Câmaras de Video HD

Estás completamente trocado! [:D]
A HF20 tem mem. flash integrada (32gb) + slot sd.
A HF200 apenas tem slot sd.

[;)]

Eu já comprei a Canon HV30! [:cool:]

É isso, troquei os zeros... [:D]

A HV30 é a melhor, mas "trabalha" com mini-dv, e sincerammente fico um pouco de pé atrás com a utilização exaustiva sempre na mesma cassete mini-dv.
Em relação ao mini-sd que dá para utilizar, é só para as fotos ou também dá para a gravação de video?

Pelo que li no site que referi atrás, as novas Canon HV-2** são piores em alguns aspectos que as anteriores, po rexemplo, na captura de imagens a baixa-luz, mas melhores no inverso quando capta com luminosidade. Reti que as anteriores são melhor compra.

Concordo, a HV-30 é a melhor câmera de todas, tb. para o site que referi. Para mim, tem o inconveniente de usar fitas mini-dv, sendo que as de cartão/memória flash não andam longe em qualidade e têm muitas outras vantagens: a principal, a máquina fica com muito menos partes mecânicas, o que aumenta a durabilidade, a autonomia da bateria e reduz os riscos de avaria; os ficheiros são gravados em avchd directamente, mais cómodos de armazenar e de transferir para o PC (para posterior authoring em dvd's); o backup é mais fácil de fazer (transferência de ficheiro) e de armazenar (dvd's, sai mais barato do que fita mini-dv); reaproveitamento infindável do cartão para sucessivas gravações. Mas isto sou eu...

Mas quando te referes em baixa luz: céu nublado, sombras, etc... ou em condições nocturnas?

O que está a azul é a a mesma ordem de pensamento que tive. [;)]
 
Concordo, a HV-30 é a melhor câmera de todas, tb. para o site que referi. Para mim, tem o inconveniente de usar fitas mini-dv, sendo que as de cartão/memória flash não andam longe em qualidade e têm muitas outras vantagens: a principal, a máquina fica com muito menos partes mecânicas, o que aumenta a durabilidade, a autonomia da bateria e reduz os riscos de avaria; os ficheiros são gravados em avchd directamente, mais cómodos de armazenar e de transferir para o PC (para posterior authoring em dvd's); o backup é mais fácil de fazer (transferência de ficheiro) e de armazenar (dvd's, sai mais barato do que fita mini-dv); reaproveitamento infindável do cartão para sucessivas gravações. Mas isto sou eu...
Se pretendes produzir DVDs a partir das gravações da câmara, só faz sentido a opção mini-DV! Pegar num formato altamente comprimido como o h.264 (por muito eficaz que seja, não é essa a discussão) e recomprimir em MPEG2 é o maior contra-senso! Acabas por estragar tudo, e perder a vantagem que teoricamente terias por ter uma câmara escolhida a dedo.[:p]
Com mini-DV, tens um formato com compressão mínima (tanto, que os 60m de fita ocupam +-13GB), por isso mesmo, é um dos formatos usados a nívelprofisional. Um formto que te permite editar com alguma precisão, e, na conversão para MPEG2, até podes escolher o nível de qualidade que perdes, definindo o bitrate. Com os formatos da "família" MPEG4, esquece!
E tanto podes reaproveitar um cartão, como uma fita mini-DV. No entato, concordo com as vantagens. Uma câmara de cartão é menos complexa, dispendiosa, mais frugal no consumo, inevitavelmente, mais portátil, mais robusta... E, para quem dispense os DVDs e respectivos menus, podes sempre copiar os ficheiros e lê-os directamente nos actuais media servers (atenção, que nem todos) ou numa PS/3, por exemplo.[;)]
 
