[Antevisão] GPL, que futuro?

Mas esse incentivo, além de já ter sido feito na construção de armazenamento, deve ser feito no ISP.
Não digas essas coisas dos 200 bar, que há por aqui pessoal que quer falar no CNG mas só nas vantagens.

Atenção, o CNG é um combustivel fantástico, mas em termos de mobilidade terrestre claramente deve ser usado em frotas de pesados especialmente de curto curso e passageiros.

O problema é que as marcas automóveis Low-Cost como a Audi, Mercedes-Benz, VW, FIAT, Ford, Volvo, IVECO, andam a estoirar milhões US$ e/ou € nesta coisa do gás natural para industria e particular.

E aquela coisa dos corredores azuis na Europa da UE?, é a corrida energética e na Alemanha já há corrida ao hidrogénio particular, aqui é GPL.
 
O problema é que as marcas automóveis Low-Cost como a Audi, Mercedes-Benz, VW, FIAT, Ford, Volvo, IVECO, andam a estoirar milhões US$ e/ou € nesta coisa do gás natural para industria e particular.

E aquela coisa dos corredores azuis na Europa da UE?, é a corrida energética e na Alemanha já há corrida ao hidrogénio particular, aqui é GPL.


E as desvantagens, já queres falar?
 
Pergunta à marca alemã qual é a desvantagem de colocar no mercado o novíssimo familiar médio A4 a CNG.

Melhor questiona os consumidores alemães, italianos, espanhóis, checos, austríacos, russos, polacos que tem disponível esta tecnologia de ponta nos seus mercados automóveis.
 
Ó ESPRIT a EDP acaba de comprar um frota comercial de ligeiro em Espanha movida a CNG e a GALP avança para posto público salvo erro em Madrid.

Há que acompanhar a concorrência no exterior, a questão é que é no exterior.

A pergunta é porque é que aqui não há esta mais valia para o consumidor em economia de utilização, emissão poluente e mecânica moderna se já o há disponível para toda a Europa moderna?
A EDP já tem uma frota de 40 carros em Portugal.
 
"(...)Ecological, economical and high-tech: the Audi A4 Avant g-tron

The Audi A4 Avant g-tron is the second model after the A3 Sportback g-tron that customers can run on compressed natural gas (CNG) or Audi e-gas. Its 2.0 TFSI engines has an output of 125 kW (170 hp) and torque of 270 Nm (199.1 lb-ft).

The tanks for the Avant g-tron, which will become available in late 2016, are located under the rear of the car. They can hold 19 kilograms (41.9 lb) of gas at a pressure of 200 bar and are particularly light thanks to their novel layout. The inner layer consists of a matrix of gas-proof polyamide, while a second layer of mixed carbon-fiber-reinforced plastic (CFRP) and glass-fiber-reinforced plastic (GFRP) ensures extremely high strength. The third layer made of glass fiber helps visualize any external influences. Epoxy resin is used to bind the fiber materials.

Gas consumption of less than four kilograms per 100 kilometers (8.8 lb per 62.1 miles) in a normal driving cycle means extremely low fuel costs for the customer. With NEDC fuel consumption, the bivalent g-tron model drives over 500 kilometers (310.7 mi) on natural gas. When the gas left in the tank is less than about 0.6 of a kilogram (1.3 lb), gas pressure, falls below ten bar and the engine management automatically switches over to gasoline operation. This allows an additional range of 450 kilometers (279.6 mi).

The A4 Avant g-tron is particularly ecofriendly when it runs on Audi e-gas. With this fuel, the company presents the first form of completely CO[SUB]2[/SUB]-neutral long-distance mobility. Audi produces this fuel with the help of renewable energy, water and CO[SUB]2[/SUB] in several power-to-gas plants. Using this method, the brand with the Four Rings makes surpluses of renewable energy storable. The e-gas can be bought with a special filling-station card, which acts as a compensation instrument.

In parallel, Audi is continuing its research in the area of e-fuels. Together with its partners, the company has now developed a new method of producing e-gas. This secures the future supply for the rising number of g-tron models on the roads. Thanks to the new method, Audi e-gas is produced with the help of microorganisms by means of biological methanation. Compared with the previous used chemical process, the gas is produced at significantly lower ambient pressures and lower temperatures. (...)"

