O fenómeno do bullying

O fenómeno do bullying

  • Sim

    Votos: 63 46,7%
  • Não

    Votos: 72 53,3%

  • Total de eleitores
    135
Tens razão, mas também não cabe ao professor disciplinar o aluno. O trabalho do professor é ensinar. Se o aluno não aprende, por não querer aprender, o professor não tem mais que o recompensar com a respectiva nota no final do ano. Se o aluno além disso não deixa os outros aprender, ao causar distúrbios na aula, o professor simplesmente expulsa-o. Castigar o aluno pelo mau comportamento cabe depois aos pais.

Tens muita razão na teoria sim senhor, mas e na prática?
Assim falas de professores que não conhecem os alunos de lado nenhum, como se fossem apenas máquinas a fazer o seu trabalho. Para mim a escola/professores têm a "obrigação" de ensinar e dar ALGUMA ajuda na educação.
O aluno não quer aprender e não deixa os outros aprender vai para a rua, certo, chega á rua só vai fazer m3rda e se os pais não tiverem mão o que vai ser de um jovem assim? Eu acho que as escolas/professores devem agir nesses casos!
Vou dar um exemplo ao contrário, a minha mão trabalhou numa escola em que havia um miudo hiper activo, mas super meigo e acabaram por descubrir que sofria maus tratos em casa e os professores fizeram um bom trabalho e ajudaram muito o miudo. O miudo em questão só queria comida, nas aulas não aprendia NADA, imagina que o prof apenas o manda para a rua e nem quer saber, como vai ser?
Isto são ideias minhas, certas ou erradas é o que eu penso.
 
Normalmente alunos de CEF não querem nada com a escola, dai enveredarem por essa alternativa.

Muitos até tem capacidades ... Mas não as aproveitam.


sabes qual foi a minha estratégia hoje? no final de fazerem a ficha que eu tinha trazido dar-lhes o pacote de oreos do continente que eu tinha na minha pasta. 3 ficaram a trabalhar e 1 a copiar. dei 3 bolachas e a 4ª ficou pra mim. o que copiou levou de um deles e nao teve direito a bolacha! [:D]

foi isso e um comentário positivo numas fichas que temos de avaliação aula a aula. ficaram contentes e os outros, que nao tinham trabalhado nada, no fim ficaram com inveja.

1 dos miudos que comeu a bolacha disse: são mesmo boas! fica o sabor na boca e tudo! tenho que ir ao modelo roubar dessas bolachas!

ainda no começo da aula traziam uma bola de basket. 1 funcionário bateu à porta e só com a ameaça do director é que entregaram a bola. entregaram não será bem o termo, já que lhe deram um valente pontapé que ela quase saía da escola. depois ainda andaram lá a brincar com ela antes de darem a bola ao puto praí do 6º ano... [8b]
 
Tens muita razão na teoria sim senhor, mas e na prática?
Assim falas de professores que não conhecem os alunos de lado nenhum, como se fossem apenas máquinas a fazer o seu trabalho. Para mim a escola/professores têm a "obrigação" de ensinar e dar ALGUMA ajuda na educação.
O aluno não quer aprender e não deixa os outros aprender vai para a rua, certo, chega á rua só vai fazer m3rda e se os pais não tiverem mão o que vai ser de um jovem assim? Eu acho que as escolas/professores devem agir nesses casos!
Vou dar um exemplo ao contrário, a minha mão trabalhou numa escola em que havia um miudo hiper activo, mas super meigo e acabaram por descubrir que sofria maus tratos em casa e os professores fizeram um bom trabalho e ajudaram muito o miudo. O miudo em questão só queria comida, nas aulas não aprendia NADA, imagina que o prof apenas o manda para a rua e nem quer saber, como vai ser?
Isto são ideias minhas, certas ou erradas é o que eu penso.
Nesses casos a responsabilidade passa para o Estado, a Segurança Social, as forças da autoridade, os tribunais, etc.

O problema é que mesmo esses - que deveriam ser a máxima autoridade, aquela a que se recorre por último mas que põe o ponto final na questão - falham redondamente com uma frequência inaceitável.
 
Nesses casos a responsabilidade passa para o Estado, a Segurança Social, as forças da autoridade, os tribunais, etc.

