O Poder modifica as pessoas?

Estado
Não está aberto a mais respostas.
Curioso que quase todos abordaram o problema pela perspectiva que "são todos uns falhados que querem libertar as sua frustrações e só demonstram quem realmente são quando têm o poder nas mãos" (compilação de vários comentários).


Ninguém abordou o assunto pela perspectiva:

Acima de tudo há uma falta de preparação muito grande para se ter poder, as pessoas vão subindo porque são muito boas noutras coisas e de repente têm poder na mão mas sem nunca terem sido preparadas para tal e depois, (segundo o Princípio de Peter), começa a dar asneira!

A capacidade de liderança nasce com muito poucos, normalmente é algo que tem de se trabalhar muito para se atingir, e em Portugal ainda é um domínio que se trabalha muito pouco!
 
Curioso que quase todos abordaram o problema pela perspectiva que "são todos uns falhados que querem libertar as sua frustrações e só demonstram quem realmente são quando têm o poder nas mãos" (compilação de vários comentários).


Ninguém abordou o assunto pela perspectiva:



A capacidade de liderança nasce com muito poucos, normalmente é algo que tem de se trabalhar muito para se atingir, e em Portugal ainda é um domínio que se trabalha muito pouco!


Ora muito bem! Eu diria mesmo que a capacidade de liderança, que eu designo simplesmente por carisma, é maioritariamente inata. Ou seja: há pessoas que nasceram para ser líderes e que o são naturalmente, sem terem que se esforçar muito por isso. O carisma não se aprende, tem-se. Por muito que alguém possa ser letrado, estudado, ter aprendido tudo e mais alguma coisa e tirado "N" cursos com notas brilhantes, poderá nunca vir a ser bom chefe, simplesmente porque não sabe mandar, sendo que as capacidades e competências dele se revelam noutras áreas que não a liderança.
 
Mas a questão importante, é que a liderança também se trabalha (mesmo os carismáticos líderes mundiais o fazem)! É tão importante trabalhá-la como a matemática, o raciocínio lógico, a história ou a geografia! Quanto mais cedo for trabalhada, mais natural ela resultará.


As melhores escolas de gestão do mundo trabalham muito esta área porque ela é nuclear no sucesso de um gestor. Em Portugal quando alguém quer trabalhar liderança lê algo como "Leadership for dummies" e pensa que está pronto, muito do insucesso de algumas empresas Portuguesas passa pela incapacidade de liderança!
 
Curioso que quase todos abordaram o problema pela perspectiva que "são todos uns falhados que querem libertar as sua frustrações e só demonstram quem realmente são quando têm o poder nas mãos" (compilação de vários comentários).


Ninguém abordou o assunto pela perspectiva:



A capacidade de liderança nasce com muito poucos, normalmente é algo que tem de se trabalhar muito para se atingir, e em Portugal ainda é um domínio que se trabalha muito pouco!

Enganas-te, e ja referi um exemplo desses no meu emprego [;)]
 
Ora muito bem! Eu diria mesmo que a capacidade de liderança, que eu designo simplesmente por carisma, é maioritariamente inata. Ou seja: há pessoas que nasceram para ser líderes e que o são naturalmente, sem terem que se esforçar muito por isso. O carisma não se aprende, tem-se. Por muito que alguém possa ser letrado, estudado, ter aprendido tudo e mais alguma coisa e tirado "N" cursos com notas brilhantes, poderá nunca vir a ser bom chefe, simplesmente porque não sabe mandar, sendo que as capacidades e competências dele se revelam noutras áreas que não a liderança.

Mandar toda a gente sabe, mas liderar, está ao alcançe de muito poucos.
 
Poder corrompido !

Poder corrompido !

No caso de uma equipa de moderação, que existe em muitos espaços de conversação, e não só por essa Internet fora, há um pouco a tendência para a comunidade pensar que as pessoas que passam a ser moderadoras se sentem renascidas e imbuídas de alguma divindade, em vez de perceberem que esses simples mortais, que receberam mais alguma responsabilidade para moderar, têm as suas vidas pessoais onde têm, de facto, muitos deles, responsabilidades incomensuravelmente maiores do que aquelas que receberam por acréscimo quando passaram a integrar uma equipa com características e funções desta natureza!