Engines
 
Pergunta à marca alemã qual é a desvantagem de colocar no mercado o novíssimo familiar médio A4 a CNG.

Melhor questiona os consumidores alemães, italianos, espanhóis, checos, austríacos, russos, polacos que tem disponível esta tecnologia de ponta nos seus mercados automóveis.

Tu fazes-me falar e não gostas.

Explica lá qual a pressão a que o CNG tem que ser armazenado no carro? E o peso do reservatório? A capacidade dos mesmos? A autonomia?
Explica lá a que pressão funcionam os injectores. Explica lá às pessoas, que construir um posto de CNG custa 20x mais que um a GPL-Auto. Que a conversão é mais cara. Que a vantagem nas emissões e consumos são pequenas.

Ainda bem que falas do mercado alemão, italiano e polaco.
O primeiro teve a maior penetração de GPL-Auto nos últimos 10 anos, os segundos são dois dos maiores mercados mundiais de GPL-Auto com milhões de viaturas convertidas. QUal é o país que têm um milhão de veículos particulares convertidos a CNG?
Porque não metes aqui as vendas de veículos a CNG para particulares de todas essas marcas?
 
Foi esquecido o lobby politico?, ou apenas a concentração de mercado e imobilismo aqui no mercado interno?

É fazer pergunta às marcas acima referidas e dou exemplo(s) concreto(s) porque há este investimento industrial nesta tecnologia?, e há mercado que continua a crescer em quota de mercado a nível mundial?, América do Norte?, RPC?, Europa?, Pacifico?

A pergunta de fundo é porque é que os consumidores portugueses não dispõem destas alternativas motorizadas ao contrário de outros mercados europeus, é óbvio que a Audi não aparenta dar garantia técnica ao consumidor.

Humor.

 
Foi esquecido o lobby politico?, ou apenas a concentração de mercado e imobilismo aqui no mercado interno?

É fazer pergunta às marcas acima referidas e dou exemplo(s) concreto(s) porque há este investimento industrial nesta tecnologia?, e há mercado que continua a crescer em quota de mercado a nível mundial?, América do Norte?, RPC?, Europa?, Pacifico?

A pergunta de fundo é porque é que os consumidores portugueses não dispõem destas alternativas motorizadas ao contrário de outros mercados europeus, é óbvio que a Audi não aparenta dar garantia técnica ao consumidor.

Humor.


Mas respondes a alguma das minhas perguntas?
 
"A legislação que permitirá aumentar a comercialização de gasóleos e gasolinas simples, sem aditivações, a preços mais baixos, foi aprovada na última sexta-feira, para tentar forçar a descida dos preços médios praticados no mercado nacional de combustíveis. A estratégia do Governo é incompleta, porque esqueceu a venda de gás natural nos postos de abastecimento, que é o combustível alternativo com preços mais baixos no mercado.

Portugal continua a ser um dos países da Europa onde os consumidores não dispõem de postos de abastecimento massificados para abastecimento de gás natural aos automóveis particulares. Para além de ser o combustível com preços mais baixos, o gás natural é - também - menos poluente que a gasolina e o gasóleo.

Dourogás é exceção na distribuição

No segmento da distribuição de gás natural para veículos automóveis e frotas de transportes coletivos, uma das poucas iniciativas empresariais portuguesas que aposta na criação de postos de abastecimento de gás natural é a da Dourogás, presidida por Nuno Moreira, que entrou neste segmento da distribuição de combustíveis em 2013.

Mesmo assim, a nova legislação sobre combustíveis, aprovada ontem pela Assembleia da República, promete "gerar uma forte pressão sobre o preço dos combustíveis, ao clarificar as semelhanças entre os combustíveis à venda entre os postos mais baratos e mais caros", considera o Secretário de Estado da Energia, Artur Trindade. "O Governo mostra-se disponível para colaborar com a Assembleia da República e, na especialidade, adequar a legislação às preocupações dos intervenientes no debate", adianta Artur Trindade.

Entretanto, a Dourogás pretende aumentar o número de postos de abastecimento de gás natural, com um novo posto na Azambuja/Carregado, destinada a abastecer as frotas de veículos pesados que operam no setor da logística. O Porto será outra zona que deverá contar com um reforço no abastecimento de gás natural, atendendo a que a Dourogás é a empresa escolhida pela STCP para fornecer gás natural à sua frota de autocarros.

