Fim das Praxes?

acho engraçado a maneira como manipula o comentário

Claro que você entende os direitos adequeridos por qualquer cidadão portuges em portugal ( usemos este termo falemos só de Portugal) sabe? nao me vai obrigar a fazer aqui um testamento porque sinceramente não tenho tempo para isso.
ambos sabemos que situações de abuso não são penalizadas e muito raro são as que são, infelizmente em Portugal a lei não é para todos como o homem intelegente que você de certo que é sabe do impacto que isso cria na nossa sociedade.

Alarge um pouco o seu campo de visao e talvez entenda onde eu quero chegar não é difícil.

Estás a afirmar, portanto, que as pessoas da praxe estão acima da lei? Têm protecção jurídica, policial? Não percebi.

A justiça não é para todos? Amigo, isso não é problema da praxe. É válido para todos. Ou vais culpar a praxe pelo estado da justiça em Portugal? Também já só faltava essa [:)]
 
Estás a afirmar, portanto, que as pessoas da praxe estão acima da lei? Têm protecção jurídica, policial? Não percebi.

A justiça não é para todos? Amigo, isso não é problema da praxe. É válido para todos. Ou vais culpar a praxe pelo estado da justiça em Portugal? Também já só faltava essa [:)]

:confused:Vai estudar mais um pouco recomendo. Minha mera opinião.
 
Última edição:
Amigo, tu podes falar do que quiseres, obviamente que és livre para tal.

Mas quando defendes a proibição da praxe, aí é outra história, porque não se trata da tua opinião, mas sim de limitares a liberdade de outras pessoas. Secalhar não estás a ver a diferença. Há pessoas assim, que se preocupam mais com os outros e com o que eles fazem, sempre prontos a criticar. Esquecem-se de olhar para si mesmos. Como tu.

Afirmas não gostar de humilhar mas na frase a seguir julgas a minha pessoa (mais uma vez, muito coerente), julgando a minha educação e as minhas vivências. É este tipo de pessoa que defende o fim da praxe. Gente mesquinha e que julga os outros e os seus valores sem os conhecer. Parabéns, mostraste-te agora. Quem não sabe viver em sociedade aqui, és só tu. [;)]

Vaquinha sagrada? Coitado...[:D] Dás mais importância à praxe que eu [:)]

As bacoquices que supões sobre mim são tão anedóticas que passo já à frente [:D].

Eu não defendo a proibição da praxe, defendo a proibição do bullying encapotado de praxe, como disse. Mas como também disse, tens graves problemas de interpretação, por isso aceito que sejas incapaz de perceber a diferença.

Tenho curiosidade em saber onde é que te julguei ou julguei as tuas vivências...falas em coerência mas está visto que não sabes o que é. Inclusive, a tua afirmação "É este tipo de pessoa que defende o fim da praxe. Gente mesquinha e que julga os outros e os seus valores sem os conhecer.", depois de dizeres que não se deve generalizar, é priceless no que se refere à coerência! Aplaudo-te!

E agora digo-te eu, acabaste tu de te mostrar e mostrar o fanboy que há em ti. Nada que eu já não tenha percebido, confesso. Para ti, quem é contra a praxe e defende o seu fim é mesquinho e julga os outros sem os conhecer. E a mim conheces-me de onde para me chamares mesquinho? [:D]

Há pessoas que não compreendem o que significa a liberdade e onde é que ela acaba. Há pessoas que acham-se no direito de humilhar terceiros gratuitamente. Há pessoas que têm tantos valores que mostram-nos quando faltam ao respeito a colegas só porque sim. Deve ser do traje. É...há pessoas assim, tipo tu. [:D] E depois há os outros, mesquinhos, que olham para estas aberrações e criticam. Tipo eu. Orgulho-me disso!

E já agora...amigo? Deves estar a confundir-me com alguém, com certeza.
 
A verdade é que não há argumentos válidos para os defensores da praxe. Vê-se neste forum e viu-se por exemplo no debate que deu ontem à noite na RTP Informação onde estavam dois presidentes de associações académicas ou duxs ou lá o que eram. Simplesmente não há argumentos para defender a praxe académica.
O único argumento que poderia eventualmente defender o indefensável seria o de que a praxe serve para integrar, o que facilmente cai por terra pois não é preciso praxe nem qualquer tipo de recepção para integrar os novos alunos. Na universidade, como em qualquer lugar ao longo da nossa vida, a integração faz-se ao longo do nosso percurso académico. Indo às aulas, pedindo/emprestanto apontamentos, fazendo trabalhos de grupo, almoçando, jantando, em suma a integração faz-se no dia-a-dia da universidade.
 
