Lancia Delta 2008

Dio,

Achas que levo a mal? Claro que não[;)]

Mas eu vou tentar esclarecer-te...a minha ligação profissional a uma marca germânica data desde 94...e desde essa data que convivo diáriamente com a forma de trabalhar, com a tecnologia, com os processos, com o pensamento e interpretação desta indústria pela forma de pensar Alemã! Entretanto, e como sabes, já tive inúmeros carros sendo alguns deles Italianos.

Em todo este tempo tentei ser imparcial nas análises que fiz sobre esses carros. Aceito que nem sempre o tenha conseguido mas nunca escondi que adoro a forma de interpretar o automóvel dos italianos. No entanto sei reconhecer que apesar dos seus méritos no design, nas mecânicas...também reconheço os seus desleixos na montagem, nos materiais...E é aqui que os Alemães mais se demarcam. Têm igualmente boas mecânicas mas também uma óptima construção...apesar dos designs genéricamente sem "cuore"[;)]...

Espero que entendas o meu discurso. Não estou aqui para defender seja que marca for! Estou aqui porque gosto de carros!!!...e pronto![;)]


Um grande abraço,
JC_STILO
Então foi só impressão minha... [:D]

De qualquer forma sempre admirei o facto de teres tido, não um, mas dois Stilos... um a seguir ao outro. [:cool:]

Para se fazer isso tem de se apreciar muito mais que apenas o design de um automóvel... ainda por cima quando o carro é uma Stilo MW. [:D]

Bom ano e obrigado pelas palavras. [;)]
 
No LUM diz que são 35.000 Kms ou a cada 24 meses.

Essa da oficina dizer que são 12 meses, com os óleos e tecnologia actuais é mesmo uma boa forma de sacar mais 300 euritos todos os anos.

A menos que o carro tenha uma utilização demasiado intensiva para poucos kms, 24 meses é mais que suficiente.
Achas mesmo?? Então fica com um carro 15 anos a mudar o óleo de 24 em 24 meses, e vê como fica o teu motor, e como sai o óleo usado...Nem que faças 10.000km ao ano, com bom óleo e um bom carro, não deves manter o mesmo óleo mais do que um ano, se te preocupas com o carro. Agora se são carros da empresa ou rentings...claro que aguenta...

Já muitas marcas abandonaram a política dos 24 meses...Dou o exemplo da Opel, que as revisões chegaram a ser de 30.000km (50.000 nos diesel) ou 24 meses, e agora (pelo menos nos gasolina, penso que nos diesel também) é 30.000km ou 1ano. Algumas marcas (Toyota, por ex) têm 30.000km, com mudança de óleo aos 15.000km, e não é ao calhas, e são motores novos que levam bons óleos...
 
Achas mesmo?? Então fica com um carro 15 anos a mudar o óleo de 24 em 24 meses, e vê como fica o teu motor, e como sai o óleo usado...Nem que faças 10.000km ao ano, com bom óleo e um bom carro, não deves manter o mesmo óleo mais do que um ano, se te preocupas com o carro. Agora se são carros da empresa ou rentings...claro que aguenta...

Já muitas marcas abandonaram a política dos 24 meses...Dou o exemplo da Opel, que as revisões chegaram a ser de 30.000km (50.000 nos diesel) ou 24 meses, e agora (pelo menos nos gasolina, penso que nos diesel também) é 30.000km ou 1ano. Algumas marcas (Toyota, por ex) têm 30.000km, com mudança de óleo aos 15.000km, e não é ao calhas, e são motores novos que levam bons óleos...

Acho... se no LUM diz troca de óleos e filtros a cada 35.000 Kms ou 24 meses, acho.

Tens que levar em linha de conta que os óleos e os motores evoluem cada ano que passa e estes motores de que estamos a falar são de concepção muito recente, não é um qq VW TDi com tecnologia de há 15 anos...

Há 15 anos atrás as revisões e trocas de óleo eram muitas vezes a cada 5.000Kms ou 10.000 Kms, mas hoje em dia, cada vez os óleos aguentam mais e mantêm as suas capacidades não só no tempo (os óleos sintéticos não se degradam com o tempo, só com o uso), como na longevidade.

Claro que se meteres o óleo do bidon da esquina ou por ex um Mobil 1 a coisa não será igual... Por isso há óleos que custam 5€ e outros 20€ o litro...
 