Em Lisboa, são também os autocarros da Carris os maiores consumidores de gás natural, nas estações de Santo António de Cavaleiros e Cabo Ruivo, igualmente fornecidos pela Dourogás.

Insuficiência de abastecimento bloqueia venda de carros a gás

A fraca distribuição de gás natural no território português tem inviabilizado a venda de veículos movidos a gás natural em Portugal, atendendo a que há zonas do território que não têm um único ponto de abastecimento deste tipo de combustível.

Acresce que as viaturas movidas a gás natural têm preços de venda semelhantes aos dos veículos com motores a gasolina (apenas ligeiramente superiores). No caso dos veículos utilitários e citadinos produzidos por grandes construtores alemães, o preço dos pequenos carros a gás natural corresponde a sensivelmente metade dos valores praticados para os modelos com motores elétricos, para os quais há uma rede de abastecimento nacional, que muito poucos utilizam porque continuam a ser vendidos poucos veículos elétricos no mercado nacional, devido ao seu elevado preço.

Além disso, os veículos a gás natural não têm as limitações de autonomia dos carros elétricos. Contudo, as marcas automóveis nem sequer importam carros a gás natural para Portugal porque não há uma rede nacional de postos de abastecimento de gás natural rodoviário.Para já, a legislação do Governo que o Parlamento hoje aprovou promete "aumentar a transparência", ao criar a obrigação dos postos prestarem "informação ao consumidor quanto à identificação dos combustíveis comercializados, facilitando o esclarecimento sobre o produto e, consequentemente, a comparação dos preços", refere o secretário de Estado.

Nova lei força descida dos preços da gasolina e gasóleo

Esta proposta de lei hoje aprovada prevê a obrigação dos postos de abastecimento comercializarem gasolina e gasóleo rodoviários simples em municípios onde não se tenham registado vendas de, pelo menos, 30% destes combustíveis a preços médios próximo dos preços de referência da área geográfica em causa - que serão definidos pela Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC).

Também foram aprovadas coimas que podem ir até aos sessenta mil euros, aplicáveis a pessoas coletivas. O Governo considera que, "entre as maiores vantagens desta proposta de lei, estão a maior disseminação de venda de combustíveis líquidos rodoviários a preços mais económicos, a redução dos custos para as famílias, para as empresas e para as entidades públicas, o aumento da transparência dos preços de venda ao público dos combustíveis líquidos rodoviários e, acima de tudo, o reforço do poder dos consumidores, a quem fica garantida uma mais fácil distinção entre a gasolina e o gasóleo simples e a gasolina e o gasóleo submetidos a processos de aditivação suplementar, bem como a comparabilidade dos preços praticados".

Mais: "os contratos celebrados entre comercializadores grossistas e retalhistas não podem, sob pena de nulidade, impedir o cumprimento das
obrigações de comercializar combustível simples", explica uma fonte do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.

O ministro Jorge Moreira da Silva anunciou recentemente o terceiro pacote de cortes no setor energético, que inclui medidas que contemplam a comercialização de combustíveis simples, a definição de um valor de referência para o gás propano e butano de botija, o alargamento, de 60 mil para 500 mil famílias, da tarifa social de eletricidade, e o reequilíbrio do contrato de serviço público (entre o Estado e a Galp) de aquisição, importação e fornecimento de gás oriundo dos contratos "take or pay" celebrados com a Argélia e a Nigéria."

[h=1]Nova lei dos combustíveis esqueceu rede de gás natural [/h]
 
Mas vais responder às minhas perguntas ou não?

Podes dizer que não.



"A legislação que permitirá aumentar a comercialização de gasóleos e gasolinas simples, sem aditivações, a preços mais baixos, foi aprovada na última sexta-feira, para tentar forçar a descida dos preços médios praticados no mercado nacional de combustíveis. A estratégia do Governo é incompleta, porque esqueceu a venda de gás natural nos postos de abastecimento, que é o combustível alternativo com preços mais baixos no mercado.

Portugal continua a ser um dos países da Europa onde os consumidores não dispõem de postos de abastecimento massificados para abastecimento de gás natural aos automóveis particulares. Para além de ser o combustível com preços mais baixos, o gás natural é - também - menos poluente que a gasolina e o gasóleo.

