O que é a praxe?

Quem me parece que tem umas palas bem opacas á frente dos olhos és tu. Tira as palas, abre os olhos, e tenta perceber porque a esmagadora maioria das pessoas gosta da praxe.

não tenho culpa que sejam todos carneiros

"Manca-te", faz-te á vida, sai da toca, larga esse teu azedume e frustração, vai divertir-te e curtir a vida.

Notasse a falta que uma boa experiencia de praxe te faz. Falta-te veres na primeira pessoa o porque da esmagadora maioria das pessoas que experimentou a praxe, gostou, repetiu,e recomenda. É divertido.

nota-se é a falta que a língua portuguesa te faz. gostaram? eu também gostei da minha praxe mas não pintem um cenário optimista que depois o gajo que fez a thread vai para lá iludido a pensar que é tudo rosas

Mas para quem recusa admitir tão veementemente que a experiência e vida universitária no seu pleno é enriquecedora e formadora, transmitindo ensinamentos que não se encontram nos livros, então está tudo dito em relação á tua pessoa.

enriquecedora? co**, festas, bebedeiras e consequente cura de ressacas é que me vai preparar para o mercado de trabalho? humm

E não a vida universitária não se resume á "praxe" se bem que tu nem sabes o que a praxe é visto não saberes que a praxe não se limita ao acolhimento aos caloiros nem ao traje, é muuuitoo mais do que isso.

nem por isso

Deixo-te com a minha primeira frase do meu post anterior.

"não gostas não comes".

lol palas
 
-fazer amigos: é um mito. É claro que há a potencialidade de fazer muitos conhecimentos, mas reduzir tal potencial a esse periodo temporal é no minimo estranho. Não é por não se fazer a praxe que não se fazem amigos. Amigos fazem-se nas aulas, nas festas, nos corredores, nos bares da faculdade, no fazer trabalhos ou estudar até às tantas da manhã, nos exames, and so on.

-possibilitar o acesso a festas/ celebrações /traje: esta para mim é das mais misteriosas. Não pode ir? Mas já alguém foi mesmo impedido? Nunca vi tal coisa. Geralmente a preocupação de quem controla a entrada é ver se a pessoa paga ou não. Se não há ninguém a controlar a entrada então a questão nem se coloca. Quanto ao traje, posso garantir que as lojas não têm nenhuma base de dados com a listagem dos praxados e dos anti praxes.

-integra os estudantes deslocados num meio novo: Se alguém é tão limitado ao ponto de estar dependente da praxe para conhecer a cidade onde vai passar os próximos anos então nem sequer merece estar no ensino superior.

-acho que alguém falou que dá a quem chega uma noção de hierarquia. Hierarquia? Entre colegas? Baseada em quê? No número de anos de casa? Acho que não é preciso explicar a falha numa hierarquia desse género. Tem que haver hierarquia para haver respeito mutuo?

espera aí que já vêm aí os morceguinhos iluminados contradizer-te
 
lol [:D][:D][:D] é um mito???

Achas mesmo que fazer amigos nas praxes implica só falar/conviver com eles durante as praxes?
As praxes é uma porta aberta para se conhecer nova gente levando assim a possíveis amizades, mas se não compreendes isso....deixa lá

Não é necessário ser praxado para conhecer gente nova. Com aulas, festas, jantares, saídas à noite, estudo, etc, etc em 3 tempos conheces rapidamente um montão de gente.
 
Não é necessário ser praxado para conhecer gente nova. Com aulas, festas, jantares, saídas à noite, estudo, etc, etc em 3 tempos conheces rapidamente um montão de gente.

Evidente, há quem conheça gente nova sem ter qualquer tipo de relação com praxes/festas/jantaradas, não disse o contrário
Simplesmente a praxe é um meio muito mais fácil de se tornar tudo possível, incluindo novas amizades. E a probabilidade que se conhecer através das praxes é garantidamente maior!!!
 
Quanto ao mito, lê novamente o que eu escrevi. Se ainda fizeres a mesma interpretação do que eu escrevi, então lê novamente. Se ainda assim não entenderes, olha, deixa lá.

Sem fundamento? Já fiz o meu curso, fui estudante deslocado e fui praxado e como eu muitos amigos que, choque dos choques, não conheci na praxe. Falei do conhecer a cidade porque é o que vejo. Tudo isso de que falas não necessita de uma praxe.
 
Há várias universidades e vários tipos de praxe, eu fui praxado quase todas as semanas desde setembro a maio, e perdi nada com isso, as minhas notas foram bastante boas, vários doutores que me paraxaram irão acabar o curso este ano, por isso dizerem que a praxe prejudica os alunos e o seu desempenho é uma estupidez!!!

