Infidelidade

Aceito que haja quem não compreenda o swing, não o aceite. Mas não compreendo que se ache que uma actividade que é praticada com o pleno acordo do casal constitua uma falta de respeito pelo outro. Um casal pode viver a lealdade, o respeito e a cumplicidade de mjuitas formas.

Eu sou casada e gosto de pensar que continuo a fazer o que me apetece, o meu casamento não me condiciona. Completa-me. E se sexo a três, a quatro ou a quantos for, for algo que a nós, como casal, agrada e dá prazer... porque não? O corpo é para ser disfrutado. O sexo não tem que ser o que a sociedade convencionou que era ( e ainda bem senão hoje em dia apenas havia a posição de missionário). Daí a noção de infidelidade ser tão subjectiva.

Eu aceito e compreendo. Mas só para mim, para a minha mulher não !! [:D]

PS: E de preferência num quarto cheio de mulheres bissexuais em que eu seja o único homem presente !! [:)]
 
Aceito que haja quem não compreenda o swing, não o aceite. Mas não compreendo que se ache que uma actividade que é praticada com o pleno acordo do casal constitua uma falta de respeito pelo outro. Um casal pode viver a lealdade, o respeito e a cumplicidade de mjuitas formas.

Eu sou casada e gosto de pensar que continuo a fazer o que me apetece, o meu casamento não me condiciona. Completa-me. E se sexo a três, a quatro ou a quantos for, for algo que a nós, como casal, agrada e dá prazer... porque não? O corpo é para ser disfrutado. O sexo não tem que ser o que a sociedade convencionou que era ( e ainda bem senão hoje em dia apenas havia a posição de missionário). Daí a noção de infidelidade ser tão subjectiva.

A partir do momento em que é consentido, deixa de ser traição ou infidelidade.

Estas para mim só o são quando implicam fazer algo que o outro não consente, que o magoa.

Se é vontade de ambos ter relações sexuais e/ ou afectivas com outras pessoas e se convivem bem com a situação, então deixa de ser traição.


E se pensarem um pouco a evoluçao de toda a sociedade foi se baseando em conceitos que alguem se lembrou, e que de forma mais ou menso polemica foram sendo introduzidos...

Se na ouvessem novas ideias, as mulheres hoje por exemplo, nao conduziam, nao votavam, viviam na sombra dos maridos autoritarios..

Eu concordo em pleno com estas duas citaçoes acima.. se para uns sou maluco pouco me importa, mas vivo a vida como eu proprio defino que quero... ja me chega de cenarios negros por força das imposiçoes de "regras"
 
A partir do momento em que é consentido, deixa de ser traição ou infidelidade.

Estas para mim só o são quando implicam fazer algo que o outro não consente, que o magoa.

Se é vontade de ambos ter relações sexuais e/ ou afectivas com outras pessoas e se convivem bem com a situação, então deixa de ser traição.
O casamento é cada vez mais um simples contrato de 'tu moras comigo e eu contigo' e cada vez menos algo 'sagrado'.
Sagrado sem qualquer tipo de 'religiosidade'.

ld
 
Eu aceito e compreendo. Mas só para mim, para a minha mulher não !! [:D]

PS: E de preferência num quarto cheio de mulheres bissexuais em que eu seja o único homem presente !! [:)]

Compreendi o tom de brincadeira mas se calhar se fosse ao contrario nao achavas piada... [;)]

E pasme-se ou nao, hoje em dia em termos de relaçoes alternativas, ás vezes sao os homens a tecerem reticencias a que a mulher satisfaça os seus desejos...

O mundo esta a mudar neste campo.. e mais do que se julga
 
O casamento é cada vez mais um simples contrato de 'tu moras comigo e eu contigo' e cada vez menos algo 'sagrado'.
Sagrado sem qualquer tipo de 'religiosidade'.

ld


Não acho.

Acho que é muitas pessoas começam a pensar "out of the box". Começam a encontrar outras alternativas em relação ao que a cultura e a sociedade lhes "impõe".

Começam a gostar mais delas próprias, a procurar mais a sua satisfação e o seu prazer. E isso existe também no campor sexual. E começam a ser disseminados conceitos como o swing.

