As praxes deviam ser proibidas?

As praxes deviam ser proibidas?

  • Sim, as praxes devem ser proibidas

    Votos: 38 38,8%
  • devem ser combatidas, mas não proibidas

    Votos: 4 4,1%
  • devem apenas ser regulamentadas e vigiadas

    Votos: 31 31,6%
  • deixemos os estudantes em autoregulamentação

    Votos: 15 15,3%
  • devem ser promovidas

    Votos: 10 10,2%
  • não sei, não vi, não estava lá, outras hipóteses

    Votos: 0 0,0%

  • Total de eleitores
    98
HMartinho,

Sim puritanismos no sentido de veres um grupo a cantar, berrar e ate mandar umas asneiradas.
Tira-me ai uma duvida, precisas-te de alguma lei escrita para dizeres "Não"?

Vamos então deixar estar tudo como está, quando morrerem mais uns quantos voltamos a repetir os mesmos argumentos.
 
Vamos é fazer como o HMartinho, aprender a dizer "Não" quando não concordamos com algo que nos querem fazer, quer nas praxes quer no resto!!
 
Vamos então deixar estar tudo como está, quando morrerem mais uns quantos voltamos a repetir os mesmos argumentos.
Para chegarem ao ponto de ter que dizer "não" é porque o limite do bom senso foi ultrapassado por quem não devia e que deveria dar o exemplo. É como as desculpas, essas não se pedem, evitam-se!
 
E acrescentem uma muda de fralda... apr:)

Alguém que entra numa faculdade e não sabe até onde deve deixar correr "a praxe" simplesmente devia ser recambiado novamente para o secundário...

isso mesmo, ironias e demagogias,

tipica atitude do "doutor" de nariz empinado, são todos adultos e não estamos aqui para mudar fraldas a ninguém, sabem para o que vêm e ao que estão sujeitos .....

eu cá chamo a isso canalhada que quando se encontra face as responsabilidades vêm com esses argumentos,
inferiorizar quem está contra as praxes e quem se queixa das mesmas só mostra a arrogância dos pseudo-adultos irresponsáveis,
em ultimo caso, vêm o "pápá" falar com o reitor e resolver os problemas dos putos mimados que são sustentados até sair da escolinha.

cá vir dizer que existem praxes moderadas que é juntar o povo num café, falar da vida e do bom tempo é tentar fazer dos outros parvos, isso não se chama praxe, é convívio, coisa normal numa sociedade com gente normal. vir cá tapar o sol com uma peneira, dizer que há maus mas o resto é tudo gente porreira que bebe uns iceteas em esplanadas, desculpa isso não pega.

eu vivi bem a minha vida acadêmica, tanto na minha faculdade como noutras, vi o que era praxe e não desejava isso aos meus filhos,
obviamente que depois da integração e de um ano de faculdade junta-se tudo numa esplanada de café, mas pelo meio ficam as feridas que parece somente sarar se fizeres passar à outros o que tu passaste.

basicamente os livros da praxe assim o dizem, para praxares tens que ser praxado,
aí pergunto se para teres a tua primeira relação sexual tiveste que antes apresentar um certificado de sodomização assinado pelo tio tiburcio?
 
HMartinho,

Sim puritanismos no sentido de veres um grupo a cantar, berrar e ate mandar umas asneiradas.
Tira-me ai uma duvida, precisas-te de alguma lei escrita para dizeres "Não"?

Uma coisa é um grupo berrar a cantar, e mandar umas asneiradas. Outra, totalmente diferente, é berrarem-te aos ouvidos a darem-te ordens. " a besta não cumpre? Está a desrespeitar um "doutor"? Recusa-se a fazer x ou y?" E lá apontam os nomes para depois ser usado em tribunal de praxe.[:D][:D][8b][8b]

É que começamos logo mal com a "besta". Vão chamar de besta ao raio que os parta, porque eu não admito que mo façam.

Quanto ao assinar, tinha que assinar, sim. Creio que em tribunal de praxe???

Mas nunca o fiz. Primeiro, porque como é lógico, não fui ao tribunal de praxe. Em segundo, mesmo que me viessem com esse pseudo-documento para assinar, era imediatamente rasgado na hora.

