Já tenho ideia de quais são...
Entendo o que dizes perfeitamente...nunca é demais, quando é bem tratada, apresentada, etc. Claro que numa situação perfeita tudo deve ser detalhado...eu estava a falar mais da prática que vou encontrando - e infelizmente é o que temos.
Mas pegando nesse exemplo que dás do posto de trabalho da martelada - eu não especifiquei bem para não ser chato, mas o que me referia não é ficar pela forma que abordas - estás a fazer pelo consumo teórico.
Claro que ao menos o teórico tem de ser. As marteladas são tempo e tempo é precisamente um dos factores criticos (salário, oportunidade, capacidade da máquina/estação de trabalhho) a analisar e ter em conta.
A questão é que idealmente, e no que é possível assim gosto, deve-se registar não pelo consumo teórico mas pelo real [

]
Só que há certas coisas que se tornam dificeis - e aqui (o exemplo é absurdo mas já me aconteceu) teria o operador de dizer no inicio da peça - ora vou na martelada 143 do dia...quando acabar - ora vou na martelada 159 do dia -> e introduzir isto tudo no seu posto, ou quando são sumiticos nos postos de introdução de dados [

] (o que há e depois é um contrasenso), andar um bocado no chão de fábrica para ir introduzir...e torna ao inicio.
Claro que tudo deve ser contabilizado, e pelo real, e estação a estação...certos artigos com codificação (ou melhor...rfid [kiss]) para haver rastreabilidade. Mas há certas coisas que devem ser ponderadas entre o custo (não só de dinheiro directo) e o beneficio
E é esta parte que eu gosto de fazer...infelizmente onde estou não tenho essa oportunidade...