Fim das Praxes?

Aqui está a grande questão.
Acho este comentário um corolário do que um praxista realmente pensa da praxe.

Os defensores da praxe, da boa praxe, como foi esta que este user refere ter sido não percebem nem concebem isto aqui descrito como mau, humilhante,despersonalizante, ridiculo... E como tal nunca aceitarão os argumentos de quem é contra este tipo de praxe, como foi aqui descrito, porque para mim, ate podem todos ter ficado muito amigos, mas isto é má praxe.

Exacto, tocaste precisamente no ponto.

O que o user descreve é tudo menos praxe. Independentemente de terem ficado todos amigos, de ter gostado, de ter levado a bem, de ninguém se ter queixado, etc etc, o que lhe foi feito não foi praxe, foi outra coisa qualquer.

O problema é que chegou-se a um ponto em que muitos do que praxam acreditam mesmo que praxar é fazer isto.
 
Aqui está a grande questão.
Acho este comentário um corolário do que um praxista realmente pensa da praxe.

Os defensores da praxe, da boa praxe, como foi esta que este user refere ter sido não percebem nem concebem isto aqui descrito como mau, humilhante,despersonalizante, ridiculo... E como tal nunca aceitarão os argumentos de quem é contra este tipo de praxe, como foi aqui descrito, porque para mim, ate podem todos ter ficado muito amigos, mas isto é má praxe.

Exacto, tocaste precisamente no ponto.

O que o user descreve é tudo menos praxe. Independentemente de terem ficado todos amigos, de ter gostado, de ter levado a bem, de ninguém se ter queixado, etc etc, o que lhe foi feito não foi praxe, foi outra coisa qualquer.

O problema é que chegou-se a um ponto em que muitos do que praxam acreditam mesmo que praxar é fazer isto.

Ainda não perceberam que isso é a VOSSA opinião? E toda a gente está a respeitá-la excepto vocês que não estão a respeitar a opinião de mais ninguém?

Irra parecem dois estarolas sempre a martelar na mesma m#$%#...

Há mais gente que partilha da vossa opinião mas parem de falar como se o mundo inteiro pensasse da mesma maneira!!!!!
 
Certo. Eu percebo o que estás a querer dizer mas o Código da Praxe não se sobrepõe à lei obviamente. Qualquer pessoa consciente sabe disso. Essas premissas que evocas não são validas.
Se formos só pelo Código da Praxe para analisarmos as situações que referes podes ver que estas não são permitidas. Segundo o mesmo estão expressamente proibidas práticas que ponham em causa a integridade física e psicológica do caloiro. Como já tinha dito uns posts atrás, há menos situações de abuso em Coimbra por causa da regulamentação e actualização constante do Código. Além disso, o conselho de veteranos tem vários cônsules dissimulados nas várias faculdades para ver se há violação dos princípios da integridade física e psicológica no exercício da praxe. Isso tem um efeito dissuasor em relação aos abusos. Quando ocorrem factos graves a praxe é imediatamente suspensa.
A praxe não se sobrepõe aos direitos e liberdades dos alunos. A proibição de mobilização de caloiros dentro dos horários lectivos ou contra a sua vontade mostra isso.

Sly, não te esqueças que o código da praxe varia de Universidade para Universidade. Coimbra é, pelos relatos, talvez o melhor exemplo de como se organiza e praxa e mesmo lá há abusos. Mas Coimbra estará no topo...e no fundo, será assim?

Dou-te um exemplo de um caso que eu conheci. Numa privada, a organização era tanta que uma aluna que se declarou anti-praxe, no ano seguinte integrou os praxantes e praxou. Curiosamente, como as poucas praxes que foi foram aberrantes, o que ela fez foi replicar o que lhe fizeram e fazer ainda pior aos outros.

Portanto, o controlo nunca poderá ser feito pela própria hierarquia da praxe porque simplesmente há vários institutos em que a organização dessa hierarquia é zero. E isto acontece principalmente em Institutos recentes.

A responsabilidade tem que ser dada às Instituições, pois são elas as primeiras responsáveis pelos seus estudantes. E por isso eu defendo que o código da praxe deve ser criado pelos estudantes, como é lógico, mas deve ser VALIDADO pelas instituições de ensino e depois devem haver comissões fora da praxe que fiscalizem a aplicação do código da praxe.
 