A verdade é que não há argumentos válidos para os defensores da praxe. Vê-se neste forum e viu-se por exemplo no debate que deu ontem à noite na RTP Informação onde estavam dois presidentes de associações académicas ou duxs ou lá o que eram. Simplesmente não há argumentos para defender a praxe académica.
O único argumento que poderia eventualmente defender o indefensável seria o de que a praxe serve para integrar, o que facilmente cai por terra pois não é preciso praxe nem qualquer tipo de recepção para integrar os novos alunos. Na universidade, como em qualquer lugar ao longo da nossa vida, a integração faz-se ao longo do nosso percurso académico. Indo às aulas, pedindo/emprestanto apontamentos, fazendo trabalhos de grupo, almoçando, jantando, em suma a integração faz-se no dia-a-dia da universidade.

Não é preciso defender a praxe. Qual é a razão para o futebol existir? Qual é a razão do paintball existir? As pessoas querem divertir-se e, nesse contexto, não vejo mal nenhum. Da mesma forma que é indefensável, nessa perspectiva, defender a praxe (dizendo que não tem utilidade para a sociedade), muitas outras actividades não têm utilidade aparente e no entanto não andam por aí a defender o seu fim. Onde anda a coerência?

Tenho pena dessa perspectiva carrancuda da vida. Mas nem todos têm de ter a tua opinião. Por isso, respeita as outras.
 
As bacoquices que supões sobre mim são tão anedóticas que passo já à frente [:D].

Eu não defendo a proibição da praxe, defendo a proibição do bullying encapotado de praxe, como disse. Mas como também disse, tens graves problemas de interpretação, por isso aceito que sejas incapaz de perceber a diferença.

Tenho curiosidade em saber onde é que te julguei ou julguei as tuas vivências...falas em coerência mas está visto que não sabes o que é. Inclusive, a tua afirmação "É este tipo de pessoa que defende o fim da praxe. Gente mesquinha e que julga os outros e os seus valores sem os conhecer.", depois de dizeres que não se deve generalizar, é priceless no que se refere à coerência! Aplaudo-te!

E agora digo-te eu, acabaste tu de te mostrar e mostrar o fanboy que há em ti. Nada que eu já não tenha percebido, confesso. Para ti, quem é contra a praxe e defende o seu fim é mesquinho e julga os outros sem os conhecer. E a mim conheces-me de onde para me chamares mesquinho? [:D]

Há pessoas que não compreendem o que significa a liberdade e onde é que ela acaba. Há pessoas que acham-se no direito de humilhar terceiros gratuitamente. Há pessoas que têm tantos valores que mostram-nos quando faltam ao respeito a colegas só porque sim. Deve ser do traje. É...há pessoas assim, tipo tu. [:D] E depois há os outros, mesquinhos, que olham para estas aberrações e criticam. Tipo eu. Orgulho-me disso!

E já agora...amigo? Deves estar a confundir-me com alguém, com certeza.

Amigo, (sim amigo, estou num fórum público, chamo-te o que bem me apetecer, incomoda-te?) ficamos assim. Tu tens a tua opinião em que tentas impor limitações a outras pessoas relativamente a uma actividade (que desconheces profundamente).

Amigo, respeite as opiniões e vivências dos outros.

Amigo, respeite a liberdade, não queira impor regras a pessoas que socializam entre si, não queira limitar a liberdade das pessoas se juntarem e de realizarem jogos e actividades. Porque isso demonstra pouca tolerância e até um certo extremismo.

Adeus amigo (porque relativamente a este assunto, estamos conversados).

Bye-Bye1.gif
 
Não é preciso defender a praxe. Qual é a razão para o futebol existir? Qual é a razão do paintball existir? As pessoas querem divertir-se e, nesse contexto, não vejo mal nenhum. Da mesma forma que é indefensável, nessa perspectiva, defender a praxe (dizendo que não tem utilidade para a sociedade), muitas outras actividades não têm utilidade aparente e no entanto não andam por aí a defender o seu fim. Onde anda a coerência?

Tenho pena dessa perspectiva carrancuda da vida. Mas nem todos têm de ter a tua opinião. Por isso, respeita as outras.

O futebol serve como espectáculo televisivo e como actividade lúdica e desportiva pelos seus intervenientes.
O painball tem também uma vertente lúdica.

O que se passa aqui é que tanto no paintball como no futebol existem duas equipas com as mesmas "armas" que lutam para atingir um objectivo antes da outra equipa. Nao vejo o paralelo com a praxe a nao ser que os caloiros possam fazer exactamente o mesmo que os veteranos lhes fazem.
 
