As praxes deviam ser proibidas?

As praxes deviam ser proibidas?

  • Sim, as praxes devem ser proibidas

    Votos: 38 38,8%
  • devem ser combatidas, mas não proibidas

    Votos: 4 4,1%
  • devem apenas ser regulamentadas e vigiadas

    Votos: 31 31,6%
  • deixemos os estudantes em autoregulamentação

    Votos: 15 15,3%
  • devem ser promovidas

    Votos: 10 10,2%
  • não sei, não vi, não estava lá, outras hipóteses

    Votos: 0 0,0%

  • Total de eleitores
    98
Se alguém for arrogante e superior para mim, ignoro, não preciso de me "pôr por cima" com violência física, isso é dar ainda mais importância...

Péssimo exemplo.

Como procederias naquele caso? Piavas fino?

Já fui comercial, consigo-me imaginar no caso.

Essa do "piar fino" - "ficar por baixo" "dar uma de fraco" são coisas que não me ficam a moer...
Não preciso disso para me alimentar o ego ou me sentir menos homem/superior...

Dizia num tom sério e calmo enquanto apontava para a porta:
"é bom que se calem e saiam daqui depressa que estou em trabalho"

E depois ainda fazia piada com os clientes e virava a coisa em meu favor.
 
Se alguém for arrogante e superior para mim, ignoro, não preciso de me "pôr por cima" com violência física, isso é dar ainda mais importância...

Péssimo exemplo.

Imagina que estás na rua perto da tua casa com a tua namorada/mulher (que frequenta a universidade) e do nada passa um grupo de badamecos de 19 anos a comeca a chamar-lhe de cavalgadura para cima. O que é que fazes? Foges?
 
Eu estou em círculos e mesmo assim não consegues atingir o porquê de eu achar errado o princípio da proibição.
Mais, se para haver mais mecanismos era haver uma ASAE com a proibição irias andar atrás dos estudantes fora da faculdade tipo PIDE ?

O que recomendo? Simples

1. Criação de canais de denúncia anónima, nas faculdades ou por telefone.
2. Identificação obrigatória à Universidade dos membros das comissões de praxe.
3. Sanções pesadas (financiamento, festas, calendário) para as associações de estudantes e de praxe feitas pelas universidades, processos disciplinares para os abusadores
4. Exigência aos responsáveis pelas praxes para que abolissem qualquer violência verbal ou física dos seus códigos e na sua conduta.
5. Sensibilização e informação aos novos alunos para poderem dizer que não querem praxe e em que é que consistem efectivamente.

Isso já foi tudo ou é tudo feito...
 
É proibido conduzir sem carta, sem seguro, etc., mas apesar disso continuamos a ter casos desses. Imagine-se que se apelava ao bom senso das pessoas e não havia qualquer proibição...

É este tipo de utopia que o/a Pepa defende hahaha!

Disparate de comparação.

Qual utopia, então se o sistema já vigora assim (com falhas claro)..
Existe legislação contra violência e coação fisica, psicológica e sexual. Se isso se passa nas praxes que sejam punidos os responsáveis. Simples

Defender a proibição sumária é que é razoável. Ainda gostava de saber como iriam fazer tal coisa.
Iam colocar polícias nos jardins à procura de ajuntamentos de jovens? Enfim...
 
rsk,

Pelos vistos leste mas não entendeste... Mas aqui como bom rapaz eu ajudo: a parte da "muda da fralda" era a resposta ao comentário de "tragam um chapéu que vai estar sol", repara que duas pessoas podem ter opiniões não coincidentes e manter um dialogo salutar!

Depois deixa que te diga que sim, levo as praxes com ligeireza, levei-as enquanto praxado, e enquanto praxador, nunca me chateie por causa delas, nem nunca essa seria a minha forma de ver as coisas.

