Fim das Praxes?

Deves ter problemas com entender Português, uma coisa é regulamentar, outra coisa é proibir.

Deves ter um problema em conviver em sociedade, não estou a entender os ataques, os meus comentários estão a irritar.te? Apenas respondi ao que disseste, que como ha pessoas que bebem demais devíamos proibir o álcool, como isso é um comentário sem sentido fiz o exercício ao contrario para perceberes que não tem sentido fazer esse tipo de analogias.
 
O cúmulo de termos um estado a ter que andar a regular praxes.

Um ministro da educação a perder tempo com o assunto praxes.

Isto pode não ser o fundo, mas deve andar lá perto.
 
Lidera pela burrice. Sempre é alguma coisa. [:D]

As coisas não são assim tão lineares, em 1º lugar o Dux não é a pessoa com mais matriculas na universidade, pelo menos na U.Minho o Papa não é a pessoa com mais matriculas, penso que nas outras será igual.

Depois pode haver várias explicações para o número de matriculas, como por exemplo ser o 2º curso que está a tirar, ou simplesmente ter trocado 2 vezes de curso... Isso não faz dessa pessoa um burro.

Passando aos praxistas em geral, não são burros que lá andam sem nada para fazer que só pensam em beber e borga. São normalmente pessoas que sentem que podem fazer algo pela praxe e pelos caloiros. Na minha comissão de praxe, era uma pequena minoria que estava para trás, aliás, dos que mais participavam na praxe, eram estudantes uma boa média e com uma ou nenhuma cadeira para trás.

Já estava na hora desse estereotipo ser posto de parte.

LOL não ligues à argumentação típica de um fanboy.
"Ah e tal não podes falar da praxe porque não sabes do que estás a falar" [8b][8b] Por esse prisma, só os drogados podiam falar das drogas, só os bêbados do álcool, só os tropas da tropa, só os futebolistas de futebol, etc etc...enfim, sem sentido nenhum, como habitual.

Há certas pessoas que têm uma dificuldade tremenda em aceitar que outros debatam o que lhes apetece e quando os argumentos anulam os seus por completo revelam-se a si e aos seus valores. Curioso é que referem que foi na praxe que aprenderam muitos valores, pois bem, se calhar precisam de mais 10 anos de praxe porque os que tiveram revelaram-se muito escassos [:)][FONT=Verdana, Arial, Tahoma, Calibri, Geneva, sans-serif]
[/FONT]

[FONT=Verdana, Arial, Tahoma, Calibri, Geneva, sans-serif]É verdade que a praxe [/FONT](CASO SEJA BEM EFETUADA)[FONT=Verdana, Arial, Tahoma, Calibri, Geneva, sans-serif] consegue criar laços e sentimentos que apenas as pessoas que por lá passaram conseguem sentir. É quase como te pedissem para explicar porque gostas do teu clube de futebol?! Ou num caso [/FONT]mais extremo[FONT=Verdana, Arial, Tahoma, Calibri, Geneva, sans-serif], porque amas o teu marido/mulher ou a tua namorada/o.[/FONT]

[FONT=Verdana, Arial, Tahoma, Calibri, Geneva, sans-serif]São coisas que não se explicam, ou são muito difíceis de explicar. Depois há a comunicação social que só faz noticia do mal que acontece na praxe. E isso molda e muito a percepção das pessoas que estão de fora. Pois só vêem o mal, e não percebem o que leva aqueles caloiros e doutores a estarem ali e a gastarem o seu tempo.
[/FONT]
Eu não posso dizer que a praxe é a melhor coisa do mundo, nem posso dizer que a praxe é perfeita e que não há abusos. Infelizmente há, mas acreditem que são uma minoria, e não uma maioria como a C.S. faz querer. E sim esses abusos têm que ser banidos e têm que ser castigados. Há muita coisa a melhorar na praxe, mas acredito que bem feita pode trazer bastantes benefícios a quem passa por ela.
 
Última edição:
Eu cá acho que a praxe vai acabar por ela própria. Aos poucos, cada vez vai ter menos aderentes até se extinguir, excepto em Coimbra onde acho que isso não acontecerá.

