Mazda Mx5

Não me vou cansar mais cntg e a tua sabedoria. Sabes tudo...mas da minha parte dispenso a tua partilha conhecimento para cmg.

Nunca vou enteder que fazem supra-sumos do conhecimento em sitios de discussão e debate, fazendo caridade educativa ou demonstrando arrogância?

Deixa o "lodo" para os comuns mortais ignorantes e desfruta o teu La Ferrari.

Over & out
Óhhh, tadinho do menino! Não está habituado a que o contrariem[s)]
Mas qual é o teu problema?
Tens algum problema com quem questiona as tuas afirmações? Deves ser aquele tipo de pessoa que pensa que sabe tudo e o resto é só burros...
A tua sapiencia intimida-me!
Fiquei a saber através de ti que um motor turbo so dura 100.000km, bravo[:D]
Nao sei porquê, mas tenho um motor turbo a gasolina com 220.000km e anda diariamente e leva alguma porradinha...
Ups, lá estou eu a questionar-te! Desculpa... Tens razão[8b]
É com cada um...:sh)
Cresce e torna-te capaz de discutir um assunto e aceitar as outras opinioes, principalmente quando a que defendes é um pouco ridicula...
 
Última edição:
Um motor turbo é bem mais sensível à "porrada" que lhe dás e a longo prazo o próprio turbo vai-se ressentir disso.

Quando o turbo começar a fazer um assobio tipo sirene da polícia, sobretudo em aceleração forte.. já sabes o que te espera.
 
Um motor turbo é bem mais sensível à "porrada" que lhe dás e a longo prazo o próprio turbo vai-se ressentir disso.

Quando o turbo começar a fazer um assobio tipo sirene da polícia, sobretudo em aceleração forte.. já sabes o que te espera.

Se meteres oleo em condições e respeitares minimamente que chegue lubrificação ao turbo, tens um motor tão resistente como um sem turbo.
Não faltam carros turbo que levam porrada a toda a hora e fazem centenas de milhar de km, e muitos deles o turbo a fazer muito mais pressão do que devia, tanto carros diesel como gasolina.
E novamente digo, o mx-5 e o 124 não são carros de corrida, são carros essencialmente de passeio, alem de que a grande maioria deles nunca fará mais de 200.000km na sua vida util, ou pelo menos nos primeiros 10 a 15 anos de vida.
 
Concordo com a ideia de que é redutor dizer que é mais ou menos fiável por ser ou não sobrealimentado, o motor do MX-5 também tem o seu quê de tecnológico com um pistão com um formato muito singular e uma taxa de compressão das mais altas se não a mais alta entre os carros a gasolina. Podemos é ter uma expectativa mais elevada de uma marca relativamente à outra, tal como eu tenho quando colocam FIAT e Mazda na mesma balança.
 
Concordo com a ideia de que é redutor dizer que é mais ou menos fiável por ser ou não sobrealimentado, o motor do MX-5 também tem o seu quê de tecnológico com um pistão com um formato muito singular e uma taxa de compressão das mais altas se não a mais alta entre os carros a gasolina. Podemos é ter uma expectativa mais elevada de uma marca relativamente à outra, tal como eu tenho quando colocam FIAT e Mazda na mesma balança.
Sim mas acho que não é igual os 400.000 kms de um táxi da praça de Lisboa com o tratamento de um Mx-5 com 200.000 kms. Basta ir ao "mobile.de" para ver montes de mx-5 com muitos kms pela Europa fora.

Mas sim tb existe esse factor do motor atmosférico japonês ter uma interpretação algo radical e o 1.4 já ser um motor bastante rodado no grupo.
 
