Bem este é um tema interessante.
Vou só dar um lamiré que creio, ajudará à conversa.
Eu estive alguns anos na FAP como muitos saberão e tinha o comando de uma secção de cerca de 30 pessoas, na época tinha pouca idade e pouca experiência de vida mas a maioria das pessoas com quem trabalhava eram já casados e muitos com filhos.
Trabalhei tb com a FAA em serviços conjuntos e em que a função de chefia era sempre do mais antigo, independentemente da nacionalidade, tb tive o privilegio de trabalhar com outras forças NATO em condições semelhantes.
Tb tenho alguma experiência de moderação noutros fóruns e num chat (isto só para entenderem a relevância e já que falaram nisso).
Actualmente não tenho funções de chefia nem pretendo ter, já que entendo que um serviço deve funcionar de acordo com normas morais, éticas e sempre de forma correcta no sentido de agilizar procedimentos e de acordo com a função a que se destina e não para "tapar buracos" originados pela má gestão ou em favorecimento de alguém.
Regi sempre o meu comportamento quer pelo bom senso e educação recebida em casa, quer pela formação de comando recebida na FAP.
De onde destaco estas duas regras:
Não creio que um chefe tenha de ser duro e autoritário, não pode é ser demasiado condescendente ou parvo, mas deve ser sensato e curioso, já que ser chefe não dá conhecimento imediato sobre tudo.
É claro que há gente que se vende por um lugar de chefia e há gente que é afastado de lugares de alguma responsabilidade precisamente por ter comportamentos isentos, mas que não agradam.
De qualquer forma sigo sempre o que aprendi em casa, entendendo sempre que há dois tipos de pessoas neste mundo, os filhos da mãe deles e os filhos da outra...
... e que "Si vis pacem para bellum".
[

]