Onde eu estudei e tirei o meu Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica, posso garantir que cerca de 40% da malta do meu curso é que frequentou a praxe no 1º ano e depois trajou nos anos seguintes. Eu e mais 60% da malta do meu curso nunca ligou "p u t o" à praxe. Dos outros cursos não sei. Inclusive até posso dizer que no quinto ano já só 30% dos jovens do meu curso estava ligado à praxe. O que num universo de 300 estudantes, é qualquer coisa como 90 alunos ligados à praxe e 210 sem ligar nenhuma.
 
Deves ter um problema em conviver em sociedade, não estou a entender os ataques, os meus comentários estão a irritar.te? Apenas respondi ao que disseste, que como ha pessoas que bebem demais devíamos proibir o álcool, como isso é um comentário sem sentido fiz o exercício ao contrario para perceberes que não tem sentido fazer esse tipo de analogias.


De facto é proibido fazer certas actividades com influência do álcool as tuas comparações são um pouco grotescas e sem sentido na minha opinião, já que vocês criaram a praxe são vocês que tem a responsabilidade de a regularizar, se nem isso são capazes de fazer mais cedo ou mais tarde será a própria sociedade a por um fim ao vosso "ritual", acho pouco provável que alguém tenha algo contra uma praxe saudável.
 
Última edição:
As coisas não são assim tão lineares, em 1º lugar o Dux não é a pessoa com mais matriculas na universidade, pelo menos na U.Minho o Papa não é a pessoa com mais matriculas, penso que nas outras será igual.

Depois pode haver várias explicações para o número de matriculas, como por exemplo ser o 2º curso que está a tirar, ou simplesmente ter trocado 2 vezes de curso... Isso não faz dessa pessoa um burro.

Passando aos praxistas em geral, não são burros que lá andam sem nada para fazer que só pensam em beber e borga. São normalmente pessoas que sentem que podem fazer algo pela praxe e pelos caloiros. Na minha comissão de praxe, era uma pequena minoria que estava para trás, aliás, dos que mais participavam na praxe, eram estudantes uma boa média e com uma ou nenhuma cadeira para trás.

Já estava na hora desse estereotipo ser posto de parte.



É verdade que a praxe (CASO SEJA BEM EFETUADA) consegue criar laços e sentimentos que apenas as pessoas que por lá passaram conseguem sentir. É quase como te pedissem para explicar porque gostas do teu clube de futebol?! Ou num caso mais extremo, porque amas o teu marido/mulher ou a tua namorada/o.

São coisas que não se explicam, ou são muito difíceis de explicar. Depois há a comunicação social que só faz noticia do mal que acontece na praxe. E isso molda e muito a percepção das pessoas que estão de fora. Pois só vêem o mal, e não percebem o que leva aqueles caloiros e doutores a estarem ali e a gastarem o seu tempo.

Eu não posso dizer que a praxe é a melhor coisa do mundo, nem posso dizer que a praxe é perfeita e que não há abusos. Infelizmente há, mas acreditem que são uma minoria, e não uma maioria como a C.S. faz querer. E sim esses abusos têm que ser banidos e têm que ser castigados. Há muita coisa a melhorar na praxe, mas acredito que bem feita pode trazer bastantes benefícios a quem passa por ela.

Gostava de saber em que é que te baseias para dizeres que "Passando aos praxistas em geral, não são burros que lá andam sem nada para fazer que só pensam em beber e borga. São normalmente pessoas que sentem que podem fazer algo pela praxe e pelos caloiros." Na tua experiência pessoal? As coisas variam tanto de instituto para instituto, de curso para curso...no meu curso não foi assim, mas isso também pode depender da complexidade do curso. Há cursos em que conciliar os estudos e 3 dias de praxe por semana torna-se complicado, outros não. Depende do curso, da praxe, da educação de cada um, das capacidades de cada um, de tudo.

Isso dos abusos serem uma minoria depende do que consideras abuso. Eu que considero que um insulto a um caloiro é já por si não-respeitador e abusador, vejo abusos em 99% das praxes a que assisti na minha vida, inclusive após ter saído da Univ e noutra cidade.

Esta discussão vai muito para alem do que a "C.S diz", e continuar a afirmar que abusos são uma minoria e isto está a ser tudo criado pela C.S e há que acabar com estereotipos e tal é tapar o sol com a peneira que é o que se tem feito até aqui com os resultados que todos sabemos.