Conduzi este fim de semana um ND 1.5 e aqui ficam umas percepções rápidas:

Positivos
- Motor bastante agradável. Consegue andar confortavelmente em baixas. Se quiser andar a ritmos calmos é perfeitamente possível trocar de mudança sempre às 2000-2500rpm. E ao mesmo tempo há espaço para o levar até às 7000-7500 rpm se quisermos andar mais depressa
- Som trabalhado. Para um 1.5 tem um som muito simpático. O suficiente para acelerar um bocadinho o coração
- Caixa de velocidades excelente. Esta foi a grande surpresa para mim... caixa bem escalonada e com um manuseamento delicioso. Além do mais os pedais estão muito bem colocados pelo que era facílimo fazer ponta-tacão em todas as reduções. Sim, sim eu sei que na prática não ganharei com certeza nada em fazer ponta-tacão em 99,9% das situações... no entanto ouvir aquela subida de rotação quando se reduz e sentir quando se consegue acertar bem nas rotações dá me pessoalmente muito gozo
- Relação preço/qualidade. Esta é a óbvia e é a razão porque acho que (dentro do razoável para um roadster em portugal) vai vender que nem pãezinhos quentes. Por 26-27k€ consegue-se um carro divertido, emocionante, bem equipado.
- Leveza. Sente-se... sente-se na aceleração que permite, sente-se na forma como lida com piso mau ou com lombas já que o carro é extremamente confortável para um roadster, sente-se na forma como lida com mudanças de direcção mais bruscas.

Negativos
- Espaço/praticalidade - Eu sei que é um carro pequeno e vocacionado para carro de fim de semana mas não tem porta-luvas, não tem arrumação nas portas, debaixo do braço há um espaço pequeníssimo, há um compartimento fechado pequeno também entre os bancos... enfim, vai dificultar a vida de quem anda com ele. Há que ser imaginativo para levar um casaco, uma garrafa de água, um iphone, etc etc. Sim há alguns espaços onde se o pode fazer mas são poucos e limitados
- Potência. Os 131cv são suficientes, não há dúvida disso. Nota-se que o carro é leve e isso compensa muita coisa... mas sabe sempre a pouco. Faltam 30-40cv para conseguir sair de uma curva em subida melhor, etc. Falta um pouco de genica. Mas é uma questão de hábito
- Acabamentos. A lógica do cortar peso foi um bocadinho longe demais nalguns sítios. P.ex. os para-sóis parecem que foram dois pedaços de plástico colados a cuspo.
 
Conduzi este fim de semana um ND 1.5 e aqui ficam umas percepções rápidas:

Positivos
- Motor bastante agradável. Consegue andar confortavelmente em baixas. Se quiser andar a ritmos calmos é perfeitamente possível trocar de mudança sempre às 2000-2500rpm. E ao mesmo tempo há espaço para o levar até às 7000-7500 rpm se quisermos andar mais depressa
- Som trabalhado. Para um 1.5 tem um som muito simpático. O suficiente para acelerar um bocadinho o coração
- Caixa de velocidades excelente. Esta foi a grande surpresa para mim... caixa bem escalonada e com um manuseamento delicioso. Além do mais os pedais estão muito bem colocados pelo que era facílimo fazer ponta-tacão em todas as reduções. Sim, sim eu sei que na prática não ganharei com certeza nada em fazer ponta-tacão em 99,9% das situações... no entanto ouvir aquela subida de rotação quando se reduz e sentir quando se consegue acertar bem nas rotações dá me pessoalmente muito gozo
- Relação preço/qualidade. Esta é a óbvia e é a razão porque acho que (dentro do razoável para um roadster em portugal) vai vender que nem pãezinhos quentes. Por 26-27k€ consegue-se um carro divertido, emocionante, bem equipado.
- Leveza. Sente-se... sente-se na aceleração que permite, sente-se na forma como lida com piso mau ou com lombas já que o carro é extremamente confortável para um roadster, sente-se na forma como lida com mudanças de direcção mais bruscas.