O problema é que mesmo esses - que deveriam ser a máxima autoridade, aquela a que se recorre por último mas que põe o ponto final na questão - falham redondamente com uma frequência inaceitável.

Sim, e foi direccionado para uma assistente social, mas se não fossem os professores quem iria saber? As crianças hoje em dia passam mais tempo com os professores do que com os pais [;)]
 
sabes qual foi a minha estratégia hoje? no final de fazerem a ficha que eu tinha trazido dar-lhes o pacote de oreos do continente que eu tinha na minha pasta. 3 ficaram a trabalhar e 1 a copiar. dei 3 bolachas e a 4ª ficou pra mim. o que copiou levou de um deles e nao teve direito a bolacha! [:D]

foi isso e um comentário positivo numas fichas que temos de avaliação aula a aula. ficaram contentes e os outros, que nao tinham trabalhado nada, no fim ficaram com inveja.

1 dos miudos que comeu a bolacha disse: são mesmo boas! fica o sabor na boca e tudo! tenho que ir ao modelo roubar dessas bolachas!

ainda no começo da aula traziam uma bola de basket. 1 funcionário bateu à porta e só com a ameaça do director é que entregaram a bola. entregaram não será bem o termo, já que lhe deram um valente pontapé que ela quase saía da escola. depois ainda andaram lá a brincar com ela antes de darem a bola ao puto praí do 6º ano... [8b]


Também é uma solução incentivar, mas já viste teres de dar bolachas todos os dias ? [:D]

Um dos problemas é a leveza das consequências nestes casos, os castigos deviam ser mais severos. Enquanto muita coisa não mudar eles continuam e mal de quem sofre nas mãos "deles" ..


 
eu conheço pessoas la na zona

esta confirmado por alguem que la anda na escola que lhe batiam

agora quem for da zona sabe que aquilo tem aldeias piores outras melhores, e os pais desta criança tambem não faziam nada, porque não são conheçidos
 
ja agora aproveito para dizer outras coisas

ali quase toda a gente se conheçe, o director conheçe pessoas pais, primos tios etc, e tem tendencia a defender e a negar certas coisas

isto fui eu que disse


agora algo que sei que é real, é que se fosse na familia do meu colega,ate o director podia fugir pum pum
 
Bullying a professores

Professor atira-se da ponte por causa das ameaças dos alunos

por Kátia Catulo, Publicado em 12 de Março de 2010

http://www.ionline.pt/conteudo/5069...ica-atira-se-ao-tejo-nao-enfrentar-os-alunos#

Colegas e familiares asseguram que o professor participou os casos de indisciplina e que a escola de Sintra terá ignorado as queixas


0000144320.jpg




Na manhã de 9 de Fevereiro, L. V. C. parou o carro no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa-Almada. Saiu do Ford Fiesta e saltou para o rio. Há vários meses que o professor de música da Escola Básica 2+3 de Fitares (Sintra), planearia a sua morte. Em Novembro escreveu uma nota no computador de casa a justificar o motivo: "Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio".

L. V. C., sociólogo de formação, tinha 51 anos, vivia com os pais em Oeiras, era professor de música contratado e foi colocado este ano lectivo na Escola Básica 2+3 de Fitares, em Sintra. Logo nos primeiros dias terão começado os problemas com um grupo de alunos do 9º ano. A indisciplina na sala de aula foi crescendo todos os dias, chegando ao ponto de não conseguir ser ouvido. Dentro da sala, e ao longo de meses, os alunos chamaram-lhe careca, tiraram-lhe o comando da aparelhagem das mãos, subindo e descendo o volume de som, desligaram a ficha do retroprojector, viraram as imagens projectadas de cabeça para baixo.

Houve vezes em que L. V. C. expulsou os alunos da sala, vezes em que fez participações disciplinares. Foram pelo menos sete as queixas escritas que terá feito à direcção da escola, alertando para o comportamento de um aluno em particular. Colegas e familiares do professor de música asseguram que a direcção não instaurou nenhum processo disciplinar.

O i tentou confirmar esta informação, mas a directora do agrupamento escolar, Cristina Frazão, explicou que só prestaria esclarecimentos mediante autorização da Direcção Regional de Educação de Lisboa. Contactada pelo i, a entidade não respondeu até ao fecho desta edição. A Inspecção-Geral de Educação, também contactada pelo i, remeteu o caso para o Ministério de Educação que, por seu turno, não prestou esclarecimentos.

