[Antevisão] Citroën DS5

A dualidade de critérios dependendo das marcas que aparecem em cena já é conhecida e há sempre a tendência a cair na incoerência.

Pela forma como se fala de certas situações diria que o carro já está nos stands...não sei como alguém pode alegar que sentado no banco atrás é preciso fazer grande ginástica para ir aos botões dos vidros...certamente para crianças é mais doloroso porque têm os braços mais curtos, agora adultos com estatura média podem não ter grande dificuldade em lá chegar.

Por fotos também diria que muitos carros com botões na portas eram ultra ergonómicos, foi até me sentar neles e verificar que estava errado.

Não existe uma barreira concreta entre forma e função, existem sim compromissos. É mais que obvio que para dadas formas é impossível levar a função até um grau de acessibilidade elevado mas estamos a falar de produtos que são para ir a nichos de mercado e não para servir as necessidades usuais de forma satisfatória.

Devemos sempre como designers, para quem é, criar um design o mais inclusivo possível mas no mundo de imagem em que se vive hoje e com os órgãos de marketing tão fortes há coisas que negam uma das razões base de criar design.
Não vejo esse problema assim tão grave pois temos disponíveis uma variedade de produtos como nunca tivemos e podemos escolher quase um à nossa medida.

Outra coisa é o cliente, nem sempre tem entendimento ou nem sempre vai tão fundo no questionamento da forma.


No meu trabalho tenho situações que tento alertar para possível falta de funcionalidade ou para menor funcionalidade caso escolham o que têm em mente, há quem chegue lá e há quem diga que para o uso que vai ter não há problema em comprometer um pouco a eficácia funcional a favor do aspecto visual e emocional.

Eu percebo isso porque temos de medir as consequências e ver o que nos está a satisfazer mais se é a necessidade pratica se é a emocional em olhar para algo que preenche mais mesmo sendo menos pratico.

Também tenho situações que prescindo de soluções mais praticas porque não me fazem transtorno na vivência, e afecta-me mais a forma cair naquilo que não me preenche de emoção.
É preciso medir consequências e assumir os compromissos a partir daí as opiniões são externas e não têm importância.

Bom post.

No entanto, daquilo que coloquei a bold, o problema actual é que já começa a ser dificil encontrar bom design. Objectos que combinem de forma harmoniosa os requisitos práticos com a componente emocional
As cedências aos caprichos do estilo e da imagem predominam no mundo dos objectos, e nos automóveis como nunca. Hoje em dia, já nem se vendem objectos, mas "estilos de vida", e tendo essa permissa como condutora de um projecto, é meio caminho andado para se chegar a esta realidade que tem sido discutida aqui, mas que acaba por afligir grande parte do panorama automóvel.

EDIT: a questão do cliente também é deveras interessante. Não talvez no mundo auto, pois os designers têm como cliente os marketeers e administraçao da empresa e não o cliente final do produto.
E já tendo lidado com uns quantos, sei como é díficil, por vezes, em indicar-lhe soluções melhores ou mais adequadas ao que é pedido.
 
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E quem critica a posição dos comandos da ventilação traseira nos modelos das 4 argolas, o que pensa da posição dos comandos dos vidros eléctricos traseiros nos Citroën?

Eu não critico nem um nem outro. Dai a diferença, estou a ser coerente. Já outros criticam a posição dos comandos dos vidros no citroen, e ignoram que os seus queridos automóveis padecem de problema semelhante.
 
Ventilação traseira é um opcional no A4? [8b] dessa não sabia

Vidros traseiros abertos é, genericamente, em cidade. Em AE (trata-se de um segmento D) ninguém vai com os vidros traseiros abertos, mas com a ventilação ligada.

Se estivessem na porta, os comandos estavam mais acessiveis. Mas e dai? É assim tão importante? Uma falha imperdoável? Deixar de comprar o carro só por isso? (como já se disse aqui [8b] )
 
Ventilação traseira é um opcional no A4? [8b] dessa não sabia

Vidros traseiros abertos é, genericamente, em cidade. Em AE (trata-se de um segmento D) ninguém vai com os vidros traseiros abertos, mas com a ventilação ligada.

Se estivessem na porta, os comandos estavam mais acessiveis. Mas e dai? É assim tão importante? Uma falha imperdoável? Deixar de comprar o carro só por isso? (como já se disse aqui [8b] )

Mais próximos sim, mais acessíveis nem sempre como já tive experiência por isso as criticas têm de ser fundamentadas dentro do carro com uma foto ou vídeo de outra forma estamos a falar de situações hipotéticas. Mas percebo a generalização.
 
Pois aí reside o exagero.