Negativos
- Espaço/praticalidade - Eu sei que é um carro pequeno e vocacionado para carro de fim de semana mas não tem porta-luvas, não tem arrumação nas portas, debaixo do braço há um espaço pequeníssimo, há um compartimento fechado pequeno também entre os bancos... enfim, vai dificultar a vida de quem anda com ele. Há que ser imaginativo para levar um casaco, uma garrafa de água, um iphone, etc etc. Sim há alguns espaços onde se o pode fazer mas são poucos e limitados
- Potência. Os 131cv são suficientes, não há dúvida disso. Nota-se que o carro é leve e isso compensa muita coisa... mas sabe sempre a pouco. Faltam 30-40cv para conseguir sair de uma curva em subida melhor, etc. Falta um pouco de genica. Mas é uma questão de hábito
- Acabamentos. A lógica do cortar peso foi um bocadinho longe demais nalguns sítios. P.ex. os para-sóis parecem que foram dois pedaços de plástico colados a cuspo.
Existem mais dois espaços de arrumação escondidos detrás dos bancos. É preciso é reclinar as costas dos bancos para chegar até aí.

No resto concordo em tudo e apenas acrescento o meu maior receio...depois de 6 meses se a potência não sabe ainda a menos (arrependimento?).
 
Tive durante 3 anos um MX-5 com 90 cavalos. O motor não era a coisa mais agradável de usar, com um carácter industrial e banda sonora a condizer.
Era lento, quase 11 segundos dos 0-100, mas a caixa curta ajudava a manter as coisas interessantes. É mesmo como dizem nas revistas... manter o momento.

Sentia falta de mais cavalos? Sem dúvida. Especialmente quando me metia em estradas abertas. Ou quando os gradientes não jogavam a meu favor.
Mas dado o uso banal que fazia do carro, servia perfeitamente para aquele troço mais enrolado perto de casa, ou uma ou outra rotunda que aparecesse no caminho.[:D]

Depende e muito do uso que querem fazer do carro.
Se é só carro de fim de semana para umas passeios mais animados e tal, é provável que o 1.5 possa se revelar um pouco curto passado algum tempo, mas segundo os testes, apesar de modesto, parece ser o favorito para explorar de forma mais intensa. Sendo mais lento, também obriga a puxar mais pelo motor, e o 1.5 sobe até às 7000.

Para o dia a dia será mais que suficiente, e ainda mantém toda a experiência de condução que tanto atrai no MX-5, combinado com consumos ridículos para um brinquedo.

"Infelizmente" só experimentei o ND 2.0, e não posso comparar com o 1.5. O 2.0 achei que tinha potência mais que suficiente para barrigadas de riso e saídas de curva poderosas, de ladex.... Pode fazer menos 1000rpm que o 1.5, mas o binário máximo absoluto e a disponibilidade dele, ajudam imenso como all-rounder.

Sem dúvida que este novo MX-5 está a despertar em mim um forte desejo de arruinar a conta bancária.
Como a boa review do ppais refere, a falta de praticalidade e espaço, poderá jogar contra o uso diário do MX-5.
Durante um par de anos tive um MR2, e se aguentei as idiossincrasias desse em uso regular, acho que não vai ser a falta de um porta-luvas que me faria fugir do MX-5[:D]
 
Existem mais dois espaços de arrumação escondidos detrás dos bancos. É preciso é reclinar as costas dos bancos para chegar até aí.

No resto concordo em tudo e apenas acrescento o meu maior receio...depois de 6 meses se a potência não sabe ainda a menos (arrependimento?).

Não me apercebi dos espaços atrás do banco :)
Quanto à potência saber a pouco ao fim de algum tempo... acho que isso é algo que acontece com quase todos os carros "normais" em que ao fim de algum tempo, depois de nos habituarmos, ficamos um pouco insatisfeitos. Não consigo prever se isso seria particularmente verdade neste caso. Mas acredito que depende das expectativas com que fores e do tipo de condução que fazes



Tive durante 3 anos um MX-5 com 90 cavalos. O motor não era a coisa mais agradável de usar, com um carácter industrial e banda sonora a condizer.
Era lento, quase 11 segundos dos 0-100, mas a caixa curta ajudava a manter as coisas interessantes. É mesmo como dizem nas revistas... manter o momento.