O i teve acesso a uma das participações feitas pelo professor de música. No dia 15 de Outubro de 2009, L. V. C. dirigiu à direcção da escola uma "participação de ocorrência disciplinar", informando que marcou falta disciplinar a um aluno e propondo que fossem aplicadas "medidas sancionatórias". Invocou vários motivos, entre os quais "afirmações provocatórias", insultos ou resistência do aluno em abandonar a sala.

O professor de música desabafou que não suportava mais dar aulas àquela turma do 9º ano: "Nos últimos meses, já se acanhava perante os seus alunos como se tivesse culpa", explicou ao i um familiar. Atravessar o corredor da escola foi um dos seus pesadelos, é aí que os alunos se concentram quando chove: "Um dia, chamaram-lhe cão." Nos outros dias, deram-lhe "calduços" na nuca à medida que caminhava até à sua sala de aula.

Alguns professores testemunharam a "humilhação" de L. V. C. nos corredores da escola e sabiam que se sentia angustiado por "não ser respeitado pelos alunos". Só não desconfiavam que a angústia se tivesse transformado em desespero. O professor de música não falava com ninguém. Chegava às sete da manhã para preparar a aula. Montava o equipamento de som, carregava os instrumentos musicais da arrecadação até à sala. Deixava tudo pronto e depois entrava no carro: "Ficava ali dentro, de braços cruzados, e só saia para dar a aula." L. V. C. preferia estar no carro em vez de enfrentar uma sala de convívio cheia de colegas: "Era mais frágil do que nós, dava para perceber que não tinha o mesmo estofo."

Sentia os problemas de indisciplina como "autênticos moinhos de vento", conta o psicólogo que o seguiu nos últimos dois anos. L. V. C. tinha acompanhamento psicológico e psiquiátrico e era ainda seguido por uma médica de família: "Todos os técnicos de saúde que o acompanharam aconselharam uma baixa médica porque o seu quadro clínico se agravou", conta o especialista, esclarecendo que o seu paciente "tinha fragilidades psicológicas inerentes a ele próprio". Falhas que se deterioraram. Meses antes da sua morte, pensava com insistência que lhe restava "pouco espaço de manobra".

"Evitava expulsar os alunos porque temia parecer inábil perante a direcção da escola", diz o psicólogo. Fez ainda várias tentativas antes de se sentir encurralado. Mudou os alunos problemáticos de lugar, teve explicações particulares e aprendeu a trabalhar com as novas tecnologias aplicadas à música. Introduziu equipamento multimédia para cativar os adolescentes. Não resultou. Acabaram-se os trunfos. O psicólogo fez uma recomendação à médica de família para passar uma baixa ao seu paciente por "temer o pior". "Tentámos travá-lo, mas ele próprio já não queria parar. Só parou quando se atirou ao Tejo."





http://www.ionline.pt/conteudo/5069...sica-atira-se-ao-tejo-nao-enfrentar-os-alunos
 
Bullying a professores

Professor atira-se da ponte por causa das ameaças dos alunos

por Kátia Catulo, Publicado em 12 de Março de 2010



Colegas e familiares asseguram que o professor participou os casos de indisciplina e que a escola de Sintra terá ignorado as queixas


0000144320.jpg




Na manhã de 9 de Fevereiro, L. V. C. parou o carro no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa-Almada. Saiu do Ford Fiesta e saltou para o rio. Há vários meses que o professor de música da Escola Básica 2+3 de Fitares (Sintra), planearia a sua morte. Em Novembro escreveu uma nota no computador de casa a justificar o motivo: "Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio".

L. V. C., sociólogo de formação, tinha 51 anos, vivia com os pais em Oeiras, era professor de música contratado e foi colocado este ano lectivo na Escola Básica 2+3 de Fitares, em Sintra. Logo nos primeiros dias terão começado os problemas com um grupo de alunos do 9º ano. A indisciplina na sala de aula foi crescendo todos os dias, chegando ao ponto de não conseguir ser ouvido. Dentro da sala, e ao longo de meses, os alunos chamaram-lhe careca, tiraram-lhe o comando da aparelhagem das mãos, subindo e descendo o volume de som, desligaram a ficha do retroprojector, viraram as imagens projectadas de cabeça para baixo.

