As praxes deviam ser proibidas?

As praxes deviam ser proibidas?

  • Sim, as praxes devem ser proibidas

    Votos: 38 38,8%
  • devem ser combatidas, mas não proibidas

    Votos: 4 4,1%
  • devem apenas ser regulamentadas e vigiadas

    Votos: 31 31,6%
  • deixemos os estudantes em autoregulamentação

    Votos: 15 15,3%
  • devem ser promovidas

    Votos: 10 10,2%
  • não sei, não vi, não estava lá, outras hipóteses

    Votos: 0 0,0%

  • Total de eleitores
    98
Define-se por bullying como sendo o uso de força ou influência superior para intimidar alguém e/ou persuadi-lo a fazer algo contra a sua vontade.

Agora diz-me lá que a praxe não se encaixa aqui que nem uma luva!

E é exactamente isto que está em causa.

Para ti toda a praxe é violência, humilhação e abuso, felizmente para mim e para muitos estudantes não o foi nem o é.
Enquanto não perceberes isto vais achar que é bullying...
 
Para ti toda a praxe é violência, humilhação e abuso, felizmente para mim e para muitos estudantes não o foi nem o é.
Enquanto não perceberes isto vais achar que é bullying...

O que se faz nas praxes é algo que já tenhas feito aos teu amigos? Nao vale a pena escolher só os bons exemplos, temos de olhar para tudo aquilo que acontece na praxe.
 
Para ti toda a praxe é violência, humilhação e abuso, felizmente para mim e para muitos estudantes não o foi nem o é.
Enquanto não perceberes isto vais achar que é bullying...

90% da praxe é violência, sim, seja física seja psicológica. E não falo de cor...

Receber um abraço do praxista no final de umas horas de quatro ou a fazer o elefante cansado, cai que nem uma luva e até parece fazer esquecer o que ficou para trás, tal como aquela pessoa que atravessa o deserto, sedenta, em que uma simples gota de água é capaz de lhe matar a sede e fazer esquecer as horas de sede!

Reflecte bem sobre o assunto e depois conversamos...
 
Nem sei por onde começar... mas de facto não há discussão possível quando pura e simplesmente aldrabas os argumentos apresentados.

1. Defender as praxes não é defender anormalidades dessas. (ignoraste completamente o meu primeiro post aqui...quote abaixo)
2. Não te admito que faças essa suposições sobre aquilo que penso, só com o intuito de distorceres a discussão em teu favor colocando numa pseudo superioridade moral.
3. Há praxes e praxes, isso que descreves é condenável por toda a gente, nada tem a ver com praxes cujo intuito é promover a inserção, quebrar o gelo e ajudar quem chega de fora a uma cidade e não conhece ninguém
4. Situações dessas devem ser, e são, denunciadas como abusivas, são a excepção e não a regra.
5. Vai haver sempre brincadeiras parvas de juventude, seja praxe ou não, claro que dá jeito a esta nova geração de indignadistas ter um bode expiatório, como a praxe, para justificar a estupidez de alguns jovens com excesso de hormonas, e querer legislar/sanar/proibir.
6. O problema vem da educação dos praxados, que não têm personalidade para se negarem, e dos praxantes que não têm sentido de respeito e bom senso. Isso não há escola que ensine...

Quanto a mim, as praxes bem feitas (que existem), neste momento não justificam a manutenção da praxe como um todo, são episódios sucessivos, ano após ano, de praxes nojentas que humilham, mal tratam, magoam e em última instância matam quem nelas participa.
Podermos denunciar um crime, que tem sido feito, não tem posto fim a estes episódios, nem mesmo com o tão horrendo episódio das 7 mortes na praia (chamem-lhe praxe ou não), portanto, há que proibir de uma vez por todas.

E eu não aldrabei nada, tu é que lhe chamaste brincadeiras da idade.
 
(...)

