Assédio na Rua

Claro que o teste tinha que ser feito em PT também... 10 minutos bastaram para arrumar os "Amaricanos" a um canto... [:D]



(mode Mestre on)
Almada é o melhor!!!!
Mas havia duvidas que Almada é o centro do universo!? [:)]A malta de NY até treme só de pensar nos Homens de Almada, eles não têm medo de assédios, são homens!!!

(mode mestre off)
 
A miuda é gorducha e um bocadinho mal apresentada.
Eu cá não a assediava.
NY é uma cidade cheia de mulheres com pinta... Pergunto-me como é que conseguem sair à rua.
O video cheira mesmo a esturro, mas enfim.

ol
Não acho muito gorducha tem onde nos agarrarmos.
Merecia um bom dia... e não digo mais, senão a brigada do vaticano vem aí e ainda me dá com o cruxifixo... l


ps: o que vai para aqui... lol
Agora sempre que encontrar pessoas que não conheço de lado nenhum, faço trombas e não digo os bons dias...
Vou a casa do(a)s clientes as pessoas dizem-me bom dia sem me conhecerem e eu trombas, e bico calado... se a cliente fôr boa então o melhor é fechar os olhos.
Tenho pena de alguma gente da cidade, nas vilas e aldeias fala-se a toda a gente, ninguem acha mal algum ou anda a imaginar cenários do arco da velha.



Isso é a mesma tecla que tenho vindo a bater, para mim isto é assédio porque ao meter conversa assim não são testemunhas de jeová a convidar para irem ler a bíblia juntos.

Aliás, se não é assédio porque é que "desprezas e ignoras" se bocas assim são tãooooo inocentes? [;)] Afinal são todos tão simpáticos, só te querem conhecer sem segundas e terceiras intenções, porque te fazes de surda? [:D]

Estou a ver que sou mais feminista e defensor das mulheres do que muitas mulheres. [:D]


Olha ali a bermelho, palavras tuas..
O melhor é não te juntares ou casares com mulher alguma, pois se o fizeres estás a ser um hipócrita.
Qualquer homem finge até certo ponto para se aproximar e conquistar a sua companheira...

Não sei nada da tua vida nem interessa para aqui, mas imaginando que estejas com alguem, já mentiste, já foste aquele que acusas todos os outros de serem.

Não sejas hipócrita...
 
Última edição:
Brutal esse vídeo de Almada, muito melhor que o de NY.[:)]

E acho piada conseguirem convencer tanta gente na rua a participar nisto, presumo que nem todas as pessoas sejam conhecidas.
 
Qualquer mulher é assediada se não for nenhum monstro.

Creio que na maior parte das vezes o assédio sai da boca do homem não como uma tentativa de pescar algo ou bajular um grande naco mas sim para se elevar a si próprio: uma tentativa de afirmação de que está para o lugar macho dominante e que ainda está ali para procriar. Para isso qualquer mulher se pode tornar num alvo certeiro, basta continuar a não ter muitos pêlos.

Se fosse para conquistar fazia coisas bem piores. [;)]

Há no entanto homens que não o fazem, porque são mais inteligentes que essa escumalha azeiteira.

Vocês até gostavam e agora vem para aqui lavar as linguas...


 
"Crónica de um piropo"



