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Um pouco isso, sim. De acordo com o que contava, usou o traje duas ou três vezes durante o curso, e influenciada pelos pais. Praxar nunca praxou.Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe []
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... []
Ela não.Esses é que eu gosto...
São anti praxe, mas trajam... chegam ao 3o ano e pensam "já que tenho o traje, vamos lá praxar", e normalmente são os piores.
Fui praxado, praxei, fui veterano.
Fiz muitas coisas que não faria por iniciativa própria, mas não fiz nada contra a minha vontade.
Quanto às praxes que fiz, estou de consciência tranquila, porque todos os que praxei continuaram a dar-se bem comigo mesmo depois da praxe ter terminado.
Ps: tudo isto aconteceu em fins dos anos 90, início dos 00.
É exactamente por gente assim que muitos nem sequer vão á praxe, e estragam o verdadeiro "código".Era anti-praxe mas trajou? É que trajar é um acto de praxe []
Basicamente, mascarou-se de "doutor", um bocado como o pessoal faz quando, no carnaval, se veste de bispo, padre, freira, enfermeira, etc... []
Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...Esses é que eu gosto...
São anti praxe, mas trajam... chegam ao 3o ano e pensam "já que tenho o traje, vamos lá praxar", e normalmente são os piores.
Fui praxado, praxei, fui veterano.
Fiz muitas coisas que não faria por iniciativa própria, mas não fiz nada contra a minha vontade.
Quanto às praxes que fiz, estou de consciência tranquila, porque todos os que praxei continuaram a dar-se bem comigo mesmo depois da praxe ter terminado.
Ps: tudo isto aconteceu em fins dos anos 90, início dos 00.
É exactamente por gente assim que muitos nem sequer vão á praxe, e estragam o verdadeiro "código".
Associam o traje á praxe, e assim vão criando mitos e outros ditos. O traje nada tem a ver com a praxe, ou melhor, até tem mas um não impede o outro, podes repetir as vezes que quiseres que não se torna verdade.
A pessoa em questão declarou-se anti-praxe obrigada, não quer dizer que era anti praxe. Não é por não gostar de ser praxado que também não deve trajar.
Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...
É verdade[Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [][
][
]
É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião []
Epáh, a praxe, podemos afirmar como conceito lato, onde cabem as tradições, vivências e obviamente brincadeiras.a forma de estar na universidade obedece a um regulamento e à lei, se para além disso há quem queria brincar aos palhaços vestidos à morcego e fazerem disparates é outra coisa
se para os fanaticos da praxe o traje insere-se na praxe, noutras mentalidades menos formatadas pode nada ter a ver com a praxe
a praxe pode muito bem ser proibida, devia ser proibida porque propicia muitos abusos (o argumento são todos adultos também podia servir, como já foi referido, para o cinto de segurança, para o capacete da moto, etc, etc) e o traje não acabaria por isso, assim como não acabariam outras tradições academicas
dito isto nunca tive traje porque sempre o achei feioso
Também generalizas logo, quer dizer que todos vão praxar sem terem sido praxados...
Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [][
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É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião []
Epáh, a praxe, podemos afirmar como conceito lato, onde cabem as tradições, vivências e obviamente brincadeiras.
Agora proibir a praxe, só se for as brincadeiras parvas. Como vais proibir um coro, tuna de actuar, a Bênção das Pastas é praxe, a Serenata é praxe, vais proibir isso também?
É que a praxe é muito mais que praxe.
E não estou a defender Coimbra, ou borracheiras. Estou só a separar águas.
Como já disse, em complemento ao JBranco: Entre 17 de Abril de 1969 e a Queima das Fitas de Coimbra de 1981 NÃO HOUVE PRAXE (no sentido lato), sem queima, sem cortejos, sem venda da pasta, garraiada, nem a própria Bênção, que pasme-se, é provavelmente a par da Serenata a cerimónia mais bonita de todas.
Praxe é também participar em tertúlias para debater todos os assuntos, curiosamente, em Coimbra, as tertúlias, actualmente é só para ver quem é o mais bêbado e quem papa mais gaj@s.
Edit: Para completar. Curiosamente gosto mais dos trajes do Minho e Leiria que o de Coimbra. Dêem-me nas unhas por isso[]
As duas complementam-se.Estás a confundir praxe com vida/vivencia académica.
Acho que já estas a falar de Praxe, como um todo associado aos actos e vivência académica e não à "Praxe" que se falar por aqui, e a obrigatoriedade de ser "praxado" para poder trajar.Mas é claríssimo que o traje está associado à Praxe. Não é mito: o traje é um dos símbolos da Praxe! O verdadeiro «código» é o Código de Praxe de cada instituição de ensino superior, não é o "código" que o pessoal que nunca leu nenhum pensa que é.
Quantos Códigos de Praxe já leste? Queres colocar-me aqui o(s) artigo(s) que prova(m) que o traje não está vinculado à praxe e que não regulamenta(m) o seu uso??? [][
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É claro que qualquer pessoa pode vestir um traje académico, não é nenhum crime. Da mesma maneira, qualquer pessoa pode vestir um fato de bloco - por que não? - mas isso não faz de quem o veste um cirurgião []
As duas complementam-se.
Mas também podemos dissertar onde começa uma e acaba a outra.
Eu, pelo menos, vejo a praxe como uma coisa que regula a vivência académica.
Como "é da praxe" não bater palmas nas serenatas, mas ninguém liga. Ou como é da praxe (e isso está no CP) que por sinal de respeito aos profs. Catedráticos, nas aulas teóricas quando trajado se deve ter a capa aos ombros. Ou quando se cruza a Porta Férrea/Arco de Almedina, mas por alguma razão toda a gente diz que deve ser capa traçada. Essa malta defende um Código que nem tem nada disso escrito.
Em tempos soube de um blog que falava sobre isso e tinha alguma(muita) informação, se calhar pertence a alguém ligado a isso.Também não sou a melhor pessoa para desenlaçar os dois termos que, como vemos, nesta página há duas associações.
Não estamos errados, nem certos. São opiniões devidamente fundamentadas.
Por acaso tenho a sorte de conhecer as 2 pessoas que mais sabem sobre a tradição e praxe de Coimbra, tanto na forma de uso do fato académico, como no referente a palhaçadas.
Quem puder, quando puder dê um salto a visitar o Museu Académico da Universidade de Coimbra.
É excelente e a pessoa que lá está, o Dr. Rui Lopes é extremamente conhecedor e consegue responder a todas estas questões[]