As praxes que genericamente se fazem são abjectas, sem sentido e sem regras. Em Coimbra vi muito veterano a levar nas unhas por não cumprir o Código da Praxe. Agora não sei como é...mas na minha altura a Praxe em Coimbra era um exemplo de integração, com muito poucas excepções à regra.

Agora não sabem o que é o Código de Praxe, quanto mais o que lá está escrito. Nesse sentido concordo com o pessoal que está contra: é proibir estas brincadeiras que agora se fazem, mas pela simples razão de isto não ser Praxe.

Se há coisa que me "escandalizou" quando fui trabalhar para Coimbra, foi exactamente o atropelo ao CP que por lá vi: doutoras maquilhadas e cheias de adereços, sapatos de salto alto, o gozo de praxe - aquilo a que muita gente pensa reduzir-se a praxe - era uma autêntica anedota, etc...
Entretanto, mesmo cá por Braga, onde na minha altura ainda havia respeito, hoje em dia já vejo mais folclore do que praxe.


Quanto aos abusos, já há alguns anos que não sigo a vida académica, mas tenho a impressão que o pico terá sido por volta dos anos 90, eventualmente início do milénio. Actualmente poderá existir uma ou outra brincadeira meio desmiolada - a última de que me lembro foi aquela em que mandaram os caloiros simular um assalto a um banco, penso que em Lisboa, e isso já deve ir há uns 10 anos ou mais - que deve ser punida à face das leis em vigor. Como é óbvio sou completamente contra qualquer actividade que consista em meter os caloiros a rebolar em dejectos, ou comer ingerir coisas que encontrem no chão ou qualquer brincadeira que vá para além daquilo que o senso comum considera como aceitável; quem praxa tem de ter o mínimo de juízo e distinguir uma brincadeira saudável e neutra daquilo que é inaceitável e mesmo criminoso!
 
90% da praxe é violência, sim, seja física seja psicológica. E não falo de cor...

Receber um abraço do praxista no final de umas horas de quatro ou a fazer o elefante cansado, cai que nem uma luva e até parece fazer esquecer o que ficou para trás, tal como aquela pessoa que atravessa o deserto, sedenta, em que uma simples gota de água é capaz de lhe matar a sede e fazer esquecer as horas de sede!

Reflecte bem sobre o assunto e depois conversamos...

Se 90% das praxes são violentas então 99% dos praxados são idiotas por se sujeitarem a tal de bom grado. Simples
Outra vez com paternalismos.. que original.

Devem e vão acabar em breve se decidirmos ser um pais civilizado.

Não me choca nadinha que acabem, só acho que deve ser por evolução de mentalidade e não por imposição do judicial.

Quanto a mim, as praxes bem feitas (que existem), neste momento não justificam a manutenção da praxe como um todo, são episódios sucessivos, ano após ano, de praxes nojentas que humilham, mal tratam, magoam e em última instância matam quem nelas participa.
Podermos denunciar um crime, que tem sido feito, não tem posto fim a estes episódios, nem mesmo com o tão horrendo episódio das 7 mortes na praia (chamem-lhe praxe ou não), portanto, há que proibir de uma vez por todas.

E eu não aldrabei nada, tu é que lhe chamaste brincadeiras da idade.

Aldrabaste pois, ao insinuar que eu achava bem anormalidades dessas por considerar brincadeiras da idade.
Como tudo há brincadeiras e brincadeiras, lá por haver umas mais abusivas que outras não me associes a isso sff.
justificar o fim compulsivo das praxes por haver abusos acho errado em princípio... o conceito em si não tem nada de mal.

Essa das 7 mortes, já chateia, foi tudo investigado, analisado, esmifrado, e ainda acham que a culpa é da praxe... enfim.


Repito: Os mecanismos de protecção dos cidadãos existem, denuncie-se o que for abusivo.
Agora ter que legislar para que idiotas não se deixem abusar por idiotas ainda maiores é para mim um caminho que me faz espécie... esta super protecção de tudo, que produz indivíduos fracos...
 