Não é uma questão do casamento ser mais ou menos sagrado. As pessoas é quie começam a encarar a vida de forma diferente.
 
aquicas, imagina que eu chegava ao pé do meu marido e lhe dizia que tinha uma amiga com quem eu gostava de ir para a cama. Como somos um casal é normal que eu lhe coloque a questão por uma questão de respeito e lealdade). Ele consentia desde que o sexo fosse apenas entre nós duas ou com a participação/visualização dele.

Estaria a traí-lo?
 
aquicas, imagina que eu chegava ao pé do meu marido e lhe dizia que tinha uma amiga com quem eu gostava de ir para a cama. Como somos um casal é normal que eu lhe coloque a questão por uma questão de respeito e lealdade). Ele consentia desde que o sexo fosse apenas entre nós duas ou com a participação/visualização dele.

Estaria a traí-lo?

Não.... estavas a dar-lhe um presente do caraças !!! [:D]
 
E se pensarem um pouco a evoluçao de toda a sociedade foi se baseando em conceitos que alguem se lembrou, e que de forma mais ou menso polemica foram sendo introduzidos...

Se na ouvessem novas ideias, as mulheres hoje por exemplo, nao conduziam, nao votavam, viviam na sombra dos maridos autoritarios..

Eu concordo em pleno com estas duas citaçoes acima.. se para uns sou maluco pouco me importa, mas vivo a vida como eu proprio defino que quero... ja me chega de cenarios negros por força das imposiçoes de "regras"

Historicamente o swing não tem nada de novo, na antiga Grécia, antes de cristo, era socialmente aceite. Este tipo de práticas foi "criminalizada" pela igreja junto com outras como incesto e pedofilia, também praticáveis e aceites na altura.

Mas também concordo que nesse caso não haja traição. A traição pressupõe a existência de um contracto prévio, seja ele verbal, assinado em notário ou com base numa religião. Se nesse contracto foi definido que cada um podia ter relações com quem quisesse não há nenhuma violação desse mesmo contracto, logo não vejo onde está a traição.

Já se o casamento for religioso, acho que aí tem que seguir as regras da igreja, se não concordam com elas devem-se abster de a seguir.
 
Última edição:
aquicas, imagina que eu chegava ao pé do meu marido e lhe dizia que tinha uma amiga com quem eu gostava de ir para a cama. Como somos um casal é normal que eu lhe coloque a questão por uma questão de respeito e lealdade). Ele consentia desde que o sexo fosse apenas entre nós duas ou com a participação/visualização dele.

Estaria a traí-lo?

esse tempo verbal não está errado?[:D][:p]

ld
 
Ha alguns conceitos aqui a vir ao de cima...

Legalmente o casamento é um contrato ( com clausulas de rescisao normalmente elevadas [:)])

Moralmente é outra coisa... Eu nao preciso de papel passado para estar com alguem em algo estavel.. ja vivi assim alguns anos..

E afirmo que nao faço questão de que a acontecer tenha que ser com cerimonia religiosa... é mais simples e pratico.

Isto tudo leva-nos a discutir o tema do que será a religião se nao mais do que um meio de controlar as massas...
 
aquicas, imagina que eu chegava ao pé do meu marido e lhe dizia que tinha uma amiga com quem eu gostava de ir para a cama. Como somos um casal é normal que eu lhe coloque a questão por uma questão de respeito e lealdade). Ele consentia desde que o sexo fosse apenas entre nós duas ou com a participação/visualização dele.

Estaria a traí-lo?

A minha opinião:

Não.... estavas a dar-lhe um presente do caraças !!! [:D]

[:D]
 
Não me recordo se o casamento civil implica um juramento de fidelidade como no religioso mas se de facto assim for então o casal que pratica swing está efectivamente a trair.

As convenções sociais e os contratos são lixados... [:p]
 
Não acho.

Acho que é muitas pessoas começam a pensar "out of the box". Começam a encontrar outras alternativas em relação ao que a cultura e a sociedade lhes "impõe".

Começam a gostar mais delas próprias, a procurar mais a sua satisfação e o seu prazer. E isso existe também no campor sexual. E começam a ser disseminados conceitos como o swing.