De resto, 100% de acordo, praxe bem feita (integração) deseja-se e recomenda-se!
 
LOL não ligues à argumentação típica de um fanboy.

"Ah e tal não podes falar da praxe porque não sabes do que estás a falar" [8b][8b] Por esse prisma, só os drogados podiam falar das drogas, só os bêbados do álcool, só os tropas da tropa, só os futebolistas de futebol, etc etc...enfim, sem sentido nenhum, como habitual.

Há certas pessoas que têm uma dificuldade tremenda em aceitar que outros debatam o que lhes apetece e quando os argumentos anulam os seus por completo revelam-se a si e aos seus valores. Curioso é que referem que foi na praxe que aprenderam muitos valores, pois bem, se calhar precisam de mais 10 anos de praxe porque os que tiveram revelaram-se muito escassos [:)]

Olha olha quem voltou... o amuadinho que não consegue lidar com a opinião dos outros.

Diz-me lá uma coisa, já todos percebemos que ficaste traumatizado com o que te fizeram e que ainda não explicaste mas ok...

Hoje em dia quando te cruzas com os gajos que te praxaram, já os olhas nos olhos ou continuas a olhar para o chão e a passar com o rabinho entre as pernas? [:)]
 
Olha olha quem voltou... o amuadinho que não consegue lidar com a opinião dos outros.

Diz-me lá uma coisa, já todos percebemos que ficaste traumatizado com o que te fizeram e que ainda não explicaste mas ok...

Hoje em dia quando te cruzas com os gajos que te praxaram, já os olhas nos olhos ou continuas a olhar para o chão e a passar com o rabinho entre as pernas? [:)]

[:)]Assentou-te a carapuça, foi?

Amuadinho que não sabe lidar com a opinião dos outros? [:)] Mais uma pérola vinda de uma personagem como tu que tanto sabes lidar com a opinião dos outros que partes para a má educação, o que revela bem a tua postura e os teus valores (aprendeste-os na praxe, foi?)[8b]

Traumatizado? LOL É preciso muito mais do que gente medíocre vestida de preto para me traumatizar, com tipos como esses lido eu muito bem! E não te posso responder à tua pergunta, sabes porquê? Porque eu já não me cruzo com eles, eu já saí e muitos deles ainda lá continuam, por isso não cruzamos o mesmo caminho. E tu, já saíste ou já vais quase em prescrição? [:)]
 
[:)]Assentou-te a carapuça, foi?

Amuadinho que não sabe lidar com a opinião dos outros? [:)] Mais uma pérola vinda de uma personagem como tu que tanto sabes lidar com a opinião dos outros que partes para a má educação, o que revela bem a tua postura e os teus valores (aprendeste-os na praxe, foi?)[8b]

Traumatizado? LOL É preciso muito mais do que gente medíocre vestida de preto para me traumatizar, com tipos como esses lido eu muito bem! E não te posso responder à tua pergunta, sabes porquê? Porque eu já não me cruzo com eles, eu já saí e muitos deles ainda lá continuam, por isso não cruzamos o mesmo caminho. E tu, já saíste ou já vais quase em prescrição? [:)]

Acho que toda a gente já percebeu que estás traumatizado, algo se deve ter passado lá. Não queres partilhar? [:)] Não conseguiste denunciar é isso? Pois deixa lá, se abusaram de ti na praxe e tu não soubeste dizer não, então na tua vida profissional vão abusar de ti forte e feio.

Quanto à minha situação, está tudo escrito lá para trás é só leres.

E digo-te mais, pelo que percebo da tua posição é que as praxes não deveriam ser nada mais do que todos irem em filinha indiana conhecer os cantos à faculdade e mostrar as salas de aula etc.

Porque é que não começaste esse movimento? Porque é que na tua segunda matricula não te juntaste à grande maioria de pessoas que não gostam de praxe (como tu indicaste [;)]) e fizeram um género de uma comissão com praxes em que recebem os alunos novos conjuntamente com as outras comissões de praxe já existentes. Ambos explicam quem são e os seus valores e deixam os novos alunos escolherem.

