mas para que raio quero só os documentos?
para os meter no bolso e ir passear de documentos ao domingo?????[

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sem carro não servem de nada, pelo menos legalmente[

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Infelizmente o negócio dos documentos nos minis está a tornar-se cada vez mais prospero. Dado que até cerca de meados dos anos 70, as identificações dos carros eram feitas através de chapas com os numeros cravados, que eram posteriormente arrebitadas á carroçaria/chassis, a sua mudança é um tanto ou quanto fácil. Direi um tanto ou quanto, porque, muitas das personagens que se dedicam a este negócio ilegal, esquecem-se que existe outras peças numeradas num carro. O exemplo mais corrente é os vidros.
Existe códigos nos classicos que indicam o mês e o ano de fabrico dos vidros, e estes nunca poderam ser posteriores ao fabrico do carro em si. O motor também tem um numero de série, bem como a caixa de velocidades.
Para conferir se são correctos esses numeros, e necessário adquirir nas respectivas marcas um certificado de originalidade, que para além de indicarem os numeros atrás mencionados, indicam também a data de fabrico com o dia, mês e ano; o vendedor; o primeiro proprietáeio, a cor do carro, etc.
Basta navegar por outros forums monomarcas de clássicos em Portugal para se perceber que este negócio de venda de documentos está cada vez mais prospero.
Á um tempo atrás foi apanhado num site espanhol de minis, um sujeito a querer vender os documentos de um Mini Cooper dos anos 60 com palmarés. Tanto levou talhada quem comprou como quem vendeu.
Em relação aos minis MK1 (de 1959 a 1967), não será estranho que na maioria das concentrações de clássicos aparecam cada vez mais Cooper e Cooper S, quando os carros que mais se venderam na altura foram os 850?
Muito provavelmente houve mutações como esta que estamos a presenciar nesta venda ilicita.
A falsificação é crime, e fujam deste tipo de negócios, ainda que eles possam ser tentadores!