Não é uma questão do casamento ser mais ou menos sagrado. As pessoas é quie começam a encarar a vida de forma diferente.
eu percebo.
mas eu nem estou a pôr a questão num prisma social e daquilo que ela impõe.

é mesmo uma questão de cumplicidade entre um casal, comunhão.
como que dizendo: 'o casamento exige algum tipo de sacrifício'.

acho que se passamos a fazer tudo o que nos apetece no casamento este deixa de fazer sentido.....

mas também confesso (pegando na questão da Aquicas) que não seria capaz de proibir a minha esposa de dar umas trincas noutra mulher..... E nem me importava de não puder fazer o mesmo.... Até porque o interesse não é nenhum[:D]

ld
 
Parece-me que muito dificilmente casais abertos a essas experiências e vivências, serão religiosos. Mas se por acaso forem, não creio que seja motivo para não "o fazerem". Penso que para que essa abertura exista, já essas questões estão ultrapassadas à muito.

E quantos casais, ou pelos menos um dos constituintes, não pensam/desejam experiências totalmente diferentes? O problema é a falta de "confiança" e o receio de se expressarem... E se não fosse uma prática tão mal vista socialmente, de certeza que tinha muito mais adeptos, logicamente.
 
Isto ainda vai deixar correr muita tinta, e confesso que fiquei curioso para ver tal documentario de que se fala no jornal supracitado...

De qualquer forma continuo com a convicçao ha muita coisa que acaba por ser extremada em virtude do meio social envolvente

Portugal quer se queira quer não ainda é um pais com uma diferença cultural grande e as assimetrias sao bem visiveis..

Coloquem por exemplo uma qualquer situaçao a ser vivida numa qualquer cidade ou num meio pequeno mais isolado e vejam as diferentes formas como o mesmo é tratado, muitas vezes por quem esta por fora e nem tem nada a ver com o assunto... é por vezes o medo dessa repressao social que leva a que muita gente mesmo tendo uma visão mais aberta de certas coisas se julgue errada para consigo mesma...

O grande problema deste pais continua a ser nao aquilo que pensamos ou queremos, mas aquilo que os outros vão pensar...

E quer se queira quer não... neste item das infidelidades, relaçoes abertas, whatever a conotaçao vai ser bem diferente caso se more num pequeno T2 à beira da capital ou algures numa moradia ali pros lados de Alguidares de Baixo... [;)]

Think about it...

Este post pode ter varias leituras.. mas confesso que isto dito por uma mulher cujos posts costumam ter conteudo bastante assertivo soa mesmo a " mexam-se e façam pela vida sobretudo de forma diferente e ousada "..

Sou forçado a concordar... [;)]





Uma verdade bem concreta...

E pergunto eu... essa lealdade nao será tambem o expor, partilhar, debater, dialogar todas essas sensaçoes que nos assolam neste ou naquele momento?.. ou sera preferivel reprimir e ficar com sentimento de culpa e peso na consciencia... ?

Uma coisa é certa... muitos julgam que aquilo que tem é a maior maravilha do mundo, mas apenas e só porque se acomodaram às suas rotinas... e isso passa-se em todo lado, vida social, trabalho, etc...

Ja parece a malta que so compra carros desta ou daquela marca porque aquilo é que é bom mas de facto nunca experimentaram outra... só falta agora ligar o tema aqui do topico a quantas vezes se troca de carro... eu estaria tramado.. ou nao [:)]

Estou a gostar de ler os teus posts aqui. Como não vou fazer muitos comentários...faço minhas as tuas palavras
 
Parece-me que muito dificilmente casais abertos a essas experiências e vivências, serão religiosos. Mas se por acaso forem, não creio que seja motivo para não "o fazerem". Penso que para que essa abertura exista, já essas questões estão ultrapassadas à muito.

E quantos casais, ou pelos menos um dos constituintes, não pensam/desejam experiências totalmente diferentes? O problema é a falta de "confiança" e o receio de se expressarem... E se não fosse uma prática tão mal vista socialmente, de certeza que tinha muito mais adeptos, logicamente.

Experimentem falar. Nunca se sabe se não podem ter uma surpresa [;)]
 
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