Dizem que a praxe não traz nada para o vosso futuro, se forem praxados como deve ser, pode sim trazer várias coisas, obvio que praxes de meio dia é igual a 0.

Como já muitos aqui disseram, o valor que se dá à praxe depende muito do espírito com que encaramos a praxe, depende da praxe que se tem, de quem nos praxa, e por fim da maneira que se aproveita ou daquilo que se está disposto a aprender com a praxe.

Muitos caloiros foram praxados comigo e simplesmente não ligaram puto à praxe, mas também a mentalidade deles não era de alguém com 18 anos... e isso via-se quando era para trabalhar tanto nas aulas (muitos deles fizeram 1 ou 2 cadeiras no 1º ano) como para comissão de festas e afins.

oXavier, tenta ter mais respeito por quem tem opiniões contrárias, é escusado partir para as agressões verbais, cada pessoa tem direito à sua opinião.

Já agora gostava de saber se alguma vez foste praxado, ou de como é que ficaste com essa opinião sobre a praxe.
 
Pode ser da hora mas não estou a ver a relação entre o fornecimento de sebentas, resumos e a praxe!?

Eu fui praxado. E daqui também é só boas memórias de dois anos a fazer palhaçadas num ambiente controlado (antes de alguém ir para a praxe até a questionário médico tinham direito, para não haver acidentes[:p]).

Há de facto há diferenças entre as praxes de acordo com a faculdade onde uma pessoa está. Numas quase inexistente, noutras há abusos ou já houve.


tinham dito que a praxe facilitava muito o acesso a sebentas e resumos, o que eu disse, foi que não notei nada disso.
 
Opah quem gosta de ser humilhado à força toda e de ser tratado abaixo de cão, vai gostar muito daquilo, quem não gostar o melhor é não ir.

Basicamente, enquanto és caloiro levas uma lavagem cerebral e fazem com que tu aches aquilo a melhor coisa do mundo, depois quando for a tua vez de praxar percebes o "podre" que é aquela ''instituição". Na minha faculdade só anda lá a praxar os frustrados e são sempre os mesmos 20 ou 30 todos os dias, apenas e só esses, a maioria vai a praxe e depois nem sequer quer praxar os outros.

Eu não fui a praxe, e não tive problemas nenhuns, e tenho mais amigos lá dentro que os que foram.
 
O conselho que te dou é: vai de mente aberta, participa. Se gostares, continua. Se não gostares, sai. Não tenhas medo dessas balelas de que não podes trajar, não te dão apontamentos, não te integras com os colegas, porque a não ser que sejas muito anti-social, é tudo mentira.


Eu fui, participei durante uns dias, não achei piada e saí (na minha dura uns meses). Tinha partes interessantes e engraçadas, como alguns jogos, mas nunca percebi a cena de gajos que eu nem sabia o nome nos gritarem aos ouvidos, obrigarem a estar sempre a olhar para o chão, pôr de 4 (de joelhos, no chão) durante imenso tempo e chamarem-nos de nomes. Em que é que isso nos integra? Em que é que nos faz crescer, como dizem? :confused: Qual a vantagem desses momentos para alguém que não os praxantes (que se divertem imenso)? :confused: Nunca me conseguiram responder a isto de forma séria.

Mas como somos todos diferentes, fomos todos educados de forma diferente, o porque o ser humano tem sempre a necessidade de se sentir parte de alguma coisa, há quem goste, e nesses casos não vejo porque saírem. Acho uma idiotice é o pessoal que ia e quando chegava a casa chorava ou não parava de se queixar da praxe. Eu, a única consequência que tive foi que o meu grupo inicial de amigos formou-se com os restantes que também não eram praxados e demorei um pouco mais de tempo a conhecer os que foram. De resto, e agora passados 4 anos, já houve colegas praxados que entretanto andaram ao soco, já houve não praxados que namoraram com praxadas, eu próprio já fiz amizades para a vida entre praxados e não praxados, etc.
Obrigado pelo esclarecimento. Ainda me falta algum tempo para a faculdade, mas como me falaram nisso abri o tópico. De qualquer modo, obrigado a todos pela ajuda.

sim, o caloiro é verme, besta... [:D], não fala, grunhe [:D]




sim aquilo é uma fórmula química super apurada que te dá a imunidade para conseguires não sair de lá [:D]

tive pena de não aproveitar mais as praxes


alguem disse por causa das sebentas... é logico... ganhamos o padrinho/madrinha e tal... arranjam as sebentas do curso
:D

Ora aqui vão os meus dois cêntimos.