Não reconheço autoridade legal absolutamente alguma para fazerem-me assinar o quer que seja que, em termos legais, vale zero!
 
Vamos é fazer como o HMartinho, aprender a dizer "Não" quando não concordamos com algo que nos querem fazer, quer nas praxes quer no resto!!

Quando um não tem como resposta, " Se não participares vais ser excomungado, não vais poder ir , não vais poder fazer, não vais ser ajudado.... " isto é, seguido de coação psicológica não adianta nada aprender a dizer não, ou achas que um miúdo acabado de sair do 12º ano, caído numa universidade de uma cidade grande que não conhece, sozinho, vai ter essa competência de dizer não e desvalorizar as ameaças?

É isto que me "enerva" nos pró praxe, as vitimas é que estão mal e têm que aprender a se defender dos agressores...
 
Para chegarem ao ponto de ter que dizer "não" é porque o limite do bom senso foi ultrapassado por quem não devia e que deveria dar o exemplo. É como as desculpas, essas não se pedem, evitam-se!


exacto, mas pelos visto há aqui gente que continua com as palas nos olhos e a quer dar a entender o inverso...

respeito é muito bonito e eu gosto, e se tiver de negar seja o que for nego, e não tenho de dar satisfações a ninguém, era só o que faltava...
 
isso mesmo, ironias e demagogias,

tipica atitude do "doutor" de nariz empinado, são todos adultos e não estamos aqui para mudar fraldas a ninguém, sabem para o que vêm e ao que estão sujeitos .....

eu cá chamo a isso canalhada que quando se encontra face as responsabilidades vêm com esses argumentos,
inferiorizar quem está contra as praxes e quem se queixa das mesmas só mostra a arrogância dos pseudo-adultos irresponsáveis,
em ultimo caso, vêm o "pápá" falar com o reitor e resolver os problemas dos putos mimados que são sustentados até sair da escolinha.

cá vir dizer que existem praxes moderadas que é juntar o povo num café, falar da vida e do bom tempo é tentar fazer dos outros parvos, isso não se chama praxe, é convívio, coisa normal numa sociedade com gente normal. vir cá tapar o sol com uma peneira, dizer que há maus mas o resto é tudo gente porreira que bebe uns iceteas em esplanadas, desculpa isso não pega.

eu vivi bem a minha vida acadêmica, tanto na minha faculdade como noutras, vi o que era praxe e não desejava isso aos meus filhos,
obviamente que depois da integração e de um ano de faculdade junta-se tudo numa esplanada de café, mas pelo meio ficam as feridas que parece somente sarar se fizeres passar à outros o que tu passaste EM DOBRO.

basicamente os livros da praxe assim o dizem, para praxares tens que ser praxado,
aí pergunto se para teres a tua primeira relação sexual tiveste que antes apresentar um certificado de sodomização assinado pelo tio tiburcio?

Só acrescentar o motivo de estarmos onde estamos.
 
rsk,

Típica posta ao lado... vai lá ler o post 156...

isso mesmo, ironias e demagogias,

tipica atitude do "doutor" de nariz empinado, são todos adultos e não estamos aqui para mudar fraldas a ninguém, sabem para o que vêm e ao que estão sujeitos .....

eu cá chamo a isso canalhada que quando se encontra face as responsabilidades vêm com esses argumentos,
inferiorizar quem está contra as praxes e quem se queixa das mesmas só mostra a arrogância dos pseudo-adultos irresponsáveis,
em ultimo caso, vêm o "pápá" falar com o reitor e resolver os problemas dos putos mimados que são sustentados até sair da escolinha.

cá vir dizer que existem praxes moderadas que é juntar o povo num café, falar da vida e do bom tempo é tentar fazer dos outros parvos, isso não se chama praxe, é convívio, coisa normal numa sociedade com gente normal. vir cá tapar o sol com uma peneira, dizer que há maus mas o resto é tudo gente porreira que bebe uns iceteas em esplanadas, desculpa isso não pega.

eu vivi bem a minha vida acadêmica, tanto na minha faculdade como noutras, vi o que era praxe e não desejava isso aos meus filhos,
obviamente que depois da integração e de um ano de faculdade junta-se tudo numa esplanada de café, mas pelo meio ficam as feridas que parece somente sarar se fizeres passar à outros o que tu passaste.

basicamente os livros da praxe assim o dizem, para praxares tens que ser praxado,
aí pergunto se para teres a tua primeira relação sexual tiveste que antes apresentar um certificado de sodomização assinado pelo tio tiburcio?
 
