Euromilhões

Pois olhem, o que eu fazia era:

1º - apagar tudo do meu outlook

2º - entregar uma cartinha aos RH

3º - quando recebesse o cheque do que me deviam ir oferecer a uma instituição qualquer

Não dizia nada a chefe nenhum..... ainda assim não se lembrassem de me por em tribunal e ter que pagar uma indemização qualquer... não sustento chulos...[:D]

La por eles serem umas pestes não temos que ser iguais a eles...
 
Dependendo do valor, sim porque sair o euromilhões podem ser 100 ou 200 mil euros [:D], se fosse algo como os 15 milhões ou mais, talvez apresentasse uma proposta de sociedade ao meu patrão (não tenho Chefe [:D]), para exercitar a mente e continuar a sentir-me "vivo profisionalmente".

Mas não me matava com o stress, se não resultasse, até era capaz de lhe oferecer depois a minha parte na empresa...

... e gastar o resto dos milhões a matar neurónios a gozar a vida [:)]

[;)]
 
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[:D][:D][:D]
 
Chamava-o para um canto e perguntava-lhe se havia alguma coisa que ele precisasse de ajuda. Explicava que eu ia deixar a empresa a médio prazo, mas que ele podia sempre contar comigo se fosse preciso, a qualquer nível.
 
Agradecia-lhe por ter apostado em mim, mas que ia deixar a empresa e definia um prazo com ele para assegurar a substituição.

Depois pegava na Maria e ia conhecer o mundo.
 
Dizia-lhe que iria sair no final do contrato. Até lá, se ele quisesse, trabalharia de graça e deste modo ajudar a instituição a poupar. No final do contrato oferecia-lhe um descapotável.

[apesar deter vários superiores hierárquicos, aquele que considero chefe,
é competente, honesto e deu-me a oportunidade de trabalhar quando eu mais precisava e isso nunca vou esquecer][;)]
 
Dizia-lhe que iria sair no final do contrato. Até lá, se ele quisesse, trabalharia de graça e deste modo ajudar a instituição a poupar. No final do contrato oferecia-lhe um descapotável.

[apesar deter vários superiores hierárquicos, aquele que considero chefe,
é competente, honesto e deu-me a oportunidade de trabalhar quando eu mais precisava e isso nunca vou esquecer][;)]

apr:)apr:)apr:) Temos os mesmos ideais . Nunca me esqueço de quem me faz bem, e mal . O mundo dá muitas voltas, e nunca se sabe quando poderemos voltar a precisar .Era o que eu tambem faria .apr:)apr:)apr:)
 
Eu vinha trabalhar até me fartar, depois combinava para me despedirem e assim receber subsidio de desemprego, depois ia para a seg. social chorar e pedir o RSI [:D]

Estou a brincar claro [;)] O que faria é rescindir o contrato, amigavelmente, e consoante o montante do prémio logo via o que fazia [kiss]
 
Comprava a empresa do meu patrão e depois despedia-o sem justa causa. Iamos para tribunal, eu naturalmente perdia e era constituido arguido. Ele processava-me por injúrias e despedimento sem justa causa, reclamando uma quantia como indeminização.

Após eu ter pago. Fazia as pazes e voltava a readmiti-lo como recompensa e com remorsos nomeava-o para chefe de secção. Passado uns meses tentava fazer-me à filha dele e com sorte fazia-lhe um filho ou dois. O gajo ficava piúrso comigo, mas não podia fazer nada, porque oficialmente eu já fazia parte da família dele e já me comprometera a comprar uma casa para moramos juntos, eu e a filha dele.

Passado uns meses contratava um amigo meu para director técnico da empresa que é um génio para fazer mind games e jogar psicológicamente com as pessoas. O meu agora sogro acabava eventualmente por ceder às pressões e dar o braço a torcer e despedia-se antes do final do contrato acabando por ter que pagar uma indeminização à minha empresa. Com o passar dos dias os anti depressivos já não lhe faziam efeito, só o Hospital e o internamento tinham solução.

Nas semanas seguintes seria-lhe diagnosticado uma doença invulgar do foro neurológico que apenas 1/3 da população mundial apanha em casos raros como este por estar tanto tempo sujeito a pressões. Infelizmente foi-lhe diagnosticado tarde demais e com poucas esperanças de vida já não deixava a cama do hospital. Na semana seguinte casava-me com a filha dele que eventualmente lhe deixaria a herança por ser filha única, e voltava a reaver o dinheiro da indeminização que lhe havera pago ao príncipio.

Não sei mas podia pensar em outra coisa qualquer, sei lá...só na altura.
 
Dir-lhe-ia a verdade... Que a partir daquele momento deixaria de ser funcionário da empresa pelas razões óbvias e continuaria a lá passar de vez em quando para rever os amigos (chefe incluído).

Não percebo porque é que teria necessidade de mudar o meu comportamento social só porque tinha "dinheiro a estorvar".

Muito provavelmente faria um jantarão com o pessoal todo do trabalho precedido duma kartada.[;)]
 
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