Se há coisa que me "escandalizou" quando fui trabalhar para Coimbra, foi exactamente o atropelo ao CP que por lá vi: doutoras maquilhadas e cheias de adereços, sapatos de salto alto, o gozo de praxe - aquilo a que muita gente pensa reduzir-se a praxe - era uma autêntica anedota, etc...
Entretanto, mesmo cá por Braga, onde na minha altura ainda havia respeito, hoje em dia já vejo mais folclore do que praxe.
É isto.
 
Se 90% das praxes são violentas então 99% dos praxados são idiotas por se sujeitarem a tal de bom grado. Simples
Outra vez com paternalismos.. que original.



Não me choca nadinha que acabem, só acho que deve ser por evolução de mentalidade e não por imposição do judicial.



Aldrabaste pois, ao insinuar que eu achava bem anormalidades dessas por considerar brincadeiras da idade.
Como tudo há brincadeiras e brincadeiras, lá por haver umas mais abusivas que outras não me associes a isso sff.
justificar o fim compulsivo das praxes por haver abusos acho errado em princípio... o conceito em si não tem nada de mal.

Essa das 7 mortes, já chateia, foi tudo investigado, analisado, esmifrado, e ainda acham que a culpa é da praxe... enfim.


Repito: Os mecanismos de protecção dos cidadãos existem, denuncie-se o que for abusivo.
Agora ter que legislar para que idiotas não se deixem abusar por idiotas ainda maiores é para mim um caminho que me faz espécie... esta super protecção de tudo, que produz indivíduos fracos...

Quanto às 7 mortes, a culpa não é minha de certeza absoluta... Se a culpa não é do "menino" que os mandou dar passos em direcção ao mar não sei, se aquilo não era uma praxe, não sei, certamente não era da "boa praxe", agora acreditar que aquilo eram pessoas na sua vidinha normal do dia a dia que estavam a brincar com gosto vontade de lá estar e que apenas foi uma casualidade correr mal e que nada tem a ver com o mundo das praxes e com vida académica é no mínimo gostar de levar com areia nos olhos.
O tribunal não encontrar matéria para condenar é outro assunto, porque quem morreu era maior, pois claro, é aí que entra a proibição, como em tudo que é proibido.


Pela tua ordem de ideias muita coisa do que é proibido em PT não deveria ser, afinal somos todos adultos.

Dizes o conceito não tem nada de mal, pois não, a prática é que fugiu ao conceito teórico... Mais uma vez, o cinto de segurança quando ainda era um conceito era espectacular e como protege a nossa vida, conceptualmente toda a gente o iria usar sem ser necessário proibir a condução sem o seu uso...
 
Última edição:
Sendo que a maior parte das festas do caloiro sao por volta do final de Setembro, ainda fica 25% do ano de fora (onde alguns alunos ainda vao fazer 18 anos). Mas isso ainda é o menos.

A mentalidade de falar em tribunais civis e queixas na polícia mostra bem a moralidade de algumas pessoas.

Nao vale a pena insistir mais, continuem a valer a vossa suposta autoridade sobre os outros que é assim que se vao fazer homens e mulheres. [:)]

Mas muitos dos que nascem em Novembro e Dezembro não entram nesse ano na escola... mas isso é o menos.

A sociedade não se separa em pessoas de bem que defendem o fim das praxes e em más pessoas que defendem as praxes. No entanto as pessoas mal formadas tem tendência a fazer esse tipo de divisões.... isso é que diz muito sobre a ti.

Depois alem de mal educado deves ter um problema grave de interpretação se foi isso que depreendeste do que eu disse...

E já agora eu nunca praxei ninguém... e nem sequer defendo que elas tem que existir, defendo que elas podem existir..
 
Quando dizem que a praxe é facultativa, isso é uma grande falácia!