Houve vezes em que L. V. C. expulsou os alunos da sala, vezes em que fez participações disciplinares. Foram pelo menos sete as queixas escritas que terá feito à direcção da escola, alertando para o comportamento de um aluno em particular. Colegas e familiares do professor de música asseguram que a direcção não instaurou nenhum processo disciplinar.

O i tentou confirmar esta informação, mas a directora do agrupamento escolar, Cristina Frazão, explicou que só prestaria esclarecimentos mediante autorização da Direcção Regional de Educação de Lisboa. Contactada pelo i, a entidade não respondeu até ao fecho desta edição. A Inspecção-Geral de Educação, também contactada pelo i, remeteu o caso para o Ministério de Educação que, por seu turno, não prestou esclarecimentos.

O i teve acesso a uma das participações feitas pelo professor de música. No dia 15 de Outubro de 2009, L. V. C. dirigiu à direcção da escola uma "participação de ocorrência disciplinar", informando que marcou falta disciplinar a um aluno e propondo que fossem aplicadas "medidas sancionatórias". Invocou vários motivos, entre os quais "afirmações provocatórias", insultos ou resistência do aluno em abandonar a sala.

O professor de música desabafou que não suportava mais dar aulas àquela turma do 9º ano: "Nos últimos meses, já se acanhava perante os seus alunos como se tivesse culpa", explicou ao i um familiar. Atravessar o corredor da escola foi um dos seus pesadelos, é aí que os alunos se concentram quando chove: "Um dia, chamaram-lhe cão." Nos outros dias, deram-lhe "calduços" na nuca à medida que caminhava até à sua sala de aula.

Alguns professores testemunharam a "humilhação" de L. V. C. nos corredores da escola e sabiam que se sentia angustiado por "não ser respeitado pelos alunos". Só não desconfiavam que a angústia se tivesse transformado em desespero. O professor de música não falava com ninguém. Chegava às sete da manhã para preparar a aula. Montava o equipamento de som, carregava os instrumentos musicais da arrecadação até à sala. Deixava tudo pronto e depois entrava no carro: "Ficava ali dentro, de braços cruzados, e só saia para dar a aula." L. V. C. preferia estar no carro em vez de enfrentar uma sala de convívio cheia de colegas: "Era mais frágil do que nós, dava para perceber que não tinha o mesmo estofo."

Sentia os problemas de indisciplina como "autênticos moinhos de vento", conta o psicólogo que o seguiu nos últimos dois anos. L. V. C. tinha acompanhamento psicológico e psiquiátrico e era ainda seguido por uma médica de família: "Todos os técnicos de saúde que o acompanharam aconselharam uma baixa médica porque o seu quadro clínico se agravou", conta o especialista, esclarecendo que o seu paciente "tinha fragilidades psicológicas inerentes a ele próprio". Falhas que se deterioraram. Meses antes da sua morte, pensava com insistência que lhe restava "pouco espaço de manobra".

"Evitava expulsar os alunos porque temia parecer inábil perante a direcção da escola", diz o psicólogo. Fez ainda várias tentativas antes de se sentir encurralado. Mudou os alunos problemáticos de lugar, teve explicações particulares e aprendeu a trabalhar com as novas tecnologias aplicadas à música. Introduziu equipamento multimédia para cativar os adolescentes. Não resultou. Acabaram-se os trunfos. O psicólogo fez uma recomendação à médica de família para passar uma baixa ao seu paciente por "temer o pior". "Tentámos travá-lo, mas ele próprio já não queria parar. Só parou quando se atirou ao Tejo."





Professor atira-se da ponte por causa das ameaças dos alunos

Antes de mais seja bem vinda [;)]

Acabei de ler esta notícia e ainda estou a pensar como será possível.

Não culpo os miúdos, estão numa altura que são mesmo assim. Aqui o professor claramente não estava preparado para lidar com estas crianças (não estou a meter culpa ao professor), quando ele fez queixas obrigatoriamente a escola teria de tomar uma posição e resolver o problema.

Mas falar agora é fácil, quem iria pensar que um professor de 51 anos se ia suicidar por causa de uma turma do 9º ano?
 
