Deveres Militares?

pessoal a parte dos gritos como referem e os tais gajos burros com a mania que são muito bons, (uma parte é mesmo verdade tens gajos que são assim)

mas por norma o sistema de gritos,caras feias,ect,ect é uma das maneiras de se treinar o respeito e disciplina,.

não se esqueçam que em uma guerra os berros era mesmo um mal muiiiiiiiito menor.
se tivesses em guerra e se fosses apanhado ,levavas na tromba,torturas,berros,ect,ect.
então estavas lixado.
se com um berro ja ficam logo ofendidos imaginem no resto.

umas das principais coisas que se treina na tropa é o psicológico .
sem essa parte todo o resto não serve.
esta aqui pessoal que pelos vistos ja deu recruta sabem bem do que falo.
claro que depende de força para força mas na minha o psicológico era mesmo o mais importante.
o resto eram trocos.

posso te garantir que pelo menos na minha tropa acredita que os gritos e caras feias era o menor dos teus problemas.

se apanhasses então posição de elefante pensante,posição de kadafi,completas,gam,ect,ect isso sim é de vir as lágrimas aos olhos, e mesmo assim não
é para te fazer mal mas sim para te treinarem.
o psicológico depois de treinado ,fazes coisas que nunca pensaste alguma vez poderes fazer.

ate te digo mais os gajos que nas recrutas eram os mais cara feia e os mais lixados nos castigos, fora desse meio eram uns granda malucos[kiss] gajos 5*.

por isso não chorem que isto agora já só la vão um dia [;)]
 
Dando a minha opinião, por experiência própria, o "fazer-se homem" na tropa não tem tanto a ver com valores e ideias, mas mais com construção de força de vontade, que é o que falta à esmagadora maioria das pessoas nas sociedades modernas, como consequência de todas as facilidades.

Na recruta estas "facilidades" são retiradas e obrigam o pessoal a aprender a desenrascar-se, a seguir em frente, mesmo quando as pernas já não aguentam com o cansaço, com os joelhos e cotovelos já a sangrar, a farda ensopada e com vento gelado sempre a cortar,mesmo quando se está no limiar da depressão de tanto stress, as saudades de casa, o ambiente duro, etc.

Na sociedade civil, um "homem" apanha um bocadinho de chuva ou vento e já não quer trabalhar porque não tem "condições". Uma boa recruta é excelente para acabar com estas mentalidades "cocós", formar pessoas que não desistem à primeira complicação, pessoas que pensam em soluções invés de desculpas, e acredito que toda a gente beneficiaria dela para o resto da sua vida, desde a empregada de limpeza a dias até ao senhor engenheiro sentado no seu escritório.
 
Última edição:
apr:)apr:)
Dando a minha opinião, por experiência própria, o "fazer-se homem" na tropa não tem tanto a ver com valores e ideias, mas mais com construção de força de vontade, que é o que falta à esmagadora maioria das pessoas nas sociedades modernas, como consequência de todas as facilidades.

Na recruta estas "facilidades" são retiradas e obrigam o pessoal a aprender a desenrascar-se, a seguir em frente, mesmo quando as pernas já não aguentam com o cansaço, com os joelhos e cotovelos já a sangrar, a farda ensopada e com vento gelado sempre a cortar,mesmo quando se está no limiar da depressão de tanto stress, as saudades de casa, o ambiente duro, etc.

Na sociedade civil, um "homem" apanha um bocadinho de chuva ou vento e já não quer trabalhar porque não tem "condições". Uma boa recruta é excelente para acabar com estas mentalidades "cocós", formar pessoas que não desistem à primeira complicação, pessoas que pensam em soluções invés de desculpas, e acredito que toda a gente beneficiaria dela para o resto da sua vida, desde a empregada de limpeza a dias até ao senhor engenheiro sentado no seu escritório.
 
Dando a minha opinião, por experiência própria, o "fazer-se homem" na tropa não tem tanto a ver com valores e ideias, mas mais com construção de força de vontade, que é o que falta à esmagadora maioria das pessoas nas sociedades modernas, como consequência de todas as facilidades.

