As praxes deviam ser proibidas?

As praxes deviam ser proibidas?

  • Sim, as praxes devem ser proibidas

    Votos: 38 38,8%
  • devem ser combatidas, mas não proibidas

    Votos: 4 4,1%
  • devem apenas ser regulamentadas e vigiadas

    Votos: 31 31,6%
  • deixemos os estudantes em autoregulamentação

    Votos: 15 15,3%
  • devem ser promovidas

    Votos: 10 10,2%
  • não sei, não vi, não estava lá, outras hipóteses

    Votos: 0 0,0%

  • Total de eleitores
    98
99% das praxes são pura estupidez mas ainda não chegamos ao ponto da estupidez ser crime. Se devia ser ou não, eu não me vou pronunciar, mas se fosse para ir por aí havia mesmo muita coisa que ia passar a ser proibida em nome da coerência.

Só lá vai quem quer, no ensino superior só há adultos (tirando casos muito pontuais) e cada um é livre de decidir por si se alinha nisso. Se a maioria simplesmente segue o grupo sem parar para pensar se aquilo faz sentido, isso só quer dizer que temos que olhar para o que está a falhar na educação deste jovens para chegarem à idade adulta e ainda não serem capazes de pensar por si.
 
A praxe é bulliyng só não vê quem não quer. A tradição como justificação é uma treta. A Tourada é tradição, queimar bruxas na fogueira já foi tradição a escravatura foi tradição.... O fim da praxe acabará por chegar um dia; e será um pequeno passo de avanço civilizacional. Não tenho dúvidas que pouco a pouco a sociedade "vai-se tocar" e acabar com mais uma tradição que devia ter ficado no sec. passado.

*E gente moderada e praxes autoregulamentadas tb são uma grande treta.

*Praxes regulamentadas é legalizar o bulliyng.
 
Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe [:D]
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... [;)]
Um pouco isso, sim. De acordo com o que contava, usou o traje duas ou três vezes durante o curso, e influenciada pelos pais. Praxar nunca praxou.
Esses é que eu gosto...

São anti praxe, mas trajam... chegam ao 3o ano e pensam "já que tenho o traje, vamos lá praxar", e normalmente são os piores.

Fui praxado, praxei, fui veterano.
Fiz muitas coisas que não faria por iniciativa própria, mas não fiz nada contra a minha vontade.
Quanto às praxes que fiz, estou de consciência tranquila, porque todos os que praxei continuaram a dar-se bem comigo mesmo depois da praxe ter terminado.

Ps: tudo isto aconteceu em fins dos anos 90, início dos 00.
Ela não. 😉 nunca praxou, nem achava piada aquilo. Aliás, ao contrário de mim, é completamente anti praxe.

Já pessoalmente, o meu melhor ano foi mesmo o de caloiro. Fui praxado, foram tempos espetaculares. Mais que uma vez que um dr me trouxe a casa por não ter transporte. Foi a primeira vez na vida que me senti integrado num grupo, e que senti as atenções todas sobre mim. As parvoíces que fazíamos, era em grupo, não havia problema, Lolol. E havia a cena de não nos tocarem, e se quiséssemos púnhamos ponto final em algo que não nos sentíssemos a vontade.
 
Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe [:D]
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... [;)]
É exactamente por gente assim que muitos nem sequer vão á praxe, e estragam o verdadeiro "código".
Associam o traje á praxe, e assim vão criando mitos e outros ditos. O traje nada tem a ver com a praxe, ou melhor, até tem mas um não impede o outro, podes repetir as vezes que quiseres que não se torna verdade.
A pessoa em questão declarou-se anti-praxe obrigada, não quer dizer que era anti praxe. Não é por não gostar de ser praxado que também não deve trajar.

Esses é que eu gosto...

São anti praxe, mas trajam... chegam ao 3o ano e pensam "já que tenho o traje, vamos lá praxar", e normalmente são os piores.

Fui praxado, praxei, fui veterano.
Fiz muitas coisas que não faria por iniciativa própria, mas não fiz nada contra a minha vontade.
Quanto às praxes que fiz, estou de consciência tranquila, porque todos os que praxei continuaram a dar-se bem comigo mesmo depois da praxe ter terminado.