Então e os colegas professores ?
Lembro-me de no 7º ano numa aula de mecanotecnia um professor mandar um aluno para a rua (que até nem era dos piores e com quem eu até me dava) e o aluno dizer "não vou" e não foi para a rua. Até chegar o 2º professor da disciplina (naquele tempo eram 2 professores a dar esta disciplina), que se virou para o aluno e lhe disse: Ouviste o que o teu professor te disse ? Então que estás aqui a fazer, põe-te já lá fora e fora da minha vista....na aula seguinte, a relação entre este 2º professor e o aluno, foi perfeitamente normal, como se nada se tivesse passado. É claro que o 1º professor a partir deste episódio ficou a ser visto como fraco e ficou com a posição dele enfraquecida, mas notei e recordo-me que na altura se passou a obedecer mais ao professor, pois se não vinha o outro e havia molho de certeza.

Quanto ao bulling, é a moda agora. Até no bairro muitas vezes quantos miudos não podem sair à rua por causa de outros miudos mais velhos. Passou-se comigo e com tantos outros que conheço noutros bairros e no meu bairro. Quantas pessoas não podem ir a alguns sitios com medo de serem assaltadas (como era há uns anos no casal ventoso e por aí fora) ? Agora é que se lembram do bulling ?

Digo-vos com toda a convicção: sempre existiu, há-de continuar a existir e cada vez mais enquanto se continuar a criar leis para acabar e que facilitam a destruição do meio familiar, e enquanto se achar que os alunos são uns coitadinhos e que os professores não podem castigar disciplinarmente os alunos.

De certeza que se deixarem de fazer leis para tudo e mais alguma coisa, para todas as excepções que só fazem é asneiras. Se deixarem ser o bom senso a imperar e a governar as nossas escolas e as nossas famílias, este e tantos outros problemas que não se falam, serão naturalmente reduzidos a casos pontuais que a comunidade (escolar ou local) facilmente resolverá.
 
Lembro-me ai no 10º ano, o meu prof de quimica era um porreiro, mas uma vez teve de meter um na rua, e o gajo começou a espingardar, o prof mandou-lhe um berro "mas é preciso eu mandar-te pela janela?!", o gajo meteu o rabinho entre as pernas e bye bye [:D] nunca mais se portou mal naquela aula [:)]
 
Eu andei ate ao 9º ano em espinho e depois fui estudar do porto para amarante e as vezes gozavam comigo mas agora quero que lixem todos [:D] tambem ja deixei de ir a escola e agora fico em casa o dia todo !!! os meus cotas dam-me o taxo [:D]
 
Eu andei ate ao 9º ano em espinho e depois fui estudar do porto para amarante e as vezes gozavam comigo mas agora quero que lixem todos [:D] tambem ja deixei de ir a escola e agora fico em casa o dia todo !!! os meus cotas dam-me o taxo [:D]

Mas desististe mesmo dos estudos no 9º?


Porquê? Não tens paciência? Os teus colegas gozam contigo?

Sinceramente acho que não deverias desistir tão cedo. :)
 
(...)
O director regional de Educação de Lisboa esteve reunido com os responsáveis da escola de Fitares onde leccionava um professor que se terá suicidado devido à indisciplina dos alunos.

O responsável considerou o "caso lamentável" e que neste momento os alunos "têm de ser objecto" da preocupação.

"Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Tratam-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa", afirmou.

José Joaquim Leitão adiantou que embora a escola tenha meios próprios, "uma equipa de psicólogos da DREL está a articular" com o estabelecimento de ensino o acompanhamento psicológico a dar aos alunos.

In DN 12.03.2010

Pronto, estão a ver como se entorna o caldo: tadinhos dos meninos....

Por mim devia agora ir todos ao funeral e durante um ano todos os dias ao cemitério e a seguir prestar umas horinhas de trabalho comunitário num centro de idosos.

Isto é que os fazia perder a "culpa".....e acredito que os fazia APRENDER a respeitar quem é mais fraco.
 
Eu andei ate ao 9º ano em espinho e depois fui estudar do porto para amarante e as vezes gozavam comigo mas agora quero que lixem todos [:D] tambem ja deixei de ir a escola e agora fico em casa o dia todo !!! os meus cotas dam-me o taxo [:D]

Não sei se estás a gozar.

Mas se estás a falar a sério, isto que está a bold tem um nome....
 