Se pretendes produzir DVDs a partir das gravações da câmara, só faz sentido a opção mini-DV! Pegar num formato altamente comprimido como o h.264 (por muito eficaz que seja, não é essa a discussão) e recomprimir em MPEG2 é o maior contra-senso! Acabas por estragar tudo, e perder a vantagem que teoricamente terias por ter uma câmara escolhida a dedo.[:p]
Com mini-DV, tens um formato com compressão mínima (tanto, que os 60m de fita ocupam +-13GB), por isso mesmo, é um dos formatos usados a nívelprofisional. Um formto que te permite editar com alguma precisão, e, na conversão para MPEG2, até podes escolher o nível de qualidade que perdes, definindo o bitrate. Com os formatos da "família" MPEG4, esquece!
E tanto podes reaproveitar um cartão, como uma fita mini-DV. No entato, concordo com as vantagens. Uma câmara de cartão é menos complexa, dispendiosa, mais frugal no consumo, inevitavelmente, mais portátil, mais robusta... E, para quem dispense os DVDs e respectivos menus, podes sempre copiar os ficheiros e lê-os directamente nos actuais media servers (atenção, que nem todos) ou numa PS/3, por exemplo.[;)]


Não sei se isso será assim tão linear.

Quando gravas em mini-dv e queres passar para dvd, continuas a agarrar num formato comprimido e comprimir ainda mais para passar para mpeg2.
Podes colocar o bitrate que quiseres, porque na prática estás a comprimir novamente um formato lossy.
Nesta perspectiva, o que importa é que tenhas a melhor qualidade possível. Quanto melhor for a "fonte" (ainda que comprimida), mais fácil será de fazeres uma compressão novamente com qualidade.

É como teres um mp3 gravado a 320 kb, e depois comprimires para 192 vs teres um 192 e recomprimires para 192.
 
Se pretendes produzir DVDs a partir das gravações da câmara, só faz sentido a opção mini-DV! Pegar num formato altamente comprimido como o h.264 (por muito eficaz que seja, não é essa a discussão) e recomprimir em MPEG2 é o maior contra-senso! Acabas por estragar tudo, e perder a vantagem que teoricamente terias por ter uma câmara escolhida a dedo.[:p]
Concordo plenamente, como dizes seria absurdo... mas não era bem isto que queria dizer, a culpa foi minha.
Na verdade, o que eu me quis referir era o de utilizar o DVD mas como suporte de gravação, mas fazer authoring directo em avchd/blu-ray (o codec é o H.264) - portanto, mantendo um bitrate e uma resolução maior, de modo a aproveitar a capacidade da câmera (de outro modo, seria desperdício).
 
Mas quando te referes em baixa luz: céu nublado, sombras, etc... ou em condições nocturnas?
A baixa luz era mais interiores e ambientes crepusculares, especialmente porque, segundo a revista, existem no mercado boas opções que não manifestam tanto esta dificuldade, peloq ue se exigia à Canon um melhor compromisso.

Mas aconselho a ler a 'review' para uma noção mais aprofundada, bem como aos outros modelos - o site que referi parece-me ser bem competente.
 
Se pretendes produzir DVDs a partir das gravações da câmara, só faz sentido a opção mini-DV! Pegar num formato altamente comprimido como o h.264 (por muito eficaz que seja, não é essa a discussão) e recomprimir em MPEG2 é o maior contra-senso! Acabas por estragar tudo, e perder a vantagem que teoricamente terias por ter uma câmara escolhida a dedo.[:p]
Com mini-DV, tens um formato com compressão mínima (tanto, que os 60m de fita ocupam +-13GB), por isso mesmo, é um dos formatos usados a nívelprofisional. Um formto que te permite editar com alguma precisão, e, na conversão para MPEG2, até podes escolher o nível de qualidade que perdes, definindo o bitrate. Com os formatos da "família" MPEG4, esquece!
E tanto podes reaproveitar um cartão, como uma fita mini-DV. No entato, concordo com as vantagens. Uma câmara de cartão é menos complexa, dispendiosa, mais frugal no consumo, inevitavelmente, mais portátil, mais robusta... E, para quem dispense os DVDs e respectivos menus, podes sempre copiar os ficheiros e lê-os directamente nos actuais media servers (atenção, que nem todos) ou numa PS/3, por exemplo.[;)]

Então voltamos à estaca zero [:D], então quantas vezes uma cassete mini-dv pode ser gravada/desgravada até começar a perder qualidade?

