis.
Os Veteranos estão no mesmo barco, mas estão mais avançados no barco do que os caloiros.
Nunca te esqueças de uma coisa. A universidade é mais do que um sitio para estudar e tirar um curso. Isso é apenas a componente curricular.
A experiência universitária é também toda uma vivência e experiência de vida que se bem vivida e aprendida fornece grandes lições para uma futura vida profissional, social e afectiva.
A universidade e a vida universitária fazem de nós um homenzinhos e mulherzinhas.

Quem vai par a universidade somente para estudar, fazer o curso e ir embora, alheando-se de tudo o quer a envolve, está a perder metade do que a "universidade" nos ensina. A universidade é uma experimentação académica e social.



Se não gostas, não pratiques, não participes. Mas em NADA: nem desfiles, nem serenatas, nem jantares de praxe, nem cerimónias de insígnias e traje, NADA do que seja da praxe, e participa somente nas actividades que são inerentemente institucionais, vais ver a diferença e o vazio que é.
Ninguem te vai proibir de participar no que quer que seja, mas ao menos as pessoas deveriam ser coerentes com o seu pensamento.

A praxe existiu, existe, e continuará a existir porque as pessoas que nela participam, gostam, verificam de facto as vantagens de nela participar e dela existir.
Se algum dia os actuais caloiros/futuros veteranos verificarem que a praxe não serve para nada, então nessa altura acaba, mas se ainda não acabou, é porque algo corre bem sendo os abusos raras excepções.

Tu fazes o que entenderes, temos que respeitar, mas tu também tens que respeitar quem pensa e actua de maneira diferente.
 
Não fui praxado, nunca praxei, nunca andei com traje académico e não fui à benção das fitas. Acredito quem em meios mais pequenos as coisas sejam diferentes, mas em Lisboa nunca me puseram de lado por não ter participado nas praxes.
 
Normalmente as pessoas têm uma ideia errada da praxe porque só se fala da praxe quando acontecem coisas más. Mas para mim, e falando da minha experiência pessoal, a praxe não foi má, bem pelo contrario, foi óptima!!!

Fui praxado de Setembro a Maio, até passar por baixo da varanda do reitor e deixar de ser caloiro. E foi das melhores coisas que passei.

Na praxe fui ensinado a ter respeito pelos outros, a ter respeito pela hierarquia, a trabalhar em equipa em prol dos objectivos, a ter orgulho no curso, a fazer os possíveis para honrar o curso, honrar as tradições académicas, ter respeito pelo traje, saber trajar segundo as leis académicas, perceber que todas as minhas acções podem ter efeitos negativos ou positivos não só em mim mas também nas pessoas que estão à minha volta.

Passei por coisas dolorosas é verdade, mas passei porque fiz *****, porque não respeitei o que devia ter respeitado, mas nunca, nunca me obrigaram a fazer nada que colocasse a minha saúde em perigo. Aliás sempre foram muito compreensivos, cuidadosos e preocupados com os problemas de saúde dos caloiros.

Nunca me senti humilhado por ninguém, fiz muitas brincadeiras, passei por muitas tradições que aprendi a respeitar e a ter orgulho em as ter passado. Fazer guerras de curso contra cursos com o dobro do tamanho e ganhar. Trabalhar para latada e ganhar. Passar pela praxe 24H, passar pelo juramento, pelo julgamento dos cardeais, pelo julgamento de curso, etc, etc...

Quem está de fora pode disser que tudo o que eu passei não vale nada, não é nada interessante, mas eu passei e digo, ADOREI e passaria por tudo novamente!!

Fazemos tantas coisas na vida que não nos trazem nada de valor para a nossa vida... O que ganhamos em passar horas a discutir e a ver futebol (e eu adoro e passo horas a ver)?! Isto é só um exemplo, mas há mais...

No dia do cortejo, dia em que os caloiros deixam-no de o ser, vieram-me as lágrimas aos olhos. Estava ao lado da minha madrinha, rodeado pelos doutores que me praxaram nos meses anteriores, e não deu para conter a emoção. Quem passa pelas tradições da praxe, e tem espírito para isso, aprende a respeitar e amar a praxe. Eu aconselho a irem de espírito aberto e a divertirem-se nas praxes, mas lembrem-se de uma coisa, só estão na praxe porque querem, mas depois de lá estarem têm que respeitar as leis da praxe.

Quanto ao traje, para mim, trajar é uma sensação muito boa! Não tem nada a ver com o me sentir superior, até porque eu trajei algumas vezes no meu ano de caloiro, e nessa altura era inferior a todos os outros. Mas o traje não é praxe, é óbvio que se praxares vais usar o traje muitas mais vezes do que senão praxares, mas o traje é a roupa oficial da universidade, é uma roupa que tenta ao máximo esconder as diferenças económicas entre as pessoas, tenta ao máximo mostrar que os alunos são todos iguais. Há regras bem rígidas para trajar que têm isso como objectivo. Tenho orgulho e respeito pela tradição de trajar e pela universidade em si.
 