(...)
O director regional de Educação de Lisboa esteve reunido com os responsáveis da escola de Fitares onde leccionava um professor que se terá suicidado devido à indisciplina dos alunos.

O responsável considerou o "caso lamentável" e que neste momento os alunos "têm de ser objecto" da preocupação.

"Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Tratam-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa", afirmou.

José Joaquim Leitão adiantou que embora a escola tenha meios próprios, "uma equipa de psicólogos da DREL está a articular" com o estabelecimento de ensino o acompanhamento psicológico a dar aos alunos.
In DN 12.03.2010

Pronto, estão a ver como se entorna o caldo: tadinhos dos meninos....

Por mim devia agora ir todos ao funeral e durante um ano todos os dias ao cemitério e a seguir prestar umas horinhas de trabalho comunitário num centro de idosos.

Isto é que os fazia perder a "culpa".....e acredito que os fazia APRENDER a respeitar quem é mais fraco.

Não acredito nestas afirmações... esta gentalha que está à frente da nossa educação é do pior que há... perante uma situação destas, que com certeza não é virgem, a maior preocupação é o estado mental dos alunos?!!![:vm)][8b][8b][8b]
 
Não sei se vou chocar ou não... mas isto só levará um verdadeiro abanão quando alguém, talvez um aluno descontrolado, mas também acredito que algum professor, entre numa escola e mate não um, mas vários... tipo os EUA...

Talvez nessas alturas os responsáveis reflictam sobre as políticas da educação...

Eu, como profissional da educação, não me surpreendo com estes casos de mirandela e sintra... só acho estranho que sejam poucos, se é que são...

Aliás, reparem neste caso do suicídio do professor, confirmado pelo próprio como se lê no seu diário, registado em meados de Fevereiro, mas só hoje é que se soube... não somos inocentes com certeza.[:vm)][8b][8b][8b]
 
MJM, eu é que não sei se vou chocar ou não mas creio que te estás a precipitar nas conclusões que estás a tirar em relação a este caso.

"Bullying a professores

Professor atira-se da ponte por causa das ameaças dos alunos"



Será que foi por causa das ameaças?

Pelo que ouvi hoje na rádio, parece que o professor já tinha antecedentes de graves problemas de depressões e que não estavam relacionadas com a escola.

Claro que o ambiente com os alunos facilitou e isso terá contribuído para o desfecho trágico.... mas daí a acusar e a fazer o filme todo que foram os alunos os culpados pelo suicídio talvez seja precipitado. A C.S. também costuma de ser algo sensacionalista... resta-nos a nós ter o discernimento de analisar este caso de forma mais objectiva.

De resto parece-me que o estado tem contribuído para que os Professores e a Escola tenham cada vez menos autoridade sobre os alunos! :sh)
 
Última edição:
MJM, eu é que não sei se vou chocar ou não mas creio que te estás a precipitar nas conclusões que estás a tirar em relação a este caso.

"Bullying a professores

Professor atira-se da ponte por causa das ameaças dos alunos"



Será que foi por causa das ameaças?

Pelo que ouvi hoje na rádio, parece que o professor já tinha um antecedente de graves problemas de depressão e que não estavam relacionados com a escola.

Claro que o ambiente com os alunos facilitou e isso terá contribuído para o desfecho trágico.... mas daí a acusar e a fazer o filme todo que foram os alunos os culpados pelo suicídio talvez seja precipitado. A C.S. também costuma de ser algo sensacionalista e por isso mesmo deveríamos ter o discernimento de analisar este caso de forma mais objectiva.

De resto parece-me que o estado tem contribuído para que os Professores e a Escola tenham cada vez menos autoridade sobre os alunos! :sh)

Não estou a extrapolar este caso, que volto a dizer nada me surpreende, apenas a dar a minha opinião tendo em conta aquilo que observo no meu dia-a-dia.

Repara, quantas vezes já aconteceu um aluno (ou um professor) entrar numa escola e matar uma série de outras pessoas...?!

Aliás, ainda há pouco tempo falava-se de suicídio nos empregos... algumas pessoas no extremo têm como forma de expressão do seu sofrer o suicídio, outros pegam numa arma dão meia dúzia de tiros e realizam-se.:confused::sh)
 
Voltar
Superior