"A vida de qualquer rapaz deve ser ler, escrever e correr atrás das raparigas. Esta última parte é muito importante. Hoje em dia, porém, os rapazes já não correm atrás das raparigas – andam com elas. A diferença entre “correr atrás” e “andar com” é, sobretudo, uma diferença de energia. Correr é galopar, esforçar, persistir, e é alegria, entusiasmo, vitalidade. Andar é arrastar, passo de caracol, pachorrice, sonolência. O amor não pode ser somente uma partida de golfe, em que dois jarretas caminham devagar em torno de alguns buraquinhos. Tem de ser, pelo menos, os 400 metros barreiras.
Os dois sintomas mais preocupantes desta nova tendência para a letargia erótica são, por um lado, a decadência acelerada do piropo, do galanteio, e por outro, o culto solene e obstinado da sinceridade. Ambos contribuíram para facilitar a sedução, tornando a própria sedução numa coisa muito menos sedutora, já que não há maior afrodisíaco que a dificuldade.
Os rapazes de hoje já não perguntam às raparigas se os anjos desceram à terra, ou que bem fizeram a Deus para lhes dar uns olhos tão bonitos. Dizem laconicamente, com o ar indiferente que marca o “cool” da contemporaneidade “Vamos aí?”. Ou simplesmente “bora aí?”. Nos últimos tempos, tanto em Lisboa como na linha de Cascais, esta economia de expressão atingiu até o cúmulo de se cingir a um breve e local “Bute?”. “Bute” significa qualquer coisa como “Acho-te muito bonita e desejável e adoraria poder levar-te imediatamente para um local distante e deserto onde eu pudesse totalmente desfazer-te em sorvete de framboesas”. Mas, como os rapazes só dizem “Bute?”, são as pobres raparigas que têm de fazer o esforço todo de interpretação e enriquecimento semântico. São assim obrigadas a perguntar às amigas “Ó Teresinha, o que é que achas que ele queria dizer com aquele bute?”. E chegam à desgraçada condição de analisar as intenções do rapaz mediante uma série de considerações pouco líricas – foi um “Bute” terno ou ríspido, sincero ou mentiroso, terá sido apaixonado ou desapaixonado?
Isto não pode ser, até porque há uma tradição a manter. Imagina-se alguma rapariga a dizer “Ai, Lena… Quando ele disse “Bute” subiu-me o coração à boca!”. A verdade é que o coração é um órgão bastante precioso e só se dá ao trabalho de subir à boca quando se lhe dão excelentes motivos para isso. De uma maneira geral, todas as palavras que não se imaginam num soneto de Camões são impróprias. O amor pode ser um fogo que arde sem se ver, mas não basta tomar o facto por dado e dizer simplesmente “Bute” – é preciso dizer que arde sem se ver. Mesmo que não arda, mesmo que se veja.
A própria palavra piropo (do latim “pyropo”) tem óbvias conotações incendiárias. Alguns alquimistas definiam esta pedra como sendo uma mistura de “três partes de lata e uma de ouro, que fica da cor do fogo”. A lata é extremamente importante – sem ela não se pode construir um bom piropo. Não só basta a parte de ouro (o sentimento, ou desejo) – faltam mesmo os demais 75 por cento. E o piropo faz falta, mesmo que seja só, nos preparos de amor, o “pequeno grão de arroz” de que fala a cantiga…
Dentre todos os piropos, o mais lindo (e mais português) é o piropo que se dirige, de passagem, a uma rapariga bonita. Não é o piropo que procura obter algo em troca – não é o piropo interesseiro do engate – é o piropo per si, e desinteressado. Diz-se quando ela passa e deixa-se que ela passe sem responder. O piropo desinteressado é o supra-sumo desta arte e deve entender-se como o pagamento poético de uma dívida.
Ela é bonita – você gostou de a ver. Em troca, inventa uma coisa bonita para lhe dizer, sem esperar outra recompensa senão a enorme recompensa de saber que ela o ouviu. Qualquer rapariga gosta de (e merece) ouvir um piropo destes. Em contrapartida, nenhuma rapariga tem paciência para as alternativas cada vez mais habituais; o basbaque calado que fica a ver, o engatatão incómodo que marcha atrás da rapariga como um detective pouco particular, o ordinário que se mete, até o banana tímido e ensimesmado que nem sequer se dá ao trabalho de olhar.
É preciso acabar com a escandinavização do erotismo português. Não é só o piropo que morre. São as cartas de amor, as flores de um anónimo admirador, as boas frases de apresentação e toda a panóplia de doces artifícios que deveriam estar sempre presentes na preocupação de um bom rapaz português. A escandinavização (exercício físico, comidas saudáveis, windsurf e sexo sem culpa e sem graça) tem, como fator mais perigoso, o culto à sinceridade. É triste, mas é verdade. Hoje em dia quase ninguém mente! Os rapazes dizem “não és muito bonita, mas até te gramo”, e as raparigas respondem “preferia o Richard Gere, mas já que aqui estás…”.
Isto não pode ser. Para qualquer rapaz, a rapariga com quem está (ou quer estar) não pode ser senão a mais bonita do mundo inteiro. A honestidade é a morte do encantamento. Bem utilizada, a mentira criativa chega ao ponto de convencer o próprio mentidor. Uma mentirazinha que vá um nadinha contra a razão (“era capaz de morrer por ti”, por exemplo) é sempre uma contribuição espetacular a favor do “live aid” do coração. A verdade é nua e crua, e nisto parece-se bastante com um bife de peru. As coisas nuas têm de ser misteriosa e lindamente vestidas, e as cruas têm sempre de ser cozinhadas. Ninguém gosta de bife de peru, mas uma vez panadinho com pão ralado, e enfeitado com agriões e rodelas de limão, e servido num prato branco e limpo com um sorriso impecável… Come-se já.
Há uma medida eficaz contra a banalização e simplificação das relações amorosas, mais portuguesa que escandinava, e mais agradável que andar a butes. É namorar. Todas as mulheres – sejam raparigas ou mulheres, esposas de há 20 anos, conhecidas ou desconhecidas, mais ou menos bonitas, não importa – todas elas têm de ser convincentemente, absolutamente e permanentemente namoradas. Se não, não vale a pena – nem para elas nem para eles.
Na rua ou em casa, no trabalho ou no liceu, não deixe que nenhuma rapariga bonita passe por si em vão. Com correcção e jeito, lance-lhe um piropo sentido e desinteressado, e verá como sabe bem. Pense que nunca mais irá vê-la outra vez (o que é quase sempre verdade) e aproveite aquela única oportunidade. Ou, sendo esposa ou namorada, sua ou de outra pessoa, também não fica mal. O amor, pode ter a certeza, tem de estar no ar tanto como no lar.
A propósito, você ficou ainda mais bonita depois de cortar o cabelo."

