FullThrottle
Well-known member
Tens razão e já constatei junto da minha mãe que, as finanças enviaram uma carta para a morada (isenta) em nome do proprietário a dizer que o imóvel estava sujeito a isenção e para se deslocarem às finanças se estivessem interessados.
Ou seja, existiu um input inicial das finanças correspondido pelo proprietário. Ora se a carta veio endereçada em nome do proprietário e para a morada "supostamente" fiscal, como é que agora se lembraram que fizeram barraca e afinal a morada isenta não era a morada fiscal?
De qualquer das formas, comprovando que a morada do agregado era a morada fiscal sujeita a isenção então será fácil reverter esta situação ou não?
Outra questão é que, estas dívidas fiscais têm de ser liquidadas até o prazo de 8 anos. Se assim for, os meus pais terão todo o gosto em pagar os 510€ em dívida durante esses mesmos 8 anos o que dá uns excepcionais 5€ por mês. É pagar a dívida em duodécimos para ver se gostam.
As finanças contactaram o proprietário do imóvel indicando que o imóvel estava sujeito a isenção (porque o imóvel reunia as condições necessárias por exemplo valor patrimonial inferior ao máximo permitido).
Cabe ao proprietário verificar se ele mesmo reúne as condições necessárias para que o imóvel de que é proprietário fique isento.
Não é obrigatório que o dono more no imóvel para estar isento. O imóvel pode estar arrendado e o senhorio/dono (que tem outra morada) estar isento de pagar IMI desse imóvel.
O que falhou aí foi o proprietário não ter verificado a parte dele próprio e ter avançado com o pedido. Passado estes anos as finanças descobriram que o proprietário não tinha direito à isenção (porque a sua morada fiscal era outra) e agora pedem o pagamento.
Se é apenas 500euros eu pagava logo e esquecia o assunto mesmo que seja possível pagar em 8 anos (verificar se dessa forma tem o acréscimo de juros). É menos uma preocupação e assim não estava 8 anos a lembrar-me desse episódio.
Não sou nenhum entendido em finanças por isso algumas coisas podem estar erradas. O ideal será tirar todas as dúvidas directamente com as finanças. Nem precisa sair de casa para o fazer, basta utilizar o e-balcão.