Há jantes de bom gosto no DS5, o pilar horrível incomoda-te muito mas gostas do A1 e que, em qualquer configuração recheada tem sempre os arcos metalizados ou noutra cor de contraste, o interior segue rigorosamente a salganhada germânica e não te vejo a criticar o exagero de cromados de um A8, por exemplo (é só passar na última página do seu tópico para perceberes o que me estou a referir).

Mostra-me lá as jantes de bom gosto no DS5 ? Todas as que vi achei horrível, por isso que queres fazer, mudar o meu gosto ?

Uma coisa é certa, num A1 há jantes para todos os gostos (até para quem tem gostos chungas [:D], já no DS5 são todas assim...).

Mais uma vez enterraste, e sabes porquê ?

Porque no A1 ou no RCZ (adoro este carro, e já viste não é um Audi, e até é francês), por exemplo, os arcos ficam bem e seguem a linha do tejadilho. No DS5 seguem o quê ? Nada a não ser a linha da pura falta de gosto.

Não me vês a criticar o exagero de cromados no A8 porque não me lembro sequer de comentar esse carro neste fórum, mas se queres saber a minha opinião nem gosto nada deste A8, gostava bem mais do anterior, e sim a grelha frontal tem muitos cromados e também não gosto de ver.

E agora ? Quais são os teus argumentos ?

Aliás desafio-te a mostrar o DS5 a umas 10 pessoas e vais ver a opinião deles... Eu já mostrei a 6 pessoas e quase todas se vomitaram, mas pronto são mais pessoas com grande falta de gosto como eu... :rolleyes:


..E a verdade é esta: o preconceito é uma coisa lixada de combater. Qualquer falha no DS5, se transforma numa cratera para justificar não gostares do produto.

Nos produtos que gostas, fazes a excepção.

Errado, eu não faço qualquer excepção, tu é que assumes isso para tentares dar a volta. Diz-me lá onde eu fiz a excepção ? Ainda por cima falando sempre em Audis que cada vez mais menos gosto do design de alguns carros deles, o A6 sedan, o A8, o Q3, o Q7 e o A7 de alguns ângulos assim de repente.

Mas claro, para ti, é uma marca que eu venero e com a mesma faço sempre excepções.


Além disso, aposto que se metesses dois carros concorrentes lado a lado, nomeadamente um Audi e o BMW correspondente) e me desses a escolher falhavas em mais de metade dos casos. Mas isso são outros 500.


E eu estou aqui a dizer isto porque é um sentimento natural e que todos temos, para diferentes coisas.

Eu, por exemplo, não vou muito à bola com carros japoneses (por uma questão de simples gosto, não me dizem nada) e, por isso, inconscientemente tendo sempre a exagerar uma falha (apercebo-me depois muitas vezes [:D]).

Isso é normal, eu também aprecio mais carros europeus porque sou europeu e são feitos com os nossos gostos. No geral são poucos os americanos ou japoneses que me dizem alguma coisa.

Agora, eu não odeio Citroens só porque sim, até gosto do DS3, mas isso é porque nesse segmento (B premium) algum arrojo faz sentido, no segmento D esta salganhada e quantidade de fails não faz qualquer sentido. Falamos de um segmento mais adulto e em que estes pequenos pormenores (segundo vocês), são mesmo graves falhas que duvido que os clientes as irão ignorar.


Agora, se eu vejo essa falha num produto que goste genericamente...não vou desvalorizá-la. Ela não deixa de existir. Eu simplesmente...vivo melhor com ela [:D]

Eu não penso de forma igual, por mais que goste, por exemplo, da estética exterior do Ibiza lá de casa, detesto o interior e nada muda isso, mas pronto, isso sou eu que sou fanático e mudo de opinião consoante a marca :rolleyes:


Eu, por exemplo, também nunca compraria um DS5 com essas jantes. Também não gosto delas.

E há várias configurações do DS5 que eu não gosto.

Daí a chamar-lhe xunga, vai uma grande distância porque esse assessment decorre da configuração e não do modelo.

Mostra lá essa configuração tão bela.


Se não, vou chamar xunga a praticamente meio mundo automóvel e praticamente todo e qualquer modelo que tenha algum grau de personalização (RR, MINI, R8, Ferraris, todos os premium, etc). Existirão sempre combinações e escolhas que não me agradarão, como é óbvio.

Nesses modelos é óbvio, a questão é que há umas bem conseguidas e outras não. Repito:

No DS5 onde estão as configurações bem conseguidas ?


O A1 veio à baila simplesmente devido à discussão das jantes.

Coincidiu que, por acaso, Audi e Citroën têm uma jante respectivamente no A1 e DS5 muito parecida.

Sim, é verdade que são jantes parecidas e ambas horríveis.

E isto não veio à baila do nada, para variar tu é que o trouxeste à baila porque te deu jeito, mas claro, saiu furado porque eu não passo a gostar das jantes por estarem num Audi A1.

