O Qashqay mas na versão 1.5 dci 110 CV. É suficiente espaçoso mas compacto, confortável, com um bom infotainment e acabadinho de sair.
O 1.6 dci não acrescenta nada de relevante ao carro, pois o chassis está afinado para conforto e nas críticas referem ser mais barulhento.
Se resistires ao níveis mais altos de equipamento consegues um carro na ordem dos 25 mil euros sobrando dinheiro para muitas férias e fim de semana prolongados para dar mais uso ao carro.
O Mazda CX5 também é bom, mas o interior é um bocado sensaborão. Tem o melhor motor, é o mais desportivo e maior que o Qashqay. Vai ser revisto em Março, sobretudo ao nível do interior. É também mais caro dada a maior potência.
Há também o Honda CRV. É mais confortável, tem acabamentos melhores e o interior é mais luminoso. É mais caro, a condução tem pouca emoção e vai ser revisto em Março.
Há mais opções como a Kia e a Hyundai mas acho que nada acrescentam.
O meu preferido é o Honda mas acredito que a maioria das pessoas ficará mais satisfeita com o Qashqay.
Exclui o os SUV mais compactos (2008 e afins) por considerar que são pouco práticos para uma família.
O 1.6 dci não acrescenta nada de relevante ao carro, pois o chassis está afinado para conforto e nas críticas referem ser mais barulhento.
Se resistires ao níveis mais altos de equipamento consegues um carro na ordem dos 25 mil euros sobrando dinheiro para muitas férias e fim de semana prolongados para dar mais uso ao carro.
O Mazda CX5 também é bom, mas o interior é um bocado sensaborão. Tem o melhor motor, é o mais desportivo e maior que o Qashqay. Vai ser revisto em Março, sobretudo ao nível do interior. É também mais caro dada a maior potência.
Há também o Honda CRV. É mais confortável, tem acabamentos melhores e o interior é mais luminoso. É mais caro, a condução tem pouca emoção e vai ser revisto em Março.
Há mais opções como a Kia e a Hyundai mas acho que nada acrescentam.
O meu preferido é o Honda mas acredito que a maioria das pessoas ficará mais satisfeita com o Qashqay.
Exclui o os SUV mais compactos (2008 e afins) por considerar que são pouco práticos para uma família.