Diz-me, porque é que não fizeste isto? Ah é preciso sair de trás de um teclado pois... já me esquecia...

EU fiz a diferença, consegui colocar segurança, ordem e garantir que todos se divertiam nos anos em que fui da comissão, já tu não podes dizer o mesmo, limitas-te a andar a choramingar nestes tópicos. [;)]
 
O cúmulo de termos um estado a ter que andar a regular praxes.

Um ministro da educação a perder tempo com o assunto praxes.

Isto pode não ser o fundo, mas deve andar lá perto.

A seguir vamos pedir para regulamentar os calduços, o jogo do berlinde, e porque não os matrecos?

Vão mas é estudar que é para isso que andamos nós e os pais a pagar.
 
Acho que toda a gente já percebeu que estás traumatizado, algo se deve ter passado lá. Não queres partilhar? [:)] Não conseguiste denunciar é isso? Pois deixa lá, se abusaram de ti na praxe e tu não soubeste dizer não, então na tua vida profissional vão abusar de ti forte e feio.

Quanto à minha situação, está tudo escrito lá para trás é só leres.

E digo-te mais, pelo que percebo da tua posição é que as praxes não deveriam ser nada mais do que todos irem em filinha indiana conhecer os cantos à faculdade e mostrar as salas de aula etc.

Porque é que não começaste esse movimento? Porque é que na tua segunda matricula não te juntaste à grande maioria de pessoas que não gostam de praxe (como tu indicaste [;)]) e fizeram um género de uma comissão com praxes em que recebem os alunos novos conjuntamente com as outras comissões de praxe já existentes. Ambos explicam quem são e os seus valores e deixam os novos alunos escolherem.

Diz-me, porque é que não fizeste isto? Ah é preciso sair de trás de um teclado pois... já me esquecia...

EU fiz a diferença, consegui colocar segurança, ordem e garantir que todos se divertiam nos anos em que fui da comissão, já tu não podes dizer o mesmo, limitas-te a andar a choramingar nestes tópicos. [;)]

[:)][:)][:)] A sério, já deu para ver que és um tipo muito engraçado!

Primeiro, eu compreendo que possas ter algumas dificuldades...como hei-de dizer isto...pronto, em termos de compreensão e tal, e portanto não tenhas conseguido perceber que eu já contei a minha experiência umas páginas atrás e se fores ler vais ver a figurinha que estás a fazer (pensando bem...se calhar não [:D]).

Segundo, lamento desiludir-te mas a praxe não prepara ninguém para o mundo do trabalho. A menos que saiam da universidade e vão para a tropa. Mas claro que o mais certo é tu ainda não saberes isto, talvez porque provavelmente ainda continuas a tentar tirar aquele "10" que te falta e que te vai deixar orgulhoso!

Alguém que pensa que no mundo do trabalho é preciso andar a dizer não com cara de mau porque senão é-se comido é alguém que mostra bem que ou nunca trabalhou num contexto empresarial ou é um grande frustrado e talvez seja melhor procurar outra coisa para fazer.

E também lamento se a tua educação foi tão limitada que precisaste de entrar numa praxe e estar de quatro para aprender a dizer não. Já eu quando cheguei à universidade já tinha aprendido há muito tempo a dizer não, tanto que disse não à praxe assim que percebi que aquilo era má praxe. Por isso, mais uma vez, atiraste ao lado [8b]

Numa coisa tens razão, podia ter feito isso mas sabes porque não o fiz? Porque eu não entrei na Universidade para brincar às praxes e aos anti-praxe, fui lá para tirar o meu curso e entrar no mercado de trabalho, coisas que consegui com facilidade. E tu, como estamos nesse ponto?