Ainda não perceberam que isso é a VOSSA opinião? E toda a gente está a respeitá-la excepto vocês que não estão a respeitar a opinião de mais ninguém?

Irra parecem dois estarolas sempre a martelar na mesma m#$%#...

Há mais gente que partilha da vossa opinião mas parem de falar como se o mundo inteiro pensasse da mesma maneira!!!!!

Precisamente, é a nossa opinião e então? Tu não tens dado a tua? [8b]

Onde é que eu estou a desrespeitar a opinião de alguém ao dar a minha? Cresce e aparece!
 
Ainda não perceberam que isso é a VOSSA opinião? E toda a gente está a respeitá-la excepto vocês que não estão a respeitar a opinião de mais ninguém?

Irra parecem dois estarolas sempre a martelar na mesma m#$%#...

Há mais gente que partilha da vossa opinião mas parem de falar como se o mundo inteiro pensasse da mesma maneira!!!!!

O meu desafio para ti é que nos expliques como é que aquela praxe, aquelas brincadeiras são positivas e boas?
 
Precisamente, é a nossa opinião e então? Tu não tens dado a tua? [8b]

Onde é que eu estou a desrespeitar a opinião de alguém ao dar a minha? Cresce e aparece!

O meu desafio para ti é que nos expliques como é que aquela praxe, aquelas brincadeiras são positivas e boas?

O meu desafio para vocês os dois, e porque a paciência acabou, é que se atirem para dentro de um poço... Ah podem considerar como uma praxe! :sh)
 
O meu desafio para ti é que nos expliques como é que aquela praxe, aquelas brincadeiras são positivas e boas?

Aprende a ler e tens as respostas para as tuas perguntas...

Marverick, tu deves ser o único neste forum inteiro que ainda não percebeu a figura idiota que está a fazer.

PS: antes que venhas dizer que concordo com a tal praxe violenta e bla bla bla, não não concordo. Mas continuo a achar que estás a fazer uma figura mais idiota do que o "praxante" que anda para la aos berros faz.
 
O meu desafio para vocês os dois, e porque a paciência acabou, é que se atirem para dentro de um poço... Ah podem considerar como uma praxe! :sh)

Ora aqui está, chega-se a um ponto em que simplesmente não ha argumentos possíveis, tem acontecido em todos os debates televisivos que se têm feito, aqui no fórum não é diferente.
A conclusão que se pode tirar é que as praxes servem para nos rirmos dos caloiros, para sentirmos o gosto de pelo menos numa semana sermos um ditador e ter todos a nossos pés. Quem passa pela praxe não gosta, mas não perda oportunidade mais à frente que seja a sua vez se o fazer, por isso é que os actuais estudantes não querem o fim das praxes, agora é a minha vez porque eu tambem sofri.
Isto é a praxe, no próximo ano, como tudo isto ainda estará presente talvez sejam mais brandas mas daqui a a um par de anos volta tudo ao mesmo.
 
Aprende a ler e tens as respostas para as tuas perguntas...

Marverick, tu deves ser o único neste forum inteiro que ainda não percebeu a figura idiota que está a fazer.

PS: antes que venhas dizer que concordo com a tal praxe violenta e bla bla bla, não não concordo. Mas continuo a achar que estás a fazer uma figura mais idiota do que o "praxante" que anda para la aos berros faz.

No limite, somos dois.

Primeiro, estou-me borrifando se tens paciência ou não. Estou-me borrifando se gostas ou não, estás num fórum (com essa atitude, não por muito tempo [:D]) por isso ou tens arcaboiço para ler, respeitar e debater o que os outros dizem ou não tens e estás calado. Se estivesses calado, ao menos não eras mal educado e escondias essa falta de educação que tens.

É chato mas aqui cada um diz o que quer e não tem que ficar a olhar para o chão enquanto o menino fala. Isto não é praxe, lamento! [:D]

E a ti não te respondo mais porque a tua falta de nível assim o exige, infelizmente.
 
Ora aqui está, chega-se a um ponto em que simplesmente não ha argumentos possíveis, tem acontecido em todos os debates televisivos que se têm feito, aqui no fórum não é diferente.
A conclusão que se pode tirar é que as praxes servem para nos rirmos dos caloiros, para sentirmos o gosto de pelo menos numa semana sermos um ditador e ter todos a nossos pés. Quem passa pela praxe não gosta, mas não perda oportunidade mais à frente que seja a sua vez se o fazer, por isso é que os actuais estudantes não querem o fim das praxes, agora é a minha vez porque eu tambem sofri.
Isto é a praxe, no próximo ano, como tudo isto ainda estará presente talvez sejam mais brandas mas daqui a a um par de anos volta tudo ao mesmo.