Ps: tudo isto aconteceu em fins dos anos 90, início dos 00.
Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...
 
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A última vez que vi fazerem praxe estavam umas 10/15 pessoas dentro disto (ver foto)vestidos e a cantarolar, pelas caras não me pareciam muito felizes. Não estava propriamente calor nesse dia

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Ainda não chegamos ao mês de Setembro para a discussão anual da praxe e já começam cedo

No meu tempo, vivi uma praxe à base da pressão psicológica e imbecil e 2 anos depois vivi uma praxe que era uma autêntica brincadeira

Quando as coisas são feitas à base da pressão, dos abusos e das brincadeiras acéfalas, considero um atentado à praxe

Quanto ao não querer ser praxado em certas faculdades, o problema passa pela segregação da pessoa perante os "burros" com traje e (forçosamente) perante os caloiros




Até no trabalho há praxe perante os "novos"
 
É exactamente por gente assim que muitos nem sequer vão á praxe, e estragam o verdadeiro "código".
Associam o traje á praxe, e assim vão criando mitos e outros ditos. O traje nada tem a ver com a praxe, ou melhor, até tem mas um não impede o outro, podes repetir as vezes que quiseres que não se torna verdade.
A pessoa em questão declarou-se anti-praxe obrigada, não quer dizer que era anti praxe. Não é por não gostar de ser praxado que também não deve trajar.


Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...


Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [:D][:D][:D]

É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião [;)]
 
Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [:D][:D][:D]

É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião [;)]
É verdade[;)]
Mais correctamente: O uso do fato académico deve obedecer à praxe. A forma de estar na Universidade obedece a uma praxe.
Um exemplo prático: O nosso maestro não compreende como é possível malta estudar Direitos Reais (das coisas), Marx, Durkheim, a intermitencia da relativisação do poder real sobre a vida pessoal e depois chegarem a uma missa e cantarem algo deste género: Jesus és fixe; Senhor gostamos de ti.
Como a estória dos Pokemons, malta que anda na Universidade deveria era jogar por exemplo: Unblockme king, para o raciocínio xD
 
a forma de estar na universidade obedece a um regulamento e à lei, se para além disso há quem queria brincar aos palhaços vestidos à morcego e fazerem disparates é outra coisa
se para os fanaticos da praxe o traje insere-se na praxe, noutras mentalidades menos formatadas pode nada ter a ver com a praxe

a praxe pode muito bem ser proibida, devia ser proibida porque propicia muitos abusos (o argumento são todos adultos também podia servir, como já foi referido, para o cinto de segurança, para o capacete da moto, etc, etc) e o traje não acabaria por isso, assim como não acabariam outras tradições academicas

dito isto nunca tive traje porque sempre o achei feioso
 
a forma de estar na universidade obedece a um regulamento e à lei, se para além disso há quem queria brincar aos palhaços vestidos à morcego e fazerem disparates é outra coisa
se para os fanaticos da praxe o traje insere-se na praxe, noutras mentalidades menos formatadas pode nada ter a ver com a praxe

a praxe pode muito bem ser proibida, devia ser proibida porque propicia muitos abusos (o argumento são todos adultos também podia servir, como já foi referido, para o cinto de segurança, para o capacete da moto, etc, etc) e o traje não acabaria por isso, assim como não acabariam outras tradições academicas

dito isto nunca tive traje porque sempre o achei feioso
Epáh, a praxe, podemos afirmar como conceito lato, onde cabem as tradições, vivências e obviamente brincadeiras.
Agora proibir a praxe, só se for as brincadeiras parvas. Como vais proibir um coro, tuna de actuar, a Bênção das Pastas é praxe, a Serenata é praxe, vais proibir isso também?
É que a praxe é muito mais que praxe.
E não estou a defender Coimbra, ou borracheiras. Estou só a separar águas.

Como já disse, em complemento ao JBranco: Entre 17 de Abril de 1969 e a Queima das Fitas de Coimbra de 1981 NÃO HOUVE PRAXE (no sentido lato), sem queima, sem cortejos, sem venda da pasta, garraiada, nem a própria Bênção, que pasme-se, é provavelmente a par da Serenata a cerimónia mais bonita de todas.