No fundo, adquirem é mais trabalho apenas e porque sentem que têm, e são reconhecidos nisso, mais alguma coisa a dar à comunidade, seja em ajuda directa a cada um, seja em contribuição na gestão da equipa comunitária mais vasta, seja, simplesmente, exercendo o seu direito de opinar enquanto simples membros desse grupo alargado de pessoas, ou, então, gerindo conflitos, mantendo o ambiente tão sadio quanto possível, etc.



Pé leve vais permitir por certo que tomando como exemplo este excerto, que muito bem deste, eu desenvolva o meu raciocínio, é que o exemplo que deste senti-o na pele quando fui vosso colega na moderação, senti, as injustiças e as confusões que por vezes os users fazem, muitas vezes num copo de água, e com uma razão dúbia.



E sim é verdade, estar “desse lado”, estar na moderação, tirando um caso em particular é fazê-lo de forma gratuita por vezes com prejuízo de um ou outro momento que poderíamos estar descontraídos, sem estar a gerir conflitos.

Contudo e a nível comparativo dou um exemplo para que vocês moderadores e a comunidade AHO em geral, perceba o que ocorre e o que me faz ficar bacoco quando vejo determinados personagens a botar faladura.


Um caso “sui generis” num sistema presidencial onde o Presidente é a figura máxima e na sua dependência um PM

Esse PM nomeia e escolhe os seus Ministros, e por sua vez em concordância com o PM todos escolhem Sec. de Estado.

Assim:

Presidente A, nomeia B para seu fiel PM será ele que directamente tomará conta dos assuntos da Nação, este nomeia seguidamente variadíssimos ministros para ministérios tão importantes como, Administração Interna, Justiça.

A palavra de ordem é manter a segurança, fazer cumprir as leis e punir os infractores.

Assim são escolhidos diversos Sec. de Estado, em função do perfil conhecido, das informações disponíveis, da avaliação pelo seu passado e postura perante a sociedade.

Escolhem alguns conhecidos de longa data – os do aparelho partidário ou do lobbie vigente - e para reforças a equipa procuram alguns independentes que correspondam com o perfil pretendido.

Feitos os convites aos independentes, alguns aceitam, não sem antes declararem a sua liberdade de pensamento independentemente de actuarem nesse governo.

Acordado e aceite por todas as partes, assumem-se funções.

Ora Justiça e Administração Interna são sempre sectores sensíveis, que urge manter com firmeza.

E dentro destes predicados, como é costume dizer-se, é-o para todos.

Ora um determinado secretário de estado - independente - insurge-se com um determinado comportamento que detecta como irregular num cidadão (chamemos-lhe J) , chama a atenção, e alerta para que o corrija.

Neste atrito inicial a coisa foi resolvida, o Cidadão J acatou o cumprimento das regras, embora com relutância e desafiando o poder de quem o chamara á razão, já que dizia ser uma pessoa que contribuíra muito para sociedade.

Contudo voltou a incorrer em nova infracção, nova chamada de atenção e então sim, desta vez há lugar a uma penalização (a juntar a anteriores) porque de cidadão arranjou arruaça chegando a ofender outros cidadãos e agentes da autoridade.

O Secretário de Estado – (digamos que é o K)- que levou á aplicação da justiça não sabia contudo de um facto, este Cidadão J, convivia de forma muito directa com o MINISTRO (chamemos-lhe L). Partilhavam interesses em comum, tinham alguma afinada ideológica e um facto que não se deve nunca descurar, bebiam copos em conjunto, etc.


Ora o CidadãoJ, resolve accionar os seus conhecimentos, porque alguém não o deixara actuar a seu bel prazer.