Quando usamos termos como vitimas e agressores, certamente não estamos a falar de praxes...

Quando um não tem como resposta, " Se não participares vais ser excomungado, não vais poder ir , não vais poder fazer, não vais ser ajudado.... " isto é, seguido de coação psicológica não adianta nada aprender a dizer não, ou achas que um miúdo acabado de sair do 12º ano, caído numa universidade de uma cidade grande que não conhece, sozinho, vai ter essa competência de dizer não e desvalorizar as ameaças?

É isto que me "enerva" nos pró praxe, as vitimas é que estão mal e têm que aprender a se defender dos agressores...
 
Quando usamos termos como vitimas e agressores, certamente não estamos a falar de praxes...

A partir do momento que há coação, há uma vítima e um agressor. E imagina lá? Atirarem-te à cara, em tom intimidatório, numa sala às escura com pessoas aos berros, declare-se anti-praxe, não pode ir a jantares de curso (só aos que são organizados pela nossa turma), não pode participar em festas académicas e etc, isso é coação psicológica.
 
Quando usamos termos como vitimas e agressores, certamente não estamos a falar de praxes...
Estamos sim! E só não recusam com medo da exclusão!

Que chamar a quem se aproveita do medo alheio? Cobardes, oportunistas? Não pretendo ser insultuoso por isso fico-me por aqui nos adjectivos.
 
Quando usamos termos como vitimas e agressores, certamente não estamos a falar de praxes...

http://mcv.aac.uc.pt/files/Codigo_da_Praxe3ed.pdf

Retirado do código da praxe: (coisas que são permitidas fazer aos caloiros)

1. Aos Caloiros é vedada a permanência na via pública após a meia-noite (zero horas)
até à hora do primeiro toque matutino da Cabra e estão sujeitos à PRAXE de Trupe
e só a esta, durante este espaço de tempo;
2. A infracção ao que se dispõe neste artigo traduzir-se-á em rapanço, se as crinas do
animal tiverem mais de dois dedos de comprimento no caso dos Caloiros Nacionais
e de unhas no caso dos Caloiros Estrangeiros, a aplicar por Trupe.

Artigo 22º
1. Os Caloiros não podem assistir à aplicação de sanções a outrém;
2. A infracção será punida com sanção de unhas que poderá ser aplicada por Trupe
ou por qualquer Doutor de hierarquia igual ou superior a Puto. Estando presentes
vários Doutores de hierarquias diferentes, apenas poderão aplicar a sanção aquele ou
aqueles que tiverem a hierarquia superior.

 
Meus caros, ou o mundo da praxe mudou muito ou deixem que lhes diga que devem ter sido todos praxados no Afeganistão!!
Mas será que não conhecem nenhum exemplo em que a praxe correu bem? Não estão a misturar a parte com o todo?
É que o único exemplo que aqui li na primeira pessoa foi o do HMartinho, que teve maturidade para dizer NÃO!
 
Para chegarem ao ponto de ter que dizer "não" é porque o limite do bom senso foi ultrapassado por quem não devia e que deveria dar o exemplo. É como as desculpas, essas não se pedem, evitam-se!

Se no primeiro dia te dizem, vens connosco para a praxe, e dizes "não obrigado" é ultrapassar que limite?

Sei de muita malta que acedeu às praxes, e quando aquilo já envolvia muita coboiada, não aparecia, simples

Quando um não tem como resposta, " Se não participares vais ser excomungado, não vais poder ir , não vais poder fazer, não vais ser ajudado.... " isto é, seguido de coação psicológica não adianta nada aprender a dizer não, ou achas que um miúdo acabado de sair do 12º ano, caído numa universidade de uma cidade grande que não conhece, sozinho, vai ter essa competência de dizer não e desvalorizar as ameaças?