Sentia falta de mais cavalos? Sem dúvida. Especialmente quando me metia em estradas abertas. Ou quando os gradientes não jogavam a meu favor.
Mas dado o uso banal que fazia do carro, servia perfeitamente para aquele troço mais enrolado perto de casa, ou uma ou outra rotunda que aparecesse no caminho.[:D]

Depende e muito do uso que querem fazer do carro.
Se é só carro de fim de semana para umas passeios mais animados e tal, é provável que o 1.5 possa se revelar um pouco curto passado algum tempo, mas segundo os testes, apesar de modesto, parece ser o favorito para explorar de forma mais intensa. Sendo mais lento, também obriga a puxar mais pelo motor, e o 1.5 sobe até às 7000.

Para o dia a dia será mais que suficiente, e ainda mantém toda a experiência de condução que tanto atrai no MX-5, combinado com consumos ridículos para um brinquedo.

"Infelizmente" só experimentei o ND 2.0, e não posso comparar com o 1.5. O 2.0 achei que tinha potência mais que suficiente para barrigadas de riso e saídas de curva poderosas, de ladex.... Pode fazer menos 1000rpm que o 1.5, mas o binário máximo absoluto e a disponibilidade dele, ajudam imenso como all-rounder.

Sem dúvida que este novo MX-5 está a despertar em mim um forte desejo de arruinar a conta bancária.
Como a boa review do ppais refere, a falta de praticalidade e espaço, poderá jogar contra o uso diário do MX-5.
Durante um par de anos tive um MR2, e se aguentei as idiossincrasias desse em uso regular, acho que não vai ser a falta de um porta-luvas que me faria fugir do MX-5[:D]

Neste caso até gostei muito da banda sonora. O 1.5 parece-me tão bem trabalhado quanto o possível nesse aspecto, sem se tornar irritante.

Quanto à potência do 1.5 ser suficiente para power slides... bem... não conduzi o carro o suficiente para ter confiança a esse nível. Alem do mais conduzi-o com estrada molhada o que pode afectar a percepção da facilidade com que isso acontece. Do que consegui experimentar e sem ter levado o carro ao limite a minha sensação é que o 1.5 chega em piso molhado para um pouco de provocação na traseira mas necessita do tal piso molhado e necessita que o desequilibres à entrada da curva. Não vais conseguir fazer um power slide simplesmente em potência. Em piso seco creio que na verdade será curto para andar de lado... mas também não quer dizer que a única diversão que se possa ter num carro destes seja andar com o volante todo virado ao contrário. As reacções em geral são de um bom RWD em que sentes alguma deriva traseira primeiro e tens a tendência de deixar essa deriva ajudar-te na curva. Por isso tem um bom equilíbrio para um carro divertido. Mais uma vez isto foi a sensação com piso molhado. Em seco não sei se será igual
 
Ehehehehehe...este MX-5 também me faz ter vontade de rebentar a conta bancária, já estive quase para fazer um test drive, mas achei que era melhor não, pois podia dar-me a volta à cabeça
 
Ainda hoje reparei num detalhe curioso...no familiar com motor de 100 cv Mazda 3...a Mazda coloca como acessório kit de rebaixamento de molas Eibach!!! (246 euros) algo que teria muito mais sentido num Mx-5..
 
Ehehehehehe...este MX-5 também me faz ter vontade de rebentar a conta bancária, já estive quase para fazer um test drive, mas achei que era melhor não, pois podia dar-me a volta à cabeça

Eu ja estou há muito tempo a olhar para a conta.. Fui lá "ver" o MX-5, acabei por experimentá-lo e até posso sair de lá com esse e outro Mazda a acompanhá-lo. :sh)
 
Pois eu ao contrário (da maioria) cada vez aprecio mais um NA para todo o tipo de utilização....mas principalmente em cidade onde actualmente ando (deixei para trás 3 anos de condução extra-urbana). E o meu termo de comparação actual é um 2.7td/1.3td vs 1.8 NA.