O que é a praxe? Depende. Depende da localidade, depende da universidade, depende do curso, depende das pessoas que a fizerem e depende da personalidade de quem passar por ela.

No meu caso a praxe não foi nada de mais, aliás, foi uma manhã e metade da tarde, passados num conhecido estaminé da cidade universitária em Lisboa. Levei com alguma porcaria em cima, cantei algumas parvoíces, andei parcialmente descalço e tive que beber uma mistela preparada num caixote do lixo (entretanto já acabei o curso e alguns dos que me praxaram ainda lá andam, provavelmente por amor ao Espirito Sant...er...desculpem Académico). Provavelmente noutras faculdades de Lisboa ou noutras Universidades e afins a duração seria maior e as actividades mais, vá, diversificadas.

O que é que eu ganhei com esse dia? Nada. Nem sequer me lembro dos colegas com quem falei nesse dia, quer caloiros, quer veteranos.
Fiquei pior do que estava antes? Em matéria de odor corporal sim, mas nada que um banho não resolvesse.

Quanto às vantagens da praxe que aqui foram faladas, parecem-me exageradas:

-fazer amigos: é um mito. É claro que há a potencialidade de fazer muitos conhecimentos, mas reduzir tal potencial a esse periodo temporal é no minimo estranho. Não é por não se fazer a praxe que não se fazem amigos. Amigos fazem-se nas aulas, nas festas, nos corredores, nos bares da faculdade, no fazer trabalhos ou estudar até às tantas da manhã, nos exames, and so on.

-possibilitar o acesso a festas/ celebrações /traje: esta para mim é das mais misteriosas. Não pode ir? Mas já alguém foi mesmo impedido? Nunca vi tal coisa. Geralmente a preocupação de quem controla a entrada é ver se a pessoa paga ou não. Se não há ninguém a controlar a entrada então a questão nem se coloca. Quanto ao traje, posso garantir que as lojas não têm nenhuma base de dados com a listagem dos praxados e dos anti praxes.

-integra os estudantes deslocados num meio novo: Se alguém é tão limitado ao ponto de estar dependente da praxe para conhecer a cidade onde vai passar os próximos anos então nem sequer merece estar no ensino superior.

-acho que alguém falou que dá a quem chega uma noção de hierarquia. Hierarquia? Entre colegas? Baseada em quê? No número de anos de casa? Acho que não é preciso explicar a falha numa hierarquia desse género. Tem que haver hierarquia para haver respeito mutuo?

Também se fala muito em "cumprir a tradição" (é particularmente engraçado ouvir pessoal de Instituições ou de cursos com um par de décadas a defenderem a importância das suas centenárias tradições), mas isso já é quase uma questão de fé, acho que nem vale ir por aí.

Em suma: não dês demasiada importância à praxe, não têm a importância que muita gente lhe quer dar e não influencia de forma decisiva a forma como vais passar o curso. Como já aqui te disseram o primeiro ano de faculdade é espectacular, ao pé do que esse ano é, a praxe é peanuts.
Obrigado pelo esclarecimento. Como disse em cima, ainda me falta algum tempo para a faculdade, mas como me falaram disso decidi abrir o tópico. De qualquer modo, e mais uma vez, obrigado a todos pela ajuda.
 
tinham dito que a praxe facilitava muito o acesso a sebentas e resumos, o que eu disse, foi que não notei nada disso.

Ok, percebi mal;)

É que resumos e sebentas nas faculdade onde andei nunca tiveram nada a ver com o andar ou não andar na praxe.
 
Nunca fui propriamente apologista das praxes, exactamente porque ha sempre meia duzia de atrasados mentais com problemas de inferioridade que aproveitam para descarregar as suas próprias frustações nos outros...



Mas ao ler esta thread toda digo-vos que não fiquei inclinado a mudar de opinião...

Pelo que leio aqui quem não aceitar ser praxado acaba sempre por ser descriminado...

" Não podes usar traje!!! "

" Não podes sair nos nossos convivios!!! "

" Tem cuidado que assim não vais fazer amigos nem te vamos arranjar as sebentas!!! "

Sabem o que me lembram estas argumentações?

" Nha nha nha nha nha... Não participas na praxe então és um sapato velho com cheiro a bedum, até ao fim da tua vida, infinitos, coisital, e já não podes brincar connosco... "




Outra coisa que ouvi sobre a vida académica em coimbra, e que acho uma perfeita estupidez: os caloiros não podem sair á noite que os veteranos vão logo atrás deles para lhes "dar um correctivo" ?!?!?