Dourogás é exceção na distribuição

No segmento da distribuição de gás natural para veículos automóveis e frotas de transportes coletivos, uma das poucas iniciativas empresariais portuguesas que aposta na criação de postos de abastecimento de gás natural é a da Dourogás, presidida por Nuno Moreira, que entrou neste segmento da distribuição de combustíveis em 2013.

Mesmo assim, a nova legislação sobre combustíveis, aprovada ontem pela Assembleia da República, promete "gerar uma forte pressão sobre o preço dos combustíveis, ao clarificar as semelhanças entre os combustíveis à venda entre os postos mais baratos e mais caros", considera o Secretário de Estado da Energia, Artur Trindade. "O Governo mostra-se disponível para colaborar com a Assembleia da República e, na especialidade, adequar a legislação às preocupações dos intervenientes no debate", adianta Artur Trindade.

Entretanto, a Dourogás pretende aumentar o número de postos de abastecimento de gás natural, com um novo posto na Azambuja/Carregado, destinada a abastecer as frotas de veículos pesados que operam no setor da logística. O Porto será outra zona que deverá contar com um reforço no abastecimento de gás natural, atendendo a que a Dourogás é a empresa escolhida pela STCP para fornecer gás natural à sua frota de autocarros.

Em Lisboa, são também os autocarros da Carris os maiores consumidores de gás natural, nas estações de Santo António de Cavaleiros e Cabo Ruivo, igualmente fornecidos pela Dourogás.

Insuficiência de abastecimento bloqueia venda de carros a gás

A fraca distribuição de gás natural no território português tem inviabilizado a venda de veículos movidos a gás natural em Portugal, atendendo a que há zonas do território que não têm um único ponto de abastecimento deste tipo de combustível.

Acresce que as viaturas movidas a gás natural têm preços de venda semelhantes aos dos veículos com motores a gasolina (apenas ligeiramente superiores). No caso dos veículos utilitários e citadinos produzidos por grandes construtores alemães, o preço dos pequenos carros a gás natural corresponde a sensivelmente metade dos valores praticados para os modelos com motores elétricos, para os quais há uma rede de abastecimento nacional, que muito poucos utilizam porque continuam a ser vendidos poucos veículos elétricos no mercado nacional, devido ao seu elevado preço.

Além disso, os veículos a gás natural não têm as limitações de autonomia dos carros elétricos. Contudo, as marcas automóveis nem sequer importam carros a gás natural para Portugal porque não há uma rede nacional de postos de abastecimento de gás natural rodoviário.Para já, a legislação do Governo que o Parlamento hoje aprovou promete "aumentar a transparência", ao criar a obrigação dos postos prestarem "informação ao consumidor quanto à identificação dos combustíveis comercializados, facilitando o esclarecimento sobre o produto e, consequentemente, a comparação dos preços", refere o secretário de Estado.

Nova lei força descida dos preços da gasolina e gasóleo

Esta proposta de lei hoje aprovada prevê a obrigação dos postos de abastecimento comercializarem gasolina e gasóleo rodoviários simples em municípios onde não se tenham registado vendas de, pelo menos, 30% destes combustíveis a preços médios próximo dos preços de referência da área geográfica em causa - que serão definidos pela Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC).

Também foram aprovadas coimas que podem ir até aos sessenta mil euros, aplicáveis a pessoas coletivas. O Governo considera que, "entre as maiores vantagens desta proposta de lei, estão a maior disseminação de venda de combustíveis líquidos rodoviários a preços mais económicos, a redução dos custos para as famílias, para as empresas e para as entidades públicas, o aumento da transparência dos preços de venda ao público dos combustíveis líquidos rodoviários e, acima de tudo, o reforço do poder dos consumidores, a quem fica garantida uma mais fácil distinção entre a gasolina e o gasóleo simples e a gasolina e o gasóleo submetidos a processos de aditivação suplementar, bem como a comparabilidade dos preços praticados".

Mais: "os contratos celebrados entre comercializadores grossistas e retalhistas não podem, sob pena de nulidade, impedir o cumprimento das
obrigações de comercializar combustível simples", explica uma fonte do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.

O ministro Jorge Moreira da Silva anunciou recentemente o terceiro pacote de cortes no setor energético, que inclui medidas que contemplam a comercialização de combustíveis simples, a definição de um valor de referência para o gás propano e butano de botija, o alargamento, de 60 mil para 500 mil famílias, da tarifa social de eletricidade, e o reequilíbrio do contrato de serviço público (entre o Estado e a Galp) de aquisição, importação e fornecimento de gás oriundo dos contratos "take or pay" celebrados com a Argélia e a Nigéria."

