[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

  • - Sim

    Votos: 45 6,1%
  • - Não

    Votos: 572 77,0%
  • - Não tenho opinião formada

    Votos: 126 17,0%

  • Total de eleitores
    743
A força da politica é sempre mais forte que a força policial ou judicial [;)][8b]
Neste caso não acredites nisso.

A incompetência e ignorância foram os marcos de todo este processo.

Vê-se o estado da nossa investigação criminal no Apito Dourado, Tufão, Casa Pia, Cipriano,...

Uma autêntica vergonha.
 
A solução deste caso é apena e só um:

Máquina da verdade.

É incrivel como se utiliza esta máquina para tudo e mais alguma coisa, e agora arquiva-se um caso destes sem se meter os pais à prova. Esclarecia-se logo tudo.

Eles se não fossem culpados, ofereciam-se para fazer o teste....isso não sucedeu.
 
A solução deste caso é apena e só um:

Máquina da verdade.

É incrivel como se utiliza esta máquina para tudo e mais alguma coisa, e agora arquiva-se um caso destes sem se meter os pais à prova. Esclarecia-se logo tudo.

Eles se não fossem culpados, ofereciam-se para fazer o teste....isso não sucedeu.
nao achas esse nome bastante infantil? chama-se Teste do Poligrafo....


maquina da verdade.... maqina da verdade...[:)] [:)] [:)] [:)]
 
nao achas esse nome bastante infantil? chama-se Teste do Poligrafo....


maquina da verdade.... maqina da verdade...[:)] [:)] [:)] [:)]

Maybach Exelero, não sei se é o teu caso, mas acredito que, de um momento para o outro, quase todo o país ficou a saber que a "máquina da verdade" se chama polígrafo graças às Tardes da Júlia.

Assim como todo o país ficou a conhecer o significado de flatulência, referido pela Carolina Salgado.

Algo de bom neste mundo da tv!
 
Revolta....

Revolta....

Revolta-me que o dinheiro dos meus impostos tenho sido gasto para se obterem estas «conclusões»...

Revolta-me que o dinheiro dos meus impostos vá servir para uma choruda indeminização a estes cidadãos ingleses...

Revolta-me que uma criança inocente tivesse este destino
...


Esteja ela onde estiver, que sinta que eu e muitos estámos com ela.....


Agora, fica a faltar o pedido de responsabilidades aos pais das crianças por, naquela noite, as ter deixado sós em casa....

Desta culpa, não se livrarão...NUNCA !
 
Última edição:
...
Agora, fica a faltar o pedido de responsabilçidades aos pais das crianças por, naquela noite, as ter deixado sós em casa....

Desta culpa, não se livrarão...NUNCA !


Já se livraram disso... ninguém fala desse aspecto...

Independentemente do que aconteceu... os principais responsáveis foram, são e sempre serão os pais por faltaram ao dever de protecção para com a filha...
 
Neste caso não acredites nisso.

A incompetência e ignorância foram os marcos de todo este processo.

Vê-se o estado da nossa investigação criminal no Apito Dourado, Tufão, Casa Pia, Cipriano,...

Uma autêntica vergonha.

Não sei se será bem assim.

Quando os jornais tiverem acesso ao processo ( e espero que não haja pastas secretas), logo veremos se houve ou não interferência politica e diplomática nesta investigação.

O que é certo é que ficou imensas manobras nos bastidores, tanto em Portugal como em Inglaterra.

Agora que para alguns, o arquivamento foi um enorme alivio, lá isso é verdade.
 
Já se livraram disso... ninguém fala desse aspecto...

Independentemente do que aconteceu... os principais responsáveis foram, são e sempre serão os pais por faltaram ao dever de protecção para com a filha...

Eu não tenho filhos mas...

Quem tem filhos nunca os deixou em casa enquanto ía só ao carro buscar a mala que se esqueceu?

Nunca os deixou em casa sozinhos quando foi à padaria buscar pão?

Nunca foi à casa do vizinho dar duas de treta ainda que só por 10 minutos?


Nunca esteve durante 20 minutos à varanda a falar ao tlm?


Pois é qualquer destas situações não tem nada de mal mas em qualquer destes casos pode acontecer um rapto. Não se compara a ir para um jantar de horas!? Depende, um rapto demora um minuto não demora nem 10 nem 20 nem uma hora e neste sentido a gravidade é igual tendo em conta o tempo que ficam isolados.

Agora quantos pais é que nunca deixaram os filhos sós nem por 5 minutos?


Basta ver nos hipermercados quando os pais estão na treta com algum conhecido por onde andam os filhos, a distância, e a atenção que os pais lhes dão!


Se estas situações são condenatórias!? São! Mas de quem as condena quem não esteve já numa situação de "abandono" semelhante?

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Eu continuo a dizer. Não condeno nem ilibo os pais. Não sou bruxo nem estava lá e a justiça não conseguiu provar nada...
 
