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Onde está a parte de que para actualizar o senhorio tem de ter gasto dinheiro nas casas que aluga? mantêm se? É que esta pequena parte é muito esquecida quando os senhorios se queixam na tv.
Mesmo nas casas que não estão em bom estado: Quem está numa casa a cair de podre tem sempre a hipotese de, salvo poucos casos excepcionais, mudar para melhor.
Aqui como na maior parte das situações normais deveria funcionar a lei da oferta e da procura.
Querem é viver em mansões e pagar 60€ ou menos...
Só não virei senhorio porque ouvi historias do arco da velha.
A justiça protege quem não paga. Depois o senhorio que se lixe. Mais 1 de centenas de coisas que prejudica a economia e que parece que é necessário vir cá uma troika para se mexer na merrd@.
Por isso optei por vender uma casa que tinha excelente para arrendamento!
Que interesses há por traz disto tudo para se menter o estado actual das coisas? A banca já não é porque cada vez empresta menos....
Pode ser que faça jeito mas mesmo assim temos que pagar 60 meses a alguém que viveu anos praticamente à pala [8b]
Alem disso, o problema é que nem para indemnizar os inquilinos uma grande parte dos senhorios tem dinheiro.
Pode ser que faça jeito mas mesmo assim temos que pagar 60 meses a alguém que viveu anos praticamente à pala [8b]
Vendam o prédio...dependendo da atractividade do imóvel, esse ónus será peanuts para determinados promotores...
lol também acho que estas a pensar incorrectamente, tens que pensar que mereces uma actualização da renda justa tendo em conta o valor da casa, agora não é por actualmente a baixa do porto estar a bombar que vais correr com o inquilino porque pode haver alguém interessado em abrir um bar.
O maior problema por cá são esses contratos antigos que ninguém tem coragem de mexer.
Nos novos já existe desde 2006 alguma possibilidade e liberdade de estipulação.
Se por um lado é um contrato privado e que deviam as partes acordar os seus termos, por outro lado sempre tivemos a "protecção" do inquilino e necessidade de habitar, contra o malvado do "capitalista".
Na minha opinião tendo as parte capacidade deviam estipular livremente, desde preço, duração e outras regras, sendo o regime meramente supletivo em caso do contrato não estipular.
O problema dos contratos mais antigos é os idosos com reformas de 200 e pouco €, onde iriam encontrar outras casa por valores que agora pagam. Não é um problema dos senhorios, é um facto, mas é uma questão social que alguém tem que ponderar.
O maior problema por cá são esses contratos antigos que ninguém tem coragem de mexer.
Nos novos já existe desde 2006 alguma possibilidade e liberdade de estipulação.
Se por um lado é um contrato privado e que deviam as partes acordar os seus termos, por outro lado sempre tivemos a "protecção" do inquilino e necessidade de habitar, contra o malvado do "capitalista".
Na minha opinião tendo as parte capacidade deviam estipular livremente, desde preço, duração e outras regras, sendo o regime meramente supletivo em caso do contrato não estipular.
O problema dos contratos mais antigos é os idosos com reformas de 200 e pouco €, onde iriam encontrar outras casa por valores que agora pagam. Não é um problema dos senhorios, é um facto, mas é uma questão social que alguém tem que ponderar.
Claro que é um tema para entrar com cuidado, mas não é menor problema social (económico, energético até...) colocarmos esta e as próximas gerações fora das cidades e obrigá-las a fazer 60 a 100km por dia em movimentos pendulares...
Os contractos têm de ter a possibilidade de ser quebrados sem prejuízo para senhorio e inquilino, caso contrário as coisas não funcionam.
Mas é um problema durante anos (e continua) imputado a um privado que supostamente tem um investimento que devia dar lucro e não prejuízo...
valium, por isso é que só se pode mexer quando o inquilino tem menos de 65 anos.