Nunca me preocupei com distracções secundárias e os caloiros têm que ter a capacidade de saber o que querem saber, como eu tive. Mas se tu és o fanboy e o rei lá da tua comissão, estás de parabéns...mas olha, sabes que mais? Não passas disso. Um dia vais crescer, demora o que quiseres [:D]

Finalmente, ninguém está aqui a choramingar. Eu já percebi que Q.I não te permite distinguir uma opinião negativa de uma lamentação ou frustração, mas ninguém aqui tem culpa disso. Inclusivamente, gostaria de saber qual a tua opinião, visto que até agora a única coisa que conseguiste fazer foi atacar quem critica a má praxe. A mim não me incomodas minimamente, os cães ladram e a caravana passa [:p]
 
Gostava de saber em que é que te baseias para dizeres que "Passando aos praxistas em geral, não são burros que lá andam sem nada para fazer que só pensam em beber e borga. São normalmente pessoas que sentem que podem fazer algo pela praxe e pelos caloiros." Na tua experiência pessoal? As coisas variam tanto de instituto para instituto, de curso para curso...no meu curso não foi assim, mas isso também pode depender da complexidade do curso. Há cursos em que conciliar os estudos e 3 dias de praxe por semana torna-se complicado, outros não. Depende do curso, da praxe, da educação de cada um, das capacidades de cada um, de tudo.

Isso dos abusos serem uma minoria depende do que consideras abuso. Eu que considero que um insulto a um caloiro é já por si não-respeitador e abusador, vejo abusos em 99% das praxes a que assisti na minha vida, inclusive após ter saído da Univ e noutra cidade.

Esta discussão vai muito para alem do que a "C.S diz", e continuar a afirmar que abusos são uma minoria e isto está a ser tudo criado pela C.S e há que acabar com estereotipos e tal é tapar o sol com a peneira que é o que se tem feito até aqui com os resultados que todos sabemos.

De resto, 100% de acordo, praxe bem feita (integração) deseja-se e recomenda-se!


Baseio-me na experiência que vivi na praxe, não só no meu curso, mas também com as pessoas de outros cursos que conheci. Sendo que estou num polo de engenharia, e se eu e mais gente conseguiu conciliar curso e praxe (às vezes mais de 3x por semana) é porque dá para fazer. É preciso é uma boa gestão do tempo e algum amor à camisola.

Além disso se eu e mais gente não se encaixa nesse estereótipo, então vocês não podem generalizar, é simples... Ou então se generalizam para os abusos, têm que generalizar para as coisas boas, não é só para as más.

Se consideras abuso mandar encher umas 20, ou fazer "scu" na lama, ou pintar a cara... Sim são todas abusivas. Neste caso não tens perfil para estar numa praxe, por isso sais. É simples... Eu não acho isso abuso, por isso continuei lá até ao fim.

Todas as pessoas são diferentes, todas as pessoas têm ideias diferentes, por isso há pessoas mais indicadas para uns locais do que para outros. Ninguém é obrigado a ir à praxe, aliás, até é bom que essas pessoas nem apareçam na praxe, pois se é para estar lá de corpo presente e sem vontade de ajudar, só está lá a estragar o que se tenta fazer.


Não é tapar o sol com uma peneira, é a realidade. Em 4 anos de universidade, e na sua maioria ligado à praxe numa grande universidade pública, não tenho conhecimento de casos graves que tenham acontecido na praxe. Tenho sim conhecimento de praxes estupidas e sem sentido, que essas sim são como um vírus que se tem espalhado, e que apesar de não serem graves para a saúde dos caloiros, é muito prejudicial para o que se quer da praxe. Essas sim são um grave problema. Atenção que não estou a dizer que os abusos não são um grave problema, são obviamente e também têm que ser resolvidas com as sanções necessárias.

Mas esta discussão toda acontece por causa de um caso gravíssimo, mas não se pode comparar o que aconteceu no Meco com as praxes que acontecem aos caloiros, até porque os caloiros são "inocentes" no que toca nas praxes, enquanto as pessoas que lá estavam, sabiam muito bem para o que iam. Isto não invalidade obviamente que SE o que se passou lá foi um ritual como é dito por aí, não seja uma das coisas mais estupidas à face da terra, e tenha que haver punições.

Não se pode, nem deve extrapolar o que aconteceu lá para o que acontece com os caloiros.
 
Baseio-me na experiência que vivi na praxe, não só no meu curso, mas também com as pessoas de outros cursos que conheci. Sendo que estou num polo de engenharia, e se eu e mais gente conseguiu conciliar curso e praxe (às vezes mais de 3x por semana) é porque dá para fazer. É preciso é uma boa gestão do tempo e algum amor à camisola.