Tudo isto devo á praxe. Sem ela as coisas seriam diferentes, mais frias, mais estéreis, mais impessoais.

praxe, o refúgio do pessoal que não sabe conhecer pessoas novas da forma normal


A experiência universitária é também toda uma vivência e experiência de vida que se bem vivida e aprendida fornece grandes lições para uma futura vida profissional, social e afectiva.

não, não e não

A universidade e a vida universitária fazem de nós um homenzinhos e mulherzinhas.

novamente, não


Se não gostas, não pratiques, não participes. Mas em NADA: nem desfiles, nem serenatas, nem jantares de praxe, nem cerimónias de insígnias e traje, NADA do que seja da praxe, e participa somente nas actividades que são inerentemente institucionais, vais ver a diferença e o vazio que é.

tanta cerimónia sem a mais pequena utilidade...
vazio? não me digas que o curso gira todo à volta da praxe, que não há jantares entre o pessoal da mesma faculdade/curso, manca-te pá


A praxe existiu, existe, e continuará a existir porque as pessoas que nela participam, gostam, verificam de facto as vantagens de nela participar e dela existir.
Se algum dia os actuais caloiros/futuros veteranos verificarem que a praxe não serve para nada, então nessa altura acaba, mas se ainda não acabou, é porque algo corre bem sendo os abusos raras excepções.

vai deixar de existir? nunca, vão haver sempre pessoas que gostam de exercer a sua vontade noutras, usando para isso o traje

Tu fazes o que entenderes, temos que respeitar, mas tu também tens que respeitar quem pensa e actua de maneira diferente.

porque raio hei-de respeitar quem tem umas palas nos olhos?
 
oXavier, não confundas o traje com a praxe, nada a ver... qualquer pessoa pode trajar, mesmo que não vá às praxes, pelo menos na U.M.

O mais certo é essas pessoas faltarem ao respeito às leis de trajar, porque simplesmente não o sabem fazer. E isso é uma vergonha!!!

Nós fundamentamos as nossas opiniões pró-praxe, tu limitaste a dizer não e mais não...
 
praxe, o refúgio do pessoal que não sabe conhecer pessoas novas da forma normal




não, não e não



novamente, não




tanta cerimónia sem a mais pequena utilidade...
vazio? não me digas que o curso gira todo à volta da praxe, que não há jantares entre o pessoal da mesma faculdade/curso, manca-te pá




vai deixar de existir? nunca, vão haver sempre pessoas que gostam de exercer a sua vontade noutras, usando para isso o traje



porque raio hei-de respeitar quem tem umas palas nos olhos?


Quem me parece que tem umas palas bem opacas á frente dos olhos és tu. Tira as palas, abre os olhos, e tenta perceber porque a esmagadora maioria das pessoas gosta da praxe.

"Manca-te", faz-te á vida, sai da toca, larga esse teu azedume e frustração, vai divertir-te e curtir a vida.

Notasse a falta que uma boa experiencia de praxe te faz. Falta-te veres na primeira pessoa o porque da esmagadora maioria das pessoas que experimentou a praxe, gostou, repetiu,e recomenda. É divertido.


Mas para quem recusa admitir tão veementemente que a experiência e vida universitária no seu pleno é enriquecedora e formadora, transmitindo ensinamentos que não se encontram nos livros, então está tudo dito em relação á tua pessoa.

E não a vida universitária não se resume á "praxe" se bem que tu nem sabes o que a praxe é visto não saberes que a praxe não se limita ao acolhimento aos caloiros nem ao traje, é muuuitoo mais do que isso.

Boa sorte para ti, felicidades, e que deixes esse negativismos e azedume, que não te fazem bem nenhum.

Deixo-te com a minha primeira frase do meu post anterior.

"não gostas não comes".
 
Quem me parece que tem umas palas bem opacas á frente dos olhos és tu. Tira as palas, abre os olhos, e tenta perceber porque a esmagadora maioria das pessoas gosta da praxe.

"Manca-te", faz-te á vida, sai da toca, larga esse teu azedume e frustração, vai divertir-te e curtir a vida.

Notasse a falta que uma boa experiencia de praxe te faz. Falta-te veres na primeira pessoa o porque da esmagadora maioria das pessoas que experimentou a praxe, gostou, repetiu,e recomenda. É divertido.


Mas para quem recusa admitir tão veementemente que a experiência e vida universitária no seu pleno é enriquecedora e formadora, transmitindo ensinamentos que não se encontram nos livros, então está tudo dito em relação á tua pessoa.

E não a vida universitária não se resume á "praxe" se bem que tu nem sabes o que a praxe é visto não saberes que a praxe não se limita ao acolhimento aos caloiros nem ao traje, é muuuitoo mais do que isso.