Praxe é também participar em tertúlias para debater todos os assuntos, curiosamente, em Coimbra, as tertúlias, actualmente é só para ver quem é o mais bêbado e quem papa mais gaj@s.

Edit: Para completar. Curiosamente gosto mais dos trajes do Minho e Leiria que o de Coimbra. Dêem-me nas unhas por isso[:D]
 
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Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...

Não escrevi isso.

Escrevi que os anti-praxe que trajam acabam por depois ir praxar
E digo isso com base na experiência de 5 anos na faculdade.

É generalizar? Talvez, mas é uma generalização educada, ao contrário de algumas que se lê por aqui.
 
Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [:D][:D][:D]

É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião [;)]

Qualquer pessoa pode vestir o traje académico. Se o querem colar á praxe, é lá com eles. O "código" sao uma data de regras que alguém escreveu mas nao fazem lei nenhuma.
 
Epáh, a praxe, podemos afirmar como conceito lato, onde cabem as tradições, vivências e obviamente brincadeiras.
Agora proibir a praxe, só se for as brincadeiras parvas. Como vais proibir um coro, tuna de actuar, a Bênção das Pastas é praxe, a Serenata é praxe, vais proibir isso também?
É que a praxe é muito mais que praxe.
E não estou a defender Coimbra, ou borracheiras. Estou só a separar águas.

Como já disse, em complemento ao JBranco: Entre 17 de Abril de 1969 e a Queima das Fitas de Coimbra de 1981 NÃO HOUVE PRAXE (no sentido lato), sem queima, sem cortejos, sem venda da pasta, garraiada, nem a própria Bênção, que pasme-se, é provavelmente a par da Serenata a cerimónia mais bonita de todas.

Praxe é também participar em tertúlias para debater todos os assuntos, curiosamente, em Coimbra, as tertúlias, actualmente é só para ver quem é o mais bêbado e quem papa mais gaj@s.

Edit: Para completar. Curiosamente gosto mais dos trajes do Minho e Leiria que o de Coimbra. Dêem-me nas unhas por isso[:D]

Estás a confundir praxe com vida/vivencia académica.
 
Estás a confundir praxe com vida/vivencia académica.
As duas complementam-se.
Mas também podemos dissertar onde começa uma e acaba a outra.

Eu, pelo menos, vejo a praxe como uma coisa que regula a vivência académica.
Como "é da praxe" não bater palmas nas serenatas, mas ninguém liga. Ou como é da praxe (e isso está no CP) que por sinal de respeito aos profs. Catedráticos, nas aulas teóricas quando trajado se deve ter a capa aos ombros. Ou quando se cruza a Porta Férrea/Arco de Almedina, mas por alguma razão toda a gente diz que deve ser capa traçada. Essa malta defende um Código que nem tem nada disso escrito.
 
Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [:D][:D][:D]

É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião [;)]
Acho que já estas a falar de Praxe, como um todo associado aos actos e vivência académica e não à "Praxe" que se falar por aqui, e a obrigatoriedade de ser "praxado" para poder trajar.

É que supostamente o uso do traje apareceu por necessidade de tornar os alunos/as iguais, ou melhor, de forma a que não houvesse grandes discrepâncias na vestimenta, pois havia gente que não se sentia bem devido a ser mais pobre e outros mais ricos. Não vejo aqui nada que diga que a pessoa tinha de se submeter à "praxe" dos "veteranos".
Foi isso que li, mas se calhar a pessoa(não conheço, mas tem algumas páginas sobre a vida académica e tudo inerente) não percebe da cena.
 
As duas complementam-se.
Mas também podemos dissertar onde começa uma e acaba a outra.

Eu, pelo menos, vejo a praxe como uma coisa que regula a vivência académica.
Como "é da praxe" não bater palmas nas serenatas, mas ninguém liga. Ou como é da praxe (e isso está no CP) que por sinal de respeito aos profs. Catedráticos, nas aulas teóricas quando trajado se deve ter a capa aos ombros. Ou quando se cruza a Porta Férrea/Arco de Almedina, mas por alguma razão toda a gente diz que deve ser capa traçada. Essa malta defende um Código que nem tem nada disso escrito.