Mas o lindo é que ainda não percebeste, não queres perceber e estás-te completamente a c#gar para quem percebe!!!! A minha opinião está dada e mais que dada!!! Podes ler 10, 20 ou 30 vezes!

O que eu coloquei acima é simples, muito simples! É que estão os dois a tentar à força transmitir que isso que sentem é um sentimento geral mas não é!!! PONTO FINAL.

Toda a gente já concordou que tem de haver bom senso e cada um fala da SUA experiência, da SUA opinião, da SUA faculdade, do SEU curso e nunca no GERAL!!!

Vocês são os únicos que continuam a transmitir a ideia de uma forma geral, epa falem no vosso caso... entendeste agora ou queres que te faça um desenho?
 
No limite, somos dois.

Primeiro, estou-me borrifando se tens paciência ou não. Estou-me borrifando se gostas ou não, estás num fórum (com essa atitude, não por muito tempo [:D]) por isso ou tens arcaboiço para ler, respeitar e debater o que os outros dizem ou não tens e estás calado. Se estivesses calado, ao menos não eras mal educado e escondias essa falta de educação que tens.

É chato mas aqui cada um diz o que quer e não tem que ficar a olhar para o chão enquanto o menino fala. Isto não é praxe, lamento! [:D]

E a ti não te respondo mais porque a tua falta de nível assim o exige, infelizmente.

Marverick
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Infracções1/0 (0)- See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/125597-fim-das-praxes-12.html#sthash.w3Vrk3CF.dpuf

Ri-te ri-te que se calhar o primeiro a ser despachado és tu... o meu cadastro está limpo e se a moderação ler os meus comentários vai conseguir percebê-los ao contrário de ti.
 
Mas o lindo é que ainda não percebeste, não queres perceber e estás-te completamente a c#gar para quem percebe!!!! A minha opinião está dada e mais que dada!!! Podes ler 10, 20 ou 30 vezes!

O que eu coloquei acima é simples, muito simples! É que estão os dois a tentar à força transmitir que isso que sentem é um sentimento geral mas não é!!! PONTO FINAL.

Toda a gente já concordou que tem de haver bom senso e cada um fala da SUA experiência, da SUA opinião, da SUA faculdade, do SEU curso e nunca no GERAL!!!

Vocês são os únicos que continuam a transmitir a ideia de uma forma geral, epa falem no vosso caso... entendeste agora ou queres que te faça um desenho?

Tópico fim das praxes?, de TODAS percebes não é da praxe que "eu" tive na minha universidade. Obviamente que falo no geral.

Responde à pergunta que faço no 1 poste deste tópico, farias a praxe daquela forma? Achas que era melhor para todos (ou so para os caloiros)?
 
Tópico fim das praxes?, de TODAS percebes não é da praxe que "eu" tive na minha universidade. Obviamente que falo no geral.

Responde à pergunta que faço no 1 poste deste tópico, farias a praxe daquela forma? Achas que era melhor para todos (ou so para os caloiros)?

Partindo do principio que falas nas seis mortes que ocorreram no Meco:
- Claro que não, e vou-te dar a MINHA certeza do porque não: Todos os anos, na minha faculdade, a semana de praxes acabava (e assim é provável que continue) com o pessoal todo (TODO, caloiros e veteranos, numa bela balburdia que TODOS gostavam) dentro de uma fonte da cidade. Eu era veterano e num dos anos, vi que um dos caloiros estava todo bebado e FUI EU que o impedi de entrar naquela fonte. Uma fonte que tem água que dá pela canela, mas com tanta gente dentro da fonte, bastava a coisa descontrolar-se um pouco e o puto ir parar lá abaixo e ninguém reparar e como estava tudo aos saltos podia dar asneira. Posto isto EU nunca deixaria entrar um caloiro dentro de um mar bravo.

Cada faculdade tem o seu "código" (que pode ou não estar escrito), dentro da faculdade há vários cursos, dentro de cada curso há vários veteranos que praxam e cada um é diferente de outro. Isto para dizer que há várias realidade diferentes e (se só andaste num curso em uma faculdade) apenas conheces uma realidade.

