JapunaTT
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O contexto que levou à polémica Massa/Smedley/Hamilton
Toda a gente sabe que hoje em dia a internet é propícia a que existam situações que ganham proporções totalmente desajustadas relativamente à importância dos factos ocorridos. Quem nunca leu algo que lhe chegou via e-mail, por exemplo, com um 'facto' insofismável, que já deu várias voltas ao mundo, e que no fim era pura mentira? Neste caso, não sendo mentira o que foi dito, muitos são os que acham que a questão atingiu proporções perfeitamente desnecessárias.
Mas como se chegou a este ponto? A corrida de Lewis Hamilton começou mal, foi 'fechado' por Mark Webber, e depressa caiu de quarto para a oitava posição. Recuperou duas posições em duas voltas, depois de passar os dois Mercedes e depois ficou com Felipe Massa pela frente.
Como seria natural, Hamilton não queria perder o 'comboio' dos homens da frente e por isso depressa atacou Massa. Neste contexto percebe-se a declaração de Rob Smedley, já que Massa tinha atrás de si um piloto mais rápido, e o brasileiro podia beneficiar se conseguisse ir às boxes trocar pneus, mantendo o inglês atrás de si, como acabou por suceder. Foram os dois às boxes na mesma altura, e depois de regressarem à pista Hamilton tentou a ultrapassagem a Massa, acabando por furar a roda traseira do Ferrari do seu rival e danificar a asa dianteira do seu McLaren.
A mensagem rádio da Ferrari, surgida uma volta antes do acidente, foi retirada do contexto e entendida por muitos como um pedido para Massa causar a colisão, o que não sucedeu. O toque foi um normal incidente de corrida, numa história que não merecia o relevo que atingiu. Massa não o causou. Hamilton cometeu um erro e bastava olhar para a cara dele para perceber quão zangado ficou. Rob Smedley utilizou uma expressão infeliz, a mesma coisa que na nossa língua alguém dizer "Lixa-lhe a corrida, atrasa-o...", que a FOM entendeu divulgar. E foi aí que tudo começou, porque até aí nada se passava de anormal...
Autosport.pt
Toda a gente sabe que hoje em dia a internet é propícia a que existam situações que ganham proporções totalmente desajustadas relativamente à importância dos factos ocorridos. Quem nunca leu algo que lhe chegou via e-mail, por exemplo, com um 'facto' insofismável, que já deu várias voltas ao mundo, e que no fim era pura mentira? Neste caso, não sendo mentira o que foi dito, muitos são os que acham que a questão atingiu proporções perfeitamente desnecessárias.
Mas como se chegou a este ponto? A corrida de Lewis Hamilton começou mal, foi 'fechado' por Mark Webber, e depressa caiu de quarto para a oitava posição. Recuperou duas posições em duas voltas, depois de passar os dois Mercedes e depois ficou com Felipe Massa pela frente.
Como seria natural, Hamilton não queria perder o 'comboio' dos homens da frente e por isso depressa atacou Massa. Neste contexto percebe-se a declaração de Rob Smedley, já que Massa tinha atrás de si um piloto mais rápido, e o brasileiro podia beneficiar se conseguisse ir às boxes trocar pneus, mantendo o inglês atrás de si, como acabou por suceder. Foram os dois às boxes na mesma altura, e depois de regressarem à pista Hamilton tentou a ultrapassagem a Massa, acabando por furar a roda traseira do Ferrari do seu rival e danificar a asa dianteira do seu McLaren.
A mensagem rádio da Ferrari, surgida uma volta antes do acidente, foi retirada do contexto e entendida por muitos como um pedido para Massa causar a colisão, o que não sucedeu. O toque foi um normal incidente de corrida, numa história que não merecia o relevo que atingiu. Massa não o causou. Hamilton cometeu um erro e bastava olhar para a cara dele para perceber quão zangado ficou. Rob Smedley utilizou uma expressão infeliz, a mesma coisa que na nossa língua alguém dizer "Lixa-lhe a corrida, atrasa-o...", que a FOM entendeu divulgar. E foi aí que tudo começou, porque até aí nada se passava de anormal...
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