Na recruta estas "facilidades" são retiradas e obrigam o pessoal a aprender a desenrascar-se, a seguir em frente, mesmo quando as pernas já não aguentam com o cansaço, com os joelhos e cotovelos já a sangrar, a farda ensopada e com vento gelado sempre a cortar,mesmo quando se está no limiar da depressão de tanto stress, as saudades de casa, o ambiente duro, etc.

Na sociedade civil, um "homem" apanha um bocadinho de chuva ou vento e já não quer trabalhar porque não tem "condições". Uma boa recruta é excelente para acabar com estas mentalidades "cocós", formar pessoas que não desistem à primeira complicação, pessoas que pensam em soluções invés de desculpas, e acredito que toda a gente beneficiaria dela para o resto da sua vida, desde a empregada de limpeza a dias até ao senhor engenheiro sentado no seu escritório.

Subscrevo.
 
Dando a minha opinião, por experiência própria, o "fazer-se homem" na tropa não tem tanto a ver com valores e ideias, mas mais com construção de força de vontade, que é o que falta à esmagadora maioria das pessoas nas sociedades modernas, como consequência de todas as facilidades.

Na recruta estas "facilidades" são retiradas e obrigam o pessoal a aprender a desenrascar-se, a seguir em frente, mesmo quando as pernas já não aguentam com o cansaço, com os joelhos e cotovelos já a sangrar, a farda ensopada e com vento gelado sempre a cortar,mesmo quando se está no limiar da depressão de tanto stress, as saudades de casa, o ambiente duro, etc.

Na sociedade civil, um "homem" apanha um bocadinho de chuva ou vento e já não quer trabalhar porque não tem "condições". Uma boa recruta é excelente para acabar com estas mentalidades "cocós", formar pessoas que não desistem à primeira complicação, pessoas que pensam em soluções invés de desculpas, e acredito que toda a gente beneficiaria dela para o resto da sua vida, desde a empregada de limpeza a dias até ao senhor engenheiro sentado no seu escritório.


Boas

apr:)apr:)apr:)apr:)

Não diria melhor!
Mas a questão de valores esta sempre implicita! A troca a partilha a entreajuda e mais!
Mas é verdade agora não há "net" tá o caldo entornado, não há telemovel já não se sai de casa...etc.

Iste tópico faz-me lembrar a publiciadade do puto que se estava sempre a queixar:

"...tem ossos...tem espinhas...tem codea..."

Xiça[8b][8b]

Abraços
 
Eu compreendo que seja um dia que se preferia passar de outra forma. Mas deixem-se de merdas e vão lá. Um dia não são dias. Ao menos têm contacto com alguma coisa diferente e aprendem alguma coisa.

Eu fui à Inspecção, tive de me levantar bem cedinho, tive de fazer muitos transbordos de transportes públicos, apanhei chuva o caminho todo e tive de gramar coisas que para mim são escusadas.
Acerca disto, quero dizer que compreendo que seja um pouco para abrir a pestana de como aquilo é e o que os espera, para depois não pensarem que vão a uma coisa e depois é outra. Mas por outro lado, nessa altura, quem tinha de ir, ia e pronto, portanto acho que podiam ser menos "bestas" porque certas coisas que eu vi e senti são escusadas num dia em que vai o maranhal todo, o que fica e o que não fica.
Não estou a dizer que deviam ter um sorriso na cara e andar de bandeja na mão com bolinhos e chá para o pessoal mas senti um excesso de autoridade e aproveitamento para, provavelmente nalguns casos, compensar alguma frustração obtida cá fora. Curiosamente, as mulheres eram quem tinha pior feitio. Mas também lá encontrei gente que me deixou boa impressão.
Mas adiante. Fui, estou vivo e fiquei com algumas histórias para contar. Também senti que a ideia que eu tinha da vida militar não estava errada e não queria aquilo para mim mas aprendi alguma coisa e isso é melhor que estar em casa refastelado.
E talvez não fosse mal pensado a gatunagem nova ser obrigada a prestar serviço militar, levar no lombo para ficar mansa.
 