Eu quando pertenci à comissão não me limitava a praxar, a organizar os jogos, a organizar o que se ia fazer mas também fazia um papel de controlar o que é que os veteranos do meu curso faziam. Assim que suspeitava que alguma coisa ia dar buraco EU (ou outro qualquer da comissão) ia lá perceber o que se estava a passar e caso necessário interrompia-se aquilo.

No primeiro dia (isto já tinha dita atrás) fazia um discurso aos caloiros, a explicar o que era a praxe, perguntava que problemas de saúde é que o pessoal tinha etc... o que estou a transmitir é que havia cuidados. Mas lá está, esta é a realidade que conheço.

Agora questionas, mas nunca viste abusos? Claro que vi e interrompi os mesmos mas falamos de abusos que ficam a anos luz de espancar uma pessoa até à morte ou mandar alguém entrar num mar revolto.

Agora um caloiro se diz não a uma coisa, é não e ponto final. Se não souberem dizer não a um gajo mal encarado que está aos berros para vocês eu quero ver quando chegarem ao mercado de trabalho e começarem a levar com o "bullying dos Managers"... Se não forem vocês, muitas vezes a fazer cara de mau, a impor limites acreditem, alguns só não vos vendem a alma se não calhar.
 
Sly, não te esqueças que o código da praxe varia de Universidade para Universidade. Coimbra é, pelos relatos, talvez o melhor exemplo de como se organiza e praxa e mesmo lá há abusos. Mas Coimbra estará no topo...e no fundo, será assim?

Dou-te um exemplo de um caso que eu conheci. Numa privada, a organização era tanta que uma aluna que se declarou anti-praxe, no ano seguinte integrou os praxantes e praxou. Curiosamente, como as poucas praxes que foi foram aberrantes, o que ela fez foi replicar o que lhe fizeram e fazer ainda pior aos outros.

Portanto, o controlo nunca poderá ser feito pela própria hierarquia da praxe porque simplesmente há vários institutos em que a organização dessa hierarquia é zero. E isto acontece principalmente em Institutos recentes.

A responsabilidade tem que ser dada às Instituições, pois são elas as primeiras responsáveis pelos seus estudantes. E por isso eu defendo que o código da praxe deve ser criado pelos estudantes, como é lógico, mas deve ser VALIDADO pelas instituições de ensino e depois devem haver comissões fora da praxe que fiscalizem a aplicação do código da praxe.

Se por causa dos excessos de alguns se vai proibir o todo, então proibíamos tudo, e não valeu de nada ter existido o 25 de Abril de 1974. Ainda recentemente a AAC celebrou um protocolo com a APAV pois 29% das estudantes declararam já terem tido relações não consentidas depois de noites de borga, então que fazemos? Proibimos o consumo de álcool?
Aqui fica o link: Associação Académica de Coimbra | AAC e APAV renovam protocolo
 
...



"Para o próximo ano letivo as praxes passam a ser da seguinte forma:
A comissão de praxes divide os caloiros em grupos pequenos e destaca um membro da comissão para cada grupo.
Esse "doutor" está encarregue de reunir o seu grupo e de durante os próximos dias os levar a conhecer a secretaria, a reprografia, a biblioteca de lhes exemplificar como funciona a buracaria da universidade, de os acompanhar à cantina e mostrar o funcionamento da mesma, de lhes mostrar os locais onde irão ter as aulas, de lhes dar a conhecer a cidade, de os apresentar aos colegas mais velhos, etc etc. Quem sabe até podiam fazer todos uma festa no final da semana...

Esta era a pergunta, Farias a praxe assim, ou já não tinha piada? Era bom para todos?
 
Se por causa dos excessos de alguns se vai proibir o todo, então proibíamos tudo, e não valeu de nada ter existido o 25 de Abril de 1974. Ainda recentemente a AAC celebrou um protocolo com a APAV pois 29% das estudantes declararam já terem tido relações não consentidas depois de noites de borga, então que fazemos? Proibimos o consumo de álcool?
Aqui fica o link: Associação Académica de Coimbra | AAC e APAV renovam protocolo
Mais um argumento sem sentido e de quem não tem mais por onde argumentar.
Se o consumo de álcool for mandatório, como muitas vezes o é durante as praxes, que seja proibido se é por livre vontade sem que decorra de uma "Tradicao" e quem consome apenas o faz porque quer, apenas podes incentivar boas práticas e prevenir os alunos dos perigos de o fazer.
 
