Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
A dualidade de critérios dependendo das marcas que aparecem em cena já é conhecida e há sempre a tendência a cair na incoerência.
Pela forma como se fala de certas situações diria que o carro já está nos stands...não sei como alguém pode alegar que sentado no banco atrás é preciso fazer grande ginástica para ir aos botões dos vidros...certamente para crianças é mais doloroso porque têm os braços mais curtos, agora adultos com estatura média podem não ter grande dificuldade em lá chegar.
Por fotos também diria que muitos carros com botões na portas eram ultra ergonómicos, foi até me sentar neles e verificar que estava errado.
Não existe uma barreira concreta entre forma e função, existem sim compromissos. É mais que obvio que para dadas formas é impossível levar a função até um grau de acessibilidade elevado mas estamos a falar de produtos que são para ir a nichos de mercado e não para servir as necessidades usuais de forma satisfatória.
Devemos sempre como designers, para quem é, criar um design o mais inclusivo possível mas no mundo de imagem em que se vive hoje e com os órgãos de marketing tão fortes há coisas que negam uma das razões base de criar design.
Não vejo esse problema assim tão grave pois temos disponíveis uma variedade de produtos como nunca tivemos e podemos escolher quase um à nossa medida.
Outra coisa é o cliente, nem sempre tem entendimento ou nem sempre vai tão fundo no questionamento da forma.
No meu trabalho tenho situações que tento alertar para possível falta de funcionalidade ou para menor funcionalidade caso escolham o que têm em mente, há quem chegue lá e há quem diga que para o uso que vai ter não há problema em comprometer um pouco a eficácia funcional a favor do aspecto visual e emocional.
Eu percebo isso porque temos de medir as consequências e ver o que nos está a satisfazer mais se é a necessidade pratica se é a emocional em olhar para algo que preenche mais mesmo sendo menos pratico.
Também tenho situações que prescindo de soluções mais praticas porque não me fazem transtorno na vivência, e afecta-me mais a forma cair naquilo que não me preenche de emoção.
É preciso medir consequências e assumir os compromissos a partir daí as opiniões são externas e não têm importância.
E quem critica a posição dos comandos da ventilação traseira nos modelos das 4 argolas, o que pensa da posição dos comandos dos vidros eléctricos traseiros nos Citroën?
Ventilação traseira é um opcional no A4? [8b] dessa não sabia
Vidros traseiros abertos é, genericamente, em cidade. Em AE (trata-se de um segmento D) ninguém vai com os vidros traseiros abertos, mas com a ventilação ligada.
Se estivessem na porta, os comandos estavam mais acessiveis. Mas e dai? É assim tão importante? Uma falha imperdoável? Deixar de comprar o carro só por isso? (como já se disse aqui [8b] )
Pois aí reside o exagero.
Há jantes de bom gosto no DS5, o pilar horrível incomoda-te muito mas gostas do A1 e que, em qualquer configuração recheada tem sempre os arcos metalizados ou noutra cor de contraste, o interior segue rigorosamente a salganhada germânica e não te vejo a criticar o exagero de cromados de um A8, por exemplo (é só passar na última página do seu tópico para perceberes o que me estou a referir).
..E a verdade é esta: o preconceito é uma coisa lixada de combater. Qualquer falha no DS5, se transforma numa cratera para justificar não gostares do produto.
Nos produtos que gostas, fazes a excepção.
E eu estou aqui a dizer isto porque é um sentimento natural e que todos temos, para diferentes coisas.
Eu, por exemplo, não vou muito à bola com carros japoneses (por uma questão de simples gosto, não me dizem nada) e, por isso, inconscientemente tendo sempre a exagerar uma falha (apercebo-me depois muitas vezes []).
Agora, se eu vejo essa falha num produto que goste genericamente...não vou desvalorizá-la. Ela não deixa de existir. Eu simplesmente...vivo melhor com ela []
Eu, por exemplo, também nunca compraria um DS5 com essas jantes. Também não gosto delas.
E há várias configurações do DS5 que eu não gosto.
Daí a chamar-lhe xunga, vai uma grande distância porque esse assessment decorre da configuração e não do modelo.
Se não, vou chamar xunga a praticamente meio mundo automóvel e praticamente todo e qualquer modelo que tenha algum grau de personalização (RR, MINI, R8, Ferraris, todos os premium, etc). Existirão sempre combinações e escolhas que não me agradarão, como é óbvio.
O A1 veio à baila simplesmente devido à discussão das jantes.
Coincidiu que, por acaso, Audi e Citroën têm uma jante respectivamente no A1 e DS5 muito parecida.
“Logo que, numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados.” (Nietzsche)(...) não sei como alguém pode alegar que sentado no banco atrás é preciso fazer grande ginástica para ir aos botões dos vidros...certamente para crianças é mais doloroso porque têm os braços mais curtos, agora adultos com estatura média podem não ter grande dificuldade em lá chegar.
Voltando aos vidros traseiros que não abrem....é dos meus olhos ou existem, no vídeo de apresentação do DS5, 4 botões de comando de vidros na consola central?
Epa essa fotografia do carro com a escova traseira ta brutal veio directamente do palheiro de certeza, sabes de onde e a matricula?
Com AC automático e bi-zona, até duvido que os vidros traseiros cheguem a ser abertos alguma vez. Digo eu, que no meu carro conto pelos dedos de UMA mão a quantidade de vezes que vi alguém abrir os vidros.
Raramente uso o A/C, salvo dias de chuva ou alturas de maior calor, de resto é raro.
E creio que não seja o único a fazer isto.