Para passar de preferência a gravação para o computador, o mini-dv continua a ser melhor do que o cartão?

Por último, na gravação de dvd´s a perda de qualidade da memória flash VS mini-dv é notória? (atenção que eu não tenho objectivos cinematográficos [:D], basta-me uma boa qualidade de imagem). [;)]

A baixa luz era mais interiores e ambientes crepusculares, especialmente porque, segundo a revista, existem no mercado boas opções que não manifestam tanto esta dificuldade, peloq ue se exigia à Canon um melhor compromisso.

Mas aconselho a ler a 'review' para uma noção mais aprofundada, bem como aos outros modelos - o site que referi parece-me ser bem competente.

Já lá tive a dar uma olhadela, realmente parece-me o melhor site até agora. [;)]
 
Não sei se isso será assim tão linear.

Quando gravas em mini-dv e queres passar para dvd, continuas a agarrar num formato comprimido e comprimir ainda mais para passar para mpeg2.
Podes colocar o bitrate que quiseres, porque na prática estás a comprimir novamente um formato lossy.
Nesta perspectiva, o que importa é que tenhas a melhor qualidade possível. Quanto melhor for a "fonte" (ainda que comprimida), mais fácil será de fazeres uma compressão novamente com qualidade.

É como teres um mp3 gravado a 320 kb, e depois comprimires para 192 vs teres um 192 e recomprimires para 192.

E quanto mais dados tiveres à partida, melhor é o resultado final. Dúvidas?[;)]
 
Então voltamos à estaca zero [:D], então quantas vezes uma cassete mini-dv pode ser gravada/desgravada até começar a perder qualidade?
A mini-dv já uma gravação digital, mas em que o suporte de registo é a fita magnética. O 'perder' qualidade aqui é relativo, dada a transferência de bits. Suponho que quando começarem a aparecer macro-blocos (perda de bits), a fita terá atingido o seu limite - este não será tão curto quanto isso.[/quote]

Para passar de preferência a gravação para o computador, o mini-dv continua a ser melhor do que o cartão?
O mini-dv passa para o PC em tempo real - isto é, 52 mins de gravação demora a passar para o PC... 52 mins. Tratando-se, como referi, de uma fita, ela terá que ser desbobinada o tempo necessário para passar as imagens. Quanto ao cartão, julgo (embora nunca tenha testado in loco, por isso, corrijam-se se estiver errado) que o(s) ficheiro(s) está(ão) disponível(is) para transferência na íntegra (formato h.264 avchd), pelo que o tempo que demora é o do interface (USB 2.0 = 480 Mbps). A vantagem é a de que se pode inserir o cartão SD num vulgar leitor de cartões (card reader) de computador/portátil (embora a ligação se mantenha como USB 2.0). É bem mais rápido e prático, portanto. Inclusivé, é possível inserir o cartão da máquina directamente num leitor Blu-ray para leitura imediata (desde que este aparelho tenha leitor de cartões, tipo, os Panasonic)[/quote]

Por último, na gravação de dvd´s a perda de qualidade da memória flash VS mini-dv é notória? (atenção que eu não tenho objectivos cinematográficos [:D], basta-me uma boa qualidade de imagem).
Não percebo muito bem a pergunta:
a) enquanto suporte de registo, julgo que o mini-dv tem mais uns pontinhos, mas nada de notório ao nosso nível de utilização. Eu não sei de que máquina estaremos a falar, mas as câmeras mini-dv por norma gravam em AVI, que tem muito melhor imagem do que MPEG-2, que é a compressão com que ficam após a conversão em authoring DVD.

b) Um authoring em DVD tem que seguir necessariamente a norma MPEG2, que equivale a uma resolução de, no máximo, 720x576. Como aqui já referiram, pode-se, no entanto, ajustar o nível de compressão para melhorar a imagem, mas que aumenta o espaço ocupado, será uma questão de compromisso.