Não é preciso defender a praxe. Qual é a razão para o futebol existir? Qual é a razão do paintball existir? As pessoas querem divertir-se e, nesse contexto, não vejo mal nenhum. Da mesma forma que é indefensável, nessa perspectiva, defender a praxe (dizendo que não tem utilidade para a sociedade), muitas outras actividades não têm utilidade aparente e no entanto não andam por aí a defender o seu fim. Onde anda a coerência?

Tenho pena dessa perspectiva carrancuda da vida. Mas nem todos têm de ter a tua opinião. Por isso, respeita as outras.

Eu respeito todas as opiniões, nunca disse que não respeitava.
Apenas acho que não existem motivos válidos que justifiquem a existencia de praxe académica.
Se estamos num tópico a debater o fim das praxes achei por bem dar o meu contributo, apenas isso. Longe de mim querer ofender ou desprespeitar alguem nem tem pouco impôr a minha opinião.

Quanto às outras atividades que referes que não têm utilidade a diferença para a praxe é que essas actividades não passam pela humilhação nem interferem na liberdade de ninguem.
 
O futebol serve como espectáculo televisivo e como actividade lúdica e desportiva pelos seus intervenientes.
O painball tem também uma vertente lúdica.

O que se passa aqui é que tanto no paintball como no futebol existem duas equipas com as mesmas "armas" que lutam para atingir um objectivo antes da outra equipa. Nao vejo o paralelo com a praxe a nao ser que os caloiros possam fazer exactamente o mesmo que os veteranos lhes fazem.

E podem, no ano seguinte...
Disseste bem, são actividades lúdicas, então porque haveriam de ser proibidas?
Tanto problema grave neste país e há uma catrefada de gente que está é preocupada com a praxe? :sh)
 
Eu, para ti, recomendo o estudo da construção lexical de frases. Minha mera opinião.

Aquela sugestão vinda de quem vem, tem o seu quê de irónico. Mas congratulo-me que consigas perceber alguma coisa daquele amontoado de palavras desconexas. Eu tento mas não consigo
 
Eu respeito todas as opiniões, nunca disse que não respeitava.
Apenas acho que não existem motivos válidos que justifiquem a existencia de praxe académica.
Se estamos num tópico a debater o fim das praxes achei por bem dar o meu contributo, apenas isso. Longe de mim querer ofender ou desprespeitar alguem nem tem pouco impôr a minha opinião.

Quanto às outras atividades que referes que não têm utilidade a diferença para a praxe é que essas actividades não passam pela humilhação nem interferem na liberdade de ninguem.

Mas aí voltamos à questão que é; se alguém se sente humilhado, pode a qualquer momento vir embora da praxe. Portanto, não estás a interferir na liberdade de ninguém. Sentir-se humilhado é uma emoção e obviamente dependerá de pessoa para pessoa. Portanto, é algo subjectivo, não achas? Admito que para umas pessoas, algumas actividades sejam humilhantes e outras vão adorar fazê-lo. As que acham que é humilhante, vão-se embora, simples!
 
E podem, no ano seguinte...
Disseste bem, são actividades lúdicas, então porque haveriam de ser proibidas?
Tanto problema grave neste país e há uma catrefada de gente que está é preocupada com a praxe? :sh)

Que eu saiba os caloiros nao podem praxar os veteranos que os praxam, logo aí cai por terra a comparacao com o futebol ou o paintball.
 
Fim das praxes? acho que não vão acabar.

Não gosto nem me diz anda, acho uma perfeita palhaçada. Claro que há pessoas com bom senso e que praxam, como em tudo, há os bons e os maus. Mas conheço muita gente que são uns totozitos Maria-vai-com-as-outras que por causa disso foram para as praxes também. Tal como muitos são uns tristes e aproveitam as praxes para tentarem ser alguém com "poder". Na minha opinião o único poder que têm é o poder de fazer figura de atrasado mental em público e para uma grande audiência. Mas pronto, necessidade de se sobressair quando não sobressaem em nada.

Mas não posso dizer que devam acabar. Acho que cada um faz o que quer e não somos ninguém para julgar os outros. Se alguém se diverte nessa porcaria... cada um com a sua.

Ah, e uma coisa que acho ridícula é acusarem quem não gosta de praxes de a) não saber do que fala; b) ser anti-social; c) serem carrancudos, d) serem anti-praxes para ser do contra; e milhares de outras coisas que podia enunciar que já ouvi. Poupem as pessoas, quem não gosta tem todo o direito de não gostar também. Podem por a hipótese de alguém não gostar de fazer de palhaço, seja em que contexto for? ou é porque estão todos a fazer que atenua as figuras ridículas que se fazem?