Bem, esse Lancia é sem duvidas uma maquina infernal, um amigo meu comprou a semana passada o 1.9 bi-turbo de 190 cv, todo preto, assim que eu me sentar la e andar no bicho, deixo aqui as impressões e sem dúvidas umas fotos hehe. Abraço
 
Tive um contacto com um Delta 1.4 Tjet 150cv, acho que Platino...

Fiquei muito bem impressionado com o carro!!!

Bastante espaço, motor raçudo e com boa resposta, bastante equipamento, tinha alguma curiosidade no assistente anti-transposição de faixa, e funciona na perfeição!!!
A estética primeiro estranha-se e depois entranha-se, e agora já o vejo com outros olhos, espero um dia um contacto com o Twin turbo 1.9...

Reparos a direcção é leve demais e muito filtrada, e é só... Também não tive muito tempo com ele...

Mas está aqui uma bela proposta para o segmento[;)]
 
Tive um contacto com um Delta 1.4 Tjet 150cv, acho que Platino...

Fiquei muito bem impressionado com o carro!!!

Bastante espaço, motor raçudo e com boa resposta, bastante equipamento, tinha alguma curiosidade no assistente anti-transposição de faixa, e funciona na perfeição!!!
A estética primeiro estranha-se e depois entranha-se, e agora já o vejo com outros olhos, espero um dia um contacto com o Twin turbo 1.9...

Reparos a direcção é leve demais e muito filtrada, e é só... Também não tive muito tempo com ele...

Mas está aqui uma bela proposta para o segmento[;)]

Tipicamente Fiat/Lancia...
Lá por casa há já muito tempo que habitam muitos modelos Fiat, e na generalidade, a direcção assistida é uma trampa. Nem parece que estamos ligados às rodas.

É uma pena. Os motores a gasosa do grupo costumam ser muito bons, e dá um gozo enorme explorar, e é pena o corpo não acompanhar a alma.
 
Tipicamente Fiat/Lancia...
Lá por casa há já muito tempo que habitam muitos modelos Fiat, e na generalidade, a direcção assistida é uma trampa. Nem parece que estamos ligados às rodas.

É uma pena. Os motores a gasosa do grupo costumam ser muito bons, e dá um gozo enorme explorar, e é pena o corpo não acompanhar a alma.

Pois, concordo contigo, o motor a partir das 3000/3500 é muito bom e forte, ganha velocidade com muita facilidade, a suspensão adorna um nadica demais, mas depois em piso degradado percebe-se porquê, absorve quase tudo sem queixumes...

Os materiais do interior são muito bons, estava quase todo revestido em pele e Alcantara ao bom estilo Lancia, pena mesmo aquela direcção... Para termo de comparação, em modo normal, parece a do 500 Abarth em City!!!!

E a estética é diferente de tudo o que há por aí, leva algum tempo a admirar o carro, a frente é a parte mais bem conseguida, a traseira é algo futurista e diferente, enfim e um belo carro de se ver, não se confunde com mais nenhum em estrada!

Mas agora tou em pulgas para meter as mãos num 1.9Twin Turbo, ou o 1.8T 200cv(quando chegar)!
 
A direcção é como as linhas do Delta.
Primeiro estranha-se...

Depois, não somos capazes de conduzir outro carro sem achar que a direcção é desnecessariamente pesada.

...e é verdade. A direcção não tem que ser pesada.
Essa característica é uma herança dos carros antigos sem assistência.

Geralmente confundimos a leveza do volante com falta de segurança associada à facilidade com que a direcção vira, mas é engano. Essa facilidade só acontece pelo interior, com o volante, não com as rodas.
...resta acrescentar que embora se mantenha comparativamente leve, a verdade é que também fica também mais pesada com velocidades mais elevadas para ajudar a evitar movimentos bruscos do condutor.

Michael
 
Esse 1.4 parece ser excelente em desempenho, mas tem o defeito de ter consumos um pouco para o alto. Não fosse isso e faria séria concorrência ao 1.6 mjet.
 
Pois, concordo contigo, o motor a partir das 3000/3500 é muito bom e forte, ganha velocidade com muita facilidade

Eu considero-o muito bom logo a partir das 1600/1700rpm, pois não só aguenta a sexta 'a morrer' (porque de facto não está a morrer), como desenvolve facilmente a partir dessa rotação quando aceleramos.
Pelo menos no Bravo e os seus cerca de 1350Kg é assim.
Para aceleração forte, claro, precisa mais rotação, mas é algo que se obtém facilmente mesmo sem reduzir.