Numa câmera HD, a resolução de alta-definição mais baixa será de 1366x768. Mas também se pode 'mexer' com o nível de compressão, pelo que, esta solução, pode não ter, necessariamente, melhor imagem que a anterior, embora tenha maior resolução. Confuso? A imagem não depende da resolução, mas do *impacto* no observador, e isso depende das tonalidades, do contraste, dos gradientes, da profundidade - coisas que se perdem com o aumento da compressão.


Conclusão:
se é para gravar DVD's (mpeg-2), então, esquece as câmeras HD, sem sombra de dúvida: vais pagar mais e não vais tirar partido. Compra-se uma 'normal', e no processo de authoring (num PC, com programa próprio), deve-se deixar um bitrate elevado (não menos de 8 Mbps). Gravar a 16:9.

Se se quiser explorar o HD, então, resta apenas comprar equipamento neste formato, mas mantendo a qualidade no authoring (as Canon em cartão já vão até 24 Mbps - lembro que um blu-ray de estúdio vai até 40 Mbps).
Para HD, o sporte pode ser pela opção mini-dv (Canon HV-30) ou a opção pela memória flash/cartão SDHC (outras marcas têm ainda o disco-duro, que desaconselho vivamente, dado ser mais dado a avarias). Entre estes dois tipos da Canon, a qualidade da HV-30 é melhor, mas a distância é residual para as câmeras de cartões, e estas têm todas as vantagens que referi acima. Eu optaria por estas, de memória flash/cartão (entre a Canon HF-10 ou a HF-11, dependendo dos preços dos cartões).

Edit:
refiz o texto um par de vezes pois estava uma grande confusão. desculpa a quem me citar contendo as incongruências que escrevi anteriormente.
 
Última edição:
Dependendo da máquina, pode-se gravar as mini-DV sem compressão (formato AVI). A qualidade é excelente. Só que, não há leitor doméstico que os leia, normalmente são gravações 'master' que depois serão trabalhadas e finalizadas em DVD, através de programas de computador.

Por exemplo, uma hora de gravação sem compressão AVI ocupa, depois de transferida para o disco-duro, cerca de 9 GB.
Se quiser fazer um DVD com isto (com authoring, e não gravar para dvd o ficheiro, que é uma coisa diferente), o avi será forçosamente passado para mpeg2, que é a norma que os leitores domésticos de dvd reconhecem para poderem passar na tv as imagens. Nesta fase, mesmo mantendo uma excelente qualidade de compressão, o processo final ficará em cerca de 4GB.

Na maioria dos casos, serve perfeitamente, mas haverá sempre perda de informação e de qualidade, embora não seja de todo comprometedor. Também, dependerá do televisor, mas isso já é outro missal...
 
Então voltamos à estaca zero [:D], então quantas vezes uma cassete mini-dv pode ser gravada/desgravada até começar a perder qualidade?
E quantas vezes o podes fazer num cartão de memória? Mais. Quanto custaria um cartão de memória de 13GB versus uma fita mini-DV de 60min? Achas mesmo que a questão é essa?[:p]

Para passar de preferência a gravação para o computador, o mini-dv continua a ser melhor do que o cartão?
Depende do que entendes por "melhor". Com um cartão, passas certamente de forma mais rápida. A questão são os formatos. Se é para ver só no PC, sem edição, o cartão poderá ser a melhor escolha. Para gravaer em DVD-Video, terás que o converter para MPEG-2, e aí, o mini-DV dá cartas ao cartão, não pelo formato físico, mas porque usa muito menos compressão que o último.

Por último, na gravação de dvd´s a perda de qualidade da memória flash VS mini-dv é notória? (atenção que eu não tenho objectivos cinematográficos [:D], basta-me uma boa qualidade de imagem). [;)]
O "notório" depende de cada um![;)] Para mim, fazer um DVD a partir de h.264 (ou qualquer MPEG4), só em desespero de causa![:D]
 
A mini-dv já uma gravação digital, mas em que o suporte de registo é a fita magnética. O 'perder' qualidade aqui é relativo, dada a transferência de bits. Suponho que quando começarem a aparecer macro-blocos (perda de bits), a fita terá atingido o seu limite - este não será tão curto quanto isso.