Boas

Podia dizer em parte que concordo contigo! Mas não! Se por um lado há impacto negativo pelos berros e suposta superioridade, depois de se estar lá dentro entende-se o porque de algumas situações!
Disse que podia concordar porque realmente por trás de muitos daqueles berros há alguns "acefalos" como lhes chamas mas há muita gente que sabe o que faz e o "teatro" éra mais um proforma do proprio dia!
Já na incorporação(apresentarção no quartel) lá se assistia a mais do mesmo!

Mas o mais engraçado que "cá fora" se algum chefe for mesmo um nhurro acefalo ou lá o que se pode chamar mais toda a gente come e cala!

Cala dentro de certos limites. E quando se excedem determinados limites pode-se ir embora e/ou denunciar essas práticas caso seja motivo para tal.
 
Nunca lá estive mas sempre ouvi dizer que "lutar com um voluntário ao lado é melhor do que com cinco obrigados". E até acredito nisto. Vale mais um de alma e coração do que cinco por obrigação.


Abraço,
McDriver

O mal é quando muitos voluntários estão lá pelo "tacho" e não pela vocação.
 
Estranho povo este que só quer saber dos direitos e nada de deveres.[s)]

Estranho povo este que não respeita as instituições e muito menos aqueles que lhes permitiram estar aqui hoje a mandar bitaites pela net ou opção de ficarem casa a coçar a micose em vez de fazer algo útil a si próprio e aos outros.
Uma vez mais: nunca tantos deveram a tão poucos.
 
Cala dentro de certos limites. E quando se excedem determinados limites pode-se ir embora e/ou denunciar essas práticas caso seja motivo para tal.


Boas

Como isto anda cala-se mais do que se devia! Mas em contrapartida na tropa não porque se grita!

...tem casca...tem pevides...tem o XP...é a PS2...esta PSP não é a Slim...

Emfim...

Abraços
 
Estranho povo este que não respeita as instituições e muito menos aqueles que lhes permitiram estar aqui hoje a mandar bitaites pela net ou opção de ficarem casa a coçar a micose em vez de fazer algo útil a si próprio e aos outros.
Uma vez mais: nunca tantos deveram a tão poucos.

Não são assim tão poucos. São perto de 40 mil.
 
Não percebi mas gostava que explicasses.


Boas

Eu queria dizer que se Cala mais do que se devia devido às condições precarias e de falta de emprego que se vai agravando!

Mas depois, quanto ao se ir à tropa não pode ser porque lá se grita faz-me mais uma vez lembrar uma vez a criança mimada a reclamar do que tem, ou porque da trabalho ou porque já é da semana passada!...

Não concordo! E sei do que falo porque passei por lá e estive dos 2 lados!


Abraços
 
Boas

Eu queria dizer que se Cala mais do que se devia devido às condições precarias e de falta de emprego que se vai agravando!

Mas depois, quanto ao se ir à tropa não pode ser porque lá se grita faz-me mais uma vez lembrar uma vez a criança mimada a reclamar do que tem, ou porque da trabalho ou porque já é da semana passada!...

Não concordo! E sei do que falo porque passei por lá e estive dos 2 lados!


Abraços

Há malta mais "mansa" e portanto vai aguentando e isso tanto acontece no exército como cá fora. Há depois malta mais reivindicativa, que cá fora têm sempre opção de escolha e no exército simplesmente têm que comer e calar.
 
Há malta mais "mansa" e portanto vai aguentando e isso tanto acontece no exército como cá fora. Há depois malta mais reivindicativa, que cá fora têm sempre opção de escolha e no exército simplesmente têm que comer e calar.


Boas

Lá está mais uma impressão menos correcta, no exercito como cá fora tens que cumprir com regras e não tens que encarneirar, há maneiras de obter ou "reivindicar" o que queres tens é que estar bem informado e saber se o que queres não infringe as regras(mesmo fazer queixa de um superior) logo também não é comer e calar!
Mas não é ser "manso" ter que engolir alguns sapos, para mim é quase uma necessidade para muita gente senão não tem o que comer!