Miguel Esteves Cardoso
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Pronto, agora estás a esmiuçar diferenças. É o contexto! E sim, o movimento também faz diferença, não é preciso haver uma regra escrita disso. Mas responde lá - alguém que o faça!

Mas ainda mais outra vez, porque é que ninguém dos que acham que isto "não tem mal", não me respondem a isto? Já coloquei isto várias vezes e ninguém cita isto, responde, etc. Mais uma vez: E mais uma vez: imaginem um mulher a levar com estes cromos, nestas circunstâncias, que fosse com metade da frequência, mas uma mulher que seja relacionada connvosco - mãe, filha, namorada, mulher, irmã, ou amiga. Imaginem. Faz-vos espécie, causa desconforto? Ah, pois... se calhar o "Bom Dia" não é só "Bom Dia".


Eu respondo na boa:

Ha coisa de 1 ano, estava com um grupo à porta de um bar aqui da zona, na palheta com um grupo de amigos e a minha namorada. Do nada, chega la um rapaz, e começa a falar com a minha namorada (que estava ao meu lado), queria-a conhecer e tal. Mas sempre educado. Ela riu-se, pediu desculpas, disse que estava comigo. O rapaz ficou algo atrapalhado, pediu-me desculpas e tal. Acabou por o grupo de amigos dele, beber uma rodada connosco e deu para conhecer malta nova. Esse gajo, acabou por ir para casa de uma amiga da minha namorada [:D]

O interessante: ele começou com um ''ola''.

Agora... querias que reagisse como? Soco nos dentes? Policia? Se para ti é diferente andar na rua, e num bar, mantenho a postura de, se alguem homem disser bom dia à minha namorada, que ca**r de alto. Nao sou, nem nunca fui, o tipo super-protecto que nao podem olhar para a namorada, por isso, é me completamente indiferente.

Nao vejo qualquer problema em dizer bom dia, para uma rapariga bonita que nos desperta interesse. Ate parece que nenhum homem, daqui, nunca conheceu uma rapariga num bar, ou começou uma conversa com um ola. Certamente, era uma conversa inocente, e nao porque a rapariga nos despertava algum interesse, que como é obvio, é um interesse fisico.
 
Não sei se é fake ou não:


Hot on the heels of the viral “Catcalling” video in which a young woman walked around New York City, the way people do, and men said all manners of things to her, the way men do, there’s now another social experiment sparking a similar conversation about how vulnerable women are treated in public. “Drunk Girl in Public” features a girl pretending to be drunk on the streets of Hollywood trying to find her way home and instead, finding that a bunch of men want to take her to their place.

In some cases she goes up to a guy to ask for help, but most of them seem to be able to sense her helplessness from a mile away and by the time they say “hello” to her, the whole thing is so creepy and cringeworthy that you start to consider whether or not you truly ever need to leave your house again. The girl asks them how to get to the nearest bus, and the men offer to take her to their own homes where they plan to ply her with more beer. The worst part is how transparent these men are in their skeevy aggressiveness and how immediately they seem to be able to drop whatever they were doing the rest of the day because they now have a helpless drunk woman standing in front of them.

While this video may or may not be staged the truth is it doesn’t really matter. As probably most women can attest to, when you see a title along the lines of “woman pretends to be drunk on the street asking for help: you’ll never believe what happened next,” most would actually know what happens next — and maybe some of them even lived it. As more of these “experiments” come to light, one has to ask: What is the point? Women already know what happens when you walk down the street in the daytime or what happens when you’re alone at night; it all seems so obvious! But then you get to the comments section and realize that there is a world of people out there who still believe that women’s bodies belong to anyone but themselves, and anything that happens to them, they need to be held responsible for it.

It’s upsetting that a majority of people still seem to subscribe to the “asking for it” school of thought, which I thought had gone away with the horse and buggy. My favorite comment, though, comes from the gentleman trying to equate a person’s inability to give consent while drunk, to DUI’s, asking “why do people with DUI’s go to jail. They couldn’t have been able to consent to get in the car and start driving so why hold them accountable for these decisions that couldn’t have rationally made because they were drunk?”

No matter how frustrating it is to watch these videos, it’s even more infuriating to read the comments and gauge people’s reactions. And it is these very same reactions, the ones that blame the victim or tell women they should just “deal with it” why we unfortunately still need these videos and social experiments. To open up the conversation and finally be able to change the way we all act towards one another — it would be nice to think that one day, this could really be achieved.
 
Há aí muita atrasada mental, mas o tipo que lhe dá um encontrão na expectativa de algo a seguir, devia ter sido sodomizado pelo actor até chorar como uma menina no primeiro dia de escola.
 
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