Como já disse no outro tópico, não sou nenhum herói de guerra nem conflituoso. Nem pouco mais ou menos. Ainda assim, nas minhas praxes lembro-me de ter de falar mal porque esses tais doutores (ainda estou para saber no que é que são doutores, principalmente porque há uns com 500 matrículas) acham que realmente a autoridade fictícia que têm é verdadeira. E não tive praxes pesadas, nem pouco mais ou menos, fará os que tiveram.

E não defendam a praxe com integração. Integração de quem? Do que eu vi, mal podem falar uns com os outros. E também vendem muito o peixe de que quem não vai às praxes é posto de lado ahahahahha por favor. Se alguém mete outra pessoa de lado só porque não foi às praxes...sofre de uma severa diarreia mental.

Poupem o pessoal. Se gostam das praxes muito bem, não fiquem é chocados com quem não gosta e emite a sua opinião. Se querem continuar com esse cortejo, também não vejo motivo para que não continuem. Abraços.
 
Última edição:
Mas aí voltamos à questão que é; se alguém se sente humilhado, pode a qualquer momento vir embora da praxe. Portanto, não estás a interferir na liberdade de ninguém. Sentir-se humilhado é uma emoção e obviamente dependerá de pessoa para pessoa. Portanto, é algo subjectivo, não achas? Admito que para umas pessoas, algumas actividades sejam humilhantes e outras vão adorar fazê-lo. As que acham que é humilhante, vão-se embora, simples!

Se as pessoas gostam de fazer certas coisas na praxe, porque é que esperaram 18 anos para o fazer e porque é que nao o fazem nos restantes anos depois de serem praxados?
 
Amigo, (sim amigo, estou num fórum público, chamo-te o que bem me apetecer, incomoda-te?) ficamos assim. Tu tens a tua opinião em que tentas impor limitações a outras pessoas relativamente a uma actividade (que desconheces profundamente).

Amigo, respeite as opiniões e vivências dos outros.

Amigo, respeite a liberdade, não queira impor regras a pessoas que socializam entre si, não queira limitar a liberdade das pessoas se juntarem e de realizarem jogos e actividades. Porque isso demonstra pouca tolerância e até um certo extremismo.

Adeus amigo (porque relativamente a este assunto, estamos conversados).

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[:)][:)][:)][:)][:)]

Parti-me a rir com a parte dos "jogos e actividades". Muito bom!

Não, não me incomodas porque não te dou relevância suficiente para tal. Chega a ser hilariante ver alguém que defende práticas de bullying achar-se com moral para vir falar em viver em sociedade, impor regras aos outros e extremismos LOL. Não dá para mais.

"Pessoas que socializam entre si"...[:)][:)][:)]
 
Eu, para ti, recomendo o estudo da construção lexical de frases. Minha mera opinião.

Tomo esse comentário em conta mas do meu lado sinceramente não tenho necessidade alguma em aperfeiçoar o meu portuges a não ser para participar em este fórum que é algo vicioso. mas quem sabe um dia nunca se sabe.
 
Em relação a Praxe devo desde já dizer que nunca gostei muito, mas não sou contra. O que sou literalmente contra, é os abusos encapotados de Praxe. Se numa Universidade como Coimbra sendo uma tradição muito antiga existem defensores da Praxe, mas também grupos fortes contra a Praxe, nomeadamente as Republicas, existe "um poder" e "um contra poder" o que faz com que não seja fácil haver Praxes excessivas. Por exemplo no meu tempo na Rua das Matemáticas um individuo de fato Academico no mínimo levava uma baldada de agua, e com mais o que houvesse à mão, as Republicas da zona todas de extrema esquerda não permitiam a passagem na zona de Praxistas, o que dava belas batalhas campais, (curiosamente alguns andam em Lisboa no BE). Actualmente vivo perto de uma Escola do Instituto Politecnico, e vejo Praxes muito mais humilhantes para os(as) caloiros(as) com letras de musicas verdadeiramente Porno cantadas aos gritos pelas ruas e vejo as ditas caloiras alvos das humilhações todas contentes!!!
 
Oh Marverick, estás-te a esquecer deste argumento: "prepara o caloiro para a vida" [:)][:)][:)][:)][:)]

De facto, ainda não percebi porque é que se tem mais aulas na faculdade do que praxes...é nas praxes que aprendemos, é nas praxes que nos tornamos homens com H grande pá!
 
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