Contacta o MINISTRO L que está na cadeia hierárquica na dependência directa do PM B, e mete uma cunha para resolver o seu problema. A sua vida é um inferno já que não o deixam viver conforme quer, e teimam em aplicar as leis, é um desgraçado que é acossado pela justiça.

O MINISTRO L, que possuía (como vimos acima) pontos em comum com o CidadãoJ, vai tentar encontrar no passado de Sec. de EstadoK algo que sirva esses interesses, vasculha, e encontra algo que pode servir o interesse de ambos.

O Sec. de EstadoK conhecia alguém que estivera ligado a um escândalo que levara á demissão de um antigo Sec. Estado.

Conhecedor desta informação o Ministro L passa essa informação para o exterior, nomeadamente ao CidadãoJ.

Ambos vão agora trabalhar no intuito de desacreditar o Sec. EstadoK.

Porque como independente estava a levantar muitas ondas num “circulo de conhecimentos” que não convinha mexer.

A forma encontrada pelo Ministro L, é levar o assunto ao PM B.

Conta os factos (sem aprofundar os mesmos) conforme quer e aguarda na sombra

Contudo na ânsia de contentar o seu conhecido e amigo (o Cidadão J), revela que está em curso o golpe palaciano.

Este Cidadão J que é na verdade um espalha brasas, não se contem e antes dos factos serem tornados públicos de forma oficial corre a colocar no seu BLOG e a publicar num qualquer fórum a desgraça em que incorrera o Sec. Estado K. São 23.00H

O PM B, sem analisar os factos e sem ouvir o visado (o Sec. de estado K) em particular, publica internamente uma nota acusatória com os factos que levaram ao seu conhecimento. É perto das 19.00h

Confrontado o Sec. EstadoK confirma a sua proximidade com a pessoa em causa e confirma o grau de parentesco, explica porque nunca revelara esse parentesco, quando entrara para a equipa de governação.

É-lhe anunciado que deixariam de confiar nele, e que a “equipa” ficaria fragilizada com a sua presença devido ao clima de suspeição em seu redor.

Sem nunca colocar em causa as razões, K apresenta a sua demissão, (são aprox. 21.30h) não seria por si que haveria desconfianças internas, sempre vivera segundo um clima de lealdade, e se este seu erro era assim abordado, aceitava as consequências.

O pedido de demissão é aceite de imediato. K Limpa o gabinete e sai do Governo ás 24.00h


Como é comum nestas situações, há um código de reserva, onde assuntos tratados nas mais altas instâncias não são revelados para o exterior, um acordo de cavalheiros, em suma de pessoas de palavra.



No dia posterior á sua demissão, o Ex. Sec de Estado K recebe um alerta. Circula uma “estória” sobre a sua demissão.

A “estória” dizia, que ele, K, usara pseudónimos, para atacar anteriores governos e em particular um Sec. de Estado demitido.

ALGUÉM de dentro do governo, revelara para o exterior uma versão diferente do que ocorrera.

Tenta chegar á fala do PM B que rejeita qualquer contacto.

Alguns dos membros do governo hesitam falar com ele ao fim e ao cabo era alguém de quem se devia suspeitar.

Até que o espalha brasas do Cidadão J exulta em publico com o seu afastamento, exulta de forma tão exuberante que o Ministro L se vê forçado a agir e a ocultar tanta exuberância.

Felizmente houvera outros cidadãos atentos que haviam visto o encobrimento descarado, e alertam o Ex. Sec Estado K.

K tentou inúmeras vezes o contacto com o PM A que fora até a pessoa responsável para a sua entrada na governação.

Nada. Nem resposta, nem averiguação dos factos.

Este percebeu então a razão, o Cidadão J e o Ministro L haviam traficado influencias, haviam mostrado que é possível afastar alguém, porque o lobbie estivera acima da governação.

A justiça era para ser aplicada, mas tal como no romance de George Orwell onde haviam uns animais – os porcos - mais importantes que outros, também ali havia cidadão de primeira e o cidadão de segunda, depende se bebe copos com o ministro, ou se partilha interesses em comum.