O mini-dv passa para o PC em tempo real - isto é, 52 mins de gravação demora a passar para o PC... 52 mins. Tratando-se, como referi, de uma fita, ela terá que ser desbobinada o tempo necessário para passar as imagens. Quanto ao cartão, julgo (embora nunca tenha testado in loco, por isso, corrijam-se se estiver errado) que o(s) ficheiro(s) está(ão) disponível(is) para transferência na íntegra (formato h.264 avchd), pelo que o tempo que demora é o do interface (USB 2.0 = 480 Mbps). A vantagem é a de que se pode inserir o cartão SD num vulgar leitor de cartões (card reader) de computador/portátil (embora a ligação se mantenha como USB 2.0). É bem mais rápido e prático, portanto. Inclusivé, é possível inserir o cartão da máquina directamente num leitor Blu-ray para leitura imediata (desde que este aparelho tenha leitor de cartões, tipo, os Panasonic)[/quote]

Não percebo muito bem a pergunta:
a) enquanto suporte de registo, julgo que o mini-dv tem mais uns pontinhos, mas nada de notório ao nosso nível de utilização. Eu não sei de que máquina estaremos a falar, mas as câmeras mini-dv por norma gravam em AVI, que tem muito melhor imagem do que MPEG-2, que é a compressão com que ficam após a conversão em authoring DVD.

b) Um authoring em DVD tem que seguir necessariamente a norma MPEG2, que equivale a uma resolução de, no máximo, 720x576. Como aqui já referiram, pode-se, no entanto, ajustar o nível de compressão para melhorar a imagem, mas que aumenta o espaço ocupado, será uma questão de compromisso.

Numa câmera HD, a resolução de alta-definição mais baixa será de 1366x768. Mas também se pode 'mexer' com o nível de compressão, pelo que, esta solução, pode não ter, necessariamente, melhor imagem que a anterior, embora tenha maior resolução. Confuso? A imagem não depende da resolução, mas do *impacto* no observador, e isso depende das tonalidades, do contraste, dos gradientes, da profundidade - coisas que se perdem com o aumento da compressão.


Conclusão:
se é para gravar DVD's (mpeg-2), então, esquece as câmeras HD, sem sombra de dúvida: vais pagar mais e não vais tirar partido. Compra-se uma 'normal', e no processo de authoring (num PC, com programa próprio), deve-se deixar um bitrate elevado (não menos de 8 Mbps). Gravar a 16:9.

Se se quiser explorar o HD, então, resta apenas comprar equipamento neste formato, mas mantendo a qualidade no authoring (as Canon em cartão já vão até 24 Mbps - lembro que um blu-ray de estúdio vai até 40 Mbps).
Para HD, o sporte pode ser pela opção mini-dv (Canon HV-30) ou a opção pela memória flash/cartão SDHC (outras marcas têm ainda o disco-duro, que desaconselho vivamente, dado ser mais dado a avarias). Entre estes dois tipos da Canon, a qualidade da HV-30 é melhor, mas a distância é residual para as câmeras de cartões, e estas têm todas as vantagens que referi acima. Eu optaria por estas, de memória flash/cartão (entre a Canon HF-10 ou a HF-11, dependendo dos preços dos cartões).

Edit:
refiz o texto um par de vezes pois estava uma grande confusão. desculpa a quem me citar contendo as incongruências que escrevi anteriormente.[/quote]

Dependendo da máquina, pode-se gravar as mini-DV sem compressão (formato AVI). A qualidade é excelente. Só que, não há leitor doméstico que os leia, normalmente são gravações 'master' que depois serão trabalhadas e finalizadas em DVD, através de programas de computador.

Por exemplo, uma hora de gravação sem compressão AVI ocupa, depois de transferida para o disco-duro, cerca de 9 GB.
Se quiser fazer um DVD com isto (com authoring, e não gravar para dvd o ficheiro, que é uma coisa diferente), o avi será forçosamente passado para mpeg2, que é a norma que os leitores domésticos de dvd reconhecem para poderem passar na tv as imagens. Nesta fase, mesmo mantendo uma excelente qualidade de compressão, o processo final ficará em cerca de 4GB.