Nova lei dos combustíveis esqueceu rede de gás natural
 
Tudo muito bonito mas continuo a ver carros muito ecofriendly.

Não sendo possível nem viável no curto e médio prazo, a instalação de cng em carros a gasolina, a ideia será mesmo ver no mercado o que à data actual é viável para uma adaptação. Depois deste passo, e com o evoluir do tempo cá estaremos para actualizar a lista.
 
Pois, é isso que vejo. A oferta de GPL e cng é tudo em motores pequenos e desconfio que mesmo a tal nova tecnologia para usar os mesmos injectores da gasolina, vai acabar por surgir apenas em pequenos motores. Ou seja, ficamos na mesma e o tópico continua a sua demanda. Bons carros e motores para meter a GPL.

Este post é tecnicamente incorrecto. Ora repara:

Nas instalações tradicionais que temos hoje, nos vulgares carros multiponto, as limitações prendem-se muitas vezes com os injectores que existem no mercado que não conseguem acompanhar o débito/potência necessários. Da mesma forma o vaporizador (que faz a passagem de liquido do depósito a gasoso para a alimentação) muitas vezes limita a potencia máxima a instalar, por falta de débito..

Se vamos usar o estado líquido e se vamos usar os injectores do carro.... relê lá o teu post e vê lá se o caminho proposto não é o contrário: o da democratização e simplificação do processo.


Nota: de qualquer forma o teu tópico é muito válido na procura de motores tradicionais para transformar.
 
Última edição:

Antonio Murugó, Grupo HAM, y Ramón Paredes, SEAT en la nueva estación de gas natural más grande de Europa.

"(...)España se ha convertido en el tercer mercado más importante para SEAT en tecnología GNC, después de Italia y Alemania. Y los buenos resultados continúan. En los seis primeros meses de 2015, la marca de automóviles ha vendido más vehículos de GNC en España que en el conjunto de 2014. La compañía finalizó el ejercicio anterior como líder de ventas indiscutible del mercado español de GNC. Este liderazgo de mercado crece durante el primer semestre de 2015 alcanzando una cuota del 80%.(...)"

Las ventas de coches de GNC se multiplican por seis en los últimos cinco años
:o
 
Última edição:
Este post é tecnicamente incorrecto. Ora repara:

Nas instalações tradicionais que temos hoje, nos vulgares carros multiponto, as limitações prendem-se muitas vezes com os injectores que existem no mercado que não conseguem acompanhar o débito/potência necessários. Da mesma forma o vaporizador (que faz a passagem de liquido do depósito a gasoso para a alimentação) muitas vezes limita a potencia máxima a instalar, por falta de débito..

Se vamos usar o estado líquido e se vamos usar os injectores do carro.... relê lá o teu post e vê lá se o caminho proposto não é o contrário: o da democratização e simplificação do processo.


Nota: de qualquer forma o teu tópico é muito válido na procura de motores tradicionais para transformar.

Percebo o que dizes, mas se nos vamos ficar pelos 1.4 e 1.6, eu digo que ficamos na mesma, nas situações que saem de fábrica.

Mas se a situação for de ser uma solução abrangente para todos, aí sim, será um grande avanço.

Mas até lá, vamos trabalhando com o que temos.
 
A comparação nunca poderá ser feita com um diesel, porque um diesel nem entra nas opções de escolha. Não tenho nada contra diesel, até porque também tenho um em casa, mas esta é uma compra de capricho e terá de ser forçosamente otto.

Eu compreendo o "capricho" e não pretendi nunca sugerir um diesel, mas no meio dos custos de um otto mais recente com um motor grandito, é o combustível que te vai afligir tanto?

Colocando de outra forma, pretendes fazer imensos km com esse otto?
 
Mas vais responder às minhas perguntas ou não?

Podes dizer que não.

Eu gostava de conhecer a resposta às perguntas que colocaste, pois pelas tuas palavras deduzo existir aí uma complexidade técnica a justificar muita coisa.

Mas já percebi que não será provável que a resposta surja, pelo menos de quem está a debitar citações.
 
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