Esse cidadão de primeira J, amplamente beneficiado e com a conivência do Ministro L, durante dias, lançou impropérios publicamente, desafiou a autoridade, condicionou a actuação do Ministro L, este ainda se riu com o triste espectáculo que proporcionou.



Nota:

O Ex. Sec de Estado K só conseguiu ver feita alguma justiça porque recorreu ao Presidente A, munido de documentação que conseguiu angariar, porque senão ainda hoje estariam a fazer passar a imagem errada dele.

O PM A continua no poder.
O Ministro L continua a conspurcar a governação (escudando-se na equipa) e lançando amiúde suspeições sobre K.



Resumindo
Quando se olha para este panorama, como é que querem que se acredite no que alguns personagens dizem e fazem!?

Esta é forma de usar o “poder” ou o “contra poder” !?

Privilegiam-se conhecidos, traficam-se influências em detrimento do acto de governar bem !?

Afasta-se todo aquele que não aceita o lobbie instituído!?

È isto o uso do “poder” ou é de um “poder corrompido” que se fala ?


Desculpem a extensão do post, mas não tinha outra forma de dar uma ideia do uso indevido do poder, e da corrupção a ele associada.

[;)]
 
Bem este é um tema interessante.

Vou só dar um lamiré que creio, ajudará à conversa.

Eu estive alguns anos na FAP como muitos saberão e tinha o comando de uma secção de cerca de 30 pessoas, na época tinha pouca idade e pouca experiência de vida mas a maioria das pessoas com quem trabalhava eram já casados e muitos com filhos.

Trabalhei tb com a FAA em serviços conjuntos e em que a função de chefia era sempre do mais antigo, independentemente da nacionalidade, tb tive o privilegio de trabalhar com outras forças NATO em condições semelhantes.

Tb tenho alguma experiência de moderação noutros fóruns e num chat (isto só para entenderem a relevância e já que falaram nisso).

Actualmente não tenho funções de chefia nem pretendo ter, já que entendo que um serviço deve funcionar de acordo com normas morais, éticas e sempre de forma correcta no sentido de agilizar procedimentos e de acordo com a função a que se destina e não para "tapar buracos" originados pela má gestão ou em favorecimento de alguém.

Regi sempre o meu comportamento quer pelo bom senso e educação recebida em casa, quer pela formação de comando recebida na FAP.

De onde destaco estas duas regras:




Não creio que um chefe tenha de ser duro e autoritário, não pode é ser demasiado condescendente ou parvo, mas deve ser sensato e curioso, já que ser chefe não dá conhecimento imediato sobre tudo.

É claro que há gente que se vende por um lugar de chefia e há gente que é afastado de lugares de alguma responsabilidade precisamente por ter comportamentos isentos, mas que não agradam.

De qualquer forma sigo sempre o que aprendi em casa, entendendo sempre que há dois tipos de pessoas neste mundo, os filhos da mãe deles e os filhos da outra...


... e que "Si vis pacem para bellum".


[;)]


Muito bom

apr:) apr:) apr:)

" Veritatis simplex oratio "

[;)]
 
Pé leve vais permitir por certo que tomando como exemplo este excerto, que muito bem deste, eu desenvolva o meu raciocínio, é que o exemplo que deste senti-o na pele quando fui vosso colega na moderação, senti, as injustiças e as confusões que por vezes os users fazem, muitas vezes num copo de água, e com uma razão dúbia.

(...)


È isto o uso do “poder” ou é de um “poder corrompido” que se fala ?


Desculpem a extensão do post, mas não tinha outra forma de dar uma ideia do uso indevido do poder, e da corrupção a ele associada.

[;)]

Esse "governo" não é, obviamente, constituído por gente séria.

Às vezes o poder tem as costas largas. Se há pessoas que não são sérias, não é o poder que vai fazer delas sérias.

Seja na internet ou na vida real.
 