Era a primeira noite e ia-mos os dois parar á esquadra...
 
Quando entrei na faculdade era meio atadinho. Do que me recordo, na altura tinha uma ideia obscura do que era a praxe, cheia de mitos que já foram aqui referidos.

Cheguei lá no 1º dia, estava a espera para me inscrever e apareceu um tipo que berrou uma pergunta ao meu ouvido. Olhei para ele e novamente levei um berro porque pelos vistos tinha de olhar para o chão. Pensei se seria aquilo seria a famosa praxe ou se era apenas uma exigência de submissão ridícula por um tipo vestido de pinguim. Mantive o contacto visual, já que, com 17 anos, tinha bem à flor da pele a educação de líder, não de escravo. Não gostou e voltou a berrar uma qualquer ordem. Como continuei a manter o contacto visual, teve de mobilizar e lá foi chamar uns amigos, já que prepotência singular não o estava a levar a lado nenhum.

É este minuto e meio a minha experiência de praxe. Nunca comprei aquele fato ridículo nem participei em sessões de maus tratos. Todavia fiz imensos amigos na faculdade, ajudei caloiros, trucidei gajas [:D], tive acesso a inúmeras sebentas e exames e nunca me foi barrado o acesso a nada. Foram anos de luxo!

A parte mais gira é que o tipo hoje trabalha para mim.
 
Quando entrei na faculdade era meio atadinho. Do que me recordo, na altura tinha uma ideia obscura do que era a praxe, cheia de mitos que já foram aqui referidos.

Cheguei lá no 1º dia, estava a espera para me inscrever e apareceu um tipo que berrou uma pergunta ao meu ouvido. Olhei para ele e novamente levei um berro porque pelos vistos tinha de olhar para o chão. Pensei se seria aquilo seria a famosa praxe ou se era apenas uma exigência de submissão ridícula por um tipo vestido de pinguim. Mantive o contacto visual, já que, com 17 anos, tinha bem à flor da pele a educação de líder, não de escravo. Não gostou e voltou a berrar uma qualquer ordem. Como continuei a manter o contacto visual, teve de mobilizar e lá foi chamar uns amigos, já que prepotência singular não o estava a levar a lado nenhum.

É este minuto e meio a minha experiência de praxe. Nunca comprei aquele fato ridículo nem participei em sessões de maus tratos. Todavia fiz imensos amigos na faculdade, ajudei caloiros, trucidei gajas [:D], tive acesso a inúmeras sebentas e exames e nunca me foi barrado o acesso a nada. Foram anos de luxo!

A parte mais gira é que o tipo hoje trabalha para mim.

Agora até me ri ao ler este post, principalmente a última frase[:D]

Eu participei na praxe no primeiro ano da faculdade, mas nunca dei demasiada importância àquilo e nem sequer fui a todas as sessões (apenas à semana de recepção do caloiro, que incluía diversas actividades na cidade).
Não vejo a praxe como algo negativo, pois ela pode ser benéfica em alguns aspectos, como ajudar na integração, conhecer colegas e pessoas novas, etc...

No entanto, eu nunca me identifiquei muito com a praxe e nem sequer comprei o traje na altura, por não achar muita piada à submissão imposta aos caloiros, a algumas "brincadeiras", etc...
Também não me imagino nunca a praxar ninguém.
E de facto há muitas outras maneiras de se conhecerem pessoas e de nos integrarmos.
Eu tenho vários amigos na faculdade e a grande maioria deles conheci-os fora da praxe.
Em termos de acesso a sebentas, etc... a praxe não influenciou minimamente, pois felizmente existe um óptimo espírito de partilha no meu ano em relação a material de estudo, etc...
E de facto não deixa de ser verdade que muitos (embora nem todos) que "vivem" para a praxe, são os que têm imensas cadeiras em atraso, passam a vida a beber em jantares, etc...
Essa não é de todo a minha maneira de ser.
Na minha opinião, temos de saber gerir o tempo da melhor maneira possível.
Posso não ter participado em muitas das actividades da praxe, mas acho que na altura aproveitei melhor o meu tempo livre a fazer coisas que gosto, do que a passá-lo em actividades da praxe e a submeter-me a fazer coisas que um "superior" impõe.
Não sei se será assim em todas as faculdades, mas pelo menos eu nunca senti que nenhum colega meu fosse posto de parte porque não participou em determinadas actividades da praxe.

Apesar disso, não assumo propriamente uma posição "anti-praxe" e até acho que as pessoas devem participar, pois é uma experiência diferente e muitos guardam excelentes recordações dos tempos que passaram como "caloiros"...
Eu próprio recordo bons momentos que passei lá (apesar de não ter sido muito tempo)...
 