Falas em represálias para com os anti-praxe, lá deverás ter algum exemplo, mas na grande maioria dos casos as represálias são zero, sim zero, repara que ninguém te pode proibir de trajar, ir a jantaradas, etc e tal. Não podes é esperar ser anti-praxe e depois quereres praxar, se te excluírem dessa parte, olha temos pena...

Por fim tentas fazer ai uma ligação entre maçonaria, lobbies, gente mimada, escrúpulos, cargos politicos etc. eh pá uma coisa de cada vez... aqui falamos de praxes o resto tens por ai muitos tópicos para debateres...





li muito bem, esse post 156 assim como os outros comentários.

estar a apresentar as praxes como uma ligeireza digna de um campo de escuteiros, onde todos os meninos cantam *kumbaya" à volta de um fogueira, é desprezar a inteligência das pessoas.

como dizer "não, não quero" e fica tudo bem é uma treta, porque aquele que assim o faz é excluído e sofrerá das pressões sociais, pertencer a lista dos ranhosos, ver o nome afixado nas paredes da faculdade, não poder entrar em festas, ser discriminado, não poder ir trajado à cerimonias, ali contra as expectativas dos pais, cujo orgulho não pode sofrer desapontamentos, sobretudo quando há um sacrificio financeiro ..... pior é que as universidades compactuam com isso e alienam-se as regras e ao bom senso, desresponsabilizam-se e assobiam para o lado.

a vida acadêmica passa por esses rituais, onde para fazer parte da elite da malta porreira tens que te submeter e sofrer, é sadico e perverso, é o amolestador que foi amolestado.

mas sim, é uma posta ao lado,
é o tal desprezo dessa raça superior e arrogante, que funciona como uma seita, com pactos de silêncio e hierarquias,

são esses os doutores que depois vão para cargos politicos e posições de responsabilidades, o ritual de iniciação começou logo ali na universidade,
não é a educação que receberam em casa, porque essa é dada de boa vontade, são esses lobbies de gente mimada que vão condicionando a sociedade de uma forma ou de outra. a falta de escrupulos e de responsabilidades começa logo aí.

passa bem.
 
Imagina que estás na rua perto da tua casa com a tua namorada/mulher (que frequenta a universidade) e do nada passa um grupo de badamecos de 19 anos a comeca a chamar-lhe de cavalgadura para cima. O que é que fazes? Foges?

Em primeiro lugar perguntava-lhe se ela se incomodava com aquilo.

Se sim, pedia aos badamecos para se porem a andar, de certeza que não me iam bater.
Se não incomodasse, olhava-os de lado e ignorava.
 
rsk,

Pelos vistos leste mas não entendeste... Mas aqui como bom rapaz eu ajudo: a parte da "muda da fralda" era a resposta ao comentário de "tragam um chapéu que vai estar sol", repara que duas pessoas podem ter opiniões não coincidentes e manter um dialogo salutar!

Depois deixa que te diga que sim, levo as praxes com ligeireza, levei-as enquanto praxado, e enquanto praxador, nunca me chateie por causa delas, nem nunca essa seria a minha forma de ver as coisas.

Falas em represálias para com os anti-praxe, lá deverás ter algum exemplo, mas na grande maioria dos casos as represálias são zero, sim zero, repara que ninguém te pode proibir de trajar, ir a jantaradas, etc e tal. Não podes é esperar ser anti-praxe e depois quereres praxar, se te excluírem dessa parte, olha temos pena...

Por fim tentas fazer ai uma ligação entre maçonaria, lobbies, gente mimada, escrúpulos, cargos politicos etc. eh pá uma coisa de cada vez... aqui falamos de praxes o resto tens por ai muitos tópicos para debateres...

Claro que podes praxar, ninguém te pode proibir disso. [;)]
 
Exacto, os outros também nao bateram no outro sujeito. [:D]

Quem?!
Já estás a empolar, achas mesmo que uns badamecos praxadores iam bater num gajo qualquer?

Muitos deles usam aquilo para se incumbirem de uma superioridade que não têm, quando lhes respondem à letra acalmam logo, quanto mais partirem para a pancada.
 