Boa sorte para ti, felicidades, e que deixes esse negativismos e azedume, que não te fazem bem nenhum.

Deixo-te com a minha primeira frase do meu post anterior.

"não gostas não comes".

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Ora aqui vão os meus dois cêntimos.

O que é a praxe? Depende. Depende da localidade, depende da universidade, depende do curso, depende das pessoas que a fizerem e depende da personalidade de quem passar por ela.

No meu caso a praxe não foi nada de mais, aliás, foi uma manhã e metade da tarde, passados num conhecido estaminé da cidade universitária em Lisboa. Levei com alguma porcaria em cima, cantei algumas parvoíces, andei parcialmente descalço e tive que beber uma mistela preparada num caixote do lixo (entretanto já acabei o curso e alguns dos que me praxaram ainda lá andam, provavelmente por amor ao Espirito Sant...er...desculpem Académico). Provavelmente noutras faculdades de Lisboa ou noutras Universidades e afins a duração seria maior e as actividades mais, vá, diversificadas.

O que é que eu ganhei com esse dia? Nada. Nem sequer me lembro dos colegas com quem falei nesse dia, quer caloiros, quer veteranos.
Fiquei pior do que estava antes? Em matéria de odor corporal sim, mas nada que um banho não resolvesse.

Quanto às vantagens da praxe que aqui foram faladas, parecem-me exageradas:

-fazer amigos: é um mito. É claro que há a potencialidade de fazer muitos conhecimentos, mas reduzir tal potencial a esse periodo temporal é no minimo estranho. Não é por não se fazer a praxe que não se fazem amigos. Amigos fazem-se nas aulas, nas festas, nos corredores, nos bares da faculdade, no fazer trabalhos ou estudar até às tantas da manhã, nos exames, and so on.

-possibilitar o acesso a festas/ celebrações /traje: esta para mim é das mais misteriosas. Não pode ir? Mas já alguém foi mesmo impedido? Nunca vi tal coisa. Geralmente a preocupação de quem controla a entrada é ver se a pessoa paga ou não. Se não há ninguém a controlar a entrada então a questão nem se coloca. Quanto ao traje, posso garantir que as lojas não têm nenhuma base de dados com a listagem dos praxados e dos anti praxes.

-integra os estudantes deslocados num meio novo: Se alguém é tão limitado ao ponto de estar dependente da praxe para conhecer a cidade onde vai passar os próximos anos então nem sequer merece estar no ensino superior.

-acho que alguém falou que dá a quem chega uma noção de hierarquia. Hierarquia? Entre colegas? Baseada em quê? No número de anos de casa? Acho que não é preciso explicar a falha numa hierarquia desse género. Tem que haver hierarquia para haver respeito mutuo?

Também se fala muito em "cumprir a tradição" (é particularmente engraçado ouvir pessoal de Instituições ou de cursos com um par de décadas a defenderem a importância das suas centenárias tradições), mas isso já é quase uma questão de fé, acho que nem vale ir por aí.

Em suma: não dês demasiada importância à praxe, não têm a importância que muita gente lhe quer dar e não influencia de forma decisiva a forma como vais passar o curso. Como já aqui te disseram o primeiro ano de faculdade é espectacular, ao pé do que esse ano é, a praxe é peanuts.
 
Realmente, a praxe é das coisas mais inuteis e idiotas que existem.. Às vezes passo por cada um a fazer com cada figura triste... Enfim, e depois ainda me espanta é haver quem ache que isso tudo é um espectaculo, e é respeito e tudo mais... A mim não me apanham nisso.
 
ora aqui vão os meus dois cêntimos.
-fazer amigos: é um mito. é claro que há a potencialidade de fazer muitos conhecimentos, mas reduzir tal potencial a esse periodo temporal é no minimo estranho. Não é por não se fazer a praxe que não se fazem amigos. Amigos fazem-se nas aulas, nas festas, nos corredores, nos bares da faculdade, no fazer trabalhos ou estudar até às tantas da manhã, nos exames, and so on
lol [:D][:D][:D] é um mito???

Achas mesmo que fazer amigos nas praxes implica só falar/conviver com eles durante as praxes?
As praxes é uma porta aberta para se conhecer nova gente levando assim a possíveis amizades, mas se não compreendes isso....deixa lá



-integra os estudantes deslocados num meio novo: Se alguém é tão limitado ao ponto de estar dependente da praxe para conhecer a cidade onde vai passar os próximos anos então nem sequer merece estar no ensino superior.
Também não percebes o que significa integrar os estudantes num novo meio? E referes conhecer a cidade como tal? [:D]
Novo meio: Ao ir para uma universidade, local maior,mais gente, mais diversidade de etnias, onde se conhece novos colegas, novos professores, amizades, alojamento, muitas vezes longe da família, provavelmente um dos factores que deriva disso é o conhecimento da cidade entre outros. Enfim... mandas posts sem fundamento qualquer
 
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