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Quando entrei na faculdade era meio atadinho. Do que me recordo, na altura tinha uma ideia obscura do que era a praxe, cheia de mitos que já foram aqui referidos.

Cheguei lá no 1º dia, estava a espera para me inscrever e apareceu um tipo que berrou uma pergunta ao meu ouvido. Olhei para ele e novamente levei um berro porque pelos vistos tinha de olhar para o chão. Pensei se seria aquilo seria a famosa praxe ou se era apenas uma exigência de submissão ridícula por um tipo vestido de pinguim. Mantive o contacto visual, já que, com 17 anos, tinha bem à flor da pele a educação de líder, não de escravo. Não gostou e voltou a berrar uma qualquer ordem. Como continuei a manter o contacto visual, teve de mobilizar e lá foi chamar uns amigos, já que prepotência singular não o estava a levar a lado nenhum.

É este minuto e meio a minha experiência de praxe. Nunca comprei aquele fato ridículo nem participei em sessões de maus tratos. Todavia fiz imensos amigos na faculdade, ajudei caloiros, trucidei gajas [:D], tive acesso a inúmeras sebentas e exames e nunca me foi barrado o acesso a nada. Foram anos de luxo!

A parte mais gira é que o tipo hoje trabalha para mim.


[:)][:)][:)]
 
Nunca fui propriamente apologista das praxes, exactamente porque ha sempre meia duzia de atrasados mentais com problemas de inferioridade que aproveitam para descarregar as suas próprias frustações nos outros...



Mas ao ler esta thread toda digo-vos que não fiquei inclinado a mudar de opinião...

Pelo que leio aqui quem não aceitar ser praxado acaba sempre por ser descriminado...

" Não podes usar traje!!! "

" Não podes sair nos nossos convivios!!! "

" Tem cuidado que assim não vais fazer amigos nem te vamos arranjar as sebentas!!! "

Sabem o que me lembram estas argumentações?

" Nha nha nha nha nha... Não participas na praxe então és um sapato velho com cheiro a bedum, até ao fim da tua vida, infinitos, coisital, e já não podes brincar connosco... "




Outra coisa que ouvi sobre a vida académica em coimbra, e que acho uma perfeita estupidez: os caloiros não podem sair á noite que os veteranos vão logo atrás deles para lhes "dar um correctivo" ?!?!?

Era a primeira noite e ia-mos os dois parar á esquadra...

Nada a ver... Há tradições que fazem parte da praxe, e há tradições que fazem parte da universidade... são coisas diferentes, obvio que quem vai à praxe passa por ambas, quem não vai passa pelas últimas.

E tirem da cabeça a ideia de traje = praxe, é que não tem nada a ver... pensem no traje como uma roupa oficial da universidade, como se fosse um uniforme.

Quanto ao resto, acreditem que é tudo mentira... podem participar, podem fazer o que quiserem em todas as actividades que não pertençam à praxe.

Jantares de curso, torneios, etc, etc, tudo organizado pela comissão de festas, é tudo organizado para todo o curso, não é só para os praxantes ou para os praxados, é tudo extra praxe. E que trabalho dá organizar essas coisinhas todas. De salientar que qualquer pessoa pode fazer uma lista para a comissão de festas. Não misturem as coisas.

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Quanto ao resto, é engraçado muitos dos "anti" criticarem o aspecto dos praxantes serem frustrados, e quererem ser superiores a todos os outros... concordo que haja pessoas assim, eu não os apanhei felizmente... Quanto ao facto de passarem a vida na bebedeira e passarem lá anos e anos, a maior parte dos meus praxantes vão acabar o curso sem reprovar nenhum ano... Enquanto outros não é bem assim.

Mas a maneira como vocês tratam quem vai à praxe e quem gosta, é incrivelmente parecida com aquilo que criticam. Acham-se superiores, mais inteligentes, não seguem os carneirinhos, insultam etc, etc, etc...

Por acaso não acham que estão a ir contra aquilo que tanto defendem?! São coisas escusadas...

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A parte mais gira é que o tipo hoje trabalha para mim.
Qual é o objecto desta frase? dar a entender que ele é inferior a ti?! dar a entender que quem praxa e vai a praxe é burro?

Podes ser o Einstein mas o Kadafi percebe mais do assunto do que tu... temos pena... [:)]

Ainda bem, não me queres elucidar? gosto de aprender ;) Podias ter dito logo tudo no post, em vez de ofensivo podias ser mais esclarecedor.
 
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