Gostava de saber quantos é que se recusaram a participar se um grupo de doutores fardados os rodeasse no primeiro dia de faculdade depois de fazerem a matrícula, como me aconteceu a mim. Eu não me recusei (e não me apetecia muito) e não conheço ninguém que o tenha feito.

Frequentei durante uma semana, em que me esforcei honestamente para gostar daquilo, mas até hoje ainda não consegui perceber como é que fazer flexões e gritar algumas canções ordinárias contribuem para a integração de alguém. Ao fim de uma semana, acabei por abandonar, embora sem o ter feito a meio de uma praxe (e mais uma vez não conheço ninguém que o tenha feito durante, tal como nunca vi nenhum praxado discutir ou pôr em questão uma decisão da entidade praxante). Verdade seja dita, ninguém me perseguiu para voltar à praxe. Desse ponto de vista, sim, é facultativo!

O único momento verdadeiramente positivo da praxe que me recordo foi quando nos levaram a uma sala para nos inscrevermos como dadores de medula. [;)]

Apesar de não ter continuado, reconheço que a praxe contribuiu para a integração de alguns dos que lá continuaram, foi aí que se formaram os grupos mais populares e são hoje essas as pessoas que ocupam os cargos associativos e os órgãos sociais. No entanto, durante o tempo que frequentei foram escassos os momentos de convívio e verdadeira integração, daí ter achado que o custo benefício era muito mau e não me arrependo de ter abandonado.

Por mim podem continuar. Servem para massajar o ego de alguns.
 
Quando dizem que a praxe é facultativa, isso é uma grande falácia!

Gostava de saber quantos é que se recusaram a participar se um grupo de doutores fardados os rodeasse no primeiro dia de faculdade depois de fazerem a matrícula, como me aconteceu a mim. Eu não me recusei (e não me apetecia muito) e não conheço ninguém que o tenha feito.

Frequentei durante uma semana, em que me esforcei honestamente para gostar daquilo, mas até hoje ainda não consegui perceber como é que fazer flexões e gritar algumas canções ordinárias contribuem para a integração de alguém. Ao fim de uma semana, acabei por abandonar, embora sem o ter feito a meio de uma praxe (e mais uma vez não conheço ninguém que o tenha feito durante, tal como nunca vi nenhum praxado discutir ou pôr em questão uma decisão da entidade praxante). Verdade seja dita, ninguém me perseguiu para voltar à praxe. Desse ponto de vista, sim, é facultativo!

O único momento verdadeiramente positivo da praxe que me recordo foi quando nos levaram a uma sala para nos inscrevermos como dadores de medula. [;)]

Apesar de não ter continuado, reconheço que a praxe contribuiu para a integração de alguns dos que lá continuaram, foi aí que se formaram os grupos mais populares e são hoje essas as pessoas que ocupam os cargos associativos e os órgãos sociais. No entanto, durante o tempo que frequentei foram escassos os momentos de convívio e verdadeira integração, daí ter achado que o custo benefício era muito mau e não me arrependo de ter abandonado.

Por mim podem continuar. Servem para massajar o ego de alguns.

A minha mulher, na altura dela recusou! [:D] Vieram exatamente como descreves, com toda a arrogancia, e ela simplesmente mandou-os passear! Mais tarde, veio lá o dux, aos berros, e mandou-o passear também. Ele perguntou se ela se declarava anti-praxe, aos berros, ela disse que sim e ele, disse, ok e deu meia volta. De resto teve uma vida académica normal, trajou, mas nunca praxou, nem nunca achou piada a praxe.
 
(...)

De resto teve uma vida académica normal, trajou, mas nunca praxou, nem nunca achou piada a praxe.

Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe [:D]
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... [;)]
 
Das vezes que me tentaram praxar mandei-os passear... chegaram a ser "agressivos", mas virei-me com ainda mais força e nunca mais me chatearam...