Mas eu não me importo com comparações, já os defensores do DS5 (não falo sequer de ti que gostas mas aceitas o que ficou mal feito) não aceitam críticas porque dizem ser só implicação.
 
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O trabalho que tu tiveste para responder a uma provocação e confrontação!

Continua a prevalecer o preconceito na tua forma de comunicares os sentimentos.

Mais uma vez convém manter a coerência de critérios e o ego já está a falar por ti o que não é bom para manter a conversa razoável.

Já viste analises ao design de um objecto? compara o tom dessas analises com o que tens mantido e logo vês que assim não se consegue ser justo porque tudo não passa de reacção.

Estas a falar baseado no teu julgamento pessoal usando isso como bitola para adjectivar um objecto, achas isso correcto?

Todos os carros estão cheios de problemas, a única forma de não criarem problemas é não fazer os carros.
 
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Acho que toda a gente aqui percebeu até que ponto certas situações afectam o uso, a diferença é uns quererem à força ver isso reconhecido pelos outros como problemas que afectam gravemente toda a gente e criar uma situação gravosa em torno de algo que pode ser mais "doloroso" ou até nada conforme o utilizador.

O problema é querer criar uma tempestade em torno de situações que têm fragilidades mas que não passam de um compromisso.

É como estar a denegrir todas as carrinhas segmento D que só levam 5 pessoas porque o tejadilho desce demais e já não são capazes de levar 7.

O que define estas situações é a Escolha de design e consequente Compromisso.

Se todas as carrinhas, desde sempre, seg. D com 4,50mts para cima tivessem 7 lugares e um dia alguém se tivesse lembrado de lançar uma com o tejadilho mais descaído e apenas 5 lug. era uma discussão de meia noite sobre forma função.
 
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(...) não sei como alguém pode alegar que sentado no banco atrás é preciso fazer grande ginástica para ir aos botões dos vidros...certamente para crianças é mais doloroso porque têm os braços mais curtos, agora adultos com estatura média podem não ter grande dificuldade em lá chegar.
“Logo que, numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados.” (Nietzsche)

Nesta frase está contido muito do sentimento que rege a forma das pessoas encararem os objetos.

Inovar é um risco e já aqui vi falar barbaridades baseadas no gosto pessoal e na forma como cada um encara o automóvel. Uns valorizando mais o exterior, outros o interior. Uns a falar só com o coração e outros com frieza e sem emoção. Uns olhando apenas para aquilo que valorizam num automóvel e a utilização que lhe irão dar, acabam por fazer do seu ponto de vista uma generalização absurda.

Por exemplo: quem não costuma ter passageiros no banco traseiro está-se nas tintas para os comandos dos vidros de difícil acesso. Para quem usa e abusa do banco de trás já vê as coisas de outro modo (não se esqueçam que os ocupantes traseiros têm um cinto de segurança que dificulta movimentos amplos, para não falar de idosos e deficientes. Além disso, na maioria das vezes são crianças quem ocupa o banco traseiro).

Basta este pormenor para aquilo que para a uns é um defeito importante, para outros se tornar irrelevante.

Depois baeando-se no gosto pessoal assiste-se a opiniões discordantes sobre a estética. Eu, pessoalmente gosto da maioria das jantes, mas aceito que haja quem não goste. Acho que as jantes da maioria dos carros são pobres e soam a um deja vu que nos continuam a mostrar alguma daquela coisa de antigo que nos deixa sossegados.

Mas não haja dúvidas que num primeiro contato, todos os veículos nos provocam emoções. Mais tarde, com o passar do tempo, o nosso lado racional começa à procura das reais caraterísticas para as quais os veículos foram concebidos - a sua funcionalidade.

Mas quer queiramos quer não, os automóveis não são eletrodomésticos e têm de manter a chama acesa para que o casamento homem máquina perdure com grande intensidade.

É no equilíbrio dessa relação que se consegue a tal impossível perfeição do objeto que todos queremos encontrar.
 
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Quando se passa da descodificação do objeto para a procura obsessiva dos defeitos deste, cai-se no ridículo de se encontrar defeitos em tudo, misturando-se razão com emoção, o que acaba por dar mau resultado.
E tanto neste como noutros tópicos travam-se guerrinhas infundadas quando as opiniões se extremam.
Uma novidade para todos nós: o carro irrepreensível é como a mulher/homem perfeitos – não existem.

Para quem quer espaço, um coupé é disfuncional; para quem quer estacionamento fácil, um segmento F é um desperdício de espaço; para quem valoriza design interior minimalista, um Volvo é deslumbrante; para quem vê o automóvel como algo prático e ecológico, um pequeno híbrido é a solução...