Abraços
 
Eu já fui à 5anos (acho eu)... Não tinha objectivo de ficar no exército, e obviamente não fiquei...
Mas foi 1 dia que gastei... Vi as instalações do exército, percebi os cursos e saidas profissionais que tinham, e o € que recebiam... Aquilo nem é mau[;)] e vi pessoal a alistar-se...


Exactamente da mesma opinião[;)] e curiosamente também fui lá há 5 anos atrás (7 de Janeiro de 2005) em Santa Margarida, Constância.[:D]
 
a mim sempre me disseram que a tropa nao era obrigatoria, sempre me podia dar como objector de consciencia, alguns amigos meus deram-se como objectores de consciencia...apenas tiveram de prestar serviços publicos.
 
Se tu não foste ao SMO, obviamente, nem ao DDN como sabes se andam aos berros ou não?

Estás a ser preconceituoso para quem optou por uma carreira militar e ainda por cima com pouco conhecimento de causa.
E como já disseram se muitos não retiraram nada desse dia, muitos outros podem tirar uma ideia de algum futuro e ordenado certo a curto prazo.

É um dia chato, pode estar mal planeado, etc. mas parece-me melhor que a anterior Inspecção, pode ser que daqui a uns anos não haja e ficas feliz...

Relativamente aos berros no DDN: no meu não os tive para mim e os que estavam na minha situação (a turma da visita de estudo [:D][;)]).

Relativamente aos berros no serviço militar: ora, isso faz parte da filosofia, aqui, na China ou noutro lugar qualquer [:D] Estar a negar a sua existência, não faz muito sentido, porque é assim. E, aliás, tem que ser, diga-se. Também não estou a ver outra maneira (olhe, desculpe, com toda a gentileza pode fazer 50 abdominais? Hum...não acho que ia resultar tãooo bem [:D]).

Quanto ao que se retira, disseste tudo: alguns poderão encontrar ali uma porta para uma carreira. Deixem-se é da conversa da pátria que é uma falsidade e fica muito mal usar o nome da pátria em vão. É essa hipocrisia que sempre me irritou um bocado. Muita boca cheia a falar de muita coisa que nem sabem o que verdadeiramente é. Enfim, para...impressionáveis.

E terminas muito bem. Sempre é melhor o DDN, não podia concordar mais.
 
Dando a minha opinião, por experiência própria, o "fazer-se homem" na tropa não tem tanto a ver com valores e ideias, mas mais com construção de força de vontade, que é o que falta à esmagadora maioria das pessoas nas sociedades modernas, como consequência de todas as facilidades.

Na recruta estas "facilidades" são retiradas e obrigam o pessoal a aprender a desenrascar-se, a seguir em frente, mesmo quando as pernas já não aguentam com o cansaço, com os joelhos e cotovelos já a sangrar, a farda ensopada e com vento gelado sempre a cortar,mesmo quando se está no limiar da depressão de tanto stress, as saudades de casa, o ambiente duro, etc.

Na sociedade civil, um "homem" apanha um bocadinho de chuva ou vento e já não quer trabalhar porque não tem "condições". Uma boa recruta é excelente para acabar com estas mentalidades "cocós", formar pessoas que não desistem à primeira complicação, pessoas que pensam em soluções invés de desculpas, e acredito que toda a gente beneficiaria dela para o resto da sua vida, desde a empregada de limpeza a dias até ao senhor engenheiro sentado no seu escritório.

Isso não é nada que um Interrail não resolva [:D]

Agora mais a sério [;)]

Essa é uma visão preconceituosa da sociedade civil só porque alguns correspondem à descrição.

É a mesma coisa que eu chegar aqui e dizer que todos os militares são uns brugessos por alguns são e, com essa conclusão, dizer que se justifica que TODOS deveriam fazer uma "recruta" qualquer.
 
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