Achei importante escrever isto, pois é precisamente a diferença dos motores a gasolina sobrealimentados, para os típicos atmosféricos - a maior disponibilidade em baixas e médias rotações.

Tenho curiosidade em experimentar o Delta, não só para o apreciar, mas também para comparar a reacção do motor que supostamente deverá ser parecida embora já me tenham dito que não.

Michael
 
Esse 1.4 parece ser excelente em desempenho, mas tem o defeito de ter consumos um pouco para o alto. Não fosse isso e faria séria concorrência ao 1.6 mjet.
Com utilização calma, de estrada, conseguem-se fazer médias na casa dos 6 ...ou 8 se incluir muita auto-estrada (abaixo dos 150).

Só falta mesmo conhecer alguém que consiga, com este motor, fazer uma utilização sempre calma.
:)

Em cidade, é díficil baixar dos 9 e fácil passar dos 10.

Se o consumo é um factor em equação, não há pai para os Diesel.

Michael
 
Eu considero-o muito bom logo a partir das 1600/1700rpm, pois não só aguenta a sexta 'a morrer' (porque de facto não está a morrer), como desenvolve facilmente a partir dessa rotação quando aceleramos.
Pelo menos no Bravo e os seus cerca de 1350Kg é assim.
Para aceleração forte, claro, precisa mais rotação, mas é algo que se obtém facilmente mesmo sem reduzir.

Achei importante escrever isto, pois é precisamente a diferença dos motores a gasolina sobrealimentados, para os típicos atmosféricos - a maior disponibilidade em baixas e médias rotações.

Tenho curiosidade em experimentar o Delta, não só para o apreciar, mas também para comparar a reacção do motor que supostamente deverá ser parecida embora já me tenham dito que não.

Michael

Concordo contigo, ele aceita bem andar em 4ª/5ª ali por volta das 2000 sem problemas, e responde ao acelerador com pujança, mas a partir das 3000/3500 é que ele acorda mesmo, se calhar fiquei com a impressão errada.

Este Delta tinha tudo e mais alguma coisa em termos de equipamento, até o Duplo tecto em vidro, GPS, Ac Auto e tudo mais não sei em termos de peso o que vale...

Quanto à questão da direcção, ela deve ser diferente do Bravo, sei que pelo menos em alguns Bravo há a hipótese de ligar o botão Sport, não sei se tal como no 500Abarth este botão influencia a direcção, adorei a do Abarth em modo Sport, esta do Delta parece que não há ligação entre as rodas e a direcção, não transmite o feeling que gosto de ter, de sentir o que as rodas estão a fazer... Será que isto vem com o tempo!? Ou será que foi falta de hábito minha!?

Mais para a frente quando testar o Twin Turbo, depois dou o feedback[;)]
 
Concordo contigo, ele aceita bem andar em 4ª/5ª ali por volta das 2000 sem problemas, e responde ao acelerador com pujança, mas a partir das 3000/3500 é que ele acorda mesmo, se calhar fiquei com a impressão errada.

Este Delta tinha tudo e mais alguma coisa em termos de equipamento, até o Duplo tecto em vidro, GPS, Ac Auto e tudo mais não sei em termos de peso o que vale...

Quanto à questão da direcção, ela deve ser diferente do Bravo, sei que pelo menos em alguns Bravo há a hipótese de ligar o botão Sport, não sei se tal como no 500Abarth este botão influencia a direcção, adorei a do Abarth em modo Sport, esta do Delta parece que não há ligação entre as rodas e a direcção, não transmite o feeling que gosto de ter, de sentir o que as rodas estão a fazer... Será que isto vem com o tempo!? Ou será que foi falta de hábito minha!?

Mais para a frente quando testar o Twin Turbo, depois dou o feedback[;)]

A direcção é como as linhas do Delta.
Primeiro estranha-se...

Depois, não somos capazes de conduzir outro carro sem achar que a direcção é desnecessariamente pesada.

...e é verdade. A direcção não tem que ser pesada.
Essa característica é uma herança dos carros antigos sem assistência.

Geralmente confundimos a leveza do volante com falta de segurança associada à facilidade com que a direcção vira, mas é engano. Essa facilidade só acontece pelo interior, com o volante, não com as rodas.
...resta acrescentar que embora se mantenha comparativamente leve, a verdade é que também fica também mais pesada com velocidades mais elevadas para ajudar a evitar movimentos bruscos do condutor.