Nunca mais falei com alguns deles... e cada vez que me abordavam como se não me tivessem tentado praxar eram logo corridos com a recordação do que haviam tentado fazer...

Quem praxa ou é voluntariamente estúpido ou não percebe bem a dimensão do que está a fazer...

Estão por força das circunstâncias a obrigar outros a fazerem coisas que normalmente nunca fariam... e algumas das coisas bem graves...
 
Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe [:D]
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... [;)]
Esses é que eu gosto...

São anti praxe, mas trajam... chegam ao 3o ano e pensam "já que tenho o traje, vamos lá praxar", e normalmente são os piores.

Fui praxado, praxei, fui veterano.
Fiz muitas coisas que não faria por iniciativa própria, mas não fiz nada contra a minha vontade.
Quanto às praxes que fiz, estou de consciência tranquila, porque todos os que praxei continuaram a dar-se bem comigo mesmo depois da praxe ter terminado.

Ps: tudo isto aconteceu em fins dos anos 90, início dos 00.
 
Sim as praxes deviam ser proibidas porque é só gente parva que acha graça a isso. Aquele "faz de conta" de hierarquias (dux e padrinhos e sei lá mais o quê), as brincadeiras estúpidas,....no dia em que houve praxes na minha faculdade no meu ano de caloira, simplesmente fui-me embora porque achava aquilo patético. Não deixei de fazer amigos ou de me dar bem com os colegas por causa disso.
Sinceramente até acho que o pessoal que anda nisso são aqueles que demoram mais tempo do que o normal a tirar o curso, querem copos e festa, com os paizinhos a pagar....
 
Mas muitos dos que nascem em Novembro e Dezembro não entram nesse ano na escola... mas isso é o menos.

A sociedade não se separa em pessoas de bem que defendem o fim das praxes e em más pessoas que defendem as praxes. No entanto as pessoas mal formadas tem tendência a fazer esse tipo de divisões.... isso é que diz muito sobre a ti.

Depois alem de mal educado deves ter um problema grave de interpretação se foi isso que depreendeste do que eu disse...

E já agora eu nunca praxei ninguém... e nem sequer defendo que elas tem que existir, defendo que elas podem existir..
Em que parte do meu post eu fui mal educado?

Edit: tal como tu também defendo que as praxes podem existir, tal como os clubes universitários de astronomia ou de fotografia podem existir. Se há gente que tem prazer em ser praxado, não os posso privar disso. Sou no entanto completamente contra qualquer forma de coacção psicológica ou física para pertencer a um desses clubes.
 
Última edição:
Sim as praxes deviam ser proibidas porque é só gente parva que acha graça a isso. Aquele "faz de conta" de hierarquias (dux e padrinhos e sei lá mais o quê), as brincadeiras estúpidas,....no dia em que houve praxes na minha faculdade no meu ano de caloira, simplesmente fui-me embora porque achava aquilo patético. Não deixei de fazer amigos ou de me dar bem com os colegas por causa disso.
Sinceramente até acho que o pessoal que anda nisso são aqueles que demoram mais tempo do que o normal a tirar o curso, querem copos e festa, com os paizinhos a pagar....

Melhor argumento de todos, Não gostas e achas mal quem gosta ... logo proíbe-se.apr:)[:D]

Onde é que já se viu malta a aproveitar a vida boémia de faculdade... que vergonha, e logo à custa do próprios pais...
 
Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe [:D]
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... [;)]
Uma pessoa tem toda a liberdade para usar o traje académico. Não é nenhum acto de praxe. Os "outros" dizem que é proibido e o diabo a 4? Azarinho.

PS: nunca vesti traje, não acho uma roupa prática para o dia a dia, tal como não gostava quando tinha de ir trabalhar de fato. No entanto há pessoas que usam fato todos os dias, cada um é livre de se vestir como quiser.
 
Voltar
Superior