Na maioria dos casos, serve perfeitamente, mas haverá sempre perda de informação e de qualidade, embora não seja de todo comprometedor. Também, dependerá do televisor, mas isso já é outro missal...

E quantas vezes o podes fazer num cartão de memória? Mais. Quanto custaria um cartão de memória de 13GB versus uma fita mini-DV de 60min? Achas mesmo que a questão é essa?[:p]


Depende do que entendes por "melhor". Com um cartão, passas certamente de forma mais rápida. A questão são os formatos. Se é para ver só no PC, sem edição, o cartão poderá ser a melhor escolha. Para gravaer em DVD-Video, terás que o converter para MPEG-2, e aí, o mini-DV dá cartas ao cartão, não pelo formato físico, mas porque usa muito menos compressão que o último.


O "notório" depende de cada um![;)] Para mim, fazer um DVD a partir de h.264 (ou qualquer MPEG4), só em desespero de causa![:D]

Obrigado pelas importantes dicas Cobola e Motronic. [;)]

Percebo perfeitamente as vantagens do mini-dv, mas as vantagens mais prácticas do cartão ou memória flash seduzem-me bastante, mesmo prejudicando de certa maneira o que interessa mais numa câmara hd que é a qualidade de imagem.
Mas como tenho um certo tempo para pensar no assunto, pode ser que mude de ideias, logo se vê.

Ps: Um dos problemas que encontro é que algumas câmaras só a pixmania as vende, e lá jurei que nunca mais comprava nada (já tive problemas numa compra). Caso seja necessário usar a garantia é uma dor de cabeça e despesas extra.
E nos preços por exemplo, eles num dia ora têm a hv30 a um preço como no outro dia já está a outro preço diferente.
 
Eu posso estar enganado, mas ia jurar que as câmeras que gravam HD em cassete Mini-DV fazem-no recorrendo aos mesmos codecs que as que gravam em cartões de memória.
 
Eu posso estar enganado, mas ia jurar que as câmeras que gravam HD em cassete Mini-DV fazem-no recorrendo aos mesmos codecs que as que gravam em cartões de memória.
Não.Tanto muda o sistema de gravação, como a compressão (MPEG-2 HDV para MEPG-4/H.264) e o bitrate de gravação.

As mini-dv têm um bitrate de 25mbps, mas gravam em Mpeg-2 HDV, alta-definição que tambem é altamente compressada para caber numa cassete de 60mins.
Já as AVCHD usam o codec MPEG4/H.264, e no caso da Canon, e só conheço estas, os novos modelos em cartão (solid state) já permitem um nível de compressão de 24mbps e uma variedade de resoluções e aspectos, mas com as vantagens referidas atrás.

Existem outras questões paralelas e que não foram referidas, que, para mim, também são importantes, para além da 'dança' dos números das resoluções e dos bitrates. Refiro-me ao CCD (charge coupled device) ou CMOS (complementary metal oxide semiconductor).
Estes são distintos sensores que captam a luz, processo essencial para recolha de imagens (tal como nos nossos olhos).
Ambos os sistemas têm vantagens e insuficiências, não se pode dizer que um é melhor do que o outro, a decisão depende do tipo de trabalho a realizar (a título de exemplo, o cmos adequa-se melhor a imagens rápidas pois o tempo de resposta do chip é maior do que no ccd, mas este ganha em uniformidade, contraste dinâmico, em ruído...). (mais detalhes...)

O que se sabe é que as boas câmeras têm 3 CCD em vez de 1, ou, no caso do CMOS, um diâmetro maior.
 
Já a tenho!!!

Já a tenho!!!

Pois é pessoal, acabadinha de chegar, agora está a carregar a bateria para começar a mexer no bébé [:D], depois ainda tenho de instalar o software no pc.

É a Canon HF-200, encomendei na fnac pois está ao mesmo preço da worten mas traz uma bolsa da canon e um cartão de 4 gb.

Ps: Já traz na caixa o cabo: mini hdmi-hdmi

Umas fotos à pressa:

rsz_1dsc_0933.jpg

rsz_dsc_0934.jpg
 
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