Além disso se eu e mais gente não se encaixa nesse estereótipo, então vocês não podem generalizar, é simples... Ou então se generalizam para os abusos, têm que generalizar para as coisas boas, não é só para as más.

Se consideras abuso mandar encher umas 20, ou fazer "scu" na lama, ou pintar a cara... Sim são todas abusivas. Neste caso não tens perfil para estar numa praxe, por isso sais. É simples... Eu não acho isso abuso, por isso continuei lá até ao fim.

Todas as pessoas são diferentes, todas as pessoas têm ideias diferentes, por isso há pessoas mais indicadas para uns locais do que para outros. Ninguém é obrigado a ir à praxe, aliás, até é bom que essas pessoas nem apareçam na praxe, pois se é para estar lá de corpo presente e sem vontade de ajudar, só está lá a estragar o que se tenta fazer.


Não é tapar o sol com uma peneira, é a realidade. Em 4 anos de universidade, e na sua maioria ligado à praxe numa grande universidade pública, não tenho conhecimento de casos graves que tenham acontecido na praxe. Tenho sim conhecimento de praxes estupidas e sem sentido, que essas sim são como um vírus que se tem espalhado, e que apesar de não serem graves para a saúde dos caloiros, é muito prejudicial para o que se quer da praxe. Essas sim são um grave problema. Atenção que não estou a dizer que os abusos não são um grave problema, são obviamente e também têm que ser resolvidas com as sanções necessárias.

Mas esta discussão toda acontece por causa de um caso gravíssimo, mas não se pode comparar o que aconteceu no Meco com as praxes que acontecem aos caloiros, até porque os caloiros são "inocentes" no que toca nas praxes, enquanto as pessoas que lá estavam, sabiam muito bem para o que iam. Isto não invalidade obviamente que SE o que se passou lá foi um ritual como é dito por aí, não seja uma das coisas mais estupidas à face da terra, e tenha que haver punições.

Não se pode, nem deve extrapolar o que aconteceu lá para o que acontece com os caloiros.

Tens de fazer um desenho porque ali o amuadinho não vai conseguir entender o que escreveste. Na cabeça dele é praxe -> abuso. É limitado.

E sim, basicamente não se pode fechar os olhos, porque situações de abuso existem mas também não é com proibir que se extinguem essas situações.
 
Baseio-me na experiência que vivi na praxe, não só no meu curso, mas também com as pessoas de outros cursos que conheci. Sendo que estou num polo de engenharia, e se eu e mais gente conseguiu conciliar curso e praxe (às vezes mais de 3x por semana) é porque dá para fazer. É preciso é uma boa gestão do tempo e algum amor à camisola.

Além disso se eu e mais gente não se encaixa nesse estereótipo, então vocês não podem generalizar, é simples... Ou então se generalizam para os abusos, têm que generalizar para as coisas boas, não é só para as más.

Se consideras abuso mandar encher umas 20, ou fazer "scu" na lama, ou pintar a cara... Sim são todas abusivas. Neste caso não tens perfil para estar numa praxe, por isso sais. É simples... Eu não acho isso abuso, por isso continuei lá até ao fim.

Todas as pessoas são diferentes, todas as pessoas têm ideias diferentes, por isso há pessoas mais indicadas para uns locais do que para outros. Ninguém é obrigado a ir à praxe, aliás, até é bom que essas pessoas nem apareçam na praxe, pois se é para estar lá de corpo presente e sem vontade de ajudar, só está lá a estragar o que se tenta fazer.


Não é tapar o sol com uma peneira, é a realidade. Em 4 anos de universidade, e na sua maioria ligado à praxe numa grande universidade pública, não tenho conhecimento de casos graves que tenham acontecido na praxe. Tenho sim conhecimento de praxes estupidas e sem sentido, que essas sim são como um vírus que se tem espalhado, e que apesar de não serem graves para a saúde dos caloiros, é muito prejudicial para o que se quer da praxe. Essas sim são um grave problema. Atenção que não estou a dizer que os abusos não são um grave problema, são obviamente e também têm que ser resolvidas com as sanções necessárias.

