Ou fazem como eu e a minha esposa: tiramos os 5 meses, mais 1 mês eu (sim, o pai também pode) e depois ainda metemos férias.
Trabalhamos ambos em empresas privadas. E mais: não pedimos o que é nosso por direito: informamos que se vai proceder dessa forma.
Agora, estamos sujeitos, claro... mas aguentamos bem com isso

e não, não somos ricos nem os nossos pais são ricos. Apenas achamos que há coisas tão ou mais importantes do que o trabalho e enquanto não se mudarem mentalidades, também não se avança.
Com a minha 1ª filha, quando disse que ia tirar 30 dias de licença partilhada com a mãe, ficaram todos: "?? A sério? E não tens medo de ser despedido? E pode-se? E de certeza?". Olhem, ainda cá estou e até cheguei a receber prémio nesse ano.
Com esta que chega agora em Junho, já ninguém ligou nenhuma... tudo pacífico e toda a gente acha normal. As empresas tem de ser mais dinâmicas e habituarem-se a estes periodos.
FYI: neste periodo, formou-se uma rapariga nas minhas funções e ainda cá está, portanto até foi bom para outros
É uma questão de mudarmos mentalidades. Claro que tinha a noção que podia ter corrido doutra forma (ainda para mais o "patrão" é oldschool), mas olhem... aguentava e nem que trabalhasse em part-time em 2 empregos, mas o tempo que passei com a minha filha, foi tudo para mim.