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o f-type pesa o mesmo e não tem 1/2 motores eléctricos
De facto não percebo bem as críticas ao carro... que é um hino à inovação. Só me ocorre que sejam tão ignorantes que nem sequer compreendem a complexidade dum carro destes.
De qualquer das formas a Honda sempre gostou deste jogo do "dá e tira" às vezes dá os clientes o que eles pedem mas outras vezes dão-lhe aos clientes aquilo que eles não pedem e que dizem não querer, estilo... Honda: "Toma esta carro capaz de fazer maravilhas no que toca a comportamento." Cliente: "Não, o que eu quero é um carro analógico... sem turbos, sem electrónica, sem sincronizadores." Depois as pessoas caem na real e dão-se de conta do que a Honda fez. O que é certo é que a Honda tem tido sucesso com ambas fórmulas.
Podia enumerar aqui uma série de exemplos quer no departamento automóvel quer no departamento das duas rodas... mas quem conhecer realmente a história da marca sabe do que falo.
Um carro tão espectacular e sem azeite nenhum, ainda bem a Honda ainda sabe fazer coisas bonitas (vá de retro Civic CTR rei do xuning de origem).
De facto não percebo bem as críticas ao carro... que é um hino à inovação. Só me ocorre que sejam tão ignorantes que nem sequer compreendem a complexidade dum carro destes.
O carro de facto parece ser um hino à inovação. No papel isso é bom. E na prática? Parece que não é assim tão bom.
O resultado parece estar à vista numa frase dita pelo Jason que resume tudo "this car is a software".
É uma casa de computadores, não existe nenhum envolvimento do condutor. Caramba, o carro até vira sozinho.
Este carro é um GT muito rápido agora um superdesportivo, não o é.
Já disse anteriormente que este carro saiu com o nome errado porque não é nenhum sucessor do mítico NSX.
O familiar Giulieta QV é mais excitante que este "superdesportivo" :sh)