E tudo isto apenas baseando-nos naquilo que cada um procura no produto. Todos procuramos algo num objeto, particularidades comuns a quase todos nós, mas algumas bem diferentes de pessoa para pessoa onde ainda poderemos adicionar um condimento explosivo – a emoção. É este pequeno detalhe que arrasta multidões e gera paixões em torno dos automóveis.

Sabendo-se que na génese de qualquer objeto, no centro encontra-se o homem como sendo a medida de todas as coisas, é impossível pensar no objeto sem pensar naquele a que se destina. Nunca nenhum designer se poderá esquecer que a sua criação tem de satisfazer o homem proporcionando um bem-estar físico e emocional.
É impossível dissociarmos estes dois fatores, senão não faria qualquer sentido este fórum, assim como não existiriam seres humanos. Mas quando a função não satisfaz somos assolados por aquela sensação de quem comprou gato por lebre.

Se na funcionalidade poderemos alicerçar-nos na antropometria, ergonomia, economia, versatilidade, performance, etc, quando toca à forma abre-se um mundo muito difícil de gerir. Se o aspeto denotativo dos carros pode ser facilmente desmontado, no que toca à conotação que cada um lhe atribui, aí a conversa muda de figura. É isso que muita gente não compreende e por isso não aceita outras formas diferentes da sua de olhar para o mesmo objeto.

Alicerçamo-nos em diversos cânones estéticos, mas é de todo impossível tomarmos conta daquela coisa muito própria de cada um – a emoção que os objetos suscitam em cada um de nós.
Os designers esforçam-se para nos surpreender com um amor à primeira vista pela criação, mas depois é preciso que esta tenha conteúdo funcional para não cairmos no paradigma da loura burra.

O quebra-cabeças dos criadores está presente no sentido das formas, estético e funcional. E nós, os clientes, nunca, mas nunca saímos da sua cabeça, porque o que eles fazem é para nos agradar. Nós - o público-alvo - somos o princípio e o fim de todo o seu processo criativo. E como nem Cristo quando veio à terra foi capaz de agradar a todos, também estes objetos sofrem do mesmo mal.[;)]
 
Este DS5 está excelente! Penso que desde o velhinho BX (na altura tinha um fascínio por este carro) este é o Citroen que mais me surpreendeu. É uma alternativa, no verdadeiro sentido da palavra, às restantes propostas do segmento. Não se parece com nada e tem uma identidade muito própria. Era muito bom se mais marcas tivessem esta atitude e vontade de inovar. Em vez disso, vemos marcas do mesmo grupo - VW, Skoda, Seat - em que as propostas de cada uma delas para o segmento - Passat, Superb, Exeo - só se distinguem à lupa. Mais esquina menos esquina, mais extra menos extra, mais ou menos rigor na construção, acaba tudo por ser muito semelhante. Porque não dar uma identidade própria a cada uma delas e transformar a Seat numa DS, por exemplo?
Esta aposta da Citroen na "sub-marca" DS é claramente uma excelente opção. Venham mais designs arrojados e que gerem discussão, ódios e paixões, porque de consensos e modelos insípidos estão as estradas cheias.
 
Em relação aos comandos dos vidros traseiros e à escova do vidro traseiro, apenas tenho a dizer que não me incomodam minimamente os primeiros e acho que se passava bem sem a segunda.
Dizer o que quer se seja a mais do que isto, só se algo me movesse a implicar por implicar ou a procurar retirar mérito a uma equipa de designers que merece ser aplaudida.
 
Escova traseira? Nada que um bom tuning não resolva.
Russian-Tuning.jpg

Tanta implicância para quê?
 
Voltando aos vidros traseiros que não abrem....é dos meus olhos ou existem, no vídeo de apresentação do DS5, 4 botões de comando de vidros na consola central?
 
Com AC automático e bi-zona, até duvido que os vidros traseiros cheguem a ser abertos alguma vez. Digo eu, que no meu carro conto pelos dedos de UMA mão a quantidade de vezes que vi alguém abrir os vidros.
 
Com AC automático e bi-zona, até duvido que os vidros traseiros cheguem a ser abertos alguma vez. Digo eu, que no meu carro conto pelos dedos de UMA mão a quantidade de vezes que vi alguém abrir os vidros.

Raramente uso o A/C, salvo dias de chuva ou alturas de maior calor, de resto é raro.

E creio que não seja o único a fazer isto.
 
Raramente uso o A/C, salvo dias de chuva ou alturas de maior calor, de resto é raro.

E creio que não seja o único a fazer isto.

Mas em AE alguma vez vais com os vidros traseiros abertos? Quem diz AE, diz circular a mais de 100 (e ai inclui-se EN..).

Quem compra um Segmento D, regra geral, não vai circular a maior parte da quilometragem em cidade..
 
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