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Banido
Estás a fazer todo o sentido, e gosto da tua maneira de ver as coisas.
Eu não consigo deixar de ter em mente que essa prática expõe demasiado o intimo das duas partes, e com isso todas as fragilidades que possam surgir após a exposição.
Para mim o intimo é uma das poucas coisas que nos torna únicos, algo que só se partilha com escassas pessoas.
Não é ter dinheiro, carros, etc etc.
Há pilinhas e vaginas todas elas diferentes umas das outras, assim como todos nós somos únicos, e para mim não consigo entender "banalizar" o nosso intimo ao ponto de o partilhar com outras pessoas. Banalizar esse acto, com outras pessoas, não lhe irá tirar aquilo que ele tem de especial? Não sei.
O amor será feito em casa como dizes, mas ao longo do tempo a linha que separa o swing do amor não ficará cada vez mais ténue ao ponto de deixar de existir?
De todo, se é para praticar Swing bem praticado, por isso é que é preciso estar bem resolvido, não vais expor o íntimo a ninguém, isso é para a/o companheiro/a, lá é apenas como quando vais com um casal amigo andar de barco num dia de verão, é só "fun".
Do que sei, há quem ultrapasse a linha, porque o swing deixa de ser uma actividade de lazer e passa a ser um fim em si mesmo, mas isso aconteceria com outra coisa qualquer porwue esse casal já não é casal.
Não se faz swing todos os dias, nem todas as semanas, pelo menos a maioria não o faz. Faz esporadicamente quando apetece, quando dá, quando se proporciona e é assim, sem muitos planos que a coisa melhor deve funcionar.
Vai a um clube com a mulher, bebes um copo, danças, vêem o que por lá se passa e vêm para casa. Ninguém vos fará mal, nem vos obriga a fazer nada. Só dessa forma irás conseguir dar um passo em frente na tua forma de pensar e olhar para a vossa sexualidade e união de forma contundente. Podem sair de lá a dizer nunca mais cá voltamos, e isso seria também positivo.