Pé leve vais permitir por certo que tomando como exemplo este excerto, que muito bem deste, eu desenvolva o meu raciocínio, é que o exemplo que deste senti-o na pele quando fui vosso colega na moderação, senti, as injustiças e as confusões que por vezes os users fazem, muitas vezes num copo de água, e com uma razão dúbia.
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Acho completamente desnecessário esse teu post.
Pelos vistos continuas com a tua "luta" ad eternum , o que eu acho triste, mas enfim ...
 
Pé leve vais permitir por certo que tomando como exemplo este excerto, que muito bem deste, eu desenvolva o meu raciocínio, é que o exemplo que deste senti-o na pele quando fui vosso colega na moderação, senti, as injustiças e as confusões que por vezes os users fazem, muitas vezes num copo de água, e com uma razão dúbia.



E sim é verdade, estar “desse lado”, estar na moderação, tirando um caso em particular é fazê-lo de forma gratuita por vezes com prejuízo de um ou outro momento que poderíamos estar descontraídos, sem estar a gerir conflitos.

Contudo e a nível comparativo dou um exemplo para que vocês moderadores e a comunidade AHO em geral, perceba o que ocorre e o que me faz ficar bacoco quando vejo determinados personagens a botar faladura.


Um caso “sui generis” num sistema presidencial onde o Presidente é a figura máxima e na sua dependência um PM

Esse PM nomeia e escolhe os seus Ministros, e por sua vez em concordância com o PM todos escolhem Sec. de Estado.

Assim:

Presidente A, nomeia B para seu fiel PM será ele que directamente tomará conta dos assuntos da Nação, este nomeia seguidamente variadíssimos ministros para ministérios tão importantes como, Administração Interna, Justiça.

A palavra de ordem é manter a segurança, fazer cumprir as leis e punir os infractores.

Assim são escolhidos diversos Sec. de Estado, em função do perfil conhecido, das informações disponíveis, da avaliação pelo seu passado e postura perante a sociedade.

Escolhem alguns conhecidos de longa data – os do aparelho partidário ou do lobbie vigente - e para reforças a equipa procuram alguns independentes que correspondam com o perfil pretendido.

Feitos os convites aos independentes, alguns aceitam, não sem antes declararem a sua liberdade de pensamento independentemente de actuarem nesse governo.

Acordado e aceite por todas as partes, assumem-se funções.

Ora Justiça e Administração Interna são sempre sectores sensíveis, que urge manter com firmeza.

E dentro destes predicados, como é costume dizer-se, é-o para todos.

Ora um determinado secretário de estado - independente - insurge-se com um determinado comportamento que detecta como irregular num cidadão (chamemos-lhe J) , chama a atenção, e alerta para que o corrija.

Neste atrito inicial a coisa foi resolvida, o Cidadão J acatou o cumprimento das regras, embora com relutância e desafiando o poder de quem o chamara á razão, já que dizia ser uma pessoa que contribuíra muito para sociedade.

Contudo voltou a incorrer em nova infracção, nova chamada de atenção e então sim, desta vez há lugar a uma penalização (a juntar a anteriores) porque de cidadão arranjou arruaça chegando a ofender outros cidadãos e agentes da autoridade.

O Secretário de Estado – (digamos que é o K)- que levou á aplicação da justiça não sabia contudo de um facto, este Cidadão J, convivia de forma muito directa com o MINISTRO (chamemos-lhe L). Partilhavam interesses em comum, tinham alguma afinada ideológica e um facto que não se deve nunca descurar, bebiam copos em conjunto, etc.


Ora o CidadãoJ, resolve accionar os seus conhecimentos, porque alguém não o deixara actuar a seu bel prazer.

Contacta o MINISTRO L que está na cadeia hierárquica na dependência directa do PM B, e mete uma cunha para resolver o seu problema. A sua vida é um inferno já que não o deixam viver conforme quer, e teimam em aplicar as leis, é um desgraçado que é acossado pela justiça.

O MINISTRO L, que possuía (como vimos acima) pontos em comum com o CidadãoJ, vai tentar encontrar no passado de Sec. de EstadoK algo que sirva esses interesses, vasculha, e encontra algo que pode servir o interesse de ambos.

