Euromilhões

Em relação ao valor da aposta como já foi dito e "proporcional" ao valor do prémio, independentemente do pais.

Se eu ganha-se nos primeiros meses não ia gastar muito mais de 1/1.5 milhões, o que serviria para pagar a minha casa ajudar o meu irmão a pagar a dele e uma ao meu conhado (jogo a meias com a minha mulher) ajudar alguns familiares com dificuldade. e comprar um carro para mim que seria um Mitsubishi Evo X.

O resto do dinheiro iria por a render já dava para eu levar o resto da vida sossegado só com os juros.

Iria deixar o meu actual trabalho e voltava a estudar, ia aproveitar as ferias para conhecer o mundo (interrail, expreso do oreinte, road trip na américa, etc), para umas ferias mais "regulares" iria comprar uma casa na Noruega junto a um lago tipo este:

 
nao concordo que as apostas deveriam ser mais baixas, visto que o premio neste caso também deveria ser mais baixo para portugal.

acho que mais justo seria haver um limite inferior de primeiro prémio, aumentando os restantes (que são os que me calham [:p]).
neste caso, como limite ao primeiro prémio poderiam ser por ex. 50 ou 60 milhoes e na semana seguinte se voltasse a haver jackpot, em vez de passar para 70 ou 80, dividir esses milhoes pelos prémios abaixo...

agora... se a excentricidade me calhar a mim logo à noite, tenho tudo para passar uma vida tranquila e com muito passeio... 2ª feira viria ao trabalho apresentar a carta de demissão com efeitos imediatos e para vida dedicava-me a albergar animais abandonados e a ajudar as instituições já existentes... seria o Noé português... [:cool:]

de resto já me contento com o loto 2 na 2ª feira [;)]
 
...
Em relação a investimentos, criaria uma grande empresa de trabalho temporário, para idosos. No fundo aproveitaria a mão de obra de pessoas inactivas na medida das suas possibilidades (bordados, bolos caseiros, vigilância de florestas, transferes de crianças para escolas, etc.) acrescentando-lhes rendimento e aproveitando o seu contributo em trabalho para melhorar um bocadinho a vida de todos.

A excentricidade que faria, seria escolher uma frota razoavel de carros, desde um SUV de 500 cv a um Exige S, passando por um GT3, Veyron, e muitas outras coisas, comprava um autódromo de qualidade (talvez o AIA) e um bom Hotel e convidava todos os membros do fórum para uma semaninha (tinham que tirar férias) a ter aulas de condução e a experimentar os carros em questão, mas também alguma teoria sobre mecânica, etc.

Antes disso comprava o fórum à motor-press (ou talvez a motor-press :rolleyes:) e punha o seu staff à procura de um novo comprador.
....

Olha que 100 milhões não chegavam para isso tudo, pá![:D][:cool:]
 
Na minha personalidade pouco mudava e muito provavelmente pouca gente o saberia. Ter muito dinheiro nas mãos é o primeiro passo para eu e toda a família ficarem inseguros.

E no dia seguinte iria trabalhar como se nada fosse. Aliás, gosto demais do que faço para largar e parar para mim é morrer. E não pretendo morrer cedo. [;)]

Grande parte do dinheiro investia em produtos com pouco risco (os juros mesmo baixos dão para viver despreocupado), algum seria entregue à familia e o restante para pagar uma vivenda decente e uns carritos confortáveis.


Mas como não me saíu ainda, vou jogando o mínimo todas as semanas. Porque sem jogar é que não me sai.

O facto de não me sair o Euromilhões também não me tira o sono. Tenho saúde, tenho casa, tenho 2 carros pagos, tenho uma familia que me apoia e tenho uma mulher maravilhosa. Isto basta para me sentir feliz. [:cool:]
 
Se me saísse o euro milhoné.

Não havia cá dinheiro para ninguém, deixava ver até onde ia (quem é que começa a pedir [:)]).

Era uma gaja por semana.

Era um carro por semana.

Era uma casa por mês.

Montava um restaurante, um ginásio, uma agência de modelos, uma casa de putedo [:D] assim já não precisava de gastar nas gajas, um stand da lambo, uma empresa de construção civil, uma de advogados [:D], uma de massagens e cirurgias (não orgias [:)]), investia no autódromo do algarve, para rolar lá sempre que me "apetece-se", tanta coisa.

Acho que 100 milhões não chegavam, era pouco...
 
Se ganhasse o bolo dos 100 milhões, possivelmente iria morar para outras paisagens, aonde ninguém me conhecesse e para um local aonde pudesse passar despercebido entre iguais.

O que fazia com o dinheiro?

Comprava uma ou duas casas, alguns carros de sonho e um barco.

Dos 100 milhões, ficava com 15 milhões para gastos e investia os restantes 85 milhões, que no mercado financeiro quer em projectos empresariais.

A nível de solidariedade, ajudava familiares e conhecidos e algumas instituições. Possivelmente até poderia criar uma instituição ou fundação, de forma a poder controlar como era gasto o dinheiro.

Entretanto ia gozando a vida com uma viagens principescas e fazendo algumas loucuras, só possíveis a quem tenha uma conta bancaria bem recheada.
 
Também não é preciso serem tanto Madres Teresas
Fazia questão que ninguém na minha família tivesse dificuldades. Ninguem teria casas para pagar, ou educação para dar aos filhos.

Depois o resto era para mim.
Investir, comprar prendas e poupar para os filhos e netos.

Não me cabe a mim cuidar da sociedade / pobres / deficientes.

É muito bonito e dá pena. Mas não se pode ajudar toda a gente.
E primeiro de tudo, estou eu e os meus.

Era capaz de ajudar a união zoofila e algo assim.
Com novas instalações ou condições.
Nunca em dinheiro vivo.
 
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