A polícia britânica demorou cerca de seis meses a revelar à Polícia Judiciária (PJ) a existência do depoimento de um casal amigo da família McCann, «SG» e «KG», que levantava suspeitas sobre o comportamento de alguns membros dos grupo de amigos que estava de férias na praia da Luz, no Algarve, quando Madeleine desapareceu.

Os factos estão descrito no capítulo 9, do livro que o ex-inspector da PJ, Gonçalo Amaral, apresenta quinta-feira em Lisboa - «Maddie a verdade da mentira» - e ao qual o PortugaDiário já teve acesso.
«KG», do sexo feminino, disse às autoridades inglesas ter assistido, em 2005, em Maiorca, a conversas suspeitas entre Gerry (pai de Maddie) e Dave Payne, que teriam índole sexual e se referiam a crianças.
O Correio da Manhã, na sua edição de sábado, já tinha noticiado estes factos constantes do livro de Gonçalo Amaral.
Excertos do capitulo 9 intitulado «Maiorca, Setembro de 2005»
«Madeleine Beth McCann, com 2 anos e meio, e os seus irmãos gémeos, na altura com poucos meses de idade, partem de férias na companhia dos pais para a ilha de Maiorca». «Juntamente com eles vão outros três casais de médicos com os respectivos filhos. [...]».
«S. G.» casado com K. G. «tinha frequentado a Universidade de Dundee, entre 1987 e 1992, tendo ali conhecido a futura mãe de Madeleine. K. G. só veio a conhecer Gerry McCann no casamento deste com Kate Healy, por volta de 1998».
Ficaram «amigos íntimos dos pais de Madeleine, encontrando-se com regularidade, passando fins-de-semana juntos, mantendo contacto por telefone».
Acto de «chupar o dedo»
Ao terceiro parágrafo do capitulo 9 pode ler-se: «Na terceira ou quarta noite em Maiorca, depois do jantar, comendo e bebendo, quando se encontravam sentados ao redor de uma mesa num pátio exterior da casa, K.G. assiste a uma cena que lhe causa receio relativamente ao bem-estar da sua filha e das outras crianças. Estava sentada entre Gerry McCann e David Payne, quando ouviu este último perguntar se ela, talvez referindo-se a Madeleine, faria "isto", começando em acto seguinte a chupar um dos seus dedos, o qual entrava e saía da boca, insinuando um objecto fálico, ao mesmo tempo que, com os dedos da outra mão, fazia círculos à volta do mamilo, de uma forma provocadora e sexual. No momento em que K.G. olhou com estupefacção para Gerry McCann e para David Payne, fez-se um silêncio nervoso. Depois continuaram todos a conversar como se nada tivesse acontecido. Este episódio provocou em K.G. uma séria dúvida relativamente ao relacionamento de David Payne com crianças».
«Depois dessas férias em Maiorca, K.G. só encontrou o casal David e Fiona Payne numa ocasião, não falando com eles desde essa altura [...]».
«O que acima fica escrito foi relatado a 16 de Maio de 2007, treze dias apenas depois do desaparecimento de Madeleine à polícia inglesa, pelo casal S. G. e K. G. Era uma informação importante e pertinente para a investigação. No entanto, nada foi transmitido à polícia portuguesa. [...] só depois da minha saída da investigação», escreve Gonçalo Amaral, «talvez em finais de Outubro de 2007, é que o depoimento de K.G. terá sido remetido à polícia portuguesa. Com legitimidade se pergunta: qual a razão da polícia inglesa ter, ao que tudo indica, ocultado aquele depoimento durante seis meses?».
Os excertos agora divulgados são uma pequena parte dos factos vividos na primeira pessoa pelo ex-inspector da PJ, Gonçalo Amaral, afastado da investigação após declarações sobre a polícia inglesa a um jornal diário português.
O livro «surge da necessidade que sentiu de repor o seu bom nome que foi enxovalhado na praça pública», escreve Gonçalo Amaral numa nota introdutória do livro.


Fonte: Diario iol 23-7-08

Bem isto da mesmo que pensar :sh)
 
Fantástico.

Cada vez tenho mais respeito por este ex-Inspector da PJ.

Antes, a culpabilidade dos McCain era transmitida aos jornalistas em cima de uma mesa de esplanada com finos e tremoços à mistura.

Agora, escreveu um livro para fazer o juízo final.

Porra, até que a Carolina Salgado ao lado deste gajo, é uma senhora. :(
 
Fantástico.

Cada vez tenho mais respeito por este ex-Inspector da PJ.

Antes, a culpabilidade dos McCain era transmitida aos jornalistas em cima de uma mesa de esplanada com finos e tremoços à mistura.

Agora, escreveu um livro para fazer o juízo final.

Porra, até que a Carolina Salgado ao lado deste gajo, é uma senhora. :(

Desculpa, mas estás errado.