O Sec. de EstadoK conhecia alguém que estivera ligado a um escândalo que levara á demissão de um antigo Sec. Estado.

Conhecedor desta informação o Ministro L passa essa informação para o exterior, nomeadamente ao CidadãoJ.

Ambos vão agora trabalhar no intuito de desacreditar o Sec. EstadoK.

Porque como independente estava a levantar muitas ondas num “circulo de conhecimentos” que não convinha mexer.

A forma encontrada pelo Ministro L, é levar o assunto ao PM B.

Conta os factos (sem aprofundar os mesmos) conforme quer e aguarda na sombra

Contudo na ânsia de contentar o seu conhecido e amigo (o Cidadão J), revela que está em curso o golpe palaciano.

Este Cidadão J que é na verdade um espalha brasas, não se contem e antes dos factos serem tornados públicos de forma oficial corre a colocar no seu BLOG e a publicar num qualquer fórum a desgraça em que incorrera o Sec. Estado K. São 23.00H

O PM B, sem analisar os factos e sem ouvir o visado (o Sec. de estado K) em particular, publica internamente uma nota acusatória com os factos que levaram ao seu conhecimento. É perto das 19.00h

Confrontado o Sec. EstadoK confirma a sua proximidade com a pessoa em causa e confirma o grau de parentesco, explica porque nunca revelara esse parentesco, quando entrara para a equipa de governação.

É-lhe anunciado que deixariam de confiar nele, e que a “equipa” ficaria fragilizada com a sua presença devido ao clima de suspeição em seu redor.

Sem nunca colocar em causa as razões, K apresenta a sua demissão, (são aprox. 21.30h) não seria por si que haveria desconfianças internas, sempre vivera segundo um clima de lealdade, e se este seu erro era assim abordado, aceitava as consequências.

O pedido de demissão é aceite de imediato. K Limpa o gabinete e sai do Governo ás 24.00h


Como é comum nestas situações, há um código de reserva, onde assuntos tratados nas mais altas instâncias não são revelados para o exterior, um acordo de cavalheiros, em suma de pessoas de palavra.



No dia posterior á sua demissão, o Ex. Sec de Estado K recebe um alerta. Circula uma “estória” sobre a sua demissão.

A “estória” dizia, que ele, K, usara pseudónimos, para atacar anteriores governos e em particular um Sec. de Estado demitido.

ALGUÉM de dentro do governo, revelara para o exterior uma versão diferente do que ocorrera.

Tenta chegar á fala do PM B que rejeita qualquer contacto.

Alguns dos membros do governo hesitam falar com ele ao fim e ao cabo era alguém de quem se devia suspeitar.

Até que o espalha brasas do Cidadão J exulta em publico com o seu afastamento, exulta de forma tão exuberante que o Ministro L se vê forçado a agir e a ocultar tanta exuberância.

Felizmente houvera outros cidadãos atentos que haviam visto o encobrimento descarado, e alertam o Ex. Sec Estado K.

K tentou inúmeras vezes o contacto com o PM A que fora até a pessoa responsável para a sua entrada na governação.

Nada. Nem resposta, nem averiguação dos factos.

Este percebeu então a razão, o Cidadão J e o Ministro L haviam traficado influencias, haviam mostrado que é possível afastar alguém, porque o lobbie estivera acima da governação.

A justiça era para ser aplicada, mas tal como no romance de George Orwell onde haviam uns animais – os porcos - mais importantes que outros, também ali havia cidadão de primeira e o cidadão de segunda, depende se bebe copos com o ministro, ou se partilha interesses em comum.

Esse cidadão de primeira J, amplamente beneficiado e com a conivência do Ministro L, durante dias, lançou impropérios publicamente, desafiou a autoridade, condicionou a actuação do Ministro L, este ainda se riu com o triste espectáculo que proporcionou.