Esta era a pergunta, Farias a praxe assim, ou já não tinha piada? Era bom para todos?

Isso que descreveste foi TOTALMENTE feito nas minhas praxes (seja no ano em que entrei e depois nos anos que praxei).

Os caloiros todos conheceram os cantos à faculdade, e bem (calma não foi à porrada, foi com peddy papers e sim havia sempre alguma coisa que os tramava pelo meio [:D]), o apresentar aos colegas... hum claro a menos que fossem praxados pelo Ar, e a grande festa, sim há sempre uma grande festa festa no enterro do caloiro.

E isto que descrevi eu quase que apostava que acontece em praticamente todas as faculdades.
 
Era aquilo mas sem o resto, sem a obediência sem o doutor ou o jumento, so pelo objectivo de integrar. Não faze-lo mas primeiro pintas a cara pões a roupa do avesso e levas esta placa ao pescoço a dizer "papa pilas".
 
Sly, não te esqueças que o código da praxe varia de Universidade para Universidade. Coimbra é, pelos relatos, talvez o melhor exemplo de como se organiza e praxa e mesmo lá há abusos. Mas Coimbra estará no topo...e no fundo, será assim?

Dou-te um exemplo de um caso que eu conheci. Numa privada, a organização era tanta que uma aluna que se declarou anti-praxe, no ano seguinte integrou os praxantes e praxou. Curiosamente, como as poucas praxes que foi foram aberrantes, o que ela fez foi replicar o que lhe fizeram e fazer ainda pior aos outros.

Portanto, o controlo nunca poderá ser feito pela própria hierarquia da praxe porque simplesmente há vários institutos em que a organização dessa hierarquia é zero. E isto acontece principalmente em Institutos recentes.

A responsabilidade tem que ser dada às Instituições, pois são elas as primeiras responsáveis pelos seus estudantes. E por isso eu defendo que o código da praxe deve ser criado pelos estudantes, como é lógico, mas deve ser VALIDADO pelas instituições de ensino e depois devem haver comissões fora da praxe que fiscalizem a aplicação do código da praxe.

Concordo plenamente contigo. Mais do que gostar de certas tradições académicas, há aqui uma questão de bom senso na defesa da liberdade de escolha e respeito pelos direitos dos alunos. Como já te disse só posso falar do caso de Coimbra, que é do meu conhecimento. Nas outras Universidades, eu não conheço a organização portanto não vou tecer juízos de valor nem para o bem, nem para o mal. Mas posso comentar e dar a minha opinião. Opinião essa que está sempre sujeita a mudar e ser mais fundamentada, de acordo com os testemunhos que assimilo.
Sabes que mesmo com toda a organização, irá haver sempre situações de abuso. É o normal na condição humana.
Sou a favor de todas as medidas que sirvam para tornar a prática da praxe mais segura e divertida. Não sou irresponsável nem leviano, na avaliação dessas questões.
 
Era aquilo mas sem o resto, sem a obediência sem o doutor ou o jumento, so pelo objectivo de integrar. Não faze-lo mas primeiro pintas a cara pões a roupa do avesso e levas esta placa ao pescoço a dizer "papa pilas".

A placa não dizia papa-pilas dizia o curso. Porquê a ti puseram-te uma placa a dizer isso? Se puseram, e tu não concordas porque é que deixaste? É esta parte que me custa a compreender, é se não concordam porque fazem?

Dou-te mais dois exemplos que se passaram comigo, um como caloiro e outro como veterano.

Caloiro: mandaram-e comer gengibre e eu não gosto daquilo. Disse NÃO. Sabes o que aconteceu? Nada...

Veterano: mandei um gajo fazer uma coisa qualquer que para mim não tinha maldade. O rapaz devia ter outra opinião e disse-me que não fazia. Sabes o que aconteceu? Nada...

Todos nós temos percepções diferentes sobre as coisas. O que para mim uma coisa pode ser aceitável, para ti pode não o ser e eu posso não achar aceitável algo que tu aches. E se não o demonstrares ninguém o vai saber. (excepto extremos...) Exemplo disso, foi a historia que contei, o gajo que me mandou comer gengibre deve ter comido quando era caloiro e não bufou, já eu disse que não porque passava o limite do qual EU acho aceitável.
 
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