Mas esta discussão toda acontece por causa de um caso gravíssimo, mas não se pode comparar o que aconteceu no Meco com as praxes que acontecem aos caloiros, até porque os caloiros são "inocentes" no que toca nas praxes, enquanto as pessoas que lá estavam, sabiam muito bem para o que iam. Isto não invalidade obviamente que SE o que se passou lá foi um ritual como é dito por aí, não seja uma das coisas mais estupidas à face da terra, e tenha que haver punições.

Não se pode, nem deve extrapolar o que aconteceu lá para o que acontece com os caloiros.

100% de acordo. Nenhum dos lados pode generalizar porque são tantos cursos, tantos institutos e tantas pessoas que há exemplos bons e maus em todo o lado. Aqui ninguém critica a praxe quando ela é bem feita, critica-se a má praxe que deve ser combatida, a começar pelos próprios praxantes.

Inclusivamente em relação ao Meco, aquilo (se, como dizes e bem, foi o que se diz, porque estamos apenas a especular) foi um ritual e nada tem a ver com a questão das praxes.
 
Tens de fazer um desenho porque ali o amuadinho não vai conseguir entender o que escreveste. Na cabeça dele é praxe -> abuso. É limitado.

E sim, basicamente não se pode fechar os olhos, porque situações de abuso existem mas também não é com proibir que se extinguem essas situações.

Outra pérola. Depois de eu ter dito várias vezes que há que distinguir a boa praxe da má praxe, que não se deve proibir mas sim regulamentar, vens dizer isto [:)][:)][:)]

Confirma-se, és um calhau.
 
Segundo, lamento desiludir-te mas a praxe não prepara ninguém para o mundo do trabalho. A menos que saiam da universidade e vão para a tropa. Mas claro que o mais certo é tu ainda não saberes isto, talvez porque provavelmente ainda continuas a tentar tirar aquele "10" que te falta e que te vai deixar orgulhoso!

Bem... olha que prepara, se a praxe for bem feita, consegues efetivamente evoluir os caloiros principalmente em algumas soft skills como por exemplo a liderança, o trabalho em equipa, solidariedade, e afins...

Numa coisa tens razão, podia ter feito isso mas sabes porque não o fiz? Porque eu não entrei na Universidade para brincar às praxes e aos anti-praxe, fui lá para tirar o meu curso e entrar no mercado de trabalho, coisas que consegui com facilidade. E tu, como estamos nesse ponto?

Nunca me preocupei com distracções secundárias e os caloiros têm que ter a capacidade de saber o que querem saber, como eu tive. Mas se tu és o fanboy e o rei lá da tua comissão, estás de parabéns...mas olha, sabes que mais? Não passas disso. Um dia vais crescer, demora o que quiseres [:D]

Vou puxar pela minha experiência pessoal... Entrei na universidade aos 24 anos, aliás tomei a decisão mais dificil na minha vida quando o fiz, pois larguei um trabalho que tinha, onde tinha um ordenado acima do ordenado minimo, para poder ir estudar em busca de um sonho e de uma perspetiva de vida melhor.

Isso não me impediu de no 1º ano ser praxado, e quando digo praxado, digo ser praxado de Setembro a Maio. Aliado a isso, o facto de ter toda a responsabilidade daquela decisão que eu tomei, e de estar a pagar as minhas despesas todas, não me impediu de no 2º ano entrar num grupo cultural.
Não ano na universidade para ter um canudo, ando para adquirir conhecimentos para mais tarde os aplicar numa organização, mas isso não impede que não se possa viver a vida universitária.

Estou no 4º ano, tenho uma média bastante assinalável para uma engenharia, e até já tive uma proposta de trabalho que tive que recusar. E fiz tudo o que disse em cima: fui praxado, entrei num grupo cultural, praxei e participei na comissão de praxe, saí à noite, entrei para o núcleo de estudantes, fiz parte da comissão de festas...

Como vês tudo é possível.
 
[:)][:)][:)] A sério, já deu para ver que és um tipo muito engraçado!

Primeiro, eu compreendo que possas ter algumas dificuldades...como hei-de dizer isto...pronto, em termos de compreensão e tal, e portanto não tenhas conseguido perceber que eu já contei a minha experiência umas páginas atrás e se fores ler vais ver a figurinha que estás a fazer (pensando bem...se calhar não [:D]).