É isto que me "enerva" nos pró praxe, as vitimas é que estão mal e têm que aprender a se defender dos agressores...

Já aqui deram "n" testemunhos que isso é fogo de vista, e quem se nega não sofre qualquer represália, mas isso ignoras.

O problema do miúdo, é não ter cabeça, ou não lhe dizerem (paizinhos) "olha lá, vão aparecer uns gandins para ires ser praxado, se quiseres andar nessas coboiadas vais, se não dizes - Não Obrigado - e segues. E se forem abusadores falas comigo"

Não sou pró-praxe, já o reiteirei aqui n vezes, mas repito que acho que a proibição sumária errada em princípio num país livre.

A partir do momento que há coação, há uma vítima e um agressor. E imagina lá? Atirarem-te à cara, em tom intimidatório, numa sala às escura com pessoas aos berros, declare-se anti-praxe, não pode ir a jantares de curso (só aos que são organizados pela nossa turma), não pode participar em festas académicas e etc, isso é coação psicológica.
Falta é informação a esses jovens, por que raio entraria numa sala escura em primeiro lugar?
A restante exclusão de eventos sociais, acho mal, mas repito, sem todas as praxes são abusos dilacerantes à dignidade como querem fazer entender.

Estamos sim! E só não recusam com medo da exclusão!

Que chamar a quem se aproveita do medo alheio? Cobardes, oportunistas? Não pretendo ser insultuoso por isso fico-me por aqui nos adjectivos.
Ser Oportunista e Cobarde não é crime que eu saiba, é moralmente reprovável sim, mas daí querer dar-lhes cadeia... terrenos perigosos...
 
frota77,

Tira-me ai uma duvida, quantos rapanços em contexto académico presenciaste? Quantas sanções de unhas viste?


http://mcv.aac.uc.pt/files/Codigo_da_Praxe3ed.pdf

Retirado do código da praxe: (coisas que são permitidas fazer aos caloiros)

1. Aos Caloiros é vedada a permanência na via pública após a meia-noite (zero horas)
até à hora do primeiro toque matutino da Cabra e estão sujeitos à PRAXE de Trupe
e só a esta, durante este espaço de tempo;
2. A infracção ao que se dispõe neste artigo traduzir-se-á em rapanço, se as crinas do
animal tiverem mais de dois dedos de comprimento no caso dos Caloiros Nacionais
e de unhas no caso dos Caloiros Estrangeiros, a aplicar por Trupe.

Artigo 22º
1. Os Caloiros não podem assistir à aplicação de sanções a outrém;
2. A infracção será punida com sanção de unhas que poderá ser aplicada por Trupe
ou por qualquer Doutor de hierarquia igual ou superior a Puto. Estando presentes
vários Doutores de hierarquias diferentes, apenas poderão aplicar a sanção aquele ou
aqueles que tiverem a hierarquia superior.

 
http://mcv.aac.uc.pt/files/Codigo_da_Praxe3ed.pdf

Retirado do código da praxe: (coisas que são permitidas fazer aos caloiros)

1. Aos Caloiros é vedada a permanência na via pública após a meia-noite (zero horas)
até à hora do primeiro toque matutino da Cabra e estão sujeitos à PRAXE de Trupe
e só a esta, durante este espaço de tempo;
2. A infracção ao que se dispõe neste artigo traduzir-se-á em rapanço, se as crinas do
animal tiverem mais de dois dedos de comprimento no caso dos Caloiros Nacionais
e de unhas no caso dos Caloiros Estrangeiros, a aplicar por Trupe.

Artigo 22º
1. Os Caloiros não podem assistir à aplicação de sanções a outrém;
2. A infracção será punida com sanção de unhas que poderá ser aplicada por Trupe
ou por qualquer Doutor de hierarquia igual ou superior a Puto. Estando presentes
vários Doutores de hierarquias diferentes, apenas poderão aplicar a sanção aquele ou
aqueles que tiverem a hierarquia superior.

O número 2 começa logo por ser uma regra xenófoba!
 
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