A Mazda poderia oferecer um turbinado aumentando o leque de escolhas, mas entre ter NAs e turbos, os NAs casam muito melhor com este tipo de carro e o tipo de condução/característica para o qual foram pensados e ultimamente feitos. Handling é a palavra chave...e um turbo estraga a festa antes e durante a curva.

Em relação a outros aspectos secundários como fiabilidade, é inegável que havendo turbo é menor, permite ou admite mais cuidados na utilização, principalmente a frio. Em termos de consumos daqui a 2/3 anos seria de valor ver os consumos médios de ambos[:cool:]

Julgo que estarás a misturar coisas tão distintas que perdes parte da perspectiva.

Se eu não estiver a interpretar mal, tu estás a falar da comparação de um motor turbo 2.7 e um turbo 1.3 a diesel vs um 1.8 NA que suponho ser a gasolina, e essa comparação não pode ser feita.

O meu raciocínio e opinião aqui tem sido sempre dentro dos motores a gasolina, pois estamos a falar de um conceito de carro onde o diesel nem faria muito sentido.

E eu colocaria a questão em termos de "e se comparares esse 1.8 NA com um 1.8T também a gasolina"? [;)]


Não estou com isto a dizer que alguém tem de gostar mais do "A" ou do "B" (isso fará parte da preferência pessoal), e não vamos negar que ao introduzirmos um turbo + intercoolers e afins estamos a aumentar o número de componentes que podem falhar.

Mas hoje em dia já não aceito tanto ficar escravo desses "se", caso contrário até o próprio MX-5 ND seria arriscado tendo em conta todas as coisas que tem e que o NA nunca teve. :)

Sinceramente acho que hoje faz mais sentido alguém preferir um NA pelo tipo de resposta em si (privilegiando o final do conta rpm) do que pelo receio de avarias.
 
Julgo que estarás a misturar coisas tão distintas que perdes parte da perspectiva.

Se eu não estiver a interpretar mal, tu estás a falar da comparação de um motor turbo 2.7 e um turbo 1.3 a diesel vs um 1.8 NA que suponho ser a gasolina, e essa comparação não pode ser feita.

O meu raciocínio e opinião aqui tem sido sempre dentro dos motores a gasolina, pois estamos a falar de um conceito de carro onde o diesel nem faria muito sentido.

E eu colocaria a questão em termos de "e se comparares esse 1.8 NA com um 1.8T também a gasolina"? [;)]


Não estou com isto a dizer que alguém tem de gostar mais do "A" ou do "B" (isso fará parte da preferência pessoal), e não vamos negar que ao introduzirmos um turbo + intercoolers e afins estamos a aumentar o número de componentes que podem falhar.

Mas hoje em dia já não aceito tanto ficar escravo desses "se", caso contrário até o próprio MX-5 ND seria arriscado tendo em conta todas as coisas que tem e que o NA nunca teve. :)

Sinceramente acho que hoje faz mais sentido alguém preferir um NA pelo tipo de resposta em si (privilegiando o final do conta rpm) do que pelo receio de avarias.

Faz sentido pela capacidade (ainda) superior de dosear acelerador que se num roadster/desportivo tem a sua importância, neste tem muito mais, RWD ainda mais.

Se tivesse um 1.8t não havia rotundas em seco, molhado, saídas pacíficas, dóceis e sem trincas (ou "trancos") de acelerador. Sendo a faixa que se conhece e reconhece a debilidade do agora menor lag/brusquidão/mudança de torque dos turbos, ele continua lá....por isso digo, prefiro mesmo menos 30/50cv.

Faz sentido pela linearidade (tirando as excepções...nomeadamente asiáticas, que não parece ser o caso do 1.5/2.0 da Mazda), faz sentido pela fiabilidade de quem trata (ou não tem tempo) pior os motores (para/arranca) e por incrível que pareça para mim faz sentido quando recorro menos à caixa numa circulação normal citadina...com o 1.8NA.

Para finalizar e repetindo têm o 127 c/ turbo. Deixem estar o tacto dos comandos intacto, que está muito bom (isso e o adornar do brinquedo)[:p]
 
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