Nota:

O Ex. Sec de Estado K só conseguiu ver feita alguma justiça porque recorreu ao Presidente A, munido de documentação que conseguiu angariar, porque senão ainda hoje estariam a fazer passar a imagem errada dele.

O PM A continua no poder.
O Ministro L continua a conspurcar a governação (escudando-se na equipa) e lançando amiúde suspeições sobre K.



Resumindo
Quando se olha para este panorama, como é que querem que se acredite no que alguns personagens dizem e fazem!?

Esta é forma de usar o “poder” ou o “contra poder” !?

Privilegiam-se conhecidos, traficam-se influências em detrimento do acto de governar bem !?

Afasta-se todo aquele que não aceita o lobbie instituído!?

È isto o uso do “poder” ou é de um “poder corrompido” que se fala ?


Desculpem a extensão do post, mas não tinha outra forma de dar uma ideia do uso indevido do poder, e da corrupção a ele associada.

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Men .......:eek::confused::rolleyes:
 
Bom, deixa-me cá falar claro e pôr as cartas na mesa.

Todos os tópicos que abordam esta temática acabam invariavelmente por ir dar ao mesmo, havendo sempre a entrada oportuna do Excalibur, que trata logo de puxar a conversa para o lado que mais lhe convém. Não pensem que não estávamos à espera disto, até face ao próprio autor do tópico, cujo acto de criação do mesmo não teve nada de inocente, pelo contrário. E assim se inquina mais uma vez aquilo que até poderia ser um bom tópico, não fosse ele criado com segundas intenções que não passam despercebidas a quem conhece os users, por mais que eles coloquem a máscara de anjinho ao criar os ditos tópicos.
É a gozar com a boa vontade dos users, que, esses sim, na sua maioria esmagadora, vêm aqui discutir a temática pela temática, com as melhores intenções de contribuir para a saudável troca de ideias e opiniões, que é o que se pretende, afinal, para um fórum.
Mas depois lá vem o Excalibur, esfregando as mãos de contente, a pensar: "Ah, chegou a hora de denunciar estes gajos todos outra vez e mostrar a todo o mundo como a devassidão grassa por lá e como eu sou um mártir do sistema!".
Excalibur: acorda! As pessoas não querem saber de nada disso, os users estão fartos da "lavagem de roupa suja em praça pública" como eles dizem, e muito bem; existe unanimidade em relação ao facto de que... eles não querem saber!! Já que gostas tanto de literatura, tenta arranjar uma tradução do texto de Franz Kafka, "Gib's auf!" (= desiste! - existe uma muito boa da minha ex-professora de Introdução aos Estudos Literários, a Doutora Maria António Hörster, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) e deixa o pessoal em paz com as tuas histórias da conspiração! Repito: ELAS NÃO QUEREM SABER!
Tu és um user com excelente imagem junto dos outros, mas acredita que esses teus escritos cheios de linguagem figurada não te levam a lado nenhum, pois já todos estão fartinhos de saber que houve aí umas chatices, mas... (já sabes a frase que vem a seguir). Enfim, só te enterras mais é a ti mesmo, ao mesmo tempo que revelas traços de extrema obstinação que começa já a roçar o patológico.
Por isso, Excalibur, faz um favor a ti mesmo, aos restantes users - que não merecem estas cenas tristes da tua parte - e ao próprio fórum, e vê se arranjas uma vida para fazer coisas mais interessantes do que a requentar comida que já deve estar pútrida e fétida de estar sempre a ser levada ao micro-ondas. Assume a tua idade cronológica e deixa-te de birrinhas infantis, que já não tens idade para isso! Cresce, que já és homenzinho!
Arre! :sh)
 
Tens noção que não ficas com a ultima palavra sobre este assunto, não tens?

Eu tambem acho que este assunto já não dá sumo nenhum...mas enquanto houver uma motivação (que não entendo qual) por parte do Secretario K, isto não vai passar deste disco riscado que mais ninguem quer ouvir nem dá atenção... só faz saltar para a faixa seguinte!


[;)]
 
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