Segundo, lamento desiludir-te mas a praxe não prepara ninguém para o mundo do trabalho. A menos que saiam da universidade e vão para a tropa. Mas claro que o mais certo é tu ainda não saberes isto, talvez porque provavelmente ainda continuas a tentar tirar aquele "10" que te falta e que te vai deixar orgulhoso!

Alguém que pensa que no mundo do trabalho é preciso andar a dizer não com cara de mau porque senão é-se comido é alguém que mostra bem que ou nunca trabalhou num contexto empresarial ou é um grande frustrado e talvez seja melhor procurar outra coisa para fazer.

E também lamento se a tua educação foi tão limitada que precisaste de entrar numa praxe e estar de quatro para aprender a dizer não. Já eu quando cheguei à universidade já tinha aprendido há muito tempo a dizer não, tanto que disse não à praxe assim que percebi que aquilo era má praxe. Por isso, mais uma vez, atiraste ao lado [8b]

Numa coisa tens razão, podia ter feito isso mas sabes porque não o fiz? Porque eu não entrei na Universidade para brincar às praxes e aos anti-praxe, fui lá para tirar o meu curso e entrar no mercado de trabalho, coisas que consegui com facilidade. E tu, como estamos nesse ponto?

Nunca me preocupei com distracções secundárias e os caloiros têm que ter a capacidade de saber o que querem saber, como eu tive. Mas se tu és o fanboy e o rei lá da tua comissão, estás de parabéns...mas olha, sabes que mais? Não passas disso. Um dia vais crescer, demora o que quiseres [:D]

Finalmente, ninguém está aqui a choramingar. Eu já percebi que Q.I não te permite distinguir uma opinião negativa de uma lamentação ou frustração, mas ninguém aqui tem culpa disso. Inclusivamente, gostaria de saber qual a tua opinião, visto que até agora a única coisa que conseguiste fazer foi atacar quem critica a má praxe. A mim não me incomodas minimamente, os cães ladram e a caravana passa [:p]

Pois, já disseste tudo o que precisava de ouvir. Reclamas muito mas pouco fazes pela mudança. Típico de choramingas. [;)]
 
Bem... olha que prepara, se a praxe for bem feita, consegues efetivamente evoluir os caloiros principalmente em algumas soft skills como por exemplo a liderança, o trabalho em equipa, solidariedade, e afins...



Vou puxar pela minha experiência pessoal... Entrei na universidade aos 24 anos, aliás tomei a decisão mais dificil na minha vida quando o fiz, pois larguei um trabalho que tinha, onde tinha um ordenado acima do ordenado minimo, para poder ir estudar em busca de um sonho e de uma perspetiva de vida melhor.

Isso não me impediu de no 1º ano ser praxado, e quando digo praxado, digo ser praxado de Setembro a Maio. Aliado a isso, o facto de ter toda a responsabilidade daquela decisão que eu tomei, e de estar a pagar as minhas despesas todas, não me impediu de no 2º ano entrar num grupo cultural.
Não ano na universidade para ter um canudo, ando para adquirir conhecimentos para mais tarde os aplicar numa organização, mas isso não impede que não se possa viver a vida universitária.

Estou no 4º ano, tenho uma média bastante assinalável para uma engenharia, e até já tive uma proposta de trabalho que tive que recusar. E fiz tudo o que disse em cima: fui praxado, entrei num grupo cultural, praxei e participei na comissão de praxe, saí à noite, entrei para o núcleo de estudantes, fiz parte da comissão de festas...

Como vês tudo é possível.

Expliquei-me mal. Eu referi-me à má praxe, que foi o que o fanboy ali ao lado disse. E nisso estamos totalmente de acordo e por isso mesmo eu disse que a praxe bem feita recomenda-se.

Quanto ao resto, eu também vivi a minha vida académica na mesma, fiz amigos, fui a tudo e diverti-me à grande, porque como já aqui foi dito vida académica é muito mais do que praxes. E se voltasse atrás não me importaria minimamente de ser praxado, se a praxe fosse exactamente isso, praxe. E tal como dizes há tempo para tudo desde que sejamos capazes de gerir o nosso tempo e tenhamos organização.
 
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