Michael

Desde que tirei a carta que tenho conduzido Fiats, das mais variadas espécies.
E as direcções sempre foram das minhas maiores criticas. E porquê?
Não é o facto de ser leve.
É como o Cobra diz... feeling, ou melhor, a falta dele.
É como se o volante não tivesse ligação às rodas. é como jogar Playstation.
É claro que com o hábito um tipo apanha-lhe o jeito, mas não faz dela melhor.

A falta de feeling é um mal recorrente da generalidade dos automóveis, e quando algumas marcas já tinham contornado a situação, eis que surgiram as direcções assistidas eléctricas, que ajudam a poupar nos consumos,mas roubaram novamente o feeling conseguido nas hidraulicas.

Mesmo em carros que deveriam ser algo de especial, como o Stilo Abarth que anda cá por casa, a comunicação homem-máqina deixa muito a desejar. Não só a direcção sofre da ausência de feeling, como a Selespeed torna a experiência algo frustrante na exploração do excelente 5 cilindros.

Ainda não experimentei as versões mais recentes, como as que vêm no Mi.TO ou nos Abarth. Com o botão maravilha, parece que acontecem milagres.
Ainda tenho de comprovar.
 
Encontro FIATISTAS Sábado 7 de Fevereiro 15:00

Encontro FIATISTAS Sábado 7 de Fevereiro 15:00

Local: PORTO, na Rua do Ouro na Marginal do rio Douro junto à Ponte Arrábida. Ver aqui:
http://www.fiatistas.com/forum/index.php?s...15&#entry263312

Rua do Ouro, na marginal junto à Ponte Arrábida.
Caso esteja Sol, aqui apanhamos sempre solzinho, bom para nós e para as fotos.
Caso esteja a chover, esse grande Prédio que existe ai tem umas arcadas onde nos podemos abrigar.

- Na imagem assinalado com "2" está uma montra urbana onde costumam estar expostos 2 automóveis.
- Caso não haja estacionamento para todos, aparcamos os carros num parque que tem sempre lugar, assinalado com "1" na imagem.
- O "3" é uma estação de serviço da Repsol.
- O "4" é um café bem fixe com esplanada e tudo.

CASO NÃO POSSAS VIR NUM CARRO ITALIANO, VEM NA MESMA!
 
Com utilização calma, de estrada, conseguem-se fazer médias na casa dos 6 ...ou 8 se incluir muita auto-estrada (abaixo dos 150).

Só falta mesmo conhecer alguém que consiga, com este motor, fazer uma utilização sempre calma.
:)

Em cidade, é díficil baixar dos 9 e fácil passar dos 10.

Se o consumo é um factor em equação, não há pai para os Diesel.

Michael

No TD que fiz, foi mais ou menos 60% AE/IC e 40% urbano e algum pára-arranca, deu média global de 8.5L/100, sendo que em AE deu para esticar bem as pernas ao animalzinho!
 
Desde que tirei a carta que tenho conduzido Fiats, das mais variadas espécies.
E as direcções sempre foram das minhas maiores criticas. E porquê?
Não é o facto de ser leve.
É como o Cobra diz... feeling, ou melhor, a falta dele.
É como se o volante não tivesse ligação às rodas. é como jogar Playstation.
É claro que com o hábito um tipo apanha-lhe o jeito, mas não faz dela melhor.

A falta de feeling é um mal recorrente da generalidade dos automóveis, e quando algumas marcas já tinham contornado a situação, eis que surgiram as direcções assistidas eléctricas, que ajudam a poupar nos consumos,mas roubaram novamente o feeling conseguido nas hidraulicas.

Mesmo em carros que deveriam ser algo de especial, como o Stilo Abarth que anda cá por casa, a comunicação homem-máqina deixa muito a desejar. Não só a direcção sofre da ausência de feeling, como a Selespeed torna a experiência algo frustrante na exploração do excelente 5 cilindros.

Ainda não experimentei as versões mais recentes, como as que vêm no Mi.TO ou nos Abarth. Com o botão maravilha, parece que acontecem milagres.
Ainda tenho de comprovar.

Precisamente. Aliás, nem considero a direcção do Stilo/Punto II/Grande Punto/Panda assim tão leve (com o city desligado, claro) e já conduzi carros com direcções igualmente leves, mas com muito melhor feedback. A que me pareceu melhor até foi a do Punto II, mas mesmo assim mal se sente que as rodas estão lá...

No caso do Stilo, ela só dá sinal quando se acelera demais a baixa velocidade (torque steer) e pouco mais...


Curiosamente, as mulheres costumam adorar estas direcções. :)
 
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