Era Whisky e "fruta" ! [:D]
 
Fantástico.

Cada vez tenho mais respeito por este ex-Inspector da PJ.

Antes, a culpabilidade dos McCain era transmitida aos jornalistas em cima de uma mesa de esplanada com finos e tremoços à mistura.

Agora, escreveu um livro para fazer o juízo final.

Porra, até que a Carolina Salgado ao lado deste gajo, é uma senhora. :(

Pois, a suposta verdade pode doer a muita gente [:p]

Como já disse, vamos esperar pela abertura do processo ao publico para se saber afinal quem é quem e quem fez ( ou não fez) o quê. [;)]
 
Pois, a suposta verdade pode doer a muita gente [:p]

Como já disse, vamos esperar pela abertura do processo ao publico para se saber afinal quem é quem e quem fez ( ou não fez) o quê. [;)]
Mais público do que já está? [:D] [:D]

O que é que falta apresentar, insinuar ou distorcer?

Nestas coisas, o que chateia é a continuação de um método vergonhoso da nossa polícia de investigação. Quando não sabem ou não conseguem apurar os factos, manda-se uma boca para alguém amigo da imprensa.
Claro que com pessoas de menor posicionamento social, uma carga de porrada também resolve o problema de uma confissão rápida.

Não. Não aceito que a polícia do meu País continue neste estado.

Sinto-me ultrajado.
 
Mais público do que já está? [:D] [:D]

O que é que falta apresentar, insinuar ou distorcer?

Nestas coisas, o que chateia é a continuação de um método vergonhoso da nossa polícia de investigação. Quando não sabem ou não conseguem apurar os factos, manda-se uma boca para alguém amigo da imprensa.
Claro que com pessoas de menor posicionamento social, uma carga de porrada também resolve o problema de uma confissão rápida.

Não. Não aceito que a polícia do meu País continue neste estado.

Sinto-me ultrajado.

Realmente ainda temos de aprender um pouco com os nossos amigos britanicos sobre as varias formas de boicotar uma investigação e lançar as culpas para os outros. [;)]
 
Realmente ainda temos de aprender um pouco com os nossos amigos britanicos sobre as varias formas de boicotar uma investigação e lançar as culpas para os outros. [;)]
Os nossos amigos britânicos que diariamente lidam com dezenas de situações idênticas? E que têm uma fama de trabalho do melhor que há?

Provas sobre esse comportamento? Antes ou depois dos almoços? [:D] [;)]
 
Os nossos amigos britânicos que diariamente lidam com dezenas de situações idênticas? E que têm uma fama de trabalho do melhor que há?

Provas sobre esse comportamento? Antes ou depois dos almoços? [:D] [;)]

Ou antes e depois do envolvimento de Gordon Brown? [;)]

Realmente devem ser muito eficazes, para terem um dos melhores laboratórios forenses do mundo e levarem 6 meses a fazer algumas analises, que normalmente levam somente algumas semanas ou a mesma policia que bloqueia todos os pedidos da policia portuguesa, no que concerne aos McCann?

E claro, em Inglaterra não existem raptos por solucionar por parte da policia, que tem fama do trabalho do melhor que há [:)][:)][:)]
 
Eu não tenho filhos mas...

Quem tem filhos nunca os deixou em casa enquanto ía só ao carro buscar a mala que se esqueceu?
Eu nunca o fiz.

Nunca os deixou em casa sozinhos quando foi à padaria buscar pão?
Também não.

Nunca foi à casa do vizinho dar duas de treta ainda que só por 10 minutos?
Também não.
Nunca esteve durante 20 minutos à varanda a falar ao tlm?
Também não.

Pois é qualquer destas situações não tem nada de mal mas em qualquer destes casos pode acontecer um rapto.
Eu acho que qualquer uma das situações acima nunca deve acontecer para crianças da idade da Maddie ( e que também é a idade do meu filho).
Não se compara a ir para um jantar de horas!? Depende, um rapto demora um minuto não demora nem 10 nem 20 nem uma hora e neste sentido a gravidade é igual tendo em conta o tempo que ficam isolados.

Agora quantos pais é que nunca deixaram os filhos sós nem por 5 minutos?
Eu nunca deixei o meu. E acredito que acontece o mesmo com uma grande percentagem de país de crianças com estas idades ( até aos 5, 6 anos) .

Basta ver nos hipermercados quando os pais estão na treta com algum conhecido por onde andam os filhos, a distância, e a atenção que os pais lhes dão!


Se estas situações são condenatórias!? São! Mas de quem as condena quem não esteve já numa situação de "abandono" semelhante?

-----------

Eu continuo a dizer. Não condeno nem ilibo os pais. Não sou bruxo nem estava lá e a justiça não conseguiu provar nada...

As crianças são muito novas para ficarem sozinhas. Estamos a falar de idades inferiores a 4 anos. Nestas idades, sou da opinião que todo o cuidado é pouco.
 
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