Guia do Automóvel
...Aos 15 mil km passou pela oficina para solucionar os seguintes problemas: o tal ruído entre a consola e o tablier, estalos na direcção, ruídos nos travões e o vidro do condutor que deixou de funcionar. Nenhuma destas situações vinha totalmente corrigida. Voltou à oficina e então substituiram a direcção, bombas de óleo dos travões e pastilhas. Foram ainda substituídos os cabos da caixa e o elevador do vidro do condutor. Aos 18 mil km mais histórias.
Vibração no arranque a frio, um cheiro esquisito proveniente do escape e vibrações por volta das 2500 rpm.
A luz do óleo acendeu e o Scenic começou a perder compressão.
Aos 20.000 kms foram substituídos os segmentos do motor, um apoio de motor e a bomba de àgua, por causa de uma fuga no sistema de refrigeração.
Aos 30.000 kms foi à revisão e mudou o óleo. Desde essa altura, foram detectados dois "bugs" que ainda hoje permanecem. O rádio de vez em quando não lê cd's e as escovas dos limpa-vidros por vezes param a meio.
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Aos 50.000 kms o proprietário detectou uma falha de injecção entre as 1900 e as 2100 rpm. O mecânico da marca disse-lhe que pode ser sujidade.
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Para já é tudo, mas se não soubéssemos destas histórias, este Scenic era um caso de sucesso, uma vez que a sua prestação no teste ao usado foi muito positiva.
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O ultimo teste, o mais apetecível, serviu para provar a veracidade dos 100 cv anunciados pela marca para este motor 1.5 dci. Já o binário não correspondeu à verdade e os 200Nm anunciados ficaram-se pelos 165 Nm, sinal que algo não está bem com este bloco, principalmente se pensarmos nas queixas do proprietário de falta de força entre as 1900 e as 2100 rpm.
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