Onde comeca um e acaba outro? Para mim é fácil, a praxe comeca e acaba quando existe qualquer tipo de coercao para se fazer parte de determinada "tradicao académica" e/ou quando a liberdade das pessoas é limitada de alguma forma. Fora isso, para mim é tudo vida/vivencia académica.
 
Também não sou a melhor pessoa para desenlaçar os dois termos que, como vemos, nesta página há duas associações.
Não estamos errados, nem certos. São opiniões devidamente fundamentadas.

Por acaso tenho a sorte de conhecer as 2 pessoas que mais sabem sobre a tradição e praxe de Coimbra, tanto na forma de uso do fato académico, como no referente a palhaçadas.
Quem puder, quando puder dê um salto a visitar o Museu Académico da Universidade de Coimbra.
É excelente e a pessoa que lá está, o Dr. Rui Lopes é extremamente conhecedor e consegue responder a todas estas questões[;)]
 
Vou dar a minha sincera opinião.
Ao ponto que a praxe tem chegado e ao que tenho visto, ou acaba-se de vez ou regulamentam as praxes.
Primeiro, se não somos praxados metem-nos de parte. Que somos uns maricas, etc etc.

Segundo, sempre ouvi dizer e ainda ouço que a praxe nos prepara para a vida, que é bué fixe, só quem passa pela praxe é que sabe o que é(não digo o contrário).
Agora pergunto, a praxe prepara-nos em que sentido? Na humilhação? A andar a rastejar no chão, na lama? (vão para a tropa?) Andar a bater com o cú no chão? Fazer figuras ridículas, que muita gente sabe o que é.
Muitos só para lá vão para não bulir, vão para andar a beber até cair, sexo como se fossem coelhos de reprodução (hoje um/a, amanhã outro/a) é só para a borga. Eu sei que é assim.
O que nos prepara e torna-nos o que somos é o dia a dia, os problemas da vida que temos de resolver, ter dois dedos de testa e crescemos como pessoa, ai é que crescemos não é com a praxe que se tornamos gente!

E em terceiro e não menos importante, quem são esses senhores/as que praxam as pessoas se nem sequer um curso terminado têm? Que são a mais que eu para me andarem a fazer figuras? Não são autoridade. Mas são uns tipos que muita gente acha graça. Muitos deles já deviam era ter acabado o doutoramento e andam lá a passear. Vá a socializar e beber uns copos até cair.

Sei de raparigas que na praxe lhes raparão o cabelo, a outra rapariga fizeram-na andar a rastejar em bosta de cavalo. Agora pergunto, isto prepara os jovens para o quê? Prepara para a vida estas coisas? Enfim.
Há certas universidades que mete graça a praxe, por é mesmo brincadeira as coisas. Agora chegar ao ponto da humilhação, não!

Amigos fazem-se sempre, não é preciso ser praxado para ter amigos. Não é por as pessoas não quererem ser praxadas que são anti sociais, é escolhas!
Eu sinceramente não acho jeito às praxes.
É a minha opinião, vale o que vale. Tenho liberdade de expressão.
 
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Também não sou a melhor pessoa para desenlaçar os dois termos que, como vemos, nesta página há duas associações.
Não estamos errados, nem certos. São opiniões devidamente fundamentadas.

Por acaso tenho a sorte de conhecer as 2 pessoas que mais sabem sobre a tradição e praxe de Coimbra, tanto na forma de uso do fato académico, como no referente a palhaçadas.
Quem puder, quando puder dê um salto a visitar o Museu Académico da Universidade de Coimbra.
É excelente e a pessoa que lá está, o Dr. Rui Lopes é extremamente conhecedor e consegue responder a todas estas questões
[;)]
Em tempos soube de um blog que falava sobre isso e tinha alguma(muita) informação, se calhar pertence a alguém ligado a isso.

EDIT: O blog é o "Notas&Melodias"
 
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