E Fazer um gajo passar vergonha alheia com clientes justifica partir o nariz à socada? :sh)

não justifica, se fosse comigo garanto-te que lhes fazia a folha aos 2 logo ali dentro do estabelecimento, e iam de férias para a ortopedia durante uns tempos... aonde é que isto já viu...
 
Eu não disse que resisti. Transcreve aqui onde disse isso, por essas palavras???

Não, não foi um acto heróico. Fiz, simplesmente, aquilo pela qual fui educado: Nunca deixar que me pisem os calcanhares, que me humilhem, que me faltem ao respeito e, sobretudo, que me obriguem a fazer o que não quero. Tão simples quanto isso. De forma educada, mas firme. Não andei que nem um rambo, que parece que é isso que queres fazer crer. Aliás, nunca na minha vida, resolvi qualquer situação que fosse, à porrada.

Onde disse que fui superior aos outros, que não fizeram o mesmo? Acho que estás com alguns problemas de compreensão, com todo o respeito. Ou "miopia seletiva", diga-se...

E sim, um ser humano que se enaltece o seu ego atrás de um ritual saudosista, para desrespeitar, humilhar, chincalhar e coagir outro ser humano, é um badameco!

Resta alguma dúvida quanto a isso?

Quanto à declaração, já respondi anteriormente. Era para assinar, assim ditam "as regras". AKa, código de praxe. Fui, inclusivamente, "informado" de forma muito curiosa (para ser meiguinho do adjetivo a utilizar), que teria que ir a tribunal de praxe. Não fui, nem assinei o quer que fosse, porque não lhes reconheço autoridade para o efeito.

Tão simples quanto isso.

Em relação ao que consiste essa declaração, não te posso esclarecer. Não a assinei, logo não sei no que consiste. E não tenho por hábito falar do que não tenho, se quer, o mínimo conhecimento.

Antes de mais concordar contigo, quanto á parte do badameco, para que não seja mal entendido.

A não ser que tu tenhas tido um tratamento especial o que se percebe é que os teus colegas andaram a ser alvo deste tipo de tratamento
Nunca deixar que me pisem os calcanhares, que me humilhem, que me faltem ao respeito e, sobretudo, que me obriguem a fazer o que não quero.

E era nesse sentido o "resististe", porque é que tu e alguns poucos fizeram o obvio que é dizer que não e os teus colegas não o fizeram e se sujeitaram a esse tratamento, esse é o fenomeno que eu não compreendo qual é a explicação que tu encontras para isso?

Não tinha visto a resposta era só uma curiosidade.

De resto é óbvio que a praxe difere muito consoante as universidades.
 
Quem?!
Já estás a empolar, achas mesmo que uns badamecos praxadores iam bater num gajo qualquer?

Muitos deles usam aquilo para se incumbirem de uma superioridade que não têm, quando lhes respondem à letra acalmam logo, quanto mais partirem para a pancada.

O que eu disse foi que os outros não bateram no outro sujeito. Não foi dito com qualquer outro sentido.

Claro que a maior parte dos que lá anda a praxar são tal como os descreves, não estou a ver uma pessoa bem educada a fazer uma coisa daquelas.
 
E Fazer um gajo passar vergonha alheia com clientes justifica partir o nariz à socada? :sh)

Esqueçam lá a praxe... se dois marmanjos entrassem num café e começassem a insultar o empregado, só se perdiam as que caíam ao chão!

Para mim, praxe é na faculdade/universidade (ou arredores, mas no ambiente de praxe). Fora disso, não havia nada para ninguém. A mim, uns gajos da minha faculdade ainda me tentaram praxar na Ribeira, porque não devia andar na rua áquela hora e não sei o quê.
Estava com um grupo de amigos, mandei-os para o c****** e virei costas (é verdade que estava um pouco alterado, e pelo que me pareceu, eles também).
 
Balelas.

Desde quando é que para cantar num coro, tocar numa tuna, ir a uma missa, fazer uma serenata é necessário existir a praxe das brincadeiras parvas????O que se tem que proibir é a praxe a que se têm que submeter para fazer parte da tuna e do coro, isso sim.
Lembrar que foi numa tuna que morreu um caloiro em Famalicão.
Não estou com pachorra para ler mais 4 páginas disto.
Mas parafraseando a Doutora Ana Goulão, Chefe de Protocolo da UC:

"A Praxe é o Cabr@o dar o toque matutino e a Cabra o toque vespertino a anunciar que no dia seguinte há aulas, usar correctamente o traje académico, não essas coisas de pintar a cara e humilhar os colegas, isso não é praxe"


Como já aqui escrevi eu e outros: Há caramelos que fazem palhaçadas sob o pretexto do Código da Praxe e nunca o leram.
Só assim se entende como às vezes são 5 caramelos a praxar 30, sendo que nesses 5 há 2 que não estão com o fato académico vestido correctamente (sem serem veteranos).

Enquanto não se fizer a distinção entre: Praxe e palhaçada, este tópico, assim como todos os anteriores e posteriores nunca darão em nada.
 
Esqueçam lá a praxe... se dois marmanjos entrassem num café e começassem a insultar o empregado, só se perdiam as que caíam ao chão!

Empregado?

O rapaz estava num restaurante com clientes, assumi a almoçar, quando entram trajados a chamar as coisas do costume.

Há 2 formas de ver a coisa:
1. Achar que é uma grande afronta, - que para mim é dar importância a quem insulta, e tem que partir para a violência
2. Chamar à parte Pedir para não ser incomodado, e depois ignorar.

Acho contudo curioso, achar "bem" andar à pancada como condenação pública de idiotices...
 
Empregado?

O rapaz estava num restaurante com clientes, assumi a almoçar, quando entram trajados a chamar as coisas do costume.

Há 2 formas de ver a coisa:
1. Achar que é uma grande afronta, - que para mim é dar importância a quem insulta, e tem que partir para a violência
2. Chamar à parte Pedir para não ser incomodado, e depois ignorar.

Acho contudo curioso, achar "bem" andar à pancada como condenação pública de idiotices...

Li mal... [;)]
 
Antes de mais concordar contigo, quanto á parte do badameco, para que não seja mal entendido.

A não ser que tu tenhas tido um tratamento especial o que se percebe é que os teus colegas andaram a ser alvo deste tipo de tratamento


E era nesse sentido o "resististe", porque é que tu e alguns poucos fizeram o obvio que é dizer que não e os teus colegas não o fizeram e se sujeitaram a esse tratamento, esse é o fenomeno que eu não compreendo qual é a explicação que tu encontras para isso?

Não tinha visto a resposta era só uma curiosidade.

De resto é óbvio que a praxe difere muito consoante as universidades.

Mais uma vez, com todo o respeito, mas não vires o bico ao prego... Se a tua dúvida, legítima, até (e não estou a ser irónico), era essa, porque fizeste a pergunta da forma como se eu achasse que era o suprassumo dos alunos, e que fiz um "acto heróico" por ser superior a outros? Quando em nenhum post eu referi isso?

Mas esclarecendo-te, vou dizer os motivos:

- Alguns não se declararam anti-praxe, porque achavam aquilo normal. "Faz parte da idade, e das brincadeiras". Se para eles é normal forçar alguém a fazer cenas obscenas, coagir, serem submissos a ordem completamente estúpidos, gritarem de forma desrespeitosa, é com eles. Mas também digo já, preocupa-me, e muito, que haja jovens com este tipo de mentalidades. Se acham isto normal em contexto de praxe, também será normal em contexto familiar? laboral? Na sociedade?

É, no mínimo, preocupante quem ache isto normal.

- Outros, não se declararam anti-praxe porque tinham medo de não serem integrados. De não terem padrinhos/madrinhas.

- Outros, até nem gostavam muito do que faziam, mas como fazia parte da vida académica, e queriam viver a vida académica ao máximo, assim se submeterem a tais atos.

- Outros, porque queriam usar traje. Este argumento ouvi em vários colegas, mas nunca o percebi. Afinal de contas, o traje é académico, qualquer um o pode usar. Assim diz a Constituição da Republica Portuguesa. E, aliás, até a comissão de praxe sempre deixou isso claro: Antipraxes podem usar traje, só não podem purificar pompons.

Os motivos foram vários, como podes ver.
 
rsk,

Pelos vistos leste mas não entendeste... Mas aqui como bom rapaz eu ajudo: a parte da "muda da fralda" era a resposta ao comentário de "tragam um chapéu que vai estar sol", repara que duas pessoas podem ter opiniões não coincidentes e manter um dialogo salutar!

Depois deixa que te diga que sim, levo as praxes com ligeireza, levei-as enquanto praxado, e enquanto praxador, nunca me chateie por causa delas, nem nunca essa seria a minha forma de ver as coisas.

Falas em represálias para com os anti-praxe, lá deverás ter algum exemplo, mas na grande maioria dos casos as represálias são zero, sim zero, repara que ninguém te pode proibir de trajar, ir a jantaradas, etc e tal. Não podes é esperar ser anti-praxe e depois quereres praxar, se te excluírem dessa parte, olha temos pena...

Por fim tentas fazer ai uma ligação entre maçonaria, lobbies, gente mimada, escrúpulos, cargos politicos etc. eh pá uma coisa de cada vez... aqui falamos de praxes o resto tens por ai muitos tópicos para debateres...

bem, onde posso não concordar contigo é quando retratas a praxe como uma coisa branda, pelo menos pela minha vivência em nenhum momento senti que a praxe era uma coisa "bon enfant", não o era, quer seja na minha universidade como nas outras onde ia beber uns copos.

inicialmente fui praxado com muito respeitinho, porque segundo se consta tenho mau feitio, depois deixei claro que não admitiria certas coisas, passaram a condicionar-me a entrada a alguns eventos os quais acabei obviamente por assistir porque não seria um puto que vai dizer-me o que devo ou não fazer, e fui a tribunal de praxe, nada de transcendente, bateram-me nos dedos com uma colher de pau, a qual eu parti e disse para ir buscar uma mais mole, caso o problema não fosse da colher, o encapuzado passaria pelo mesmo processo de substituição. cortaram-me um pouco de cabelo para receber o meu certificado com a pata do burro.

tive uma praxe pacifica e sem contrariedades mas assisti à certas cenas, que eram totalmente inaceitáveis, desde uma caloira em lagrimas que mesmo assim continuava a ser alvo de insultos e arremesso de ovos, até um rapaz mantido em esforço com a cabeça numa poça de excrementos.
quantas as represálias, proibição de entrar em festas e em actos acadêmicos, cortejos, insultos publicos e ameaças de escândalos em cerimonias acadêmicas onde participariam os pais. uma insustentável pressão psicológica. dava-te uma lista tão extensa que até dava uma novela.

gostei da minha vida acadêmica, passados já uns largos anos ficaram esses amigos que tenho como familia, passamos momentos fantasticos e ficam historias que são repetidas vezes sem conta sempre com o mesmo entusiasmo. mas há algo que é recordado com amargura, são as praxes e ao que se assistiu, e que não podia ser comentado, era uma vergonha, os casos de desistência a meio do primeiro ano, as pessoas que foram abusadas em todos os sentidos. os pais querem e devem acreditar que é tudo um folclore, que estão ali a brincar as escolinhas mas não sabem metade da missa, porque se soubessem acredito que muitos deles lá vinham repor ordem nessa gente.

quanto as politiquices, um topico a discutir ao lado com certeza, mas não